Pesquisa espontânea feita pelo Pr. Renato Vargens na sua página do Facebook.

Na semana passada eu fiz na minha página no Facebook uma pesquisa espontânea sobre aquilo que as pessoas procuravam nas igrejas.

Pois é, 439 pessoas participaram da enquete. O resultado dela foi extremamente interessante. 

O número de pessoas ávidas por um ensino fiel as Escrituras é bem animador. Comunhão e relacionamento também foram bem pontuadas, como também, louvor e adoração cristocêntricos.

O destaque negativo da pesquisa ficou com bênçãos, prosperidade, profecias e milagres.

Vale a pena ressaltar que eu entendo que aqueles que me leem fazem parte de um publico diferenciado e que em virtude disso não dá para absolutizar a pesquisa, todavia, o resultado é extremamente animador.

439 pessoas participaram da pesquisa, respondendo em média três "coisas" que procuram numa igreja.

Creio que ainda há esperança para a igreja brasileira.

Renato Vargens

Obs: Agradeço a Juliana Ferreira pela tabulação da pesquisa.


Por Renato Vargens


A revista VEJA publicou uma pesquisa feita pela CNT/MDA, realizada entre 12 a 16 de julho, que mostra um desalento quase completo dos brasileiros em relações às instituições. 

Apenas a “Igreja”, sem especificar qual, desfruta de uma posição confortável no momento. Quando os entrevistados são confrontados com uma lista e indagados sobre qual instituição em que mais confia, a Igreja aparece com 53,5%. 

Todas as demais instituições aparecem bem atrás. As Forças Armadas, com 15,5%, estão em 2º lugar. A Justiça vem em 3º, com 10,1%. Daí para frente, os percentuais são de 5% para baixo. A imprensa –que tem participado ativamente de apuração de casos recentes de corrupção– surge com meros 4,8% no ranking das instituições que mais merecem a confiança dos brasileiros.

Caro leitor, apesar das incongruências da Igreja e de seus falsos profetas que comercializam a fé é animador ver que  população brasileira ainda acredita nela. 

Sem sombra de dúvidas a notícia em questão nos motiva a continuar lutando pela Igreja e pregando o evangelho da salvação Eterna. Em contrapartida é triste ver a justiça e o congresso nacional tão desvalorizados entre a população brasileira, o que aponta pro fato inequívoco que o povo não acredita nas instituições públicas brasileiras.

Renato Vargens
A Editora Vida Nova está lançando mais uma obra do notável pregador inglês Charles Haddon Spurgeon. Sem sombra de dúvidas o príncipe dos pregadores foi um dos mais brilhantes pregadores e teólogos de todos os tempos. Vale a pena adquirir essa maravilhosa obra. 

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Renato Vargens


Por Renato Vargens

Os "apóstolos" da modernidade não cansam de fabricar heresias.  Na verdade, em nome de um evangelho antropocêntrico muitos tem inseridos elementos estranhos a Ceia do Senhor. Há pouco, soube de um que acrescentou mel ao pão e ao vinho. Soube também de pastores que acrescentaram à mesa da comunhão limão e doce de leite. 

Caro leitor, não dê ouvidos a estes que fabricam distorções teológicas das mais variadas possíveis. Nosso Senhor instituiu a Ceia determinando os elementos, seu simbolismo e significado.

A Ceia do Senhor é um ato de culto que tem a forma de uma refeição cerimonial, na qual os servos de Cristo participam do pão e do vinho, e nada além disso para comemorar a morte de Cristo e celebrar o novo relacionamento segundo a aliança que eles desfrutam com Deus.

Os textos bíblicos que tratam da Ceia são: Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.17-20; 1 Co 10.16-21; 11.17-34 e  em nenhum deles encontramos alusão a outros elementos, como também outro propósito que não trazer a memória a morte de Cristo. Além disso, a Ceia do Senhor faz referência presente à nossa participação no Corpo de Cristo, como também  faz referência futura a quando juntos com  o Senhor participaremos da mesa do Cordeiro.

Por fim, vale a pena relembrar aquilo que João Calvino dizia sobre a ceia. 

Para o reformador francês A Ceia do Senhor instituída por Cristo é  um banquete espiritual, no qual nosso Senhor nos assegura que é o pão da vida (João 6:51) com o qual nossas almas são mantidas e sustentadas pela bem aventurada imortalidade.

Isto posto, recuse os falsos ensinos sobre a Ceia bem como a inclusão de qualquer elemento à mesa do Senhor que não seja o pão e o fruto da videira.

Pense nisso!

Renato Vargens