Bad news: eles chegaram a África!

Por Renato Vargens

Lamentavelmente esta corja  que propaga o espúrio evangelho da prosperidade chegou a África.  Pois é, infelzimente os falsos profetas que tomaram de assalto ao Brasil chegaram em território africano. Eu mesmo quando lá estive , pude testemunhar que o evangelho da confissão positiva tem feito naquele lugar.

O vídeo abaixo nos mostra de forma bem clara que as heresias do neo-pentecostalismo chegaram com toda força no continente africano. 

Diante do exposto, resta-nos orar e clamar ao Senhor pedindo a Ele que tenha misericórdia da África e livre os moradores daquela terra dos ensinos mentirosos dos falsos profetas.

Com lágrimas nos olhos,

Renato Vargens

Karis Church e Igreja Cristã da Aliança, Juntas pelo Evangelho.

Por Renato Vargens

Pela segunda vez em menos de uma ano a Igreja Cristã da Aliança Juntamente com  Karis Church, de Missouri - EUA, estarão juntas por 07 dias pregando o evangelho de Cristo Jesus na cidades de Niterói  e são Gonçalo. Durante aproximadamente uma semana, brasileiros e americanos trabalharão juntos evangelizando adultos e crianças, proclamando o Reino de Deus, ministrando ao coração de centenas de pessoas o maravilhoso Evangelho da Salvação Eterna.

Nossa expectativa, é que assim como na vez passada, os irmãos da Karis Church sejam tremendamente usados por Deus na pregação da Palavra, nos testemunhos  e no serviço cristão.

Tenho plena convicção que mediante a graça de Deus experimentaremos dias especiais onde  a   benignidade e amor  do Senhor se farão presentes em nossas vidas, familias e igrejas.

Juntos pelo evangelho,

Renato Vargens

Pastores performáticos

Por Renato Vargens


Hoje pela manhã gravei um programa de TV na Rede Boas Novas cujo tema foi "Pastores Performáticos". Na ocasião, foi perguntado aos entrevistados se seria válido usar como subterfúgio diferentes tipos de manifestações "artísiticas"  com o objetivo  de alavancar o auditório.  Para exemplicar a coisa o apresentador do programa passou dois vídeos, os quais reproduzo abaixo.

Pois é, não precisa nem dizer que sou veemente contra a isso e que  repudio de forma  taxativa os que usam deste substerfúgio em seus cultos.  No entanto, lamentavelmente nos dias de hoje, ao contrário do que gostaríamos, percebemos que  em boa parte das igrejas ditas evangélicas, existe um número significativo de pastores que em vez de pregar a santa Palavra de Deus, transformaram-se em exímios animadores de auditório. Para prender a atenção do seu público, contam piadas, pulam, fazem caretas, caras e bocas e muito mais, isto sem falar nos jargões que sem dó e piedade são vomitados em nossos ouvidos.

Há pouco ouvi uma mensagem completamente bisonha. Usando um “polido” “evangeliquês”, um famoso pregador não falava “lé com cré”, antes pelo contrário, o pastor em questão abusava das expressões simplistas e típicas do neopentecostalismo.

- Fique de pé, meu irmão e dê um grito bem alto para que o inferno estremeça.
-Dê uma grande salva de palmas a Deus e zombe do diabo.
-Amém ou não amém?
- Somos "cabeça" e não cauda.
- Decrete, determine.

Caro leitor, lamentavelmente a Igreja deixou de ser a comunidade da Palavra para ser a comunidade do oba-oba! Triste não? Sem sombra de dúvidas o quadro em questão nos leva a seguinte indagação: Para onde a igreja brasileira está indo? 

Pois é, do jeito que coisa anda, Silvio Santos que se cuide, porque caso contrário, poderá perder o emprego.

Pense nisso!

Renato Vargens
 


Os Teístas abertos, os universalistas e a falsa compreensão do amor de Deus.

Por Renato Vargens
Se não bastasse as graves e absurdas distorções teologicas daqueles que defendem a teologia relacional, eis que ressurge no cenário evengélico a equivocada ênfase sobre o universalismo. O responsável por isso é Rob Bell,  pastor da mega igreja Mars Hill Bible Church em Michigan (não confundir com a Mars Hill de Seatle, liderada por Mark Driscoll), que é considerado  um dos nomes mais importantes dentro do movimento de igrejas emergentes, o qual escreveu  um livro que faz apologia a  herética doutrina que afirma que todos os homens serão salvos, independente da sua relação com Cristo. Segundo essa concepção, o inferno simplesmente não tem sentido: Todos viverão para sempre com o Senhor Jesus no céu.

Em “Love Wins: Céu, inferno e o destino de cada pessoa que já viveu”, Rob Bell  argumenta que um Deus amoroso nunca entregará as almas dos homens ao sofrimento eterno. (veja o Video abaixo)

Pois é, a luz destas informações, como não poderia deixar de ser, o universalismo de Bell despertou comentários absolutamente contrários  a sua percepção doutrinária, como podemos observar abaixo:


Adeus Rob Bell. (O link é de um artigo do Justin Taylor que questiona o universalismo do ícone emergente) “O inferno não é mal. Enviar um homem inocente para morrer na cruz quando sequer existe um inferno, isso sim seria mal. Separada do inferno, a cruz não tem nenhum sentido” Matt Carter “Não há amor em pregar um evangelho falso. Isso parte o meu coração.

#orando por Rob Bell” Joshua Harris

“Voce merece o inferno. Tudo além disso é um presente” Mark Driscoll

Em seu artigo intitulado “Rob Bell, Universalist?”, Justin Taylor começa com uma citação do John Piper: “A má teologia desonra a Deus e destrói as pessoas. As igrejas que cortarem a raiz da verdade podem florescer por um tempo, mas logo murcham o se convertem em algo além de uma igreja crista”. Sem dúvida, uma frase contundente e profética. Sem a verdade como pressuposto principal, a igreja desmorona.

Caro leitor, sinceramente eu não sei  como esses caras conseguem falar tanta bobagem. Ora, ao olharmos as Escrituras percebemos que Jesus repetidamente advertiu sobre o inferno. (Mateus 5:21-22, 27-30; 23:15,33.)  Negar a existência do inferno é, portanto, rejeitar a autoridade de Jesus. Seria estranhamente inconsistente aceitar Jesus como Senhor, mas rejeitar um aspecto de Seu ensino. Além do mais, isto seria colocar uma gigantesca falha moral no caráter de Cristo, se Ele ensinasse sobre a realidade do inferno quando na verdade ele não fosse um perigo para ninguém.

Vale a pena ressaltar que o inferno é sempre referido como sendo um lugar. A palavra grega usada para inferno nos Evangelhos é gehenna, uma transliteração da expressão hebraica, “Vale de Hinon”. Neste vale (que estava localizado fora de Jerusalém), sacrifícios humanos foram oferecidos aos falsos deuses em vários pontos na história de Israel (2 Reis 16:3; 21:6; 2 Crônicas 28:3; Jeremias 32:35). Mais tarde ele se tornou um “depósito de lixo” de Jerusalém, com um fogo que continuamente queimava consumindo seu entulho. Quando Jesus usou gehenna para se referir ao inferno, isto chamou a atenção dos seus ouvintes para este vale, e eles entenderam o terrível sofrimento que os ímpios experimentariam.

Prezado amigo, o Inferno é uma realidade bíblica e não pode ser questionada, mesmo porque,  segundo as Escrituras o próprio Deus o instituiu. O problema é que gente como  Ricardo Gondim, Tom Honey (Teístas abertos) Eugene Petersen, Bell e tantos outros mais, (universalistas) em  nome do amor abandonaram nas prateleiras da vida, algumas verdades a respeito  de Deus, como por exemplo a afirmação de que ele é  Soberano, e como tal possui o direito de fazer aquilo que lhe apraz, e que o fato de determinar sua vontade  quer em tragédias ou  no estabelecimento do juizo eterno não o torna menos amoroso.

Sim Deus é amor, no entanto, ele também é justo e governa soberanamente sobre tudo e todos. Como já afirmei anteriormente as Escrituras afirmam que o governo está nas mãos do Senhor e que Ele possui domínio sobre tudo aquilo que acontece no céu e na terra. O Deus Todo-Poderoso governa o mundo, Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Altíssimo Deus. A Ele pertence todo poder e toda autoridade para fazer o que lhe agrade. O mundo e tudo que nele há é o seu mundo e toda criatura que nele vive é controlada por sua soberana vontade e poder.

Pense nisso!

Renato Vargens

Conferência Atos 29 para plantadores de Igrejas.

Por Renato Vargens

Se você é um plantador de igrejas, ou  está interessado em plantar igrejas, ou até mesmo promover mudanças em sua igreja, você está convidado a participar de uma  conferência promovida pela Atos 29.
 
Atos 29 é uma rede que foi fundada pelo pastor Mark Driscoll, em 2001, e tem se espalhado rapidamente pelo mundo afora. Ela hoje engloba mais de 400 igrejas em toda a América do Norte, além é claro de outros países no mundo.

O tema da conferência neste ano será " A Chamada do Evangelho". (clique no cartaz abaixo para visualizá-lo)

Você poderá obter algumas informações acessando o site da Atos 29 - Brasil.

Isto posto, gostaria de incentivá-lo a participar deste evento que com certeza será uma bênção em sua vida.

Pr. Renato Vargens

O bizarro mundo do neopentecostalismo!

Por Renato Vargens

Volta e meia eu recebo emails de pessoas dizendo que estão experimentando um avivamento em suas igrejas. Segundo estes, os sinais que confirmam o derramamento do Espírito Santo são sobrenaturais, como sapateado, profecias, revelações, dentes de ouro, e muito mais. Infelizmente em nome de uma espiritualidade saudável muitos têm cometido verdadeiras aberrações. Sei da história de gente que urinou nos quatros cantos da cidade, derramou de um helicóptero óleo ungido em uma favela do Rio de Janeiro, fez voto de nazireu raspando a cabeça, enterrou bíblias nos extremos do Brasil, além de cometer inúmeros atos de loucura espiritual.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? A igreja de Jesus não é um circo. Chega de ouvirmos absurdos como os ensinados por falsos profetas que ao longo dos anos tem propagado doutrinas que se contrapõem em muito a ortodoxia cristã.

Confesso que estou cansado disso. Não me interessa as elucubrações nem tampouco as viagens esquizofrênicas daqueles que comecializam a fé, a Palavra de Deus me basta!

Fala sério! falta-me palavras para retratar minha indignação! O que fizeram do cristianismo? Que evangelho louco é esse? Ora, este não é, não foi e nunca será o Evangelho do meu Senhor.

Prezado amigo, diante do exposto acredito piamente que os conceitos pregados pelos reformadores precisam ser resgatados e proclamados a quantos pudermos, até porque, somente assim, poderemos novamente sair deste momento preocupante e patológico da Igreja evangélica.

Uma nova reforma já,

Renato Vargens

Cáio Fábio rebate veementemente Ricardo Gondim

As declarações do pastor Ricardo Gondim sobre o terremoto que devastou o Japão no dia 11 de março chamaram a atenção de Caio Fábio, tanto que o pastor resolveu se manifestar sobre o texto de Gondim que tira a responsabilidade de Deus sobre o controle do mundo.

Caio Fábio teve acesso às mensagens que o pastor da Igreja Betesda andou divulgando pelo twitter e resolveu falar sobre isso em seu programa de TV, lembrando aos telespectadores que ele conheceu Gondim quando ele era “ultra pentecostal” e que ao longo do tempo foi mudando de atitudes e acabou se perdendo no caminho.

“Eu acho que o Ricardo Gondim se perdeu na viagem, eu conheci o Ricardo  e ele é um cara bipolar. Eu conheci o Ricardo pregando igual o Jimmy Swaggart“, diz Caio Fábio no programa da Vem & Vê TV.

Os campos estão Brancos!

Por Renato Vargens

Num dia de verão, por volta das 13 horas, horário de almoço na cidade do Rio de janeiro, fiz algo inusitado. Em plena rua da Alfândega, centro comercial desta grande metrópole, existe uma igreja católica com mais de 200 anos de história. Atraído pela arquitetura do prédio, adentrei ao templo tomando lugar no último banco da igreja. Imediatamente meus olhos se fixaram nos detalhes artísticos presentes em cada canto do prédio. Entretanto, não demorou muito para que a minha atenção se desviasse da igreja para as pessoas que lá entravam.

Percebi que em meio à efervescência da cidade, além obviamente do calor quase que insuportável, uma enorme multidão de homens e mulheres; brancos e negros; ricos e pobres, demonstravam pelo menos uma coisa em comum: Desespero!

Observei lágrimas nos olhares dos jovens, angustia no peito dos mais velhos, inquietude nos homens e desesperança em muitas mulheres. Confesso que ao perceber a realidade daquela gente sofrida, lembrei-me das palavras do Apostolo Paulo: “Como Ouvirão se não há quem pregue?” Ora, meus amigos, ninguém precisa nos dizer que o mundo é mal, que a cidade é violenta e que as pessoas estão cada vez mais egoístas. Na verdade, estas realidades são marcas indeléveis desta geração. Nas ruas, nos becos, nos guetos, gente como estas estão clamando desesperadamente por uma mensagem de esperança e salvação. Agora, como crerão se não há quem os envie?

A pergunta é: O que temos feito? Temos anunciado o Evangelho de Cristo Jesus ou temos andado preocupados com a nossa satisfação e realização pessoal?

Pois é, neste domingo ao chegar da igreja, o meu filho mais novo  de 16 anos me mostrou uma redação elaborada por ele e que foi lido em sala de aula pela professora, a qual  se encaixa  literalmente no tema proposto poe este post.

"Como outro dia qualquer estavamos andando na rua eu e Suzanna uma velha amiga, eramos da mesma igreja e estudavamos juntos, sempre faziamos o caminho da escola juntos, era sempre igual o mesmo trajeto, mesmas pessoas, porém neste dia foi bem diferente. Ao passarmos pela rua Moreira César, vimos que em um banco de praça, havia uma jovem mulher abandonada. Parecia bonita com o cabelo ruivo que resplandecia ao sol, roupa preta, meia calça rasgada, coberta por uma tolha, havia  também uma mochila ao lado dela, e com os jornais aos pés, assemalhava-se a uma mendiga. Estava também chorando. Decidimos nos apresentar e oferecer a ajuda.

Primeiramente nos sentamos ao lado dela e tentamos ver se falava o que estava acontecendo, nos apresentamos e esperamos ela se apresentar. Após uns 20 minutos ela levantou a cabeça e nos observou com o seu olhar cor de mel. Depois de  mais um tempo ela resolveu se apresentar e disse que seu nome era Hellen. Começamos então a conversar e perguntamos o que havia acontecido. Ela nos contou que não havia mais sentido para a vida, nada dava certo em sua vida e por estar cansada de ser humilhada pelo pai fugira de casa. Disse também que estava cansada de viver e que estava pensando em dar um fim a vida.

Diante daquilo nao sabiamos o que fazer, ficamos pasmos! Tomamos então coragem e começamos a falar que ainda existia esperança , que havia alguém que podia tirá-la do fundo poço, limpá-la e chama-la de filha, bastava ela ter fé e crer que tudo podia mudar. Depois disso, um sopro de esperança veio sobre ela e ela decidiu voltar e dar um novo rumo a vida".

Caro leitor, a redação do Luiz Filipe produziu um efeito enorme na sua turma. Deus através da ousadia deste adolescente ministrou ao coração de muitos que Cristo é a nossa salvação.

Diante disto, lembrei-me da responsabilidade que paira sobre nós de pregarmos o Evangelho da Salvação eterna. 

Pois é cara pálida, mais do que nunca precisamos proclamar a quantos pudermos a grandeza e amor do nosso Deus.

Verdadeiramente é tempo de anunciarmos a cristo, até porque, os campos estão brancos!

Pense nisso!

Renato Vargens

Sinceramente , não sei se rio ou se choro!

Por Renato Vargens

Caro leitor, como já havia escrito inúmeras vezes não agüento mais as invencionices deste povo. Sou obrigado a confessar que fico impressionado com alguns devaneios por parte de alguns dos denominados  evangélicos, até porque, no quesito criatividade alguns dos nossos irmãos têm conseguido se superar.

Com dor no coração sou obrigado a confessar essa gente não têm pregado o evangelho do reino. Antes pelo contrário, o evangelho o qual estes têm pregado é humanista, megalomaníaco e patológico.

Prezado leitor, ser protestante, não é somente se identificar com o protesto feito pelos reformadores contra a corrupção eclesiástica e o falso ensinamento católico do século XVI; é muito mais do que isso. Ser protestante, é viver debaixo de um avivamento integral, é resgatar os valores indispensáveis a fé bíblica através da Palavra, é proclamar incondicionalmente a mensagem da graça de Deus em Cristo Jesus.

O lema "Eclésia reformata, semper reformanda", deveria estar sempre ressoando em nossos ouvidos e corações, desafiando-nos à responsabilidade de continuamente caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus!


Uma nova reforma já!

Soli Deo Gloria.

Renato Vargens



O Japão e o desafio missionário.

Por Renato Vargens

Creio em um Deus Soberano que reina e governa sobre todos e que tudo tem em suas mãos. Creio também que soberanamente o Senhor pode usar a tragédia do Japão com vistas a evangelização bem como a salvação de milhões de japoneses.

O país do sol nascente apresenta mais da metade de sua população (55,3%) filiada ao budismo. Todavia, o grupo que mais cresce é o das novas religiões, que engloba movimentos oriundos do xintoísmo e do budismo como o Seicho-no-ie. O cristianismo tem apenas 3,5% da população arrolada entre as diversas ramificações. Mesmo inserido num contexto de liberdade religiosa, o cristianismo não consegue uma expansão sólida em terras japonesas. Os cristãos experimentaram um bom crescimento entre as décadas de 1940 e 1960, mas por conta de diversidades teológicas, os crentes japoneses não conseguem testemunhar de sua fé com pessoas próximas. Além disso, a baixa penetração da fé em Cristo entre autoridades oficiais – ícones da sociedade japonesa – e entre os jovens – materialistas e individualistas, preocupam os líderes evangélicos japoneses e contribuem para que o cristianismo não deslanche entre a população. Um outro fator contribuinte é a grande variedade de igrejas pseudo-cristãs (seitas), como os mórmons e os Testemunhas de Jeová, que confundem ainda mais os japoneses, fortemente arraigados ao budismo e ao xintoísmo, com suas teorias confusas e pouco claras sobre a salvação.

Caro leitor,  diante do exposto afirmo sem exitar que o Japão continua sendo um grande e significativo desafio missionário. Sendo assim gostaria de incentiva-lo a ajudar o Japão, o que você poderá fazer de duas maneiras:

1- Orando e rogando ao Senhor que estenda suas mãos misericordiosas sobre os japoneses livrando-os de um mal maior.

2- Orando e contribuindo com a Missão. M.A.I.S que deverá enviar o Pr. Mário Freitas para o Japão com vistas a auxiliar de forma prática e objetiva tanto a liderança como a igreja nipo-brasileira.

Amados, não nos esqueçamos que os campos estão prontos, Deus nosso Senhor nos redimiu e nos comissionou a noticiarmos as boas novas da salvação a todos quanto pudermos! 
 
Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

O IBGE e o fracasso da teologia da prosperidade.

Por Renato Vargens

O IBGE  publicou uma informação que desconstrói totalmente o pressuposto neopentecostal de prosperidade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística as  famílias chefiadas por uma pessoa que segue a religião espírita têm maior rendimento médio mensal (R$ 3.796) do que as mantidas por um evangélico pentecostal (R$ 1.271), segundo Pesquisa de Orçamentos Familiares. 

O analista socioeconômico do IBGE, José Mauro de Freitas Júnior, diz que a escolaridade entre as religiões influenciou nos resultados. "Os maiores rendimentos são dos espíritas muito provavelmente, porque eles têm um grau de escolaridade maior do que os evangélicos pentecostais, que ficaram com a menor renda. Também temos que levar em consideração que as famílias espíritas têm menor concentração de integrantes, 2%, enquanto que as evangélicas de origem pentecostal representam cerca de 11%", afirmou Freitas. Em relação às despesas, a pesquisa apontou que as famílias com maiores gastos total também foram aquelas chefiadas por espírita (R$ 3.617), enquanto as com menores gastos foram as evangélicas pentecostais (R$ 1.301). A maior proporção de famílias (74%) são da religião católica apostólica romana, e seu rendimento médio é de R$ 1.790. Os evangélicos, em geral, atingiram um rendimento médio familiar de R$ 1.500 e representou 17% do grupo familiar entrevistado. 

O estudo também se referiu ao item de gastos com pensões, mesadas e doações para as respectivas religiões. As famílias de origem evangélica pentecostal atingiram 21,4 % de despesas com doações (R$ 23), as pertencentes a evangélica de missão atingiram 21,9% (R$ 58) e as outras evangélicas 34% (R$ 59). Outro destaque da pesquisa foi com o item impostos, cuja referência espírita investiu 44,2% (R$ 236), cerca de três vezes a média do Brasil (R$ 79), brasileiros de outras religiões gastaram 42,9% e os que se declaram sem-religião e não-determinada 42,7%. 

A pesquisa em questão serviu para confirmar que a prosperidade não é conquistada mediante a obediência de rituais mágicos e catársicos onde as bênçãos de Deus são trocadas ou vendidas por generosas contribuições financeiras.

Caro leitor, é possível que ao ler esta afirmação você esteja dizendo com seus botões: Ué, por que então os pastores da teologia da prosperidade são tão prósperos? "Elementar meu caro Watson", a prosperidade destes apóstolos se devem exclusivamente a venda de milagres, bençãos e indulgências.

Prezado amigo, do ponto de vista bíblico a prospridade não se dá mediante o toma-lá-dá-cá.  Na verdade, as Escrituras nos ensinam que a prosperidade é fruto do trabalho. O reformador francês João Calvino acreditava que o homem possuía a responsabilidade de cumprir a sua vocação através do trabalho. Na visão de Calvino, não existe lugar para ociosidade em nossas agendas. E ao afirmar isto, o reformador francês, não estava a nos dizer de que homem deva ser um ativista, ou até mesmo um tipo de worhaholic. Na verdade, Calvino acreditava que a prosperidade era possível desde que fosse consequência direta do trabalho.

Acredito profundamente que se quisermos que nossas familias experimente prosperidade torna-se ncessário que invistamos em pelo menos dois aspectos:

1- Aumento de escolaridade.

Uma das principais marcas de um povo desenvolvido é educação. Infelizmente por fatores diversos, milhões de pessoas em nosso país vivem a margem da sociedade simplesmente pelo fato de terem abandoram a escola.  Tenho plena convicção que ao voltar a sala de aula o crente será abençoado por Deus dando-lhe assim  novas ferramentas que o ajudarão a experimentar a tão sonhada prosperidade.

2- Melhor qualificação profissional.

Prosperidade se dá mediante o trabalho. Invista na sua profissão. Faça cursos, participe de simpósios, leia muito e aprenda com quem sabe. Nesta perspectiva, seja o melhor sapateiro, eletricista, pedreiro, médico, dentista, advogado, professor e experimente das bênçãos do Senhor.

Caro leitor, tenho plena convicção que se desejarmos construir um país decente e sério, necessitamos romper com alguns paradigmas que nos cercam. Nações bem sucedidas são aquelas que se empenham na construção de valores e conceitos como honestidade, equidade, ética e retidão.

Infelizmente no país do gospel e do decreto espiritual apóstolico, o trabalho nem sempre é visto com bons olhos, até porque nesta  perspectiva  neo pentecostal, o trabalho foi feito para gente miserável e desqualificada que precisa sobreviver.

Isto posto, afirmo que o tempo de mudarmos nossos conceitos e valores é esse, além é claro de semear  no coração do crente em Jesus , a idéia de que o trabalho é reflexo de uma grande bênção divina, a qual deve ser valorizado e dignificado.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

CARTA DE PRINCÍPIOS 2011 LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE EXPRESSÃO (Mackenzie)


INTRODUÇÃO

Os conceitos de liberdade de consciência e de expressão têm recebido crescente atenção pública em nosso país em anos recentes. Entre as diversas causas, estão o crescimento da pluralidade cultural, da diversidade religiosa e do relativismo como fatores integrantes da sociedade brasileira. De que maneira as pessoas podem ter e expressar suas convicções em um ambiente onde outros indivíduos pensam e se comportam de maneira diversa dessas convicções? Essa questão também faz parte do cotidiano universitário, especialmente em instituições confessionais como o Mackenzie, que primam por princípios éticos ao mesmo tempo em que sustentam a autonomia universitária.

O QUE É LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE EXPRESSÃO 

 
Acreditar no que quiser é um direito intrínseco a cada ser humano. A consciência é foro íntimo, inviolável, sobre o qual outros não podem legislar. Faz parte da nossa humanidade termos nossas próprias ideias, convicções e crenças. E é daqui que procede a outra liberdade, a de expressão, que consiste no direito de alguém declarar o que acredita e os motivos pelos quais acredita de determinada forma e não de outra. Nesse direito está implícito o que chamamos de “contraditório”, que é a liberdade de análise e posicionamento contrário às expressões ou manifestações de outras pessoas em qualquer área da vida. A liberdade de consciência diz respeito ao que cremos, interiormente. Já a liberdade de expressão é a manifestação externa dessas crenças.

OS FUNDAMENTOS DA LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE EXPRESSÃO 

 
O direito individual de pensar livremente e de expressar tais pensamentos é garantido em todas as democracias do mundo ocidental.

A Constituição 

 
No Brasil, a liberdade de consciência e de expressão do pensamento é garantida pela Constituição em vigor. Sua origem se encontra no caput do Artigo 5º, “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, sendo assegurada a inviolabilidade dessa condição de igualdade. Se todos são iguais, todos podem expressar suas ideias, pensamentos e crenças, desde que os direitos dos outros sejam respeitados. Ao tratar dos direitos e garantias fundamentais, a Constituição diz no Artigo 5º:

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.
A liberdade de expressão religiosa é decorrente da liberdade de consciência e consiste no direito das pessoas de manifestarem suas crenças ou descrenças. Aqui se incluem adeptos das religiões, do ateísmo e do agnosticismo. Por ter origem na consciência, a liberdade de expressão religiosa inclui concepções morais, éticas e comportamentais, que são desenvolvimentos da crença individual. A separação entre Igreja e Estado no Brasil significa tão somente que nosso país não adota e nem protege uma ou mais religiões. O Estado é “laico”, mas, não sendo antirreligioso, ele garante o direito de seus cidadãos professarem publicamente e praticarem a religião que quiserem, assegurando-lhes que não serão discriminados por isso, conforme o mesmo Artigo 5º:
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política...

Direitos Humanos 

 
A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 também se preocupou em resguardar a liberdade de consciência e de expressão, particularmente a expressão religiosa. O artigo 18 diz: Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; esse direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou particular. Entendemos que esse amplo reconhecimento das liberdades individuais tem fundamento no fato, nem sempre considerado, de que o ser humano foi criado por Deus.

A imagem de Deus

 
Do ponto de vista da fé cristã, a liberdade de consciência decorre fundamentalmente do fato de termos sido criados por Deus como seres morais livres. É uma das coisas incluídas na “imagem e semelhança de Deus” com que fomos criados, de acordo com o relato de Gênesis 1.26-27: Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais grandes de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão. Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. O homem recebeu, por direito de criação, a capacidade de julgar entre o certo e o errado e escolher entre os dois. Ele podia livremente ponderar, analisar e, então, escolher. O fato de que ele teria de arcar com as consequências de suas escolhas diante do Criador não anulava, todavia, seu direito de fazê-las e defendê-las. É nisto que reside o que chamamos de liberdade de consciência e de expressão. Como um ser criado, o homem responde diretamente ao Criador pelo uso dessas liberdades. Ousamos dizer que uma das influências decisivas para que essas liberdades fossem reconhecidas no mundo ocidental veio da Reforma Protestante do século XVI. Os cristãos enfatizaram a necessidade da separação entre a Igreja e o Estado, destacaram o fato de que cada cristão tem sua consciência cativa somente a Deus e defenderam o sacerdócio universal de todos os cristãos. Um exemplo dos esforços destes cristãos para garantir a liberdade de expressão é o apelo de John Milton ao Parlamento Inglês, em 1644, em defesa da liberdade de imprensa.1

 
OS LIMITES DA MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO 

 
Sociedades plurais em países em que há separação entre Igreja e Estado sempre terão de enfrentar o dilema entre a liberdade de manifestação do pensamento e os direitos individuais. Se por um lado as leis brasileiras nos garantem a liberdade de expressão, por outro, elas também preservam a honra e a imagem das pessoas. Não se pode denegrir uma determinada pessoa em nome da liberdade de expressão.

 Falar e assumir 

 
Conforme reza a Constituição, uma das condições para que se manifeste livremente o pensamento no Brasil é que a pessoa se identifique e assuma o que disse ou escreveu. O anonimato anula a validade da expressão, ainda que ela contenha méritos, pois sugere que o autor não tem dignidade e nobreza. Também denota que essa manifestação não vem acompanhada da necessária responsabilidade pelo ato praticado.

Contradizer e respeitar

 
Em sociedades multiculturais e plurais, pensamentos, crenças e convicções que são livremente expressos podem contrariar ou contraditar outros pensamentos, crenças e convicções quanto aos valores morais, crenças religiosas e preferências pessoais. Tais discordâncias, todavia, não podem ser vistas como formas de se denegrir a honra e a imagem dos indivíduos de quem se discorda. Se assim fosse, seria impossível a discussão de ideias e a apresentação do contraditório, especialmente no ambiente da Universidade. De acordo com os princípios da fé cristã, o amor a Deus e ao próximo são os maiores deveres de cada ser humano. Amar ao próximo significa respeitar o nome, os bens, a autoridade, a família, a integridade e a reputação das pessoas, independentemente das convicções religiosas, políticas e pessoais delas. Os cristãos podem discordar das pessoas e ainda assim manifestar apreço e respeito por elas. Quando cristãos deixam de amar as pessoas ao seu redor, estão violando um dos preceitos mais conhecidos de Jesus Cristo, que é amar ao próximo como a si mesmo. Os cristãos, na verdade, devem ir além e amar inclusive os seus inimigos, conforme o próprio Jesus ensinou (Mateus 5.44).

Livre mas não neutra 

 
Em tudo isso, há outro elemento que não pode ser ignorado, o fato de que o ser humano, usando suas liberdades acima descritas, resolveu tornar-se independente de Deus e viver uma vida autônoma. O livro de Gênesis (3.1-24) registra esse momento, que na teologia cristã recebe o nome de "Queda", termo que indica que essa busca de autonomia implicou em uma caída daquele estado original de liberdade de consciência e expressão. Não que o homem tenha perdido essas liberdades – ele ainda as mantém. Só que tanto a sua consciência quanto a sua capacidade de julgar e escolher entre o bem e o mal, tendo abandonado a Deus como referencial, são inclinadas ao mal, ao erro, ao egoísmo. E como decorrência, sua expressão, embora livre, reflete essa tendência ao mal. Uma das manifestações do impacto da Queda na liberdade humana é a tendência de se procurar suprimir a liberdade dos que discordam de nós. Os que professam a fé cristã devem reconhecer que todas as pessoas, inclusive aquelas que não acreditam em Deus e que têm práticas contrárias à ética cristã, têm o direito fundamental de pensar e acreditar no que quiserem e de viver de acordo com suas crenças. Os cristãos entendem também que se manifestar contrariamente ao que pensam e fazem essas pessoas não é incitamento ao ódio, mas o exercício desse mesmo direito fundamental. Aqui citamos o dito de Voltaire, "não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo."2 Essa frase fala tanto do direito que temos de discordar dos outros quanto do direito que os outros têm de discordar de nós, direitos pelos quais deveríamos estar dispostos a lutar, uma vez que, perdidos, deixam a todos amordaçados.

LIBERDADE, RESPONSABILIDADE E CIDADANIA 

 
Como Universidade confessional, o Mackenzie busca, conforme seu Estatuto, "a adoção de um Código de Ética baseado nos ditames da consciência e do bem, que reflitam os valores morais exarados nas Escrituras Sagradas, voltados para exercício crítico da cidadania" (Artigo 3º). Os termos do artigo citado frisam as bases da visão ética dessa Escola em prol da preservação da dignidade do homem: a iluminação pela Palavra de Deus e a consideração da consciência para o exercício livre de sua manifestação na sociedade. Ao mesmo tempo, o Mackenzie também respeita a consciência de cada um de seus alunos, como diz o Estatuto, "A assistência espiritual à comunidade universitária, respeitada a consciência de cada um, é proporcionada pela Capelania Universitária, em conformidade com a natureza confessional presbiteriana" (Estatuto, Artigo 67). Liberdade de consciência e de expressão são privilégios do ser humano por direito de criação. Jamais podemos abrir mão deles sob risco de diminuirmos nossa humanidade e a imagem de Deus em nós.
__________________
1MILTON, John, Areopagitica: Discurso pela Liberdade de Imprensa ao Parlamento. Editora Topbooks, 1999. Rio de Janeiro, RJ.
2Voltaire (François Marie Arouet, 1694-1778), um dos mais famosos filósofos do Iluminismo, ficou conhecido por sua batalha incessante em prol das liberdades civis, especialmente da liberdade religiosa.

Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie
 Agradecemos a todos que colaboraram na confecção desta Carta de Princípios.

OBRAS RECOMENDADAS
ALTHUSIUS, Johannes. Política Rio de Janeiro: TopBooks, 2003.
ASH, Timothy Garton. Nós, o Povo: a Revolução de 1989 em Varsóvia, Budapeste, Berlim e Praga. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
BARBOSA, Rui. A Imprensa e o Dever da Verdade. São Paulo: Com-Art, 1990.
HAVEL, Václav. Entrevista a Distância. São Paulo: Siciliano, 1991.
KUYPER, Abraham. Calvinismo. São Paulo: Cultura Cristã, 2002.
MILTON, John. Areopagitica: Discurso pela Liberdade de Imprensa ao Parlamento. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
POLANY, Michael. A Lógica da Liberdade. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003.
SCHAEFFER, Francis. "Um Manifesto Cristão" in: A Igreja no Século 21. São Paulo: Cultura Cristã, 2002, p. 157-239.

Pastores que sofrem nas mãos da Igreja – O outro lado da moeda.

Por Renato Vargens

Devido a existência de uma casta de pastores que vivem nababescamente fazendo do nome Deus catapulta para o enriquecimento pessoal, um número incontável de pessoas associam o ministério pastoral a um meio fácil e desonesto de enriquecer e ganhar dinheiro.

Lamentavelmente sou obrigado a concordar que alguns dos chamados “ministros de Deus”, em virtude da fama e do poder que o ministério lhes pode conceder, negociaram a fé, trocando suas almas, sonhos e dignidade por trinta moedas de prata. Tais pessoas imbuídas de uma espiritualidade mistica e sensasionalista transformaram-se em mascates da fé promovendo invencionices escalafobéticas cujo objetivo final é a sua prosperidade financeira. Todavia, ao contrário do que se possa imaginar existem em nosso país, milhares de pastores que não se dobraram diante deste espírito mercantilista. Na verdade, conheço inúmeros ministros do evangelho que passam significativas necessidades simplesmente pelo fato de terem se recusado a vestir a carapuça do coronelismo, optanto assim por viver a vida cristã de forma santa, irrepreensível e ilibada. 

Alguns destes ministros (nem todos, graças a Deus) sofrem horrores nas mãos de seus conselhos, presbitérios e assembleías, que de forma desrespeitosa humilham seus pastores pagando-lhes um salário de fome. Não são poucas as vezes que diante de uma crise financeira a igreja propõe a diminuição do salário pastoral ou o corte do plano de saúde dos filhos, ou até mesmo demissão do ministro. Para piorar a situação, alguns consideram o trabalho do pastor fácil demais, daí não entenderem a necessidade do pastor gozar férias, isto sem falar no massacre emocional que fezem sobre a esposa e familia do pastor exigindo deles perfeição em todos os momentos da vida.

Caro leitor, ouso afirmar que alguns irmãos não tratam seus pastores como deveriam. Vez por outra recebo emails ou ouço de algumas pessoas criticas relacionadas ao salário dos pastores. Ora, como mencionei anteriormente, sei existem alguns pastores que vivem nababescamente usufruindo do dinheiro do povo de Deus, no entanto, a esmagadora maioria dos líderes cristãos lutam com dificuldade para sustentar suas famílias. Sei de incontáveis histórias de homens de Deus que trabalham duro fazendo tendas, visto que a igreja que pastoreia não valoriza o seu serviço pastoral pagando-lhe um salário digno.

Ora, assim como os membros de sua igreja o pastor precisa pagar suas dividas, saldar seus impostos, vestir seus filhos, pagar escola, comprar material escolar, e tantas outras coisas mais. No entanto, parece que parte da igreja de Cristo encontra-se anestesiada quanto as necessidades de seus líderes espirituais, mesmo porque, para alguns o pastor não deveria receber salário.

Há pouco soube de uma história no mínimo triste. O tesoureiro de uma igreja teve a cara de pau de afirmar o seguinte: - “Ué, ele não é pastor? Que viva pela fé! A igreja não tem dinheiro para pagar este mês o salário dele.” Em outra situação, a junta diaconal disse: “Ele tá reclamando de que? Ele que espere! Quando a igreja tiver dinheiro paga o que lhe deve!”

A Bíblia ensina que quem ministra do altar deve viver do altar. "Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho."

Caro leitor, a orientação do Senhor é clara em afirmar que os que anunciam o evangelho que vivam dele. Além disso, as Escrituras afirmam que os “Os anciãos que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra, especialmente os que labutam na pregação e no ensino. Porque diz a Escritura: Não atarás a boca ao boi quando debulha. E: Digno é o trabalhador do seu salário” ( Timóteo 5:17-18) 

Diante do exposto, acredito que a Igreja de Cristo deva tratar com amor, respeito e consideração àqueles que no Senhor os tem presidido. Lidar com desdém e desprezo o salário de homens de Deus que dedicam suas vidas a oração, ensino e pastoreio de vidas é opor-se aos ensinamentos dos apóstolos.

Pense nisso!

Renato Vargens

Um presente especial para você!

Por Renato Vargens

Por acaso você já reparou que as vezes levamos a vida a sério demais? Já se deu conta que  boa parte do nosso tempo é gasto com brigas e discussões desnecessárias? Brigamos no trânsito, reclamamos da bagunça dos filhos, discutimos com nossos cônjuges por pequenas bobagens, além é claro, de vestirmos a carapuça da mediocridade desenvolvendo ao longo do dia um amargo espírito de rabugise.

Hoje pela manhã eu assiti um vídeo (veja abaixo) que relata o dia em que São Paulo parou em virtude de um sorriso! Que coisa linda! Que maravilha poder sorrir da vida, pra vida e na vida!

Prezado amigo,  Charlles H. Spurgeon foi um dos maiores pregadores de todos os tempos. Seus sermões abençoaram e ainda abençoam um número incontável de pessoas. Suas pregações eram capazes de levar multidões as lágrimas. Todavia, ainda que fosse extremamente sério, o príncipe dos pregadores conhecia como ninguém o valor da risada e da diversão. Aliais, Spurgeon ria tanto quanto podia. Ele ria das ironias da vida, ria dos incidentes cômicos, ria de elementos engraçados da natureza. Ele ria até dos seus críticos. Ele adorava dividir suas piadas com os amigos e colegas de ministério. Ele era conhecido por contar histórias engraçadas do púlpito.

 Caro leitor, rir da vida é fundamental àqueles que querem viver bem. Junta-se a isso o fato de que ao zombarmos dos dramas e dilemas da existência, damos passos significativos a um estilo de vida mais saudável.
 
E você, de que forma tem lidado com a vida? Será que a festa e o riso tem feito parte do seu cotidiano?

Pois é cara pálida,  seu dia hoje pode ser bem melhor do que pensa. A luz desta afirmação quero lhe fazer um simples e singelo desafio: Que tal presentear a si mesmo juntamente com a pessoa que está ao seu lado com um belo e largo sorriso?

Com certeza isso lhe fará um enorme bem para a alma!

Renato Vargens


Você pode ajudar o Japão!

日本のために祈ってください (POR FAVOR, ORE PELO JAPAO!)

PREZADOS IRMÃOS E AMIGOS: PAZ!

A Missão MAIS tem o compromisso de apoiar a igreja sofredora, e nessa hora de tragédia, a igreja japonesa precisa de nosso suporte. O momento, porém, é de trabalho sério e não passional – precisamos saber como entrar e o que fazer. Seguem abaixo, portanto, alguns comentários provenientes do nosso contato com o Japão nesse momento, e alguns dos planos que já traçamos.

1. No Japão, diferente de outras nações, as forças missionárias trabalham de forma muito unida e organizada. Os milhares de missionários estrangeiros no Japão estão correndo muito para tomar as decisões corretas nessa hora. Estamos em contato com organizações internacionais sérias e com know-how na área de atendimento em catástrofes, como Churches Helping Churches, CRASH e a Associação Evangélica Missionária do Japão.

2. Também temos estado em contato com algumas igrejas brasileiras no Japão, mas sem a expectativa de que tais irmãos tenham muita estrutura ou preparo para o trabalho pós-terremoto.

3. Decididamente, visto que a MAIS tem sua ênfase no apoio à igreja sofredora e não necessariamente na dimensão pós-trauma, nosso trabalho estará subordinado à organização SOS Global. Temos estado em constante contato com Margaretha Adiwardana, a diretora da missão, e vamos apoiar a ida dos primeiros grupos de socorro. Trata-se da organização cristã brasileira com maior reconhecimento e eficácia nessa área pós-catástrofe. Não há razão para outras organizações “inventarem a roda”: decidimos apoiar quem sabe fazer.

4. Num segundo momento, a MAIS vai operar de forma direta apoiando a igreja japonesa. Nosso envolvimento deve ser diferente do que temos feito no Haiti, considerando a condição sócio-econômica da nação asiática. Mas daremos suporte, treinamento, e nos envolveremos de acordo com as portas que Deus abrir.

5. Reconhecemos o perigo que envolve o Japão nesse momento: as ameaças de radiação são reais e a a possibilidade de outros tremores e tsunamis não pode ser descartada. Assim, não estamos enviando equipes de nossa organização, mas trabalhando exclusivamente no apoio financeiro às organizações especializadas em atendimento pós-tragédia.

Para apoiar a MAIS no Japão, você pode enviar sua doação para:

MAIS-MISSÃO EM APOIO A IGREJA SOFREDORA
BANCO ITAÚ
AG.0937
CC 44077-4
CNPJ 12.492.298/0001-83
 
Obrigado! Que Deus abençoe sua vida!

Staff MAIS

heresias neopentecostais: Pastor que atira no diabo!

Por Renato Vargens

Existe um número incontável de cristãos “obcecados” pelo diabo. Para estes o cramulhão é culpado de todas as desventuras da vida. Basta um tropeção na rua, que a culpa é do cão, ou quebrar um objeto de estimação que o coisa ruim é acusado. Se porventura o cidadão levar uma bronca do chefe, é sinal de que o encardido está furioso. Pois é, diante de afirmativas como essas, fico a pensar como começou essa obsessão que se transformou em paranóia para uma boa parcela dos crentes. Da Bíblia é que não foi, até porque, comportamentos como estes não possuem o menor embasamento teológico. Isto posto lembrei-me do Apóstolo Paulo quando pegou um navio que foi sacudido por uma terrível tempestade. Na oportunidade, a nau perdeu o rumo, sofreu naufrágio e os tripulantes e passageiros que estavam a bordo quase morreram. Contudo, em nenhum momento se viu uma só palavra de Paulo culpando Satanás. Pelo contrário, antes do navio zarpar ele havia percebido condições climáticas que desaconselhavam a viagem, e com bom senso deduziu que seria melhor permanecer onde estavam.

Lamentavelmente ao contrário de Paulo, os "apóstolos" de hoje, vivem de invencionices. A última foi protagonizada pelo "apóstolo" Silvio, que de posse de uma arma de fogo fez um ato profético (veja o vídeo abaixo) "atirando" sem dó nem piedade no coisa Ruim.

No vídeo em questão, o "apóstolo" empunhando a arma para baixo usa um grave, acentuado e dramático tom de voz para dizer: “Ó o que diz Eclesiastes 10:19 – pra se rir se convidam pra festas. O vinho que você não gosta e até Jesus tomava alegra a vida. E o dinheiro que você não acha que não tem que falar na igreja, diabo, é a resposta para todas as coisas. Agora aponta aí teu 38 e repita assim comigo: Satanás, Diabo, bala de fogo na tua cabeça!”.
 
Aparentemente, o "apóstolo" fala sobre duas coisas diferentes – o vinho, que alegraria a vida e o dinheiro, que seria a resposta para todas as coisas. Depois de falar à igreja, o pastor inicia o que seriam os disparos. O vídeo não deixa claro se os apóstolos dispararam de fato ou não.
 
Caro leitor, a luz desta aberração faço minhas as palavras do Pr. Wilson Porte: "Fico me perguntando: como podem existir pastores que ousam tanto, em nome de Deus, ensinar doutrinas tão absurdas, tão violentas, tão ignorantes. Eles, simplesmente, violentam a Santa Palavra de Deus com seus achismos, pragmatismos e paradigmas denominacionais, sem nenhuma preocupação se, aquilo que praticam, é, de fato, bíblico."

Ah! Estou cansado destes falsos apóstolos e de suas enlouquecidas doutrinas, estou farto de Dom Quixotes esquizofênicos que lutam contra moinhos espirituais satanizando a vida e a existência.

Pois é, isto posto, chego a conclusão que mais do que nunca necessitamos voltar as ESCRITURAS. O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro. Em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens


Teísmo aberto, uma heresia que se contrapõe a Soberania de Deus.

Por Renato Vargens

Para algumas pessoas neste tupiniquim país,  afirmar que Deus é soberano  e que Ele reina sobre céus e terra, controlando onipotentemente todas as coisas, é um verdadeiro assinte.

Pois é, o que antes era unanimidade agora virou assunto controverso, simplesmente pelo fato de que os adeptos do teísmo aberto, advogam a causa de que Deus  não conhece o futuro completamente, e que pode mudar de idéia conforme as circunstâncias. Os defensores desta sutil heresia baseiam suas crenças  em textos  que descrevem Deus “mudando de opinião”, ou “sendo surpreendido”, ou “parecendo adquirir conhecimento.  Além disso  a chamada teologia relacional considera a concepção tradicional de Deus como inadequada, ultrapassada e insuficiente para explicar a realidade, especialmente catástrofes como os recentes terremotos do Haiti, Chile e Japão. Para os “relacionais”, o  atributo mais importante de Deus é o amor e todos os demais estão subordinados a este. Em outras palavras  Isto significa dizer que Deus é sensível e se comove com os dramas de suas criaturas, sem contudo, ter poder suficiente para intervir nas tragégias que os envolvem . Para piorar a situação, os teístas abertos se contrapoem veeementemente a afirmação bíblica de que Deus é Soberano simplesmente pelo fato de que acreditam que o Criador abriu mão de sua soberania em prol do relacionamento com suas criaturas.

Caro leitor, diante de tamanha aberração, julgo oportuno reproduzir na integra uma bela e precisa  afirmação de Charlles H. Spurgeon sobre a Soberania Divina:

Não existe atributo de Deus que ofereça mais conforto aos seus filhos do que a doutrina da Soberania Divina. Nas circunstâncias mais adversas, nas mais severas inquietações, eles crêem que a Soberania ordenou as suas aflições, acreditam que ela as governa e os santificará completamente. Não existe outra coisa pela qual os filhos de Deus devam mais ardentemente contender do pelo assunto referente ao domínio de seu Mestre sobre toda a criação – a majestade de Deus sobre todas as obras de suas próprias mãos – e pelo assunto referente ao trono de Deus, e ao Seu direito de assentar-se sobre esse trono. Por outro lado, não há doutrina mais odiada pelos mundanos, nem uma verdade com a qual eles mais brincam do que a grande e estupenda, mas todavia mui certa, doutrina da Soberania do infinito Jeová. Os homens permitem que Deus esteja em qualquer lugar, exceto em Seu trono. Permitem que Ele esteja em Sua oficina, moldando os mundos e criando as estrelas. Permitem que Ele esteja em Sua entidade filantrópica para dispensar Suas esmolas e conceder Suas generosidades. Permitem que Ele mantenha firme a terra e sustenha os pilares dela, ou que ilumine as lâmpadas do céu, ou governo as ondas do oceano inquieto; porém, quando Deus ascende ao Seu trono, Suas criaturas então rangem os dentes; e, quando proclamamos um Deus entronizado , e Seus direitos de fazer o que quiser com o que é Seu, de dispor de Suas criaturas como considerar melhor, sem consultá-las a respeito do assunto, então, nesse momento somos vaiados e execrados, e os homens tapam os ouvidos para nós, porque o Deus que está em Seu trono não é o Deus que eles amam. Eles O amam em qualquer lugar, exceto quando Ele se assenta no trono, com Seu cetro em Suas mãos e Sua coroa sobre a cabeça. Mas é um Deus entronizado que amamos pregar. É Deus sobre o Seu trono em quem confiamos. É Deus sobre o Seu trono de quem temos cantado esta manhã; e é Deus sobre o Seu trono de quem falaremos neste discurso. Tratarei somente, contudo, sobre a parte da Soberania de Deus, isto é, a Soberania de Deus na distribuição de Seus dons. Neste respeito creio que, Ele não somente tem o direito de fazer o que Ele quiser com o que é Seu, mas que, na realidade, exerce esse direito.”

Prezado amigo, como é confortante e explendoroso saber que o Senhor é Soberano e que governa triunfalmente! Que maravilha é saber que o planeta que vivemos está debaixo de seu cetro e de que tudo  aquilo que nele acontece está de acordo com seus decretos eternos. Ora, como já escrevi anteriormente, as tragédias da vida não fogem ao controle e domínio do Criador. Os desastres naturais, não podem em hipótese alguma surpreender ao Todo-Poderoso. Como Senhor, Ele rege os acontecimentos, fazendo dos dramas da existência um profícuo instrumento de amplificação, cujo propósito é falar ao coração dos homens sobre a brevidade da vida e a sandice de viver sem Cristo.

Tenho plena convicção de que o meu Redentor governa sobre tudo e todos. Tragédias como o do Tsunami, ou do Morro do Bumba ou do japão em hipótese alguma surpreenderam ao Senhor. As Escrituras nos revelam um Deus que sustenta e governa o universo SOBERANAMENTE e que nada foge ao seu controle.

A Ele toda glória.

Renato Vargens

Tsunami no Japão e a soberania de Deus.

Por Renato Vargens

Um terremoto de 8,9 graus na escala Richter atingiu o Japão na madrugada dessa sexta feira (11/03/2011). O tremor ocorreu por volta das 3 horas da tarde (horário do Japão), na costa noroeste do país. O epicentro foi há 129 kilômetros da costa do Japão e a 24 kilômetros de profundidade, uma distância relativamente curta para um terremoto dessa magnitude. A rede de TV japopesa NHK transmitiu ao vivo o momento em que o tsunami chegou a Sendai, cidade da costa do Japão.

De acordo com testemunhas o terremoto durou aproximadamente 2 minutos e vários japoneses correram para as ruas com medo de serem atingidos por possíveis desmoronamentos.

As redes de televisão de todo o mundo estão transmitindo ao vivo. Observe os vídeos abiaxo e assista  o flagrante do terremoto que atingiu o Japão:





Caro leitor, diante disto resta-nos rogar ao Senhor Todo-Poderoso que opere misericordiosamente para com os moderadores de toda aquela região. Além disso, gostaria também de ressaltar que o Deus da Bíblia reina soberanamente sobre tudo e todos.

Ora, antes que os loucos do teísmo aberto comecem a falar bobagens, (quem tem ouvidos para ouvir ouça) eu não acredito em um Deus que seja surpreendido por imprevistos, nem tampouco em acontecimentos que fujam aos propósitos eternos do Criador. Nosso Deus reina e tem controle sobre todas as coisas, e absolutamente nada foge aos seus desígnios. As Escrituras afirmam que o governo está em suas mãos e que Ele possui domínio sobre tudo aquilo que acontece no céu e na terra. O Deus Todo-Poderoso governa o mundo, Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Altíssimo Deus. A Ele pertence todo poder e toda autoridade para fazer o que lhe agrade. O mundo e tudo que nele há é o seu mundo e toda criatura que nele vive é controlada por sua soberana vontade e poder.

Isto posto, afirmo sem titubeios que as tragédias da vida não fogem ao controle e domínio do Criador. Os desastres naturais, não podem em hipótese alguma surpreender ao Todo-Poderoso. Como Senhor, Ele rege os acontecimentos, fazendo dos dramas da existência um profícuo instrumento de amplificação, cujo propósito é falar ao coração dos homens sobre a brevidade da vida e a sandice de viver sem Cristo.  As Escrituras nos revelam um Deus que sustenta e governa o universo SOBERANAMENTE e que nada foge ao seu controle.

A Ele toda glória.

Renato Vargens


Consciência Cristã é um evento singular na América Latina, diz Renato Vargens

Paraiba Online

"O meu coração, da mesma forma que os dos demais aqui presentes, está cheio de desejo de experimentar o melhor de Deus nesse lugar,” disse o pastor Renato Vargens ao comentar sua participação pela quarta vez na Consciência Cristã.

Renato Vargens é Conferencista Internacional e escritor com doze livros publicados e dois no prelo. Diretor da Scrittura Produções, colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, e Pastor Presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, RJ.

Participando como preletor na representação do tabernáculo bíblico na noite do terceiro dia de evento ele afirmou que “é perceptível a cada ano que o evento cresce substancialmente”.

- Antes não tínhamos a quantidade stands que temos hoje, hoje, por exemplo, temos o espaço Teen. A Vinacc está de parabéns, é um evento que veio pra ficar – opinou Renato.

Quanto à dimensão do encontro ele afirmou que não há registro de realização de algum do nível na América Latina. A gratuidade do evento como também a qualidade da música oferecida, a competência dos preletores presentes e as oficinas ministradas dão uma dimensão única ao encontro.

- Eu acho que se esse evento um dia parar de acontecer será uma perda significativa para o evangelho. Enfim, é um evento abençoador e pelo meu desejo deverá permanecer por muito tempo – pontuou Renato Vargens.

A constatação da evolução do evento motiva participações futuras diz ele, acrescentando que os visitantes vêm cheios de desejos de experimentar o que há de melhor do evangelho.

- E a cada ano as expectativas são maiores. Elas, na verdade, tem nutrido meu coração na certeza de que sempre o melhor há de acontecer nas edições subseqüentes – finalizou Renato Vargens.