O feminismo, bem como a sua ênfase no empoderamento da mulher, tem tido um papel preponderante no fato das mulheres estarem perdendo a capacidade de exercerem em seus relacionamentos interpessoais, doçura, ternura maternal como também meiguice e beleza interna.  

No intuito de conquistar espaço no mercado de trabalho, ou até mesmo competir com os homens, não são poucas as mulheres que "machificaram" a vida tornam-se por conseguinte pessoas, amargas e de difícil relacionamento. 

Ora, antes de qualquer coisa, vale a pena ressaltar que não sou contra a mulher estudar ou mesmo trabalhar fora, mesmo porque, acredito que homens e mulheres se complementam, contribuindo assim para a construção de uma sociedade mais equilibrada. Todavia, confesso que me preocupa o fato de que muitas mulheres cristãs em nome
 da igualdade, tem jogado na lata do lixo, qualidades e virtudes relacionadas a feminilidade. 

Ora, a feminilidade é um comportamento projetado e criado por Deus o qual é um presente dado pelo Senhor a humanidade.  Uma  mulher feminina não se resume apenas em sem cuidar, vestir ou pintar-se como uma mulher.  Feminilidade é bem mais que isso. Na verdade, feminilidade é um conjunto de atitudes e comportamentos, é  um estilo de vida pelo qual a família e a sociedade experimenta doçura, amabilidade, afetividade e outros atributos mais. 

Lamentavelmente, em nossos dias as mulheres não tem se  preocupado em serem femininas, e sim feministas. Nessa perspectiva se uma mulher tem pensamentos e comportamentos diferentes dos defendidos pelo feminismo, desejando assim, obedecer os ensinamentos bíblicos,  são execradas e rotuladas como ultrapassadas, subservientes e outros adjetivos mais. Se não bastasse isso, a sociedade como um todo, tem  incentivado a mulher a competir com o homem levando-a assim a abandonar toda e qualquer possibilidade de constituir família e criar filhos. Para piorar a situação, o feminismo, influenciado pelo marxismo cultural tem desconstruído conceitos, princípios, bem como valores cristãos numa mulher como decência, pudor, doçura e submissão. 

Isto posto, concluo este texto, conclamando as mulheres que amam a Deus e sua Palavra a se contraporem aos conceitos deste mundo que de todo jeito tem tentado desconstruir os ensinamentos bíblicos quanto a importância e valor da mulher na família e sociedade, até porque, mulheres foram chamadas por Deus a uma vida cheia de beleza, graça e  feminilidade.

Pense nisso!

Renato Vargens





O denominado ministério de louvor, em muitas igrejas, tem contribuído de forma significativa com a propagação de conceitos distorcidos e até mesmo em alguns casos, com heresias das mais estapafúrdias possíveis. Isto posto, visando ajudar pastores, líderes e músicos cristãos a desenvolverem um ministério de louvor que glorifique a Deus, resolvi elencar sete características de um ministério de louvor equivocado.

São elas:

1-) Fundamentar suas canções em sentimentos e não na inerrante Palavra de Deus.

2-) Cantar aquilo que o povo quer ouvir, e não necessariamente aquilo que precisa ouvir. Em outras palavras isso significa "bajular a alma" em detrimento às verdades contidas nas Escrituras.

3-) Entoar canções extremamente antropocêntricas, cujo objetivo final é a satisfação do "freguês" e não a glória de Deus.

4-) Deixar de cantar as "Escrituras" preferindo entoar louvores a "si mesmo". Os que agem assim, valorizam o homem, engrandecendo-o, colocando-o no centro, a mercê de um deus galardoador cuja existência se deve exclusivamente para abençoar a criatura. 

5-) Entoar canções cujo fundamento encontra-se na psicologia, psicanálise e "autoajuda".

6-) Transformar o momento de louvor com música num grande show de entretenimento e satisfação pessoal.

7-) Fazer com que o povo de Deus acredite que o momento de louvor com música pode substituir a pregação e exposição das Escrituras, tirando do centro do culto a proclamação do evangelho, bem como a pregação das verdades inquestionáveis da Bíblia.

Pense nisso!

Renato Vargens