Renato Vargens
Sônia Regina Maurelli, diretora da casa Isabel, afirma que cerca de 90% das mulheres vítimas da violência doméstica são evangélicas.
Nas dependências da Casa de Isabel, é fácil encontrar grupos de mulheres com a bíblia aberta, senhoras murmurando corinhos cristãos e até mesmo a música no rádio da recepção, tocando canções evangélicas.
A Violência doméstica é um grave problema em nossa sociedade, e infelizmente nossas igrejas estão repletas de mulheres que apanham de seus maridos. Não são poucas aquelas que vivem uma vida de horrores, sofrendo as agruras de uma relação despótica, ditatorial e abrutalhada. Como todos sabemos, muitas destas mulheres continuam se sujeitando a este tipo de relacionamento, fundamentado na premissa de que Deus odeia o divórcio (o que é verdade), e com isso acentuando distúrbios psicológicos, neurológicos e físicos em sua própria vida e filhos.
Sem a menor sombra de dúvidas o divórcio não é uma instituição divina e sim humana, até porque, ele brota de corações caídos e distantes de Deus. Além disso, é indispensável que também entendamos que existe um enorme abismo entre lutar por um casamento combalido a permanecer numa relação onde a esposa é constantemente violentada fisicamente.
O Apostolo Paulo em I Co 7:10-15 afirma que o cônjuge cristão PODE se divorciar deste que o seu marido incrédulo abandone o lar. Isto posto, acredito piamente que maridos que batem em suas esposas, há muito abandonaram seus lares, dando as suas mulheres condições de não somente se divorciarem como também a de contraírem novas núpcias.
O fato de alguns destes afirmarem ser cristãos, não os torna efetivamente crentes, até porque, os que agridem suas esposas, legitimam de que na verdade nunca conheceram a Cristo.
A violência contra a mulher é uma agressão ao Criador e em hipótese alguma as mulheres devem se sujeitar a qualquer tipo de agressão, denunciando o agressor às autoridades competentes a fim de que o sofrimento imposto pela violência cesse definitivamente em sua casa. Além disso, deve levar suas queixas, lamúrias, angústias e sofrimentos ao justo JUIZ, que com certeza no tempo certo lhes fará justiça.
Soli Deo Gloria!
Sônia Regina Maurelli, diretora da casa Isabel, afirma que cerca de 90% das mulheres vítimas da violência doméstica são evangélicas. Nas dependências da Casa de Isabel, é fácil encontrar grupos de mulheres com a bíblia aberta, senhoras murmurando corinhos cristãos e até mesmo a música no rádio da recepção, tocando canções evangélicas.
A Violência doméstica é um grave problema em nossa sociedade, e infelizmente nossas igrejas estão repletas de mulheres que apanham de seus maridos. Não são poucas aquelas que vivem uma vida de horrores, sofrendo as agruras de uma relação despótica, ditatorial e abrutalhada. Como todos sabemos, muitas destas mulheres continuam se sujeitando a este tipo de relacionamento, fundamentado na premissa de que Deus odeia o divórcio (o que é verdade), e com isso acentuando distúrbios psicológicos, neurológicos e físicos em sua própria vida e filhos.
Sem a menor sombra de dúvidas o divórcio não é uma instituição divina e sim humana, até porque, ele brota de corações caídos e distantes de Deus. Além disso, é indispensável que também entendamos que existe um enorme abismo entre lutar por um casamento combalido a permanecer numa relação onde a esposa é constantemente violentada fisicamente.
O Apostolo Paulo em I Co 7:10-15 afirma que o cônjuge cristão PODE se divorciar deste que o seu marido incrédulo abandone o lar. Isto posto, acredito piamente que maridos que batem em suas esposas, há muito abandonaram seus lares, dando as suas mulheres condições de não somente se divorciarem como também a de contraírem novas núpcias.
O fato de alguns destes afirmarem ser cristãos, não os torna efetivamente crentes, até porque, os que agridem suas esposas, legitimam de que na verdade nunca conheceram a Cristo.
A violência contra a mulher é uma agressão ao Criador e em hipótese alguma as mulheres devem se sujeitar a qualquer tipo de agressão, denunciando o agressor às autoridades competentes a fim de que o sofrimento imposto pela violência cesse definitivamente em sua casa. Além disso, deve levar suas queixas, lamúrias, angústias e sofrimentos ao justo JUIZ, que com certeza no tempo certo lhes fará justiça.
Soli Deo Gloria!
Renato Vargens





Pastor tenho certesa de que essa história de ser evangélico, mas ao mesmo tempo, é agressivo, enganador, tem prazer em levar vantagem, é idólatra.....
ResponderExcluirCom certesa não conhecem a Cristo, não conhecem os mandamentos e passam uma nítida mensagem que são verdadeiramente amantes de sí mesmos.
A verdade é que a maioria das igrejas e comunidades evangélicas não estão muito preocupadas com a pregação da palavra em sua verdadeira exência dando espaço aos mais estapafúrdios métodos litúrgicos dando cada vez menos espaços aos sermões. Consequentemente as pessoas tem uma louca idéia quanto ao evangélho de Cristo, não conseguem abandonar seus antigos vícios incluindo os de péssimos maridos e chefes de família. A paz de Cristo Pastor.
Pr. Renato
ResponderExcluirSei que zela pela Palavra , mas tome cuidado. Quando o pastor diz isso posto esta dando margens para o que não foi escrito e já tem gente seguindo seu isso posto.
REFLITA
Deus te abençoe
Pr. Renato,
ResponderExcluirler o que você escreve é edificante...é um bálsamo no meio de tantas "interpretações" sobre esse assunto. Que Deus continue te abençoando e capacitando!
Crente carnal, crente mundano...Não consigo entender isso. Não seria melhor dizer o que realmente é: Criatura e não Filho?
ResponderExcluirSim, porque a determinação que Jesus dá, as criaturas não conseguem cumprir. Só os Filhos. Por isso a igreja, cheia de criaturas, enfrenta tamanha dificuldade nesta questão. E o pior é que há aqueles que procuram arrumar um jeitinho para agradar aquelas criaturas.
Atenção, Filhos!
Divórcio no Novo Testamento não existe!
Quem acreditar em divórcio também acreditará em mula sem cabeça!
Ambos são invenção, para de um jeito ou de outro, prender alguém a alguma coisa.
Para maiores detalhes escreva-me:
henripib@ymail.com
Oséias 4:6!
Deus nos abençoe e muito!
Henri.
Prezados,
ResponderExcluirVale a pena ressaltar de que não estou inventando a RODA, até porque, este é o posicionamento de teólogos sérios neste país.
Abraços,
estou certo de que a brutalidade é tratada por Deus não só como abandono, mas como falta de respeito a criação de deus.
ResponderExcluirDigo ainda que o homem que espanca a esposa merece o divórcio e além disso uma boa estadia na cadeia porque além de pecado o espancamento é crime.
Pr. Márcio
Essa tal condição da mulher ser
ResponderExcluirsubmissa causa mal entendidos a ponto de alguns covardes agredirem fisicamente suas mulheres, conheço uma história onde uma irmã frequentava uma igreja perto de sua casa em Itaboraí-Rj. e toda vez que chegava em casa do culto apanhava a ponto dela chegar para o pastor num culto de domingo e dizer-lhe que aquele era o último culto que teria ido porque não aguentava mais, então o seu pastor disse-lhe
fique tranquila pois isso não vai acontecer mais à partir de hoje vá para casa em paz, assim fez a irmã, e sem que ela percebece o pastor a seguiu e foi só ela por os pés dentro de casa e a pancadaria começou, então o pastor
bateu na porta e se identificou e tentou dialogar com o marido agressor que lhe respondeu bruscamente dizendo se o Sr. se meter apanha também e levantou a mão para acertar um soco no pastor
que se defendeu e o anulou com alguns golpes pois o pastor é faixa preta, passaram-se alguns dias e para supresa de todos os envolvidos nessa situação o cidadão foi a um culto com a esposa e logo se converteu, alguns precisam sentir o peso do braço do homem para que não precisem ter o peso do braço do Senhor em suas vidas, mulher não foi feita para apanhar.
Acredito que há uma direção sendo distorcida, no que diz a respeito aos ensinamentos dos estatutos do Senhor Deus por algumas igrejas, trazendo graves consequências,como por exemplo, o medo.Concordo plenamente na questão colocada pelo senhor com muita sabedoria, que no tocante, diz sobre o abandono do lar dos homens após as agressões feitas em suas esposas.Isso faz remissão a carta de Paulo com toda certeza( co 15:10.Fazer as esposas de escutiforme para o desenvolvimento de socos e pontapés e mais outros atos ilícitos diante dos olhos de Deus, um cidadão assim precisa ser julgado pelas lei do homem, condenado e preso.Deus cuidará dele no principal Juízo.
ResponderExcluirPenso que se existe mulheres principalmente cristãs apanhando do marido e depois o sujeito vai para a igreja falar de amor, está mulher precisa o mais rápido possível denuncia=lo na delegacia da mulher, sem demora, esse homem precisa ser preso, respnder processo por agreção, se feriu também lesão corporal.
ResponderExcluirDepois denuncia-lo a Igreja, para que o fato não passe despercebido, quem sabe outras que também estejam nesta situação tomem coragem e façam o mesmo.
Aqui, no Rio de janeiro em algumas comunidades, alguns homens que se dizem pastores, líderes renovados, batem em suas mulheres com toalhas molhadas e são acoitados pelos chefes do movimento, eles dizem que estão espantando o demonio do corpo delas.
Isto é tolerado, porque as 5 horas da manhã, eles fazem orações na rádio comunitária abençoando os meninos naquele dia, tem alguns que vão a igreja pedir oração, para que o que vão fazer de certo.
Essas mulheres em momento algum vão a delegacia denunciar, mas se voce mulheres deste grupo , que não moram nesses lugares estiverem levando nem que seja beliscão não se cale denuncie o agresso.
Está na hora de refletir-mos se estamos do lado dos brincalhões e dos tolerantes irresponsáveis ou se temos compromisso com a verdade de Cristo.
ResponderExcluirSe temos algo para mostrar, algo que aprendemos ao conhecer a Jesus. A hora é essa e doa a quem doer.
Pastor Renato...
ResponderExcluirA paz do Senhor.
Não encontramos nenhuma informação na biblia de que uma pessoa divorciada, pode se casar novamente. Concordo com suas palavras em que se houve agressão, o marido abandonou seu lar, não apenas neste aspecto pois a muitos que não tem atidude de homem e abandonaram o seu lar. Mais não podemos dizer que a pessoa divorciada tem a liberdade de se casar. Lembre do exmplo de Paulo em Romanos 6 ...Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido.
3 De sorte que, enquanto viver o marido, será chamado adúltera, se for de outro homem; mas, se ele morrer, ela está livre da lei, e assim não será adúltera se for de outro marido.
Não podemos deixar de mencionar isso...
Em Cristo
Edson Dorna
Pr.
ResponderExcluirEstou certa d q Cristo, nao esta de nenhuma forma contente com a forma hipocrita q seus filhos estao vivendo, amantes d si mesmos, desprezando suas esposas e filhos e querendo ganhar o mundo pra Jesus.
Acredito sim q a Mulher tem o direito q a lei dos homens(que o Senhor nos ensinou a cumprir)
e q a lei de Deus nos dá,
pq Moisés servo do Senhor deixou a lei pra proteger as mulheres
"o divorcio".
Mas ,primeiramente, acredito q a mulher deve se afastar do agressor e, em oração ,e, se for comprovado mudanças no comportamento do mesmo pode-se haver reconciliação.Mas se o agressor não tem sinais de mudança nao podemos concordar q as servas do Senhor continuem sendo espancadas muitas vezes ate por alguns q se dizem crentes (e nao sao) eu creio q devemos proteger os nossos filhos d crescerem traumatizados,(Até porque os filhos não aceitam mais q o pai agrida a mãe)
Eu ja vi dezenas d mulheres q ficaram com os maridos por causa da lei q muitos pregam " nao pode divorciar irma, tem q aguentar ate o fim" e hoje estao MORTAS e seus filhos envolvidos na criminalidade.
Reflimos nisso,
é isso realmente q o Senhor Quer?
"O Apostolo Paulo em I Co 15:10 afirma que o cônjuge cristão PODE se divorciar deste que o seu marido incrédulo abandone o lar. Isto posto, acredito piamente que maridos que batem em suas esposas, há muito abandonaram seus lares, dando as suas mulheres condições de não somente se divorciarem como também a de contraírem novas núpcias."
ResponderExcluirNão achei onde no texto ele diz isso, poderia explicar melhor?
Sou uma mulher que sofro na mão do meu marido, e meu pastor me manda orar, pois ele é diacono na Igreja, como fica isso?
ResponderExcluirnão posso, dar quixa dele na delegacia porque o pastor diz que vou expor meu marido, mas quem sofre na mão dele sou eu, não sei o que fazer.
Na igreja ele é santo mas em casa, só Deus sabe até sexo anal tenho que fazer. Posso ou não me divorciar
Ao passo que nós ainda estamos no mundo (mesmo não pertencendo a ele) estamos sujeitos às leis do mundo.
ResponderExcluirE ela nos informa que agressão a mulher é crime, o mínimo que deve acontecer é o cara ir preso, seja pastor, diácono, presbítero, macumbeiro, presidiário, etc..
Só sabe quem passa por isso..
Concordo com o Pr. Renato Vargens, um cara que bate na esposa, não quer mais ter uma vida conjugal com ela..
Será que Cristo faria isso com Sua noiva? Pois é isso que Deus nos orienta a fazer, amar como Cristo amou a igreja..
O que torna duas pessoas casadas? A benção do pastor ou os papéis do cartório? Segundo a bíblia, duas pessoas estão casadas, isto é unidas espiritualmente em uma só carne, quando elas têm relações sexuais. O casamento, conforme o conhecemos hoje, não existe no contexto bíblico. Deus disse a Adão que o homem deixaria a sua casa, se uniria a sua mulher e com ela formaria uma só carne. Ele não falou nada sobre cartório, papéis, celebração ou festa. Tudo isso é cerimonial humano e não há nada errado que seja assim. Mas precisamos entender o que é estar casado diante de Deus, conforme Ele nos ensina em Sua Palavra, para que, assim, não caiamos no erro de relativizar o que Deus instituiu. Isso posto, temos a questão do divórcio e nos deparamos com a seguinte situação: ora, se os papéis humanos não tem nenhuma "autoridade" para casar duas pessoas diante de Deus, que "autoridade" terão eles para separá-las, espiritualmente falando? Nenhuma. Segundo a bíblia, há apenas um caso onde o divórcio é permitido: no caso de adultério e, mesmo assim, ficando o cônjuge impedido de contrair novo matrimônio. Ainda segundo a bíblia, a única coisa que realmente desfaz os laços espirituais do casamento é a morte. Quando entendermos isso, teremos entendido o que Jesus quis dizer quando falou que o que Deus uniu não separe o homem. Ou seja, o homem, com seus costumes, doutrinas e papéis de cartório, jamais será capaz de desfazer a união espiritual que se estabelece quando duas pessoas se casam, mediante relação sexual. Acreditar no contrário é mera ilusão.
ResponderExcluirParabéns, Renato, pela objetividade, clareza e biblicidade em tratar desse assunto.
ResponderExcluirA apartação não significa necessariamente pegar as malas e sair de casa. Muitas vezes um dos cônjuges (nesse caso, o marido) continua na casa, mas já se apartou do lar a muito.
Um grande abraço,
Samuel Costa
Creio que a visão é um pouco míope da situação. Digo que cada caso deveria ser analisado separadamente. Não podemos confundir um agressor rotineiro com uma pessoa que num momento díficil agrediu, injustificadamente, seu cônjuge, as vezes com um empurrão, ou até com outro tipo de agressão. Para este uma repreensão na Palavra, uma repreensão do pastor, uma repreensão de familiares basta para ele ver seus erros. Imagine neste caso a mulher dando queixa do marido, este já se arrependeu, foi preso, vai ser julgado, perde o emprego, depois de ser julgado e cumprir a pena ganha status de ex-presidiário, dificilmente irá conseguir emprego. A família dele se torna desestruturada, ele com culpa no coração por ter agredido a esposa, ela com culpa por o ter denunciado e não ter esperado a sua mudança mesmo sabendo que ele tinha se arrependido, os filhos sofrendo uma vida díficil. E quem aconselhou a esposa olha para ela e diz o quê?? Creio que se usarmos os rigores da lei do homem não poderemos ser hipócritas quando dermos palmadas, beliscões, berros ou surras em nossos filhos e estes nos denunciarem na delegacia e nós para nos justificarmos usarmos: "(Provérbios 13:24) - O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga.", ou "(Provérbios 23:13-14) - Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno". Se estamos dispostos a usar os rigores da lei, quando os mesmos rigores virem sobre nós não deveríamos clamar por misericórdia. Prova maior que demonstra que somos cristãos é o perdão, e este não serve só para os nossos erros serve para o erro dos outros conosco também. Para as mulheres que passam por tal situação aconselho a buscarem a Deus e se estiverem tendo risco a sua vida e integridade fujam deste risco, a denúncia do agressor nem sempre será o melhor remédio e o divórcio não lhe dá o direito de casar de novo, isto biblicamente falando, um estudo longo sobre divórcio pode refutar essa opinião. Volto a repetir cada caso é um caso não vai ser um post em um blog que vai dar direção e diretrizes para a sua vida. Que a Paz de Cristo esteja sobre nós.
ResponderExcluirPastor sou Assistente Social e trabalho atendendo mulheres vitimizadas pela violência doméstica e seus autores. Infelizmente é uma triste realidade, nós profissionais que trabalhamos com a Lei Maria da Penha constatamos um alto índice de casos onde os casais se dizem evangélicos. Em sua maioria, os agressores não se reconhecem como tal. Tem muita serva de Deus sofrendo calada por anos.Geralmente elas acreditam que o agressor pode mudar. Se vc sofre violência denuncie, procure uma DEAM e rompa com este ciclo e nunca se esqueça que se a justiça dos homens falhar, existe um Justo Juiz que jamais falhará e te honra!
ResponderExcluirPessoal, concordo com o Pr Renato no que diz respeito ao abandono do lar. Ele tem razão. Contudo Pr Renato, não concordo com o "nova nupcias", e devo concorda com o Edson Dorna, pq de Fato o casamento é espiritual, tanto Jesus disse a respeito do divorcio: "não era assim no principio". Paulo dá a mesma enfase no ligação enquanto vive o marido, isto é, "mulher, se separe, pois não foi feita pra viver em escravidão, mas em paz, entretanto, que fique só, enquanto vive o marido", é assim que eu traduziria. Sem falar que em malaquias 2:16 Deus declara que odeia o divórcio. Se olharmos para o v.14, veremos pq a mulher está ligada ao marido enquanto vive, "Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade".
ResponderExcluirPORTANTO, MULHER, vc tem o direito de se divorciar, mas que fique só, "até que a morte os sepere".
@walterkano
SRA. ANÔNIMO QUE SOFRE COM O MARIDO:
ResponderExcluirTalvez eu não seja o melhor amigo pra te ajudar, mas deixa eu te dizer uma coisa. Se o "Sofro na mão do meu marido" tem a ver com as coisas que o Pr Renato disse, então vc tem o direito de se separar. Entretanto, se não tiver, mas coisas como falta de amor (sem agressões físicas), tenho que o melhor conselho seja do Ap. Pedro em 1Pe 3:1-6, e ainda que vc não se separe dele, por não ter amparo Bíblico, cumpre a vc obedecer a Deus primeiramente, e não a homens, como está em Atos 5:29, inclusive sobre o sexo anal.
Contudo, devo admitir que tem irmãos que acham que isso não é errado, contudo, nada que seja prazeroso pra alguém em detrimento da boa consciência do outro, fazendo-o pecar e se sentir culpado é correto.
QUANTO AO SEU ESPOSO E PASTOR, se ele é obreiro da igreja, deve ser denunciado pelos seu carater falso ao pastor. Ao se seu pastor é um homem frouxo que não enfrenta o seu marido e age como se nunca tivesse acontecido nada, ele irá pagar pela omissão dele, pois é como um cão mudo, que não late (Is 56:10). Querida, ore a Deus e peça coragem, talvez vc deva se posicionar diante do seu pastor e de seu marido, talvez expô-los, na conformidade da lei, não sei, peça direção ao Senhor. Mas uma coisa eu sei, como disse Spurgeon: "É MELHOR OS TAPAS DA VERDADE DO QUE OS BEIJOS DA TRAIÇÃO", pois talvez seu marido precise de tapas da realidade e da vigorosa mão do Senhor para que talvez volte a viver e conheça o Senhor de Fato. Se ele precisa de um trato, isso é com Deus, deixe Deus agir até em meio a "exposição" da cafajestade se seu marido, talvez ele dê valor a Deus e a esposa que ele tem.
Talvez te sirva de algo, mas é o que posso te dizer neste momento.
Tenho compaixão de gente muda como vc, presa pela religião. Que Deus a liberte. Em Cristo, @walterkano
E caso o homem não bata, mas seja um poço de amargura e reclamação? Um poço de desconfiança, desamor?
ResponderExcluirNa minha concepção é lícito o pensamento de que esse homem não é um verdadeiro cristão. Pois se assim age, em desamor e murmúrio, ele não conheceu a verdade.
Viver sofrendo ANOS com um homem desse tipo pelo fato de nas escrituras eu não poder me divorciar a não ser em caso de adultério ou por consenso do ímpio, é complicado, visto que esse homem se julga um cristão, um regenerado.
Esse homem passa anos, 30 a 40 anos na igreja com o mesmo comportamento e nunca foi condenado, aconselhado, exortado. Como ele vai me dar ouvidos, mesmo ele sabendo da sua vida sem conhecimento, e sem a piedade devida aos cristãos?