O pastor que se dane!

Por Renato Vargens

Há pouco um pastor amigo compartilhou sua dificuldade em sustentar sua família. Segundo ele, sua igreja o trata de forma desprezível, não se preocupando de que maneira ele poderá pagar suas contas e dividas.  Conforme ele mesmo me disse, os membros de sua comunidade,  movidos por  espiritualidade falsa, não contribuem financeiramente com a causa do Reino,  proporcionando a Igreja local dificuldades em saldar suas despesas. Nesta perspectiva, luz, água, telefone, funcionários, manutenção do prédio  e o salário do pastor, ficam para segundo plano.

Pois é, segundo a filosofia dos crentes “umbilicais” a igreja que se vire e o pastor que dane!  Para estes o dízimo é uma contribuição veterotestamentária e segundo a  “dispensação da graça", hoje não há mais necessidade de contribuir financeiramente com a manutenção de prédios ou instituições.

Pois é cara pálida lamentavelmente algumas igrejas  não reconhecem o valor do pastor. Na verdade alguns irmãos não tratam de seus pastores como deveriam. Vez por outra eu recebo emails ou ouço de algumas pessoas criticas relacionadas ao salário dos pastores. De fato, existem alguns pastores que vivem nababescamente usufruindo do dinheiro do povo de Deus, no entanto, a esmagadora maioria dos líderes cristãos lutam com dificuldade para sustentar suas famílias. Sei de incontáveis histórias de homens de Deus que trabalham duro fazendo tendas, visto que a igreja que pastoreia não valoriza o seu serviço pastoral pagando-lhe um salário digno.

Ora, assim como os membros de sua igreja o pastor precisa pagar suas dividas, saldar seus impostos, vestir seus filhos, pagar escola, comprar material escolar, e tantas outras coisas mais. No entanto, parece que parte da igreja de Cristo encontra-se anestesiada quanto as necessidades de seus líderes espirituais, mesmo porque, para alguns o pastor não deveria receber salário.

Ora, a Bíblia ensina que quem ministra do altar deve viver do altar. "Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho."

Caro leitor, a orientação do Senhor é clara em afirmar que os que anunciam o evangelho que vivam dele. Além disso, as Escrituras afirmam que os “Os anciãos que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra, especialmente os que labutam na pregação e no ensino. Porque diz a Escritura: Não atarás a boca ao boi quando debulha. E: Digno é o trabalhador do seu salário” ( Timóteo 5:17-18)

Diante do exposto, acredito que a Igreja de Cristo deva tratar com amor, respeito e consideração àqueles que no Senhor os tem presidido. Lidar com desdém  e desprezo o salário de homens de Deus que dedicam suas vidas a oração, ensino e pastoreio de vidas é opor-se aos ensinamentos dos apóstolos.

Pense nisso!

Renato Vargens

35 comentários:

Pastor Renato, paz.
Concordo com tudo o que foi dito.
Eu sou contra a OBRIGATORIEDADE do dízimo, visto que nas Escrituras não apontam essa obrigatoriedade.
No entanto, vejo a necessidade de se assistir finaceiramente àqueles que dedicam seu tempo integral à obra de Deus.
O que está levando os fiéis a essa forma de agir?
Os muitos guelas largas que tem por ai, tomando dinheiro do povo pobre, deixando-o cada vez mais pobre, porque essa estória de quanto mais se dá, mais se recebe é coisa de quem quer encher suas contas bancárias.
Não é preciso citar nomes de muitos que estão arquimilionários com essa estória de pedir dinheiro para a obra e desviar para seus projetos megalomaníacos e pessoais.
Eu não sou dizimista. Eu sou contribuinte na medida da minha possibilidade, e o faço de coração; mas se me obrigarem, nós vamos ter que discutir essa relação, com base na Palavra de DEus, e, ai, teremos discussão para muitas horas de estudo.
No mais, concordo com tudo o que diz respeito ao sustento dos pastores de TEMPO INTEGRAL, sem a exploração dos membros de suas igrejas.
Um abração fraternal e parabéns pela obra que tu fazes.

2 de abril de 2011 13:53 comment-delete

Lanes,

O dízimo é referencial minimo, o que Deus deseja é a nossa vida integralmente. O problema é que muitos deixaram-se levar por um espírito consumista gastando desenfreadamente com seu próprio umbigo e não com o Reino de Deus. Para piorar a situaçao tais pessoas usam da desculpa de que do ponto de vista do NT não existe mais obrigatoriedade no dizimo para omitir-se em contribuir com a Igreja. Nesta perspectiva, gastam tudo o que podem consigo mesmo individando-se a té o topete, deixando para a igreja míseras migalhas.

Meu caro amigo Lanes, lamentavelmente para estes o dinheiro continua sendo um deus.

Renato Vargens

2 de abril de 2011 14:07 comment-delete

Penso que por causa de escândalos como do pastor e sua esposa presa nos EUA com dinheiro não declarado, como A do Edir que arrecadam tanto e compra casas de luxo, talvez isso esteja se refletindo hoje, já que se fala muito sobre a teologia da prosperidade, pois quem prospera com isso é só o pastor.
Será que não é hora de ver o que estão pregando, sobre o que estão evangelizando?

2 de abril de 2011 14:48 comment-delete

Rodrigo,

Concordo com vc. Por causa desta corja neopentecostal que usa o dinheiro para o seu próprio prazer, muita gente séria tem sido prejudicada nas igrejas evangelicas. Isto posto, vale a pena lembrar o adágio popular que diz "nem todos são farinha do mesmo saco."

Abraços,

Renato Vargens

2 de abril de 2011 14:58 comment-delete

Infelizmente uma verdade. Na última semana já ouvi dois casos iguais. Não consigo enxergar um meio termo nisso tudo. Enquanto uns compram aviões, outros mal conseguem se vestir.

2 de abril de 2011 15:52 comment-delete

Verdade pastor! Geralmnente os pastores são tratados sem nenhum respeito, só há cobranças por mais dizimos, mais ofertas mais,ovelhas. Acho que como pessoas que trabalham na igreja esses pastores tinham que ter carteira assinada, com direitos trabalhistas.Assim teriam uma velhice mais tranquila para eles e suas familias, mas infelizmente não é assim que pensam os lideres das igrejas, é cada um por si. Já ouvi falar de igrejas que tem haras, fazendas, hoteis e etc...e as igrejas pequenas, nas cidades pequenas que se virem com o pastor e sua familia.O que me dixa mais trranquila é que td isso Deus julgará um dia.

2 de abril de 2011 16:38 comment-delete

É preciso mostrar à Igreja que o pastor é como qualquer um que vive nesse contexto moderno. Ele tem despesas, contas, dificuldades. Todo mundo da Igreja pode prosperar, mas o pastor não, porque? Queremos ver nossa Igreja grande, com som bom, ar condicionado, cadeiras confortáveis mas o pastor tem que continuar andando a pé, porque? (Todas estas coisas são lícitas sim, assim como o pastor ganhar bem pela responsabilidade que a ele esta conferida).Creio que isso seja uma resposta inconsciente à Teologia da Prosperidade, onde o outro extremo é pregado, tentando a todo custo contradizer a esta "maldita" prática neopentecostal. Precisamos PREGAR a Palavra de Deus. Ensinar todo desígnio de Deus aos Homens. Mostrar a verdadeira Lei de Deus. Acabar com essa teologia de butiquim que anda sendo pregada e propagada por ai. A Deus Toda Glória!

2 de abril de 2011 22:40 comment-delete

Olá, querido! Saudades...
Muito bom o texto!
Não existe equipe sem líder nem líder sem equipe. Pessoas que não sabem vestir a camisa pra jogar em favor do líder levam o trabalho ao fracasso. Na igreja não seria diferente.
Acho que é disso que Jesus falava em Mateus, quando nos orientou a receber o profeta no caráter de profeta.
Um abraço!

3 de abril de 2011 00:31 comment-delete

Que isso meu querido! Você é igual a todos de sua igreja. Isso tudo não passa de judaísmo travestido de cristianismo. É uma vergonha os membros da igreja se preocuparem apenas com o bem estar do pastor, deveriam sim, se preocupar com todos os membros, pois na igreja de Jerusalém todos tinham tudo em comum, esse sim, o modelo correto de cristianismo que Jesus ensinou.
No caso do pastor que você comentou em seu texto, ele simplesmente esta colhendo os louros de suas decisões equivocadas. Deveria sim, como os outros membros, ter uma profissão e trabalho em outra instituição, desta forma, teria mais independência em sua comunidade, e seu lar muito mais abençoado. Tem muito pastor com talento, mas esses preferem estar reféns de uns poucos abastardos da igreja, que pelo tamanho de suas ofertas, se sentem os donos do pedaço.
O contexto da igreja de hoje não é totalmente diferente da igreja primitiva, o que vejo é que o dízimo a muito virou moeda de troca, e seu papel se perdeu dentro das instituições religiosas, virou corrupção. Definitivamente sua interpretação bíblica só protege a sua classe, mas em seu texto não se encontra nada sobre a primeira reunião do concílio de Jerusalém, os Apóstolos não deixaram nenhuma recomendação a respeito de salários entre os mais "santos", se queremos exemplos, teremos muito mais no velho testamento que no novo, que aliás, é a boa nova que devemos pregar.
Não adianta, todo membro de uma igreja que recebe salário sabe que não são todos que concordam, se fosse no meu caso, eu teria vergonha, não conseguiria dormir direito. Será que é difícil de entender que, igreja somos nós? Será que nunca entenderemos que ofertas, não dízimos, é o modelo neotestamentário? Que essas ofertas vêm do coração com o objetivo de ajudar os mais desafortunados e não as burras de "lideres" mal intencionados? Será que esta difícil de ver, a situação corriqueira do mal que o dinheiro faz no meio eclesiástico e religioso em sua totalidade?
Basta! Não aguento mais esse negócio de que uns são mais "especiais" que outros, com argumento de que se tem que pagar contas e etc. Vamos preocupar igualitativamente. Essa idéia de que pastor sempre esta na igreja, por isso precisa de sustento, não cabe mais na realidade de um país com tantos postos de trabalho e ausência de mão de obra qualificada como o nosso.
No mais, espero que minhas palavras não sejam mal interpretadas, mas sim que seja recebida no campo das idéias, esse modelo de igreja criado debaixo de desespero e falência papal, esta fadado a desaparecer. O avanço do conhecimento bíblico levantará vozes proféticas em nosso meio, e o espírito da ignorância dará lugar à luz e o fogo do Espírito Santo do Pai, preparando-nos para morar eternamente na cidade querida, nosso porto seguro junto ao Galileu Leão triunfante.
Pax domini.

3 de abril de 2011 14:24 comment-delete

Isso é uma coisa muito séria! Realmente são muitos os que questionam o "salário" do pastor, esquecendo que ele é um cidadão comum, que tem contas a pagar, filhos pra sustentar..O que deve mudar, é a nossa consciência farisaica cristã, que se prende a 10%, quando no NT, o Senhor requer que excedamos em tudo o que os fariseus faziam. Deus não quer 10% de nós, Ele nos quer por inteiro, e ser inteiro do Senhor requer de nós compromisso e envolvimento, não com os homens, mas para com Reino de Deus, nos preocupando uns com os outros, vendo se alguém tem falta de algo, e ir ajudar..Já vi muitas pessoas entregando seus miseros 10% com centavos e tudo, e não ser capaz de abraçar um irmão que chora na igreja...Evangelho umbilical...Esse é o nome..cade o amor? Que ama ao Deus invisível, e que acaba tratando o irmão como invisível também, fazendo de conta que ele nem existe..E o pastor? ..ora, que se dane o pastor com sua família, afinal de contas, a família pastoral sempre está acima do bem e do mal! QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA DE NÓS E NOS AJUDE A TER UM CORAÇÃO DE CARNE!

3 de abril de 2011 14:51 comment-delete

Não concordo que 'o dízimo é um referencial MÍNIMO'. Quer dizer que a contribuição de quem não pode oferecer este mínimo não é válida, ou melhor abençoada? Meus amigos, é preciso analisar o problema com a seriedade que ele merece.

Entendo perfeitamente os argumentos aqui trazidos, fartamente ilustrados pelos textos das Escrituras, mas estou sócio da interpretação de Lanes. Toda e qualquer contribuição, independente do seu valor, obviamente oferecida de coração é abençoada por Deus. Existem pessoas que mesmo passando dificuldades econômicas não se desviam da fé e isto é um gesto de confiança no poder espiritual.

Com efeito, é necessário pensar na realidade da igreja como instituição. Assim sendo, é verdade que existe a premência de tratar o encargo pastoral como algo passível de vínculo que permita a compensação salarial, principalmente quando esta atividade seja desenvolvida em dedicação integral.

3 de abril de 2011 16:01 comment-delete

Bom dia pastor Renato! Esse assunto foi tema de minha monografia no Seminário. Vejo que as igreja, não poucas, estão negligenciando o cuidado para com o pastor e sua família. Muitos acham que o pastor pode completar seu sustento buscando trabalho fora da igreja. Assim estarão dividindo seu tempo, suas responsabilidades de oração, ensino e pregação da Palavra que é uma das principais funções do pastorado. Não acredito que um pastor que se envolve com outro serviço que não esteja ligado diretamente ao ministério esteja realmente alimentando corretamente o povo de Deus, pois ele não terá tempo suficiente. Minha visão do ministério é integral, o pastor tem muito trabalho para cuidar corretamente do povo de Deus. Eu mesmo tive que deixar de ensinar economia na Universidade, pois ví a necessidade de estar preparado corretamente para a obra, vejo também que as igrejas estão perdendo essa visão. É necessário que haja uma mudança. Pastores dedicados na obra, tem que viver do Evangelho, Paulo criticou as igrejas que negligenciaram esse dever, foi por isso que teve que fazer tendas. O pastor não deve estar preocupado com seu sustento e ao mesmo tempo preocupado em ensinar corretamente seu rebanho.

4 de abril de 2011 08:37 comment-delete

Bom texto. Os Neopuritanos pensam assim com relação ao dízimo. Uma influência realmente negativa da igreja Reformada, especialmente a do Canadá. Aqui no Recife temos tido alguns problemas com relação a essa questão. Inclusive alguns presbiterianos simplesmente deixaram de dizimar devido a essa péssima influência. Na verdade, são avarentos os que pensam assim e se escondem atrás de uma teologia sem consenso. Não abrem o bolsa para a obra de Deus. Interessante que ninguem concorda com o dízimo, mas ninguém dá mais que o dízimo. Se não concordar e der mais que o dízimo aí eu acredito nessa opção teológica. O grande problema é que acabam se tornando sanguessugas de igreja. O povo se matando pra pagar as contas e pra sustentar o pastor e esses bonitinhos de terno e gravata, abastardos, ficam só no discurso cheio de nomes difíceis. Por conta disso, cada vez mais o número de pessoas que se enojam e se afastam dos ideais da Reforma tem aumentado, lamentavelmente; por causa desses neo-reformados e neo-puritanos.

4 de abril de 2011 09:03 comment-delete

Prezado Pastor;

Realmente no caso exposto acima existe a necessidade de a membresia cooperar com o sustento da igreja e seu pastor. Mas gostaria de saber sobre igrejas que são mega milionárias e que a contribuição dos membros serve em grande parte para enriquecimento de uma pequena elite de pastores. O que fazer neste caso? Tirar da minha própria casa para que uma pessoa coma um caviar a mais? Ou não devo me importar com o destino da contribuição?

Abraço, em Cristo

Renato BH/MG.

4 de abril de 2011 09:17 comment-delete

Renato,

Igreja é pra sustentar a obra e não o pastor, Paulo de Tarso era fazedor de tendas, Jesus Cristo Carpinteiro, mas nós criamos a profissão "pastor".

É vergonhoso nas Igrejas de hoje, 80% do que é arrecadado em Dízimo e ofertas serem utilizados em pagamento de salários de pastor.

A Desculpa é:

>> "Ora, a Bíblia ensina que quem ministra do altar deve viver do altar. "Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho." <<

Essa exegese é falsa, o debate nessa época era se os presbíteros que só trabalhavam no templo teriam direito a repartição dos alimentos na comunidade Cristã, ou seja, naquela época os cristãos viviam em comunidade, todos trabalhavam e repartiam o fruto do trabalho de forma eqüitativa, e Paulo disse, o pessoal que cuida do templo tem direito a sua parte.

Ora, aonde está escrito na Bíblia que a Igreja deve sustentar o pastor, em lugar nenhum;

Aonde está escrito que pastor deve receber salário enquanto existem membros da igreja que não tem o que comer, aonde ?

Fico imaginando Paulo recebendo, de R$3.000,00 a R$8.000,00 por mês de uma Igreja em que seus membros em boa parte beneficiários do bolsa familia do Governo Federal R$70,00 por mês, e outra parcela vivendo com um salário mínimo de R$550,00.

Fico imaginando Paulo recebendo, de R$3.000,00 a R$8.000,00 por mês de uma Igreja em que seus membros vão dormir depois do culto, sem jantar, sem ter o que comer, que evangelho é este ?

Qual a Diferença desse evangelho para os das "mega" igrejas ? eu sei, somente o tamanho da arrecadação.

4 de abril de 2011 09:19 comment-delete

Prezado Renato,

Lamentavelmente existem pastores que se locupletam dos dizimos e ofertas vivendo nababescamente. Todavia, não podemos generalizar, mesmo porque, existem milhares de igrejas sérias neste país cujos pastores são integros e honestos no manuseio do dinheiro.

Abraços,

Renato Vargens

4 de abril de 2011 09:37 comment-delete

Bom dia Renato,

Assunto por muitas vezes delicado, creio que Paulo ao se sustentar, procurava justamente evitar este tipo de situação.
Conheço também vários pastores e irmãos que realmente comprometeram suas vidas ao evangelho e acabam passando por diversas dificuldades.
O que mais entristece é justamente o fato da igreja não atentar para as necessidades dos homens que todos buscam quando a "bomba" explode.
A carnalidade atrapalha o entendimento e creio que por isso muitos deixam de contribuir. Sou contra o dízimo? Sim sou... conforme Romanos 3:28 Mas sei que as ofertas que podem ser dadas mensalmente poderiam suprir as necessidades daqueles que estão continuamente no altar.
Já passei por cada uma e por isso me comprometo a ajudar também aqueles que estão continuamente nas vigílias, nas batalhas, nas orações, nos açoites, nas tristezas e nas alegrias.

Grande Abraço

@alanorenegado.

Anônimo
4 de abril de 2011 09:58 comment-delete

Prezado Pr. Renato Vargens;irmãos Cristiano e @alanorenegado.

Creio que seja exatamente o que acontece nos dias de hoje, em muitas igrejas o dízimo perdeu a identidade bíblica de sustento da igreja e passou a significar o enriquecimento de pastores (não todos é claro, não estou generalizando).

Eu por exemplo congrego em uma igreja quadrangular (denominação que tem gerado polêmica e que precisa de uma reforma urgente)e sabemos que uma grande parte da "arrecadação" da igreja é destinada a igreja do superintendente da região. É como uma cascata ao contrário onde os recursos vão subindo degrau por degrau, mais ou menos isso. Na igreja tem pessoas muito humildes, que passar necessidades, eu e minha esposa sempre que podemos damos carona a uma irmão que já teve paralisia e anda com dificuldades, enquanto vemos o pastor superintendente chegar de carro importado, com nariz empinada e maltratando o diretor do diaconato por nao separar uma vaga de estacionamento para ele NA RUA.
A "pastora" da igreja é um mulher honesta e íntegra, mas é "refém" dos mandos e desmandos dos seus superiores.
São situações assim que desmotivam muitas pessoas a contribuir, pois se sentem lesadas e acreditam que seu dízimo não está cumprindo o papel referido pela bíblia. Não sou contra o dízimo, mas não creio na obrigariedade cega como é pregado hoje.

Um abraço a todos;

Na paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Renato Santiago - BH/MG

4 de abril de 2011 10:49 comment-delete

Prezado renato,

Muito triste este seu relato!

A teologia da prosperidade é a grande fomentadora deste comportamento espúrio e inconsequente.

Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós,

Renato Vargens

4 de abril de 2011 10:52 comment-delete

è uma sacanagem para quem realmente faz a Obra de Deus.
Eu era de uma igreja Neopentecostal da Visão Celular, nessa igreja somente o Pastor Presidente recebe Dinheiro, enquanto os 12 os Liderados trabalhavam sem reeber nada o Pastor presidente fica em CASA COSANDO O SACO !!.
è uma pura sacanagem para os liderados que trabalham mais que o Lider supremo da denominação.......

4 de abril de 2011 10:57 comment-delete

Pastor @RenatoVargens,

Teologia da prosperidade nadinha, minha igreja é reformada (calvinista), o pastor, para não fugir da regra das outras igrejas da denominação, ganha um salário que dá até vergonha de dizer, enquanto irmãos nessa mesma igreja não tem o que comer.

A "Direção nacional" da Igreja, aprovou um "piso" mínimo para o pastor, que está em torno de R$2.500,00, ou seja, na igreja que tem pouco recursos, a prioridade é a mesa do pastor e não a obra do Senhor Jesus.

12.000.000 de famílias vivendo do bolsa do governo de R$70,00
90.000.000 de pessoas Vivendo com um salário mínimo de R$550,00

Cristãos e igrejas e terceiro mundo e Pastores de Primeiro Mundo,

@RenatoSantiago mostrei que essas atitudes não são isoladas de nenhuma igreja, virou moda...

4 de abril de 2011 11:17 comment-delete

A gente lê os comentários e nota a insatisfação, uns por que acham que o pastor não precisa se dedicar tempo integral, que pastor não é profissão, por isso não precisa salário, que ganha muito por que usa a teologia da prosperidade, que o pastor só se interessa por ele e assim vai.
Fico pensando o que será que é refletido com mais intensidade, o trabalho do pastor ou a insatisfação da igreja?
Meu pastor costuma dizer que não podemos reclamar daquilo que permitimos acontecer e assim sinto um peso nos meus ombros, principalmente por que ele é bem chegado em uma teologia da prosperidade.
Agora me permita abrir um "parêntesis" aqui. Eu já trabalhei, em uma igreja, no ministério de missões junto com meu marido. Essa igreja era responsável por 11 congregações espalhadas no centro-oeste do Brasil. Cansei de ver nossos pastores e família passando necessidade, principalmente no final de ano e férias. Eram (são) homens e mulheres de Deus, que amam a obra e acreditam no que fazem, mas trabalham em lugares carentes, sem recursos, dependem de Deus e só sobrevivem por isso, por Deus, com isso vi muitos milagres e o amor de Deus por essas vidas.
Nas igrejas grandes as pessoas não têm noção do que é estar no campo missionário, na verdade nem eu sei, por que eu só vi não passei pelo sufoco deles. Quando eu leio "Portas Abertas" e outros sites do gênero e vejo o que vidas passam por causa do evangelho eu me envergonho.

5 de abril de 2011 00:56 comment-delete

É interessante como o povo generaliza a questão do sustento do pastor. Existem varios contextos onde podemos verificar diferentes situações. Mas, o correto, repito, é que a igreja tem que ter a visão de que o pastor tem que estar livre para alimentar corretamente o rebanho, para isso o pastor tem que comprar livros, morar adequadamente, pagar suas contas, ter um carro que deve ser usado para obra, além de sustentar a familia. E se o pastor tem que trabalhar fora para completar seu sustento, porque a igreja mesmo tendo condições de sustentar o pastor, não o faz, estará dividindo o ministério do pastor e ele terminará negligenciando o ensino correto das Escrituras. O ministro da Palavra não tem que encarar um ministério como um "Bico", mas como uma obra para o Senhor, séria, sabendo que prestará contas de cada irmão que está cuidando para com o Senhor, e o mesmo deve entregar sua vida. Agora existe limite em tudo. O pastor tem ter contentamento,não deve estar buscando luxo. Outra coisa importante, o apóstolo Paulo foi fazer tendas porque as igrejas estavam negligenciando seu papel de sustentar a obra e ele criticou o mal comportamento destas, por outro lado ele honra as igrejas da Macedônia, algumas pobres mas que estava contribuindo. Contribuir com a obra está incluido o sustento adequado do pastor.
Pastor Edson Sobreira

6 de abril de 2011 00:13 comment-delete

amado @Pastor Edson Sobreira Alves,

1) o seus raciocínio nos leva a concluir que: o Apóstolo Paulo foi negligente com os ensino das escrituras, afinal de contas ele trabalhava.

Já o verdadeiro PASTOR DAS OVELHAS, JESUS CRISTO, pensa um pouco diferente, sobre pastor receber salário:

Mateus 10:7 e, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus.

Mateus 10:8 Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai.

Mateus 10:9 Não vos provereis de ouro, nem de prata, nem de cobre nos vossos cintos;

Mateus 10:9 Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.

Sacou a diferença, JESUS está dizendo o que ? preguem, mas não cobrem, porque eu não cobrei nada, quer comer trabalhe, não use nem duas camisas, ou dois tênis. A Dignidade está em não viver as custas da obra de Deus, e não o contrário, duvida ??

JESUS,verdadeiro PASTOR da ovelhas, NÃO RECEBIA NADA, e DISSE:

Mateus 10: 24 O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo, acima do seu senhor.

Mateus 10:25 Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor.
Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?

Percebeu agora o que cristo disse? se for discípulo de Jesus, tem que ser como o mestre Jesus, ou seja, dentre outras coisas, NÃO VIVER AS CUSTAS DA IGREJA.

Jesus era carpinteiro, logo ele Dono de tudo.

Por isso O Apostolo Pauloa trabalhava porque servia a Cristo, e como servo de Cristo era imitador do mesmo.

João capítulo 10, versiculos do 11 ao 13: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. O assalariado não é o pastor a quem as ovelhas pertecem. Assim, quando vê que o lobo vem, abandona as ovelhas e foge. Então o lobo ataca o rebanho e o dispersa. Ele foge porque é assalariado e não se importa com as ovelhas."

E não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, servos pesados;
Porque bem vos lembrais, irmãos, do nosso trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o evangelho de Deus.( I Tes. 2:6;9)

6 de abril de 2011 19:39 comment-delete

A Assembleia de Deus tem mais de cinquenta anos na minha cidade. Já vi pastores cobrarem dizimo comameaças e vejo ainda hoje. A igreja sede da capital nunca deu uma ajuda em construção, em nada. Os politicos sim , infelizmente.Eu quero dizer que a igreja sofre com muitas necessidades, e as vezes o pastor tem um salário muito alto em comparação a todos os membro da igreja. Edepois tudo que é para fazer na igreja , os crentes tem que dar além do dizimo. E por que eles não podem trabalhar? Se nós trabalhamos e ainda somos cobrados a estar na igreja todos os dias?

Anônimo
13 de abril de 2011 09:16 comment-delete

Gostaria muito que o querido irmão Cristiano torres lesse esse texto.
Precisamos de mais pessoas questionando esse negócio de dízimos e ofertas. A verdade virá. A verdade liberta. Que venha, por que o que vem é perfeição.
Pax domini
Leia o meu texto lá em cima querido.
Grato.

A Bíblia apoia os pastores receberem salário?

Os pastores dizem que é bíblico o "direito" de receberem salário por "trabalharem" para sua Igreja e membros. Porém, se analisarmos realmente a Bíblia, veremos que esta é mais uma falácia gospel. Analisaremos então os versículos:


Números 18:24"Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão."


Alguns podem dizer que este versículo diz que os pastores devem ganhar um salário. Porém, há um probleminha. Os levitas eram os líderes do Templo e não tinham posse de Terra. Não tinham casa e o que recebiam não era dinheiro como veremos neste versículo:


Números 18:31 "E o comereis em todo o lugar, vós e as vossas famílias, porque vosso galardão é pelo vosso ministério na tenda da congregação."


O dízimo que recebiam eram alimentos doados pelos Israelitas e algumas vezes era permitido que comessem um pedaço do boi ou carneiro sacrificado no holocausto. Este era o padrão da época antes de Jesus.

Muitos usam um versículo para fundamentar a doutrina:


1Timóteo 5:18 "Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário."


Se lermos esse versículo podemos pensar que realmente os pastores devem receber salário. Mas, tempos antes Jesus disse a seus apóstolos:


Lucas 10:4-8 "4Não leveis bolsa, nem alforje, nem alparcas; e a ninguém saudeis pelo caminho.
5E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa.
6E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, voltará para vós.
7E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.
8E, em qualquer cidade em que entrardes, e vos receberem, comei do que vos for oferecido."


O "salário" era alimentos e não o dinheiro dos membros. Este versículo não pode ser usado para apoiar esta "doutrina" como podemos ver.

Ainda usam este:

1 Coríntios 9:14 "Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho."

Mais uma vez os nossos pastores não se enquadram aqui porque quem anunciava o "evangelho" eram os apóstolos de Jesus. os mesmos que recebiam alimentos.

Mais abaixo o apóstolo Paulo fala o que ele ganhava para evangelizar:

1 Coríntios 9:18 "Logo, que prêmio tenho? Que, evangelizando, proponha de graça o evangelho de Cristo para não abusar do meu poder no evangelho."

Este era o verdadeiro padrão. Evangelizar de graça para as pessoas. Pastores, suas bandejas dão a volta cada Domingo para seu sermão, vocês tomaram as palavras de Cristo dirigidas aos seus apóstolos missionários, os quais deviam pregar seu evangelho, sem bolsa e sem alforje, e tem-na aplicado (essas palavras) a si mesmos. Olhem os poderes dos Apóstolos:

Mateus 10:8 "Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai."

Algum de vocês ressucita os mortos? Evangeliza de graça?

Mateus 10: 9-10 "9Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos,
10Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento"

Por que os pastores tem relógio de ouro? Por que tem vários ternos caros? Por que recebem salário ao invés de alimento?

Conclusão: Manipulam a Bíblia ao seu interesse próprio. E os que dizem conhecer a "palavra" os sustentam.

Lamentável

21 de abril de 2011 14:20 comment-delete

graça e paz, pastor Renato louvamos Deus, porque Deus tem levantado homens que vivem a verdadeira sã doutrina, e que estão preocupados com vidas que estão se perdendo,oremos pra que DEUS VENHA E NOS LEVE UMA IGREJA QUE FAZ A DIFERENÇA. DEUS CONTINUE USANDO SUA VIDA E LEVANTADO OUTROS HOMENS PRA VERDADEIRAMENTE FAZER A VONTADE DE DEUS.

EM CRISTO,

PR CRISTIANO BANDEIRA
http://pastorcristianobandeira.blogspot.com//

22 de abril de 2011 02:13 comment-delete

Graça e Paz Renato,
Não sei se teve a oportunidade de ler conversa franca com pastores de Frank Viola...........:http://www.editorarestauracao.com.br/arqs/Conversa%20Franca%20com%20Pastores.pdf
Copie e abra no seu navegador.Um abraço

29 de agosto de 2011 10:18 comment-delete

Estou de acordo com o artigo.
Me parece paradoxal é alguns membros de Igreja com que já conversei. Vez por outra dizem: Ora, o Pastor mal tem tempo pra fazer visitas, mal consegue fazer gabinete, esta sempre numa correria...acho que este emprego do Pr. esta lhe tirando todo o tempo!
Ai eu penso, mas se o pr. não trabalhar poderá ficar a mecê dos membros.
Quando o Pr. trabalha, ele não tem tempo pra igreja, mas quando ele não trabalha e vive do evangelho e o único meio de sustento vem da igreja, a mesma não honra com os dízimos!

29 de julho de 2013 10:23 comment-delete

Estou de acordo com o artigo.
Me parece paradoxal é alguns membros de Igreja com que já conversei. Vez por outra dizem: Ora, o Pastor mal tem tempo pra fazer visitas, mal consegue fazer gabinete, esta sempre numa correria...acho que este emprego do Pr. esta lhe tirando todo o tempo!
Ai eu penso, mas se o pr. não trabalhar poderá ficar a mecê dos membros.
Quando o Pr. trabalha, ele não tem tempo pra igreja, mas quando ele não trabalha e vive do evangelho e o único meio de sustento vem da igreja, a mesma não honra com os dízimos!

29 de julho de 2013 10:25 comment-delete

vendo aqui alguns comentários sobre o salario de pastores totalmente tendenciosos pegam apenas partes da palavra que lhes atende ha absurdos sem duvidas ha sim mas isso não justifica tentar provar que pastores não devem receber salario digno
alguns textos ai foram citados fora do contexto ou somente partes uma rápida leitura do texto completo mostra claramente o direito dos apóstolos e pastores receberem salario
alguns textos do antigo testamente usado isoladamente para mostrar que os pastores devem receber somente alimentos
interessante pagar as contas de água energia telefone com alimento realmente muito interessante isso
vejamos esse simples texto lendo o contexto e claro
5 Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?
6 Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?
7 Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado?

29 de julho de 2013 11:18 comment-delete

Curti o texto e defendo de coração a prática de dizimarmos e ofertarmos! Mas, espero ter entendido ou interpretado errado ao falar da "Corja neopentecostal" E concordo com o fim, Nem todos são farinha do mesmo saco. O pecado e erros e seja o que for, acredito que deve ser tratado no individual caso for cometido assim! Mesmo que algo de ruim aconteça com 60% de uma igreja tradicional ou pentecostal. Não daria os "Créditos" aos tais, por causa de falsos profetas ou desviadores da verdade. Mas de qualquer forma... Acredito que devo ser dizimista e ofertante, e fazendo entendendo e alegremente. Como o irmão la em cima disse de não fazer obrigatoriamente é até engraçado eu acho! Pois nada que envolve o Reino, é de forma obrigatória. Há diferença no que serve e no que não serve. Quem faz seja o que for, por obrigação, não entendeu o Reino. Paz

29 de julho de 2013 11:23 comment-delete

Pastor Renato, Boa noite!!!
Concordo plenamente com sua visão, e também concordo que temos que ter um bom coração na Obra de Deus.
Ajudar a obra é preciso, mas devemos nos afastar na Teoria da Prosperidade, onde muitos Pastores vivem usando o Púlpito como um Balcão, e vendendo o Evangelho, onde se é deturpado o Evangelho com exigências a Deus, ou até mesmo Barganhas, quanto mais der, mas seremos abençoados!!!
A Partir do momento onde se é pregado Jesus Cristo e Salvação, com certeza, temos que ser fiéis e apoiar nosso Pastor, e ser fiel na Obra de Deus.
Fico pensando no Apostolo Paulo, no final de seus dias, foi fiel a Deus, e terminou Julgado e Preso em uma Prisão Romana até o fim de seus dias. Onde está a teoria da prosperidade?
Ele não poderia ter terminado seus dias em Paz e muita tranquilidade?
Vamos prestar a atenção com que andamos, para que não se tire ou acrescente palavras nas Escrituras Sagradas, e vamos seguir o Alvo, Jesus Cristo, sermos fieis na Obra que é feita da maneira que agrade a Deus.
Fujamos da Teoria da Prosperidade, e vamos andar corretamente no caminho certo para Alcançarmos a Salvação.

29 de julho de 2013 23:30 comment-delete

E quem disse que que pra ser igreja tem que ter prédio? Leiam os Atos dos Apóstolos e depois as cartas destes! A igreja é invisível e pode se reunir em qualquer lugar. E pastor não não é profissão, não é administrador; pastor é uma função dentro da igreja e os melhores que conheço tem, como ensinou Paulo, seu próprio ofício, sua profissão. E POR AMOR, somente por amor, assiste aos que dele necessitam.
Vocês se autodenominam teologia reformada, mas no fundo o que defendem é o mais antigo da igreja romana que sobrou no evangelho atual. Viver do povo.
Claro que tem de defender o dízimo, mesmo que saibam que não cabe no contexto atual; pois sem eles, ficariam sem suas profissões. Eu e alguns (dois ou três)amigos apascentamos mais pessoas que uma dúzia de pastores bem remunerados por aí. Isto porque eles estão muito ocupados gerindo a "igreja" e preparando as pregações que manipulam o comportamento das pessoas, ao invés de ensiná-las a ler, investigar, questionar discrepâncias entre esta e as religiões,estudar profundamente e sobretudo, pedindo antes a Deus discernimento e revelação, sem os quais não se compreende nada.

30 de julho de 2013 10:41 comment-delete

Concordo com a posiçáo do irmáo, fazendo lembrar que hà uma fòrmula verdadeira e neo-testamentària, plena da graça e do Espìrito SAnto para a vida material da Igreja de Cristo que è tudo aquilo que està narrado em Atos dos Apòstolos, è comunicaç´ao material entre os santos. Paulo admoesta a todos os cristáos a contribuirem com a obra "segundo a sua prosperidade" e "com alegria". Porèm esse mesmo Paulo admoesta os cristáos a náo serem pesados a ninguèm trabalhando !!!!! Esse evangelho de Atos dos Apòstolos infelizemente è ensinado hoje pelas igrejas protestantes como "algo que náo deu certo" para justificar a doutrina dizimista. Como pode algo que foi instituìdo pelo Espìrito Santo, inclusive custando a vida de Ananias e Safira, ser julgado como algo que náo deu certo ? Quais forças no universo podem frustrar os propòsitos do Espìrito Santo ?

26 de janeiro de 2015 01:21 comment-delete