Nos últimos dias eu tenho refletido à luz das Escrituras sobre a crise de masculinidade em nossos tempos. Para compreender um pouco mais sobre o tema, sugiro que antes de ler este artigo, que leia os textos abaixo:

1-) Marido "banana" uma característica dessa geração de homens omissos (aqui)
2-) Homens que deixaram de ser homens, uma tragédia para a família (aqui
3-) Jornalista dinamarquesa desabafa: “europeus estão afeminados e as mulheres estão em perigo” (aqui

Pois bem, a crise existente nas famílias do Brasil se deve em parte ao fato de que os papéis tanto de homens como das mulheres foram invertidos. Na verdade, tem sido comum encontramos  homens omissos que oprimidos pelo empoderamento da cultura feminista abandonaram a liderança de seus lares delegando às mulheres a liderança espiritual de suas famílias. 

Ora, é claro que eu sei da importância da mulher no lar, bem como seu papel, contudo as Escrituras são claras em afirmar que cabe ao marido e pai, a liderança espiritual da família. Na verdade, os pressupostos bíblicos nos ensinam que a responsabilidade do pai é criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor. Deus colocou o homem como cabeça do lar (Efésios 5:23-24) e a mulher como sua auxiliadora (Gênesis 2:18) Portanto, quando o homem se omite ou delega essa responsabilidade a esposa, ele falha em sua missão. 

Talvez alguns ao lerem este post estejam dizendo consigo mesmos: "Que texto machista!". Ora, a estes respondo dizendo que de forma alguma o artigo é machista, mesmo porque, eu não estou defendendo a ideia de que os homens são melhores que suas esposas e sim, que possuem papeis diferentes. 

A Palavra de Deus é clara quanto a instrução de que os homens auxiliados por suas esposas devem conduzir seus lares e não o inverso. 

Isto posto, entenda que homens receberam da parte do Criador a missão de liderarem suas casas, o que deve ser feito com amor, sacrifício e respeito. Portanto, conclamo os homens, salvos por Cristo, que se levantem e conduzam no temor do Senhor suas famílias para a glória de Deus.

Pense nisso!

Renato Vargens

Ultimamente tenho lido que algumas igrejas evangélicas tem no seu momento de louvor tocado músicas seculares. Lamentavelmente tornou-se comum o povo de Deus em meio a adoração, cantar as canções de artistas como Tribalistas, Tim Maia, Raul Seixas, Chico Buarque, J.Quest e outros compositores da música popular brasileira.

Diante deste fato inusitado a pergunta que fazemos é: Será isso correto? Por acaso está certo entoar canções deste naipe nos cultos evangélicos?

Bom, antes de qualquer coisa é preciso afirmar que não sou dualista sacralizando algumas atitudes e comportamentos bem como  demonizando outros. Alias, como reformado acredito que Deus estabeleceu o conceito de graça comum, e que esta é a fonte de toda, cultura e virtude que encontramos entre os homens, isto é, em outras palavras isto significa que Deus em sua infinita graça e bondade concedeu aos homens a capacidade de fazer coisas boas, dentre as quais podemos enumerar os talentos para a arte, música, oratória, literatura, arquitetura, comércio, invenções e etc. (Para ler mais sobre o assunto clique aqui), 

Caro leitor, o fato da graça comum ser uma doutrina no meu ponto de vista inquestionável, isso não me dá o direito de entoar canções seculares no culto.

Veja abaixo cinco motivos pelos quais acredito que não devemos entoar canções seculares nos cultos:

1-) As canções seculares não foram compostas para a glória de Deus. Na verdade, a base e constituição delas fundamenta-se exclusivamente no bem estar humano.

2-) As canções seculares não servem para adoração congregacional, visto não terem sido compostas por alguém regenerado pelo Espírito Santo. Nessa perspectiva o mesmo que entoa uma canção cuja letra dignifica Deus ou as causas do reino, é o mesmo que canta cânticos com impropérios e blasfêmias absolutamente antagônicas ao modelo de adoração ensinado pelas Escrituras.

3-) As canções seculares não servem para a adoração congregacional visto que o simples fato de entoá-las em nossos ajuntamentos aponta para a secularização da igreja, bem como a implementação dos valores deste mundo, cujo foco é o bem estar de quem canta e não a glória de Deus.

4-) As canções seculares não servem para a adoração congregacional pelo fato que sua base, inspiração e objetivo é promover entretenimento e satisfação do ouvinte, isso em falar é claro, da proposta politica e ideológica encontradas em algumas delas. 

5-) As canções seculares não servem para a adoração congregacional, pelo fato de que todas as vezes que louvores congregacionais foram entoados pelo povo de Deus, (tanto no Antigo Testamento, como Novo Testamento,) foram feitos por aqueles que o Senhor anteriormente havia salvado. Para confirmarmos essa premissa basta olharmos  para o livros de Salmos e Apocalipse que não veremos um  louvor sequer com músicas não compostas por crentes no Senhor.

Isto posto, concluo dizendo que estão equivocados todos aqueles que defendem, entoam e cantam músicas seculares em seus cultos e que mais do que nunca devemos referendar nossas liturgias e comportamentos na infalível Palavra do Senhor contrapondo-nos assim a qualquer ensino que fira a santidade de Deus. 

Lembre-se: Culto,  oferecemos a Deus e não a nós mesmos! Que tem que ser glorificado é ele! 

Pense nisso!

Renato Vargens


A VINACC, acabou de lançar um aplicativo para Smartfones e tablets relacionado a Consciência Cristã. O app traz todos os detalhes da 18ª Consciência Cristã, que acontecerá entre os dias 04 e 09 de fevereiro, no Complexo do Parque do Povo, em Campina Grande (PB). No aplicativo, disponível apenas para dispositivos Android (versão 4.0 em diante), o usuário poderá encontrar todos os detalhes do evento, como programação geral; programação por preletor; mapa interativo, com todos os locais de palestras; loja virtual da Visão Cristã, selo editorial oficial do evento, com os mais recentes lançamentos; e link para a transmissão ao vivo das plenárias do encontro.

Para baixar gratuitamente o APP é só clicar (aqui)

O grupo de advogados, acadêmicos e ativistas que articulou a discussão sobre aborto de fetos anencéfalos no Supremo Tribunal Federal, acatada em 2012, prepara uma ação similar para pedir à Suprema Corte o direito ao aborto em gestações de bebês com microcefalia. (Leia matéria completa aqui)

Pois é, sinceramente a relativização da vida promovida por alguns é escandalosamente absurda. O que esse grupo propõe é nada mais, nada menos do que eugenia. 

Diante tamanho absurdo e crime reitero o que já escrevi nesse BLOG que o aborto é um crime hediondo e que aqueles que o cometem estão tirando a vida de um ser humano, visto que a Bíblia ensina que a vida começa na concepção. 

As Escrituras são claras em afirmar que Deus forma o homem ainda no ventre da mãe ("Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste na barriga da minha mãe." Sl 139.13). O profeta Jeremias e o apóstolo Paulo confirmam isso afirmando que foram chamados por Deus antes mesmo de terem nascido ("Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações." (Jr 1.5); "Porém Deus, na sua graça, me escolheu antes mesmo de eu nascer e me chamou para servi-lo." Gl 1.15). Portanto, como cristão e pastor, me oponho veementemente a esta cultura de morte seletiva, que descarta os seres humanos segundos suas conveniências.

Que Deus tenha misericórdia do Brasil que a cada novo dia submerge em pecado.

Renato Vargens