Contribuições, ofertas e dízimos, Por acaso são bíblicos?

Por Renato Vargens
  
Em dias como os nossos onde o egoísmo se faz presente de forma substancial, podemos perceber que um número significativo de cristãos tem desenvolvido uma espiritualidade hedonista e ensimesmada, onde o que mais importa é receber e não dividir.   Nesta perspectiva, compartilhar com a Igreja parte do que recebeu é praticamente impossível, mesmo porque,  para tais pessoas é muito mais interessante desfrutar de "bênçãos" do que contribuir com a causa do Reino.

Conta-se que o famoso pregador inglês, Charles Spurgeon foi em certa ocasião, à cidade de Bristol, com o objetivo de pregar em três igrejas, esperando obter nas três coletas, 300 libras, quantia que ele necessitava com urgência para o seu orfanato na cidade de Londres. As coletas renderam realmente essa quantia, e Spurgeon sentia-se feliz, porque assim poderia pagar as despesas do orfanato.  Entretanto, à noite, quando se recolheu para dormir, Spurgeon ouviu uma voz – era a voz do Senhor que lhe dizia: "Dá essas trezentas libras a Jorge Müller". "Mas, Senhor", respondeu Spurgeon, "eu preciso do dinheiro para os queridos órfãos de Londres". Mais uma vez insistiu a mesma voz: "Dá as trezentas libras a Jorge Müller." Só quando respondeu: "Sim, Senhor, levarei o dinheiro a Jorge Müller", é que conseguiu adormecer. Na manhã seguinte dirigiu-se ao orfanato de Jorge Müller e o encontrou de joelhos, orando, tendo diante de si uma Bíblia aberta. O célebre pregador, pondo a mão sobre o ombro do outro disse: "Jorge, Deus me mandou entregar a você este dinheiro". "Oh", exclamou Müller, "querido Spurgeon, eu estava a pedir ao Senhor precisamente essa importância."  Os dois homens de ação alegraram-se muito. Mas a história continua. Quando Spurgeon voltou a Londres, encontrou uma carta sobre a mesa. Abriu-a, e verificou que ela continha 300 guinéus. Ora, como um guinéu valia uma libra e um shilling, Spurgeon tinha então, trezentas libras e trezentos shillings. "Aqui está", exclamou ele com muito regozijo. "O Senhor me devolveu as 300 libras com juros de 300 shillings". É assim que Deus paga. 

Caro leitor, por acaso você já parou para pensar que Deus ama àquele que é generoso? E de que Ele supre todas as nossas necessidades, quando colocamos o dinheiro no devido lugar? 

Ora, as Escrituras relatam que certa feita o  Senhor Jesus entrou no templo de Jerusalém jogando no chão o dinheiro que estava em cima das mesas dos cambistas. Imagino o rosto irado de Jesus ao chegar naquele lugar e encontrar vendedores e mercenários fazendo “negócios” com os fiéis. Vejo Jesus derrubando bancas, chutando, literalmente, o “pau da barraca”, expulsando de lá os vendilhões do templo que faziam do dinheiro sua razão de viver.  Aliás, o que o dinheiro significa para você? Qual o grau de importância ele tem para sua vida? Pois é, por amor ao dinheiro, negociam-se valores, vende-se a moral e se abandona a família. Jesus ao derrubar o dinheiro dos cambistas no chão estava em outras palavras dizendo que aquele deveria ser o local onde o dinheiro deveria estar. Entretanto, na maioria das pessoas o dinheiro encontra-se alojado na mente ou no coração.

Por acaso você já se deu conta que por causa do dinheiro pais e filhos, sogras e noras, esposos e esposas cometem aberrações? 

Pois é, em dias pós-modernos, onde quase tudo tem sido relativizado, o ato de contribuir   com  a igreja tornou-se um assunto altamente polêmico. Alguns crentes sinceros tem questionado  prática do dízimo; outros não estão convencidos de que o Novo Testamento trate dessa matéria com clareza. Há ainda aqueles que preferem dar ocasionalmente uma pequena oferta, buscando com isso substituir a prática do dízimo.

Prezado amigo, vale a pena ressaltar que os abusos quanto ao levantamento de recursos financeiros praticados por algumas igrejas acabaram por tornar bastante delicada a questão da contribuição financeira nas igrejas evangélicas em geral. Lamentavelmente em nome de Deus, falsos profetas tem usado do dízimo para enriquecimento próprio. Nessa perspectiva tornou-se comum encontrarmos uma enorme quantidade de líderes inescrupulosos vendendo a fé em troca das contribuições dos fiéis. 

Querido irmão, diante disto é importante que entendamos que o abuso, a desonestidade, e o maucaratismo dos pilantras da fé,  não invalidam a realidade de que as igrejas genuinamente evangélicas precisam de recursos para manter seus trabalhos regulares. 

A Bíblia nos ensina várias coisas acerca do dinheiro:

1) O Hábito de dar a décima parte daquilo que se ganha a instituições religiosas é uma prática de muito tempo e que vem da Antigüidade. Esta prática era conhecida por Israel, bem como pelas nações circunvizinhas do oriente próximo.

2) Na Lei de Moisés, os Israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (Lv 27:30-32; Nm 18:21, 26; Dt 14:22-29). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas de culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pela a administração dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida.

3) O pensamento central do dízimo achava-se na idéia que Deus é o dono de tudo e de todas as coisas. (Ex 19:05; Sl 24:1), e que os seres humanos foram criados por Ele, e a ele devem o fôlego de vida. Sendo assim, ninguém possui nada que não tenha recebido originalmente do Senhor. Nas leis do dízimo, Deus estava ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.

4) No Novo Testamento a Igreja Primitiva manteve o princípio da generosidade  para os seus membros. Todavia, não encontramos nenhum texto proferido pelos apóstolos ou até mesmo nosso Senhor dizendo: "Dê o dízimo." Contudo, ao contrapormos o Antigo Testamento com o Novo Testamento descobrimos  que o dízimo na antiga aliança era o máximo em obrigatoriedade religiosa, já no novo o dízimo tornou-se um referencial mínimo de contribuição. O didaquê por exemplo, preceituava que as primícias fossem dadas do dinheiro, das roupas e de todas as suas posses.

Caro leitor, como bem afirmou Hernandes Dias Lopes, "o dízimo não é invenção da igreja, é princípio perpétuo estabelecido por Deus. O dízimo não é dar dinheiro à igreja, é ato de adoração ao Senhor. O dízimo não é sobra, é primícia. O dízimo é ensinado em toda a Bíblia, antes da lei (Gn 14.20), na lei (Lv 27.30), nos livros históricos (Ne 12.44), poéticos (Pv 3.9,10), proféticos (Ml 3.8-12) e também no Novo Testamento (Mt 23.23; Hb 7.8). 

O conhecimento de verdades como essas devem fazer que tanto você como eu assumamos diante de Deus algumas posições radicais quanto à administração do dinheiro:

1º - Nunca esquecer que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso, e sim daquele que é o Senhor de todas as coisas.

2º - Decidir de todo o coração servir a Deus e não ao dinheiro. (Mt 6:19-21; 24).

3º - Fugir da avareza e do espírito deste século, que de todas as formas possíveis tentam injetar em nós um o desejo de uma vida hedonista e egoísta.

4º - Comprometer-se com a promoção do Reino de Deus na Igreja local e na disseminação do Evangelho pelo mundo. 

Isto posto, concluo que deixar de contribuir com o dízimo é desamparar a casa de Deus, deixando assim de ser cooperador com Senhor na implantação do seu reino.

Pense nisso!

Renato Vargens

83 comentários:

Em nosso país por meio de documentos legais e vigentes, nos roubam tanto, que quando a igreja pede em prol de boas obras, desconfiamos de todos os modos. Num país onde o povo precisa escolher qual conta deve pagar primeiro... Nao é dificil ter a mao fechada pra doar. Ainda assim temos um grande coração com raras exceções. A menos no que tange a classe mais pobre. Isso explica, mas crendo nos valores e na necessidade do suporte espiritual em prol do bem comum, afinal, nao é com orações que se paga a conta de luz dos templos... Aceitamos correção nesse contra-hábito de ser benevolentemente generosos.


Grato pelo alerta quanto a esse sutil pecado dentre os muitos que me abraçam!

10 de abril de 2011 15:22 comment-delete

Excelente texto, muito esclarecedor, concordo na íntegra, só me resta dizer Amém. Sou dizimista fiel e tenho desfrutado da bênção da fidelidade de Deus sobre minha vida e família.
Um abraço, Aracy

10 de abril de 2011 16:49 comment-delete

Pastor Renato
Poderia colocar seu texto em meu blog - http://cantinhodaaracy.blogspot.com/ - com a citação da fonte/ autoria?
Já fiz a indicação no twitter e passei a seguí-lo lá. Aguardo sua resposta, muito obrigada
Um abraço Aracy
Membro da Igreja Metodista em Santo Amaro - São Paulo

10 de abril de 2011 16:57 comment-delete

Todo aquele que anuncia o evangelho já passou pela situação de ter que explicar algo acerca do dízimo. Uma vez eu escreví um artigo sobre esse assunto em meu blog Sementes do Evangelho (http://sementesdoevangelho.blogspot.com/2010/07/ha-alguns-dias-deus-tem-falado-ao-meu.html).

Realmente existem muitos assuntos polêmicos quando o assunto é dinheiro, infelizmente eu tenho visto muitos cristãos influentes na net pregando contra o dízimo.

Oremos para que kaja liberalidade no coração dos cristãos, para que possam cooperar com os projetos missionários e sociais da igreja. E também pelos líderes, para que afministrem com sabedoria e não explorem as ovelhas.

Alexfábio Custódio.

10 de abril de 2011 17:12 comment-delete

Se me mostrar dentro da Doutrina dos Apóstolos onde está a entrega do dízimo eu vou passar a entregá-lo. Como ninguém me mostrou ainda, porque isso não está no Novo Testamento, eu contribuo com aquilo que eu tenho proposto em meu coração, não com tristeza ou por necessidade, porque DEUS ama aquele que dá com alegria. Os pastores tem que pregar o que está na Bíblia, no Cristianismo, na Nova Aliança, não fazer jogo de palavras com sabedoria humana sem proveito algum. Paulo nunca pregou sobre o dízimo, nem JESUS, nem Pedro, nem João, nem Tiago, nem nenhum apóstolo, portanto,quem pregar sobre o dízimo está indo além do que está escrito, portanto está pregando heresia, e está sob o juízo de DEUS.

Patrícia Oliveira
10 de abril de 2011 18:41 comment-delete

Graças a Deus por esse excelente artigo bem exclarecedor.
Estou começando no ministério e sempre existem algumas dúvidas que pastores mais experientes não sanam, pelos motivos aos quais não sabemos, o Dízimo não temos como debater ao contrário, e nem falar que seria uma forma de bancar pessoas com más indoles como é dito por maioria das pessoas que não entendem do assunto.

Pastor gostaria de saber se é comprovado atraveś da Sagrada Escritura se os Administradores devem prestar contas a Igreja ?

10 de abril de 2011 18:56 comment-delete

Há um relato sobre Abraão e Melquisedeque sobre o dízimo. O ato de dar está ligado ao ato de abençoar.Primeiro o SumoSacerdote Melquisedeque reconheceu em Abraão um homem chamado por Deus e em primeiro lugar o abençoou,então Abraão reconheceu no rei de Salem a autoridade a quem devia de dar todo o dízimo até sobre o despojos, e assim fez.Primeiro o líder deve abençoar o povo,depois o povo dá o dízimo como reconhecimento no líder
que tem autoridade espiritual.Isso está registrado no VT. Ainda sobre o dízimo eu tenho a acrescentar que o gerencimento do dízimo no AT era para o sustento dos sacerdotes e dos pobres - este último esquecido de receber as bênçãos do dízimo, está escrito é só conferir. O dízimo não era para construir templos luxuosos,nem para comprar carrões,e nem para que o líder fizesse uma retirada mensal no valor do teto de um ministro do STF ou até acima, e isso existe em nosso meio.As finanças da instituição que se chama IGREJA está igualzinho como se trata o orçamento público,com desvios de recursos estranhos.Vejamos,aqui em Brasília há diversas igrejas com templos novos,mas como a IURD vem construindo templos lindérrimos e grandiosos,há pastores que estão construindo templos maiores sem ter recursos suficientes,e tem ainda a falta de terrenos para tal,então eles detonam o antigo templo (ainda novo)e iniciam a grandiosa obra para a "glória" do Senhor.Isto é desvio de recursos e eu não tenho nenhum compromisso de dar o meu dízimo para tal 'obra'. Jesus em duas ocasiões deu um parecer sobre onde ofertar e com certeza não agradou o sacerdotes-fariseus de sua época e não agrada os de hoje.No encontro com o jovem rico,ele determinou ao jovem que vendesse tudo e depositasse o dinheiro na sacola de Caifás???
Não.Que desse aos pobres.No jantar na casa de Zaqueu,Ele tb não criticou Zaqueu que disse que daria a metade de sua riqueza para os pobres e quatro vezes mais a quem se sentia enganado por ele,e Jesus concordou.Bem que Jesus podia dizer a Zaqueu que depositasse a dinheirama na sacola de Anás,mas não foi essa a sua resposta.Os pobres sempre foram a preocupação em todo o evangelho.O Rick Warren é um pastor rico,numa igreja rica,no Estado mais rico dos EUA,na Cidade mais rica e está investindo o que ele ganhou de direitos autorais pelo seu livro Vida com Propósitos,em Moçambique,no interior do interior de Moçambique,entre uma população de aidéticos.Ele e a esposa foram visitar o local,onde merda e cocô convivem juntos e mal cheiro de gente enferma,incluindo o líder cristão da comunidade,é lá que Deus quer os recursos e a igreja tem esse chamado e ficar na zona de conforto cantarolando "louvor e adoração" dominicalmente.Tá? Então tá.Outro líder que eu conheço só de ler as Escrituras,é Neemias,rico e generoso,confere.
Tito from brasília.

10 de abril de 2011 19:22 comment-delete

O dízimo é bíblico? Sim. Contudo, apesar de eu ser protestante, vejo a posição católica em relação a esse assunto como a mais bem fundamentada biblicamente. Isto é, uma doação entre 1/100 e 10/100, de acordo com a prosperidade de cada um.

Anônimo
10 de abril de 2011 20:13 comment-delete

O dizimo original era entregue na forma bruta de cereais e animais. No NT a pratica de sustentabilidade da igreja era outra, pois tinha-se tudo em comum e o que faziam, o faziam por amor e nao por obrigacao. Por questao de interesses dos ministrantes, obrigam-se a continuar com este filao de recebimento que chamamos dizimo. Infelizmente nao e usado para os devidos fins (ajuda de viuvas, orfao e necessitados). Viciamos uma casta que nao se preocupa em dar explicacoes verdadeiras sobre o montante dizimado/ ofertado, pois apareceriam gastos "estranhos" como salarios, despesas de almocos, cafes e viagens, compra de carros... Pastores que nao estudaram e/ou nao foram bons profissionais em area alguma, resolvem "abracar" o ministerio com vistas a satisfacao pessoal, pois dai, poderao ter sucesso.

10 de abril de 2011 22:14 comment-delete

Acredito que devemos ofertar um montante e ter como referencia o Dizimo.
mais não como uma obrigação. pois no novo Testamente não existe esse tal mandamento, existe pessoas que tentão defender o Dizimo com os versiculos de Marcos e Hebreus, mais não é necessariamente um mandamento para a Nova Aliança.
È mais, os que ofertam seus dizimos deveriam estudar para quem ofertar seu Dizimo pois tem muita Instituição INFLADA e EGOISTA.
Se as igrejas trabalhasem para cristo haveria uma ajuda MUTUA entre as igrejas mais isso existiu só na epoca de Paulo.
voces nunca verão a Igreja GRANDE Ajudante financeriamente a Pequena Igreja!!! È Mais elas torcem para que as pequenas igrejas FECHEM. Lamentdavelmente essa é um vedade.
Eu era de uma Igreja de 400 membros Dizimava, mais teve um dia que as doutrinas da igreja começou a entrar em conflito com a Palvra de Deus que eu entendo. Dai foi que fui para uma igreja que tem no maximo 30 membros, la eu gosto parecia um povo mais unido, e na hora de OFERTAR ou DIZIMAR o FIZ COM MAIS VONTADE QUE NA IGREJA GRANDE.
Pois sabia que iria ser bem usado em pagar uma conta ou aluguel do local.
La na igreja grande tal vez meu DINHEIRO Iria PARA A PARCELA DO CARRO NOVO DO PASTOR.........

10 de abril de 2011 22:41 comment-delete

O novo testamento, em momento algum, endossa a doutrina da obrigatoriedade do dízimo. Muitos se utilizam de Mateus 23:23 para afirmar que Jesus pregou sobre o dízimo. Mas é necessário observarmos alguns pontos. Primeiro: Jesus estava falando a fariseus e escribas que observavam e cumpriam a lei. Segundo: A lei ainda estava em vigência (antes da morte de Jesus), portanto, era natural que os fariseus a seguissem com rigor.
Terceiro: Jesus não veio abolir a lei, mas cumpriu-a toda, no sacrifício da cruz, nos libertando da maldição desta contra nós (Gl 3:13).

Alguém pode dizer: "mas em Mt 5:20, Jesus diz que se a nossa justiça não exceder a dos fariseus, não vamos entrar no ceu". Ora, se exceder esta justiça é observar os preceitos da lei mosaica e um pouco mais, então vamos nos circuncidar, guardar o sábado, não comer carne de porco ou réptil, fazer expiação pelos pecados e tudo mais que a lei ensina. Se assim fosse, Jesus falhou na sua Missão. Jesus mesmo disse acerca desta "justiça" dos fariseus: "Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los." Mt 23:4.

Alguém se sente feliz em contribuir com 10% do seu salário? Amém! A bíblia diz que Deus ama quem dá com alegria. Agora, o que estes deturpadores do evangelho fazem é ameaçar o povo de não ser abençoado, ser assolado pelo "devorador" e, quando mais extremo, dizer que os não-dizimistas não herdarão o reino dos ceus.

Entendo que o cristão deve ser liberal para ofertar, mas mais ainda, sensível para ver a necessidade do seu próximo. Em vez de nos preocuparmos em mantermos templos luxuosos e megaestruturas (a bíblia nunca ordenou que se construissem estas), devemos nos importar com quem passa necessidade. A igreja primitiva contribuia com TUDO o que tinham, mas entre os irmãos, de forma a ninguém padecer necessidade.

"A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo." Tiago 1:27

"Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?
E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes." Mt 25:34-40

10 de abril de 2011 23:16 comment-delete

Patricia Oliveira;não os peçãm coisas impossiveis,porque nem as possiveis eles praticam.Eles pensam que todo crente é boizinho de prezépio.Abiblia esta ai para todos examina-la.Todas as coisas velhas ja passaram, eis que tudo se fez nôvo.O Senhor Jesus contribuio com nôsco
nessa convicção,dizendo; não se coloca remendo nôvo em pano velho.E nem
vinho nôvo em oldre velho;disse mais;a lei e os profetas duraram até joão.Em Mateus 23 Jesus não pregou dizimo..e sim fez apenas mensão do
dizimo,que ainda estava em vigôr.Os apóstolos vieram trazendo doutrinas
para a igreja.que os pastores de hoje com suas exegeses torcem não aceitam, não pregam e não praticam.Mas querem compesar com a falsa fidelidade e lisura no dizimo.

10 de abril de 2011 23:32 comment-delete

Faço minhas as palavras da Patricia.

11 de abril de 2011 07:28 comment-delete

Concordo como Julio Cesar Schvambach, e vejo que a falta de prestação de contas do dinheiro dizimado também é uma prática que não nos encoraja a dar.
Creio que o livro de Malaquias esteja super atual mesmo...não como nos costumam a ensinar convenientemente errado, pois os que mais defendem a coleta dos dízimos são iguais aos mesmos que roubavam os direito da Viúva e dos orfãos no livro em questão.

11 de abril de 2011 11:27 comment-delete

Concordo com o Julio Cesar e a Patrícia. Costumo acompanhar os artigos do pastor Renato, pois em geral são relevantes para o contexto atual. Mas devo fazer as minhas considerações sobre esse texto.

O dízimo deve sim ser analisado desde o seu uso no VT. Mas uma análise mais minuciosa sobre o dízimo nos faz ver os diferentes usos que este teve durante a história. Chegando a ser adotado como parte do imposto do Estado de Israel, no período pós-exílico para o reerguimento da nação.

Mas não vejo argumentos para dizer que o dízimo também deve ser implantado entre gentios resgatados por Deus por meio da graça. Qual o fundamento para fazer tal afirmação? Sou um homem das ciências exatas, logo, tenho uma tendência ao pragmatismo. Quando leio um artigo como esse, leio a afirmação e analiso os argumentos. Confesso que não consigo entender como os textos de Mt e Hb se tornaram argumentos suficientes para afirmar o dízimo como um mandato de Deus.

Também confesso que fiquei espantado com as afirmações do 12o parágrafo. São claras falácias geradas pela falta de explanação. "Negligenciar a devolução dos dízimos é infidelidade a Deus", "Sonegar o dízimo é roubar a Deus", "Reter o dízimo...é colocar-se debaixo de maldição". Veja que não há qualquer argumento para tais afirmações. Elas são simplesmente jogadas após a afirmação do pr. Hernandes - espero que ele não tenha sido citado em favor da falácia Argumentum ad Verecundiam - e finalizam o parágrafo.

Há também uma afirmação implícita no texto de que aquele que não dá o seu dízimo é ganancioso. Discordo plenamente. Aquele que tem condições, mas decide não ajudar a sustentar a sua igreja - aquela que trabalha a favor da pregação da palavra e direciona os seus recursos financeiros para fins justos - esse é ganancioso. Age com irresponsabilidade para com sua comunidade. A entrega do dinheiro à igreja deve ser voluntário e de acordo com o proposto no seu coração. Com alegria como diz Paulo aos coríntios. Com o senso de responsabilidade que temos com a nossa comunidade. O modo que o dízimo é explicado no texto, me faz vê-lo como uma mensalidade para entrar num clube. O que, ao meu ver, aponta à heresia.

Aqueles que estiverem interessados em saber mais sobre o dízimo, recomendo o artigo do Túlio César: http://www.monergismo.com/wp-content/uploads/o-dizimo_tulio.pdf

Pensem nisso!

Abraços,

11 de abril de 2011 11:48 comment-delete

kkkkkkkkkkk!!!Dízimo éa décima parte,de que?Do seu salário?De tudo que vem as mãos?kkkkkk!Ora,ñ sejamos indoutos na Bíblia irmãos,tudo se fez novo,tipo nova aliança,entendem,sim ou ñ,kkkk,prestem bastante atenção no cap.3 de Malaquias,ñ somente versículo 10,por favor (EXEGESE)ñ a (HERMENÊUTICA) de alguns famigerados que ñ querem fazer tendas,kkkkk,pois em Malaquias,DEUS se referia exclusivamente aos judeus e somente aos gentis que se acampavam na terra,teriam que observarem as mesmas leis,daí vcs já sabem por que,eu acredito que nóis estamos geograficamente bem loges deles,kkk,e mais uma cousinha,são dízimos(PLURAL)e ñ dízimo,pois no que se refere a CRISTO c/ o fariseu eo publicano depois dessa nem é preciso tá repetindo...kkkkk,Amém e que o SENHOR DEUS possa está esclarecendo através do seu ESPÍRITO mais alguma cousinha,Amém!!!

11 de abril de 2011 12:28 comment-delete

Tenso!

11 de abril de 2011 12:36 comment-delete

Bíblico claro que sim. Para os cristãos, claro que não. Patem de uma verdade, mas se perdem e desembocazm numa falácia!

11 de abril de 2011 13:33 comment-delete

Tem coisas que leio com tristeza.Vamos lá então.
Precisamos ser fiéis com Aquele que é o Autor da vida.É Deus quem nos dá emprego,saúde,trablho,alegria,sol,chuva,mar,família,esposa,filhos et.Deus é fiel sobre os que são fiéis em obediência.Se uma vez obedientes em tudo que Ele nos manda fazer,estamos O agradando,pois se deixarmos de cumprir o que Deus manda,então agente passa a fazer o que não provém do Senhor.
A Igreja precisa de recursos para caminhar.Estamos,na minha igreja,onde sou membro, desenvolvendo um trabalho sério,honesto com crianças carentes que vai da prática de esportes ao balé e já começamos a nos organizar para as aulas de reforço ,juntamente com projeto de ensino para jovens e adultos para o próximo ano.Quem vem nos ajudando são pessoas que que ouviram e leram o nosso projeto e o obejetivo que é ,além de tudo,pregar a Palvra de Deus.Quem não fica maravilhado em ver os seus filhos com uniformes de esporte,a filha desenvolvendo aulas de balé,sobre um prédio que tem os seus gastos com alugel,luz,telefone,manutenção das salas de aula etc,sem contar que pastores precisam de se manterem,pois tem família,assim com as suas.Os dízimo e ofertas são para isto,além de outras coisas a mais como alguém que nos surpreende necessitado de uma ajuda finaceira,piis assisti várias vezes pessoas nos abordando em meio a reunião na igreja,nos interrompendos nos ensaios de música precisando de um socorro finaceiro.
Muitas pessoas não sabem mas o nosso louvor está ligado aos dízimos e ofertas também.O inimigo de nossas almas tem o desejo,se é que podemos dizer que ele tem desejo, de nos separ das coisas que nos ligam ao Reino de Jeus,entre eles é o não cumprimento daquilo que Deus nos manda fazer,entretanto,a desobediência com as escrituras faz parte de tudo que não provém de Deus.Deus é fiel como eu disse acima para suprir as nossas necessidades,digo isto porque a coisa mais bonita que já ouvi é saber que existem relatos de muitos que recebem os seus salário baixos,mas que não deixaram de contribuir para a Casa de Deus e foi honrado.Pois também digo que muitos se encontram em situações assim,mas Deus não os deixam mendigar o pão.Espero que muitos não depositem o seu dízimo e ofertas em troca de que depositando Deus vai dar isso ou aquilo porque você,mesmo depositando, estará pecando.Desculpem mais a verdade tem que ser dita e o erro apontado.Deus é Misericordioso sim,eu sei,tanto que se Ele quizesse tocaria as obras,projetos independente de nossas ações,mas com o seu grande amor e infinito por cada um de nós,Ele nos chama para sermos fiés para ver o nosso caráter cristão que aponta para honestidade.Deixar de dizimar é estar debochando do Todo Poderoso que tem Poder para nos dá a vida e tabém para nos tirar a vida.Deixar de dizimar é estar deixando de cumprir a Santa Palavra de Deus.Deixar de depositar as ofertas é estar desrespeitando Aquele que com poder está sentado no Trono e que há de vir nos julgar.
Que Deus tenha misericórdia dos Debochados,dos que furtam (porque quem não é fiel nos dízimos e ofertas estão furtando o Senhor),pois desta forma,que Ele tenha misericórdia dos infieis.

Anônimo
11 de abril de 2011 15:33 comment-delete

Permitam-me conjecturar!Fico imaginando como Jesus responderia se, semelhante aos fariseus, perguntassem:É lícito dá o dízimo?
Acredito que seguindo o mesmo princípio das respostas dadas por Jesus, o mesmo diria.
- Não somente o dízimo, mas dêem o que for preciso para suprir a necessidade daqueles que pouco tem ou não tem nada.
Acredito que o discurso da igreja é falho, quando para legitimar uma prática exclusivamente judaica, fazem contorções exegéticas numa tentativa de salvaguardar a continuidade das 'instituições'.
Conforme Paulo José F. de Oliveira, em seu livro Desmistificando o dízimo,pág. 26, a cobrança do dízimo na história do cristianismo só surgiu no século VI,e mesmo assim não foi aceito por toda a igreja.
No entanto, como frisei acima, os princípios da mordomia do dinheiro para a igreja são muito mais abragentes que o dízimo, vejam o que diz o Apóstolo Paulo:Como está escrito: O que muito colheu não teve de mais; e o que pouco, não teve de menos.(2Co. 8.15).Não é só 10%,mas o suficiente para que não falte ao seu irmão.
Por outro lado, a tradição cristã consolidou ao longo dos séculos está prática dizimista como forma de compensar a diminuição cada vez mais acentuada das ofertas voluntária que servia para sustento daqueles que vivem do altar. O que no meu entender, não é nenhum sacrilégio.
O homem religioso sempre vai perguntar 'É lícito?';o homem espiritual sempre pergunta 'É bom?'.

@rfmoreira
11 de abril de 2011 19:48 comment-delete

Com todo respeito, mas o dízimo não é e nunca foi dinheiro, isso é invenção da igreja e infelizmente tem sido usado de má fé por muitos lobos vestidos de ovelha.

A realidade é q o dízimo q antes era parte da Lei, agora na Graça é muito mais q 10% , muito mais q dar dinheiro a instituição e muito mais q uma religiosidade.

Para àqueles q querem saber mais do assunto e irem a fundo, indico esse estudo do pr. Jeff -> http://www.geracaobenjamim.com/uploads/Abrindo-mao-vaca-morta.pdf !!

Gostaria até q o pr. Renato visse, se possível, e comentasse acerca.

Rodrigo
ousadoz@gmail.com

11 de abril de 2011 22:13 comment-delete

Caro Renato Vargas, fico entristecido quando leio um texto com tal desfecho. O que posso dizer senão que é lamentável. Qualquer um com um pouco de senso lógico percebe o quanto este desfecho é uma falácia daquelas bem horríveis. Não sei quem voce é, mas pela sua argumentação penso que voce não seja nem um pouco parecido com George Muller, que não pedia um centavo sequer para quem quer que fosse e nem sequer falava em dízimo e ofertas; nem um pouco parecido com os puritanos, que no século XVII aboliram o dízimo das igrejas, com John Wesley que vivia com o mínimo necessário e que doava a maior parte do seu salário à quem necessitava. Isto para não dizer parecido com Jesus que não tinha onde reclinar a cabeça. O desfecho de seu texto tem mais a ver com aqueles que repetidas vezes se inflamam a favor dos dízimos e das ofertas para assegurarem seus altos salários e suas iniquidades; tem mais a ver com aqueles que dizem o que as Escrituras não dizem; tem mais a ver com aqueles que deturpam o sentido do texto bíblico. Recomendo que voce faça uma boa exegese dos versículos citados e procure ser fiel a eles. Não sou contra o dízimo, mas sim contra a forma que ele está sendo apresentado e aonde ele está sendo depositado. O final do seu texto é uma falácia traduzida em uma violência simbólica que infelizmente engana aos desatentos que não examinam as Escrituras. Por fim, deixo uma pergunta: se voce é um pastor, qual o valor do seu sálario? Talvez, isto possa explicar o desfecho apelativo e enganoso do seu texto. Aliás, um dado histórico: o dízimo só foi emplementado na igreja a partir do século VIII. E quanta corrupção e iniquidades a partir de então...

George

georgeluig@gmail.com

Anônimo
12 de abril de 2011 00:05 comment-delete

George,

Seu julgamento quanto a aquilo que sou é irresponsável, inadequado e espúrio.Vc não me conhece, nem tampouco conhece o meu blog para emitir opiniões tão descabidas. Antes de estabelecer juizo quanto aquilo que escrevi, procure verificar aquilo que falo e escrevo sobre as práticas neopentecostais.

Nele,

Renato Vargens

12 de abril de 2011 00:18 comment-delete

Caro Renato Vargas, meu julgamento não é "quanto a aquilo que voce é", mas quanto ao que voce escreveu. Não vejo nada de "irresponsável, inadequado e espúrio" a não ser no desfecho do seu texto. É a esse desfecho que me refiro e não exatamente a sua pessoa. Afirmações sem fundamento é de causar indignação. Sou mais o artigo do Túlio já recomendado neste blog. Fique na paz! NEle,

George

Anônimo
12 de abril de 2011 01:05 comment-delete

Prezado Pastor ! concordo em genero e grau sobre a questao da generosidade porem o caso de spurgeo e miller foi muito claro, nao houve dizimo foi oferta!

com relaçao ao Dizimo hoje CREIO que os pastores ensinam ERRADO!

dizimo na graça e o teto minimo e devemos ofertar e dizimar nao por medo do devorador, migrador e saquitel furado, mas por concciencia e amor a obra, nao para ser abençoado mas por ser abençoado!

12 de abril de 2011 11:46 comment-delete

Ainda com relaçao ao assunto geralmente os pastores recorrem aos pais da igreja e sua historia para apoiarem alguma coisa entao vamos lá:

Ainda que estejam em desacordo com seus próprios teólogos, a maioria dos historiadores da igreja escreve que o dízimo não chegou a ser uma doutrina aceita na igreja por mais de 700 anos após a cruz. De acordo com os melhores historiadores e enciclopédias, não foi senão até após 500 anos que o concílio local da igreja de Macón, na França, no ano 585, tentou, sem sucesso, impor dízimo sobre seus membros. Não foi senão a partir do ano 777 que Carlos Magno permitiu que a igreja, por aval de lei, pudesse recolher os dízimos.

A IGREJA CRISTÃ PRIMITIVA NUNCA COBROU DÍZIMOS!
Isso deve ficar muito claro para se evitar os costumeiros equívocos.

Vamos lá:
a) 1Cor 16:1-2 nos mostra que as contribuições eram recolhidas no primeiro dia da semana daquilo que os fiéis conseguiam poupar para tal - Tal valor era enviado para sustentar os pobres da Igreja de Jerusalém e nada se refere a serviços sacerdotais.
b) 2Cor 8:13-15 nos mostra que o objetivo das contribuições é o da igualdade social. Trata-se, pois de um princípio redistribuição de recursos. Os que possuem mais doam para os necessitados.
c) Justino confirma plenamente a prática comunitária cristã vista no item "b" quando afirma: "e aqueles dentre nós que possuem bens ajudam a todos os necessitados, e ajudamos sempre uns aos outros."
d) Tertuliano, da mesma forma, esclarece a destinação dos recursos aos necessitados e mais - diferencia as contribuições voluntárias cristãs da seguinte forma: ". Embora entre nós exista um caixa comum, ele não é constituído por contribuições honorárias de honorária summa], como se fosse o preço de uma religião posta à venda."
e) Por fim, “o texto da Didaquê nos fornece a fundamental indicação:”. E quando o apóstolo vai embora, não o deixe levar nada além de pão até que ele se hospede. Se ele pedir dinheiro, ele é um falso profeta. ""

12 de abril de 2011 11:48 comment-delete

muitos historiadores da igreja escrevem que o dízimo não se tornou uma doutrina aceita na igreja, durante mais de 700 anos após o Calvário. Os antigos pais da igreja, antes de 321 d.C. (quando Constantino tornou o Cristianismo uma religião legal) se opunham ao dízimo, considerando-o uma doutrina puramente judaica. Clemente de Roma (Ano 95), Justino Mártir (150), o Didaquê (150-200) e Tertuliano (150-220) se opunham ao dízimo. Até mesmo Cipriano (200-258) rejeitou a introdução do dízimo incluído na distribuição aos pobres.
De fato, os antigos líderes da igreja praticavam o ascetismo. Isso quer dizer que ser pobre era a melhor maneira de servir a Deus. Eles copiavam sua adoração conforme as sinagogas judaicas, as quais tinham rabinos que se auto-sustentavam, recusando-se a receber dinheiro para ensinar a Palavra de Deus (Ver Schaff - “History of Christian Church”, vol. 2, 63, 128, 98-200, 428-434).
Segundo os melhores historiadores e enciclopédias, 500 anos se passaram até que a igreja, no Concílio de 585, tentasse, sem sucesso algum, forçar os seus membros a dizimar. Mas não foi antes de 777 d.C. que o Imperador Carlos Magno permitiu legalmente que a igreja coletasse dízimos [É claro que a Igreja de Roma, a qual coroou Carlos Magno, foi quem ressuscitou o dízimo, por causa da sua desmedida ganância por riqueza material].

Clemente de Roma (c95), Justino, o Mártir (c150), Irineu (c150-200) e Tertuliano (c150-200), todos se opunham ao dízimo por ser estritamente uma tradição judaica. O Didaquê (c150-200) sancionava aos apóstolos itinerantes que ficavam mais de três dias e depois pediam dinheiro. Os viajantes que decidiam se combinar com eles viam-se obrigados de aprender um ofício. Os que ensinam o dízimo não citam as declarações destes pais da igreja que se opunham ao dízimo.

Cipriano (200-258) fracassou quando tentou impor o dízimo em Cartago, África do norte, ao redor do 250 DC. No entanto, quando se converteu, Cipriano entregou sua grande riqueza pessoal aos pobres e tomou um voto de pobreza. E – devemos recordar – suas idéias do dízimo não foram adotadas.

Quando os mestres do dízimo citam a Ambrósio, Crisóstomo e Agostinho, como os assim chamados "pais da igreja", por pura conveniência não incluem os primeiros 200 anos da história da igreja. Ainda, depois que o cristianismo foi legalizado, no século quarto, muitos dos grandes líderes espirituais tomaram votos de suma pobreza preferindo viver vida de solteiros em monastérios. Se é que vão citar a estes mestres do dízimo, então a igreja também deve observar o tipo de vida que eles viviam.

12 de abril de 2011 11:50 comment-delete

Pastor Renato , sou seguidor de seu blog e ja publiquei textos encontrados nele em meu blog.
MAs permita-me desta vez discordar de seu texto.
Ele começou falando sobre contribuição e neste ponto estamos de acordo, mas quando mudou o foco de contribuir para dizimar não da para concordar.
Não sou pastor, nem teologo mas acho o tema simples, porque simplismente dizimo não é ensino para igreja de Jesus Cristo.
FRases de efeito como:
"No AT, o dízimo era o máximo em obrigatoriedade religiosa, já no novo o dízimo tornou-se um referencial mínimo de contribuição"
Ou
"o dízimo não é invenção da igreja, é princípio perpétuo estabelecido por Deus. "
carecem de base biblica.


Não acreditaria que a frase abaixo estaria publicada em seu blog se eu mesmo não lesse.
"Negligenciar a devolução dos dízimos é infidelidade a Deus. Sonegar o dízimo é roubar a Deus. Reter o dízimo, que é santo ao Senhor, é colocar-se debaixo de maldição. Entretanto, entregar o dízimo com obediência é repreender o devorador e contar com a promessa das janelas abertas do céu, de onde promanam toda sorte de bênção" isto é frase para o Edir MAcedo, Waldomiro, Estevam Hernandes ou MAlafaia.

Dizimo para o novo testamento é falacia, Jesus não ensinou, nem Paulo, nem Pedro nem João. O dizimo foi apenas citado nunca ensinado para a igreja. Se Mat 23:23 fosse um mandamento para nós o começo do texto MAt 23:1-3 tambem seria e ai teriamos que fazer tudo o que os escribas e fariseus ensinavam, teriamos que seguir toda e lei e ir alem dela.

Laudinei
exemplobereano.blogspot.com

12 de abril de 2011 21:13 comment-delete

nenhuma contestaçao para os argumentos citados


sem falar nos varios tipos de dizimos do antigo testamento que pa inicio de conversa tem no minimo tres tipos de dizimos


sem falar nas primicias que dentro do contexto era outra coisa!

13 de abril de 2011 12:36 comment-delete

Eu acho engraçado esse pessoal que defende tanto que no NT não existe dízimo, etc., parece que nunca leu Atos. Os cristãos DAVAM TUDO, não só o dízimo. O dízimo é o MÍNIMO que alguém pode fazer para o Senhor no que concerne a situação financeira dos trabalhos realizados pela Igreja do Senhor. Como pagar as contas de agua, luz, telefone, missionários, obreiros, pastores, etc.,???? Como financiar viagens missionárias de irmãos pobres que PODEM IR enquanto outros não podem (por causa de seus empregos)? A Casa de Oração é um local fixo, tem uma estrutura, serve para reunir os irmãos, para ensinar, como se fosse uma escola e, por fim, serve para cultuarmos a Deus juntos. É muito egoísmo e IDOLATRIA da parte de quem não dá o dízimo com a desculpinha de não ser neotestamentário. "E todos os que criam estavam juntos, e tinha tudo em comum. E vendiam suas propriedades e fazendas, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração" (Atos 2:44-46). É tão óbvio isso! Será que não enxergam????????????

14 de abril de 2011 10:11 comment-delete

Caline , nao estamos discutido a questao da contribuiçao, estmaos discutido a questao de que no novo testamento os crentes dever dar nao somente o minimo de 10 %

com relaçao a amanutençao da estrutura do templo como impostos, agua luz telefone nada mais justo do que manter a organizaçao porem o problema e que o pessoal cobra o dizimo como no antigo testamento mas nao cumpre as derterminaçoes do antigo testamento sobre as obrigaçoes tipo ajuda aos pobres, nescessitados, estrangeiros e viuvas, tem outra coisa tambem o texto que voce citou de atos diz que quem tinha uma herdade vendia e depositava aos pes dos apostolos , NOTE o que era feito depois com o que era vendido, e outra coisa o texto e bem claro as pessoas vendiam do que lhes sobrava , nao vendia suas casas de morada! SE cobram dizimos como a lei devem tambem ter obrigaçoes conforme a lei!

14 de abril de 2011 12:22 comment-delete

Sic "...é princípio perpétuo estabelecido por Deus."
Jesus me socorre !!!
Quando o assunto é interpretação do dízimo a imaginação não tem limites. Textos fora de seus contextos... mas não é por menos, se cortarem a grana $$$ a igreja vai viver do que ? Fé ? Fé é para os da segunda classe.
Quando Jesus falou sobre os dízimos estava falando para judeus porque é para eles que Ele foi enviado. Jesus só pregou o evangelho aos judeus e dentro do território judeu. Jesus foi enviado para os judeus exclusivamente (MT 15;21-28 / MC 7;24-30), com a rejeição dos judeus é que o evangelho foi estendido aos gentios.
Basta ler Romanos e Hebreus e verão Paulo demonstrando o cristianismo e o judaísmo.
Porque Paulo como apóstolo dos gentios (At 13;47 / RM 11;13 / Ef 3;8 / 1Tm 2;7) em nenhuma de suas cartas faz referência a dízimo ? Será porque ele se esqueceu ?
Estamos debaixo da nova aliança (Hb 9;15).
Portanto, eis o que diz a nova aliança :
2 Coríntios 9; 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

14 de abril de 2011 18:00 comment-delete

passolani que bom que voce citou contexto

o texto que voce citou de 2 co 9:7 dentro do contexto nao fala da coleta em favor dos santos ? vou deu um tiro fora leia o contexto por favor

1 QUANTO à administração que se faz a favor dos santos, não necessito escrever-vos;
2 Porque bem sei a prontidão do vosso ânimo, da qual me glorio de vós para com os macedônios; que a Acaia está pronta desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado muitos.

14 de abril de 2011 19:48 comment-delete

Caludio Pimenta

A igreja vivia do que ? Não era de coletas (contribuições) a favor dos santos ? Os santos não eram as pessoas que faziam parte da comunidade cristã ?
Paulo, como apóstolo dos gentios, em nenhum momento fala em dízimo e sim em coletas e contribuições.
Em 1Cor 9, Paulo fala em seu direito aos bens materiais dos irmãos e não cita dízimo.
Em 1Cr 16 novamente fala em coleta (contribuições) para os necessitados, ou seja, os santos.
Em 2Cr 8 novamente a coleta para os santos (igreja).
em 2Cr 9 (que você citou "...deu um tiro fora.") Novamente a coleta a favor dos santos (igreja, comunidade cristã).
Ora bolas, os santos são aqueles que estão em Cristo (Rm 8;26 12;13 15;25 / 1Cr 1;2 / Ef 1;18 etc... Ap 22;11).
A igreja vivia de contribuições aos santos (igreja, membros) e que cada um devia contribuir segundo sua capacidade para que não tivesse falta. Em 2Cr 9;7 Paulo estabeleceu um princípio para os gentios a respeito das contribuições aos santos, ou seja, seus irmãos que incluia outras comunidades cristãs.
O dízimo foi estabelecido na lei e para a tribo de levi que não possuia herança, com regramento próprio que nem de longe os templos ("igreja") cumprem. O dízimo era só do produto da terra e animais e nunca em dinheiro.
Em hebreus capítulo 7 (supostamente escrito por Paulo) ele fala do fim do sacerdócio levítico, em especial nos vers. 12 e 18. O sacerdócio levítico terminou, em Cristo todos foram levados a condição de sacerdotes e Jesus ao Sumo Sacerdote (Ap 5;10)
Jesus estabeleceu uma aliança nova, o véu foi rasgado e com ele toda a lei acerca do tabernáculo.
O cristão está debaixo da lei da graça e de acordo com suas posses contribui para a manutenção do templo.

15 de abril de 2011 14:01 comment-delete

Para as finalidades assistenciais da igreja é que existe a oferta. O dízimo é o imposto do Templo, tão revogado quanto a lei de Moisés. Dízimo é para satisfazer a falta de fé de muitos pastores, que não veem em Deus seu sustento, e por isso precisam pressionar os fiéis com um mandamento de homens, inventado, com "ares bíblicos", para que estes deem o que nem o governo secular exige, de uma só vez.

15 de abril de 2011 15:30 comment-delete

Ok, beleza. Mas no contexto em que vivemos, raciocinem o seguinte: a maioria dos pastores sérios se comprometem completamente com a obra do Senhor: de manhã, à tarde, à noite... De domingo a domingo com alguma folga por semana. Estudam, fazem sermões, aplicam disciplinas, exortam, etc. Vivemos em um ambiente capitalista, democrático, num sistema econômico onde não ter cartão de crédito é basicamente o mesmo que passar por sérias restrições. O cara se ocupa em "amar vidas" (porque resumindo esta é a função do pastor), em "dar a vida" pelas ovelhas, e as ovelhas retribuem com ofertas. Ta ok. Mas, se o dízimo não fosse necessário, hoje o pastor receberia tanto, mês que vem receberia outro tanto... Mas as contas pra pagar estão aí todos os meses, os filhos têm fome todos os dias e a esposa também. Seria justo nós ovelhas termos salário fixo (no nosso contexto atual) e o pastor não? Que fique de reflexão.

15 de abril de 2011 17:41 comment-delete

O tema não é "polêmico".. o problema é q muitos não querem se desprender de paradigmas e religiosidade.

Eh bem simples de entender qnd damos liberdade para o Espírito Santo nos ensinar.

Mais uma vez eu quero indicar esse estudo sobre dízimo ( http://www.geracaobenjamim.com/uploads/Abrindo-mao-vaca-morta.pdf ) Muito bem explicado e totalmente respaldado na Bíblia.


Leiam e tirem suas próprias conclusões.
Abraço.

16 de abril de 2011 01:52 comment-delete

Pastor Renato, com todo respeito que tenho ao irmão como um ministro da Palavra de Deus, e após ler este post e as respostas tão "inflamadas" de alguns irmãos, deu vontade de escrever. Como já foi exaustivamente exposto por alguns irmãos, que até com mt propriedade se serviram não só da Palavra (absoluta// soberana e inequívoca)como de textos históricos da igreja, não resta dúvida de que o dízimo, da forma como se impõe, não é ordenança,nem mandamento, nem orientação para a IGREJA de Jesus. Caro irmão, como está escrito em IIpedro 1:16-21 nada pode superar a Palavra de Deus, revelada a nós através de homens inspirados pelo Espírito, nem mesmo nossas experiências pessoais, por mais intensas e verdadeiras que elas sejam.
Os pastores e irmãos que defendem dízimo argumentam sobre a manutenção do templo, mas nós não somos o templo? quem (não o que, ou onde)é a casa de Deus? Somos nós, AS PESSOAS.E nós ao longo do tempo nos afastamos de tal forma do propósito de Jesus ao instituir sua Igreja (que não e´um prédio, nem uma estrutura, mas uma família de mts irmãos)que agora precisamos inventar o que não existe na Palavra e ainda torce-la e distorce-la pra justificar uma forma de sustentar o que "criamos".
O NT amplia o conceito de contribuição - TUDO PERTENCE AO SENHOR.O PRINCIPIO AMOR, a lei do Reino de Deus,DEVE determinar onde gastamos nossa vida e recursos. Logo, como disseram alguns, o fato de não concordar com o dízimo não é desculpinha pra não "dar dinheiro pra igreja", ao contrario, para alguns dar 10% é desculpinha pra gastar os outros 90% egoistamente ("já paguei minha parte, a igreja/minst. ação social que faça o resto"). Liberalidade no todo, não somente em 10%!!!
Quanto ao sustento daqueles que ensinam as escrituras e vivem do ministério, não há o que discutir, está na Palavra, porém estamos falando de SUSTENTO - SUPRIR NECESSIDADES, nao de salários estratosféricos como vemos por aí. Falo por experiencia pp, sou casada com um pastor, que ama a Palavra e ao Senhor da Palavra, e hj ele se dedica em tempo integral à igreja,apesar de sermos um grupo pequeno de irmãos, e não tem "salário". Não recolhemos o dízimo e não pregamos sobre ele, pq entendemos que cada um deve dar, daquilo que tem recebido de Deus, O QUE/A QUEM/ONDE o Espírito Santo colocar em seu coração,e aí, não necessariamente será para nós, ou para algum necessitado entre nós. Temos experimentado mts coisas legais, e o Senhor tem levado "nossos" recursos, mtmt mais do que 10%, a lugares que nem nós poderíamos imaginar!!! É maravilhoso viver a Palavra de Deus com liberdade!!!Tem sido um delicioso desafio!!! E o nosso sustento?? Nossas contas?? O Senhor tem suprido todas as nossas necessidades, pq é assim que Ele faz qdo obedecemos ao seu chamado.
É claro que fica mais FÁCIL, principalmente pra sustentar a estrutura, instituir um parametro - 10% garantido- do que ensinar as ovelhas a "viver dirigidas pelo Espírito" e a obedecer o que já está escrito AMAR, AMAR..., mas não dá pra forçar a barra e usar a bíblia como argumento.
Nele,
Priscila Rezende (rodrigosbpv@hotmail.com)

Anônimo
16 de abril de 2011 11:23 comment-delete

pessolani meu irmao quero antes de mais nada esclarecer que nao sou contra contribuiçao, oferta, e manunteçao da igreja como instituiçao,

sou contra o ensino equivocado do dizimo como obrigatoriedade na graça,
o texto que foi citado e muito claro! oferta , contibuiçao,coleta, esmola, em favor dos santos nescessitados!

claro que paulo o apostolo viva da obra mas nao vemos na historia da igreja os dizimos ,vemos ofertas de amor!

16 de abril de 2011 11:55 comment-delete

caline sem duvidas os pastores tem suas nescessidades que devem ser supridas com ofertas de amor coleta em favor dos santos

sem duvidas digno e o obreiro do seu salario sem duvidas nenhuma

mas que temos exageros temos

filhos de pastores estudando fora do pais
pastores com carros bilndados
filhos deles com carros importados cartissimos
esposas de pastores com carros que valem meio milhao de reais
e tudo sem colocar outras coisitas as custas dos dizimos e das ofertas dos irmaos

enquanto a maioria dos membros ganha bem menos


obs : na cidade que estou nao encontrei um unico estabelecimento comercial que recebe cartao de credito!

16 de abril de 2011 12:01 comment-delete

Queridos, graça e paz.
Interessante e edificante tal debate.
Apenas gostaria de contribir dizendo que estamos vivendo tempos de revelaçao, onde o contraditorio fará fluir a verdade. Tudo o que constatamos é necessario para o discernimento. Deixemos o Espirito Santo nos convencer, nos direcionar. Neste contexto, vejo um total disvirtuamento do propósito do dizimo e/ou oferta apregoados atualmente. Sem falar nas tais campanhas de fé (oferte o seu melhor!!!). Onde está o "o meu justo viverá pela fé?" Qual a medida da fé destes pregadores que se especializam cada vez mais na arte do desafio de fé x arrecadaçao? Nao vejo de desafio de fé para direcionar o fiel a tomar posse do poder de Deus e em nome de Jesus curar enfermos, expulsar demonios! Muitas igrejas se preocupando em alargar suas tendas, com campanhas de construçao de templo mais luxuoso, nao necessariamente maior, enquanto fiéis passando necessidade. Quanta hipocrisia!!
Mas Deus é mais. Eu creio no poder da oraçao, façamos a nossa parte e aguardemos com alegria a volta do Senhor, oh Glória. Maranata!!!

Anônimo
16 de abril de 2011 19:31 comment-delete

Disse tudo Cleber Olympio.
Em poucas palavras resumiu o que de fato acontece.
Sem mais comentários...

18 de abril de 2011 08:21 comment-delete

O blog "Voltemos ao Evangelho" publicou um artigo sobre o dízimo muito interessante. Tenho certeza que o Renato, assim como muitos blogueiros, apreciam o trabalho do Voltemos.

http://voltemosaoevangelho.com/blog/2010/06/pve-o-dizimo-e-valido-nos-dias-de-hoje-2/

Anônimo
19 de abril de 2011 01:16 comment-delete

tenho uma pergunta que dificilmente será respondida:

dizimos no plural era uma coisa, primicias eram outras , o didaque cristao dizia que os ministros deveriam receber as PRIMICIAS ! alguem explica ?

Anônimo
20 de abril de 2011 11:39 comment-delete

E para onde vai esse dinheiro do dízimo que é pago com tanto sufoco pelos fiéis?? Esse é um dos motivos que se abrem uma igreja de esquina em esquina, virou comercio, só isso. Os fiéis empobrecendo e os pastores enricando. A palavra de Deus tem que ser pregada de graça!! De graça tens, e de graças dás...

Anônimo
7 de maio de 2011 11:08 comment-delete

"o dízimo não é invenção da igreja, é princípio perpétuo estabelecido por Deus...."

Deus então precisa de dinheiro???? Hááá´... então não é deus que precisa de dinheiro, então quem precisa??? E precisa ser pago através da igreja??? Porque??? Mas... deus existe mesmo?? então porque mais de 60% da pessoas no mundo acreditam em outro deus, e porque 10% das pessoas no mundo não areditam em deus... porque então indios viviam sem deuses... e se o deus certo for outro qe não esse que vcs adoram, vcs irão para o inferno??? Como vcs sabem que o deus certo é o de vcs??? Porque a bíblia não fala dos dinossáuros... e mais um milhão de respostas que quem tiver, não pode ser religioso... Estamos no séc. XXI, pra que precisamos destes mitos, crenças e fábulas de uma mente infantil??? Vc lembra do dia em que descobriu que papai noel não existia? Com deus vc ainda não chegou neste dia???.... pense , estude, faça o que a igreja não lhe permite.... questione e viva livre, sem esse "big Brother inexistente"... "se vc faz a coisa certa esperando um presente divino, é porque vc é despresível" Albert Einstein.

Anônimo
19 de maio de 2011 18:47 comment-delete

O que vc não aceita de anônimo, é o medo de ler o que não quer... que adianta colocar um nome qualquer??? Aparício Borges ou Anatole France... poderia colocar qualquer nome... Então porque a opção do anônimo.... para receber e postar somente o que vc quer??? Isso é exatamente o que a igreja faz... castra, oprime e depois diz que é tudo amor.... balela.

19 de maio de 2011 18:53 comment-delete

Concordo com meu querido irmão Claudio Pimenta.

Homem de Deus fiel a palvra.

O Dízimo é exclusivo para Israel, nunca foi mandamento cristão "O dizimo sempre foi estabelecido para o sustendo da ordem levítica para manutenção do templo, para distribuição aos pobres" Concordo que os pastores queiram e devem pregar em favor do dízimo e respeito. Só acho que não devemos fazer tanto malabarismo pra tentar colocar o dízimo dentro do NT. Não sou contra que deem o dízimo. Meu marido é dizimista fiel. Sou contra o ensino equivocado como disse muito bem meu querido irmão Claudio Pimenta. Esta na hora dos pastores mudarem o discurso equivocado e serem sinceros, até porque as ovelhas tem sofrido nas mãos de homens fraudulentos. Esta na hora de alertar o povo de Deus com a verdade.

Bom,como disse acima não sou contra que contribuam com o dízimo, portanto contribuam sim, não deixe de ajudar a obra se ela for mesmo de Deus, mas com ofertas e com o que propõe o seu coração. Se você propõe no seu coração de dá o dízimos, amém. Mas, que seja com alegria e conhecendo a verdade, nunca através de terror, sendo que se voçê não der será amaldiçoado, isto se chama "persuasão", "Persuasão é uma estratégia de comunicação que consiste em utilizar recursos lógico-racionais ou simbólicos para induzir alguém a aceitar uma idéia," não aceite, faça tudo segundo propõe o seu coração! Desculpa, meu compromisso é com a verdade. Paz e vai desculpando aí!

26 de fevereiro de 2012 10:23 comment-delete

Caro pastor,

Agradeço a Deus pela sua vida. Tenho lido os seus posts assim como twetters o que me tem trazido edificação.
Agradeço a Deus, também, por, ao ler tais textos, me identificar na maneira de pensar, pois, tenho me dedicado a leitura das sagradas escrituras. Isso, na maneira do possível de um recém convertido, esposo, pai, funcionário e etc... Mesmo com toda essa correria, o Espírito testifica!
Fique com a paz do nosso Senhor Jesus

@k3p13r

26 de fevereiro de 2012 10:59 comment-delete

O Dízimo é um decreto de Deus,logo,inexpugnável e ,como princípio estabecido por ELE,irremovível...Ele foi pedagogicamente ensinado a nós por meio de Abrãao e Melquisedeque,antes sequer de haver !povo de Deus"...permaneceu na Aliança antiga,permanece na Nova,enquanto houver terra...(Gen 8:22)...é como dia e noite,sol e chuva,quente e frio,inverno e verão...Ora,ninguém poderia inquirir sobre ,ou,se, o inverno era "judaico",ou a noite ou dia,ou o que é quente ou frio...Além disso é a provisão para manter sua Igreja no aspecto físico...Qualquer conjectura ou tergiversação do tema,é "delírio2 para aqueles,que,dizendo-se protestantes,crentes ou até mesmo "reformados",querem sim,adequar um "deus" a imagem e semelhança deles....o dízimo é do Senhor,assim como a Ele pertence tudo que há,seus eleitos e o que a Ele aprover...Acaso seria ilícito Ele,o Rei do Reino determinar ??? Para mim,o só conjecturar é disfarçatez de avaros...

26 de fevereiro de 2012 20:31 comment-delete

Ótima postagem, mas faltou expor algo que é essencial saber sobre dizimo. Este nunca foi DINHEIRO como é defendido hoje e é a própria bíblia quem ensina isso. Basta lê-la com cuidado e vamos ver que apesar de o dinheiro existir, Deus não o aceitava como dizimo (Dt 14: 22-29).

O dizimo era costume entre os pagões antes mesmo de Abraão e foi estabelecido como Lei aos judeus, após eles entrarem na terra prometida, como um cuidado que Deus tinha e tem pelos menos favorecidos. O dizimo sempre foi alimento e, primariamente era para suprir a necessidade dos levitas, que não haviam recebido herança no meio de Israel. Estes eram os responsáveis pelo santuário e pelo sacrifício e, não podendo ausentarem-se do local, os mesmos foram os únicos autorizados por Deus a receberem os dizimos de seus irmãos. Já os sacerdotes, que também eram levitas, recebiam apenas 10% de todo o dizimo que era entregue aos levitas, o que a bíblia chama de ofertas alçadas ou dizimo dos dizimos. Os 90% que ficavam na casa do tesouro eram para os levitas, que por sua vez administravam entre os órfãos, viúvas e estrangeiros, pessoas que não davam dizimos, mas comiam dos dizimos.

No culto judaico era usado as ofertas para sua manutenção e não os dizimos, pois estes tinham sua finalidade. As ofertas, no caso, eram em sua maioria animais que eram sacrificados ao Senhor.

Sendo o dizimo uma obra da lei, o mesmo foi abolido na cruz com as demais ordenanças. Na nova aliança não há ensino de se dizimar, porém há o ensino do principio da caridade, o novo e maior mandamento que Jesus estabeleceu à sua igreja que é amar a Deus e ao próximo, visto que o amor a Deus depende primeiro de amar ao próximo.

A igreja recém-inaugurada por Jesus, cheia do Espírito Santo, obedeceu esse ensino, onde os primeiros cristãos não davam dizimos, mas compartilhavam seus bens com os demais irmãos para que ninguém tivesse falta de nada.

Esse principio deveria prevalecer até os dias de hoje nas igrejas, mas infelizmente isso não ocorre, pois não gera receita. Por isso, preferiram exumar uma lei que Jesus aboliu, dando lhe uma nova roupagem, pois mudaram o dizimo de alimentos para dinheiro e hoje tá essa briga toda aí.

Mas Deus irá chamar os que adulteraram sua Palavra a prestação de contas, porque Ele já havia alertado sobre isso.

Deus tenha misericórdia da sua igreja.

8 de novembro de 2012 11:07 comment-delete

Querido, pastor e irmãos em Cristo.
Respeito muito sua posição, sua opinião, seu chamado de pastor, porém terei que discordar do seu texto. É certo que o dízimo é bíblico, foi instituído pela Lei de Moisés, porém não é mais válido nos dias de hoje. Muitos pregadores pregam o que lhe convém a respeito do dízimo, porém omite verdades bíblicas.
É indiscutível a abolição do antigo dízimo, não vou provar aqui através das escrituras, porque meu comentário ficará muito grande, mas é só fazer um profundo estudo sobre dízimo na bíblia que vocês verão.
Bom, o que prevalece atualmente são ofertas voluntárias e não existe o demônio devorador que acaba com as finanças dos não dizimistas. Jesus já quebrou toda maldição de nossas vidas, o poder de dar dinheiro não é maior do que o de Jesus. Leia Joel 1:3-4, Deus chama o devorador de seu, ou seja, não é demônio.
Apesar da bíblia esclarece bem isso, é importante que nós, cristãos, entendamos a necessidade que uma igreja tem e não nos mover com avareza, pois esses não herdarão o reino dos céus.
Voltemos ao verdadeiro evangelho. Paulo disse que não usava nada de ninguém para não pôr barreiras ao evangelho. Nos falta essa mesma visão Paulina.

16 de abril de 2013 12:35 comment-delete

Concordo plenamente como Rafael Ordanini.

8 de agosto de 2013 11:41 comment-delete

É pastor Renato, essa moça chamada Patrícia Oliveira disse exatamente tudo.
"Se me mostrar dentro da Doutrina dos Apóstolos onde está a entrega do dízimo eu vou passar a entregá-lo. Como ninguém me mostrou ainda, porque isso não está no Novo Testamento, eu contribuo com aquilo que eu tenho proposto em meu coração, não com tristeza ou por necessidade, porque DEUS ama aquele que dá com alegria. Os pastores tem que pregar o que está na Bíblia, no Cristianismo, na Nova Aliança, não fazer jogo de palavras com sabedoria humana sem proveito algum. Paulo nunca pregou sobre o dízimo, nem JESUS, nem Pedro, nem João, nem Tiago, nem nenhum apóstolo, portanto,quem pregar sobre o dízimo está indo além do que está escrito, portanto está pregando heresia, e está sob o juízo de DEUS."

8 de agosto de 2013 12:04 comment-delete

Pr. Renato Vargens,

Hoje com tanta petição de dinheiro e heresias em volta das doutrinas bíblicas que falam da área financeira da igreja, principalmente cometidas pelos pentecostalistas modernos, os homens de Deus não podem falar nada sobre o tema à luz da Palavra de Deus que muitos já entendem errado.

Que pena Pr. Renato!

8 de agosto de 2013 12:54 comment-delete

O que entendo é que o dízimo foi entregue por Abrãao a Melquisedeque antes da lei...por isso é princípio eterno. Jesus de fato nunca falou sobre o dízimo, a não ser na ocasião em que repreende os fariseus que davam o dízimo de tudo, mas negavam a justiça, a misericórdia e a fidelidade a palavra foi fazei essas coisas sem omitir aquelas...acredito que a palavra ali foi: vocês devem continuam praticando a entrega do dízimo sem omitir justiça, a misericórdia e a fidelidade. Entendo que Jesus enfatiza a questão que obedecer é melhor que sacrificar, acredito que assim como todas as práticas do AT a entrega do dízimo tinha se tornado para eles mais um sacrifício, rotineiro, sem sentido, esquecendo de obedecer a Deus e ser fiel em questões tão importantes como misericórdia com os pobres, os fariseus ensinavam que se você dava o dízimo por exemplo estava desobrigado a ajudar os pais...no novo testamento vemos nas passagens sobre contribuir segundo propôs no coração para assistência aos irmãos que estavam passando necessidade, o NT ensina a liberalidade em contribuir, concordo com o Renato ao afirmar que a nova aliança o dízimo é o mínimo que podemos contribuir, então se sou contra o dízimo devo ter a consciência dos irmãos do I século e contribuir até além das nossas posses...além dos 10%...não vejo problema em entregar 10% ou mais, mas vejo problema quando nossos corações são tão apegados ao dinheiro ao ponto de fazermos menos do que isso. não lembro no momento, mas existe alguns de outras religiões que vivem com 10% de sua renda e entregam 90% para o sustento de seus "missionários", enfim, sendo 10% ou mais, que nunca seja por constrangimento, por obrigação, nem com tristeza, mas com muita alegria porque o Senhor ama ao que dá com alegria. nunca esquecendo de exercer misericórdia, justiça e fidelidade.

8 de agosto de 2013 13:08 comment-delete

A bíblia ensina a dividir com o próximo,não com a instituição religiosa...

8 de agosto de 2013 13:12 comment-delete

Essa questão do dízimo mais uma vez...
A bíblia ensina claramente,repartir com o próximo.
Agora,dar o dinheiro pra uma religião,achando que é a vontade de Deus é um pouco de infantilidade!!!

8 de agosto de 2013 13:23 comment-delete

Falando sobre os textos no novo testamento.

Mateus 23:23: Jesus fala sobre dízimo, pois ele vivia na Lei de Moisés, pois ele não veio para acabar com a Lei mas cumpri-la. Lógico Dízimo = Lei de Moisés.

Hebreus 7:8: o texto não fala sobre dízimo. Ele cita dízimo. O Texto está dizendo que a Ordem de Melquisedeque é superior que a Ordem de Abraão. Não serve como explicação para o dízimo.

Outra questão é: "Levar os dízimos a casa do tesouro." - Vocês estão afirmando que a casa do tesouro é a igreja e sua estrutura? É ali que devemos levar os dízimos? Se hoje não existe mais templo físico, mas sim o templo espiritual (que é o as pessoas, o corpo de cristo, a verdadeira igreja), onde afinal é essa casa do tesouro? Se o templo é espiritual e não mais construída por mãos humanas?

Se todos tentarem entender Hebreus quando fala de Melquisede e a "Ordem de Melquisedeque" - quando ter o entendimento dessa Ordem - todas as formas e modelos que são de Abraão perde sua validez, inclusive o dízimo.

Existem duas ordens: Ordem de Arão (O Levita e seus afazeres no templo) e a Ordem de Melquisedeque (Ordem de Cristo, templo espiritual) - Hebreus fala quando muda o sacerdote mudam-se as leis.

Vivemos hoje sobre a ordem de Melquisedeque - Ordem de Cristo

Em suma: os dois textos apresentados no novo testamento, se entendido, mostra o contrário das afirmações relatadas aqui.

abraços!!

8 de agosto de 2013 17:42 comment-delete

Em resposta ao Jurandir Alves:
Antigamente o estado desamparava as viúvas e aos órfãos, hoje em dia há leis que
amparam estas pessoas, claro que não devemos esquecer deles mas o dízimo hoje é para
manutenção da casa de Deus, quando deixarem de cobrar das igrejas, aluguel, luz,
água e outros gastos ai sim o dízimo poderá ser direcionado para as viúvas ou até
mesmo não será mais necessário mas enquanto a igreja tiver que pagar contas para
continuar funcionando o dízimo é mais que necessário.
Até concordo com o Home Studio NL, acho que deveria ter uma prestação de contas
como é feito na maioria das igrejas Batista.
Eu creio no dizimo mas não creio na maldição que possa cair na vida de uma pessoa que não dá o dizimo.
Dizimo tem que ser dado de coração e não por medo ou obrigação, ai não é dizimo é imposto de renda ou iptu que se não pagar perde a casa ou toma multa.
Irmãos, sem pressão psicológica, vamos dar o dízimo para que as igrejas possam ser mantidas e a obra de Deus possa ser pregada e anunciada, mas se possível, que as igrejas prestem conta do que entrou e saiu para que não haja pensamentos duvidosos de alguns membros.
Sobre dados e fatos não há argumentos.
Estes comentários ao texto deste blog estão de parabéns, sem ofensas pessoais as pessoas colocaram seu pensamento e questionamento.
Parabéns pelo texto.

9 de agosto de 2013 00:11 comment-delete

Concordo com vc, irmã.Não vejo o DÍZIMO no cristianismo.

13 de agosto de 2013 14:33 comment-delete

Concordo plenamente com Patrícia Oliveira

13 de agosto de 2013 14:42 comment-delete

Amada irmã em Cristo faço das suas palavras as minhas , realmente esse é um momento muito difícil,onde as denominações evangélicas e católica estão tão envolvidas com a prosperidade financeira que se esqueceram ou nunca souberam que o novo testamento é o testamento do amor que foi o único deixado por Jesus Cristo, fazendo-se assim cumprimento de todos os outros. Esqueceram também ou nunca souberam, que o Novo Testamento começa no livro de atos , não em Mateus , pq sabemos que um testamento só passa a ter validade após a morte do testador e isso se dá somente em Atos. Temos um grande compromisso de propagar essa verdade .
obs: Uma denominação continua seus trabalhos mesmo sem pastor, lider, banda de louvor , obreiros ...mas sem o dízimo ela não consegue continuar . Muito terrível é saber que o dinheiro nesse caso é mais importante que o autor da nossa fé Jesus Cristo. É muito triste isso!!!

13 de novembro de 2013 22:39 comment-delete

O Voto de Jacó Neste artigo, o autor demonstra que a história de Jacó compromete a teologia sistemática dos defensores do atual sistema de dízimos. Para ele, o voto a Deus vinculado pela condicional “Se”, desequilibra o conceito dizimista pregado hoje em nossas igrejas. Jacó deveria ser considerado por aqueles que defendem a doutrina do dízimo um dizimista exemplar. Filho de Isaque. Neto de Abraão. Herdeiro da Promessa. Patriarca escolhido por Deus para fundar a nação israelita. Por que então quase não se ouve pregadores citando o exemplo de Jacó quando o assunto é dízimo? Simplesmente porque Jacó estraga a teologia sistemática tendenciosa daqueles que estão buscando provar que a doutrina do dízimo, conforme ensinada hoje, tem fundamento bíblico. O princípio fundamental da interpretação bíblica é que uma doutrina para ser válida precisa obedecer a pelo menos dois parâmetros simples: -(--------a) Não se pode criar uma doutrina em cima de uma só passagem bíblica. b) Todas as passagens sobre um mesmo tema doutrinário têm que ter coerência entre si. Desta forma, o dízimo de Jacó teria que estar em consonância com todos os outros textos bíblicos que falam sobre dízimo. Se o assunto é dízimo, o princípio contido na história de Jacó tem de fazer parte da sistematização teológica global deste ensino. Mas, os princípios dizimista contidos na história de Jacó nos levam as outras conclusões: 01) “SE” - Esta pequena palavra faz toda a diferença. Jacó aparece orando a Deus. Parece um grande duvidador. “Senhor, se eu for abençoado, se eu tiver comida, SE DER roupas, proteção, então em pagarei dízimos”. Observe que o ônus da prova estava com Deus. Se Deus não o abençoasse ele não deveria pagar nenhum dízimo ao Senhor. “Primeiro a Benção. Depois meu Dízimo! (Gênesis- 28:20)
gênesis-28:20- E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; É assim que se ensina em nossas igrejas hoje? Claro que não! Mandam-nos primeiramente pagar nossos dízimos. Depois virão as bênçãos. Nunca se fala do “SE” de Jacó. O dízimo de Jacó era condicional. Não a benção. Hoje aprendemos o oposto. A benção de Deus é condicional. Quem paga o dízimo a receberá!

19 de janeiro de 2014 11:32 comment-delete

DEUTERONOMIU12:12 E vos alegrareis perante o SENHOR vosso Deus, vós, e vossos filhos, e vossas filhas, e os vossos servos, e as vossas servas, e o levita que está dentro das vossas portas; pois convosco não tem parte nem herança. 12:13 Guarda-te, que não ofereças os teus holocaustos em todo o lugar que vires; 12:14 Mas no lugar que o SENHOR escolher numa das tuas tribos ali oferecerás os teus holocaustos, e ali farás tudo o que te ordeno. 12:15 Porém, conforme a todo o desejo da tua alma, matarás e comerás carne, dentro das tuas portas, segundo a bênção do SENHOR teu Deus, que te dá em todas as tuas portas; o imundo e o limpo dela comerá, como do corço e do veado; 12:16 Tão-somente o sangue não comereis; sobre a terra o derramareis como água. 12:17 Dentro das tuas portas não poderás comer o dízimo do teu grão, nem do teu mosto, nem do teu azeite, nem os primogênitos das tuas vacas, nem das tuas ovelhas; nem nenhum dos teus votos, que houveres prometido, nem as tuas ofertas voluntárias, nem a oferta alçada da tua mão. 12:18 Mas os comerás perante o SENHOR teu Deus, no lugar que escolher o SENHOR teu Deus, tu, e teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro das tuas portas; e perante o SENHOR teu Deus te alegrarás em tudo em que puseres a tua mão.-------------(2) VOTO – “Fez Jacó um voto” (Gênesis. 28:20). Ora, se Jacó fez um voto, obviamente ele não era um dizimista, tão pouco Isaque, tão pouco Abraão. Será possível que Jacó, criado no rigor da religião patriarcal não teria aprendido de seu avô e de seu pai esta prática, caso ela realmente existisse? Da religião patriarcal não teria aprendido de seu avô e de seu pai esta prática, caso ela realmente existisse? Voto é voto. É propor algo novo a Deus na busca de uma melhor experiência espiritual. Imagine um fiel católico fazendo um voto, uma promessa, a Santa Ana. Ele se levanta pela manhã e diz: “Minha querida Santa Ana, se tu me deres saúde, prometo todos os dias da minha almoçar e jantar”

19 de janeiro de 2014 11:34 comment-delete

Tem que ser homem de coragem, despreendido das vaidades para vim e falar toda a verdade de Deus, mesmo que isso custe pedir perdão pelas meias verdades pregadas em toda a vida.

22 de abril de 2014 21:22 comment-delete

Caro Pastor Renato...
Sou bem informado a cerca do dizimo do SENHOR, porem sei também que todas as formas de doação deve ser de forma espontânea e não forçada, ha muitos pastores que ameaçam os membros de suas igrejas, dizendo que eles serão amaldiçoados se não derem o dízimo, isso é no minimo ridículo. Concordo com o dízimo, se ele for oferecido de forma sincera, como sacrifício ao SENHOR e não por medo de ser amaldiçoado por Deus.

23 de abril de 2014 00:34 comment-delete

Deus abençoe minha irmã. Ótimas palavras.

6 de junho de 2014 11:25 comment-delete

Alexfábio Custódio, Jesus não pregou sobre o dizimo? Leia Mateus 23: 23. "Fazei estas, porém não omitir aquelas"

20 de julho de 2015 22:24 comment-delete

Concordo inteiramente com as irmãs, Até porquê, existem 5 tipos de dízimos no VT e nem um no NT. E todos pertenciam aos levitas. Prefiro ficar com o que disse paulo: cada um contribua segundo tiver proposto no coração...2cor.9:7 Pois existem muitos pastores indo além do que tem sido pregado,a respeito de dízimos. Gal.1:8

20 de julho de 2015 22:32 comment-delete

Bom dia Paz sobre o dizimo não tenho duvida sou a favor .Muitos que são contra o dízimo e oferta. Este que são contra deveria fazer o que esta em Atos vender tudo oque tem e dar aos podre.

Obs.... se pode der responder gostaria da sua opinião dentro da bíblia sobre Primícias ? Grato

21 de julho de 2015 08:25 comment-delete

Muito bom seu comentário,parabéns!!!! Concordo plenamente.

21 de julho de 2015 09:40 comment-delete

O dizimo nao é um doutrina do novo testamento. E ninguem pode comprovar o contrario, pois qualquer tentativa cai no argumento do pastor: Começa pela biblia, cita um argumento Ad-hominem, depois apela ao sentimentalismo e perde completamente a logica da argumentação (biblica).

Se a obra do Senhor falir por nao cumprirmos um mandamento DE HOMENS algo esta errado, nao acham? o que pode estar errado:

1. As ovelhas de Cristo nao tem sido ensinadas na verdadeira doutrina dos apostolos, que é a generosidade espontanea e responsavel, logo, precisam de cabrestos da Lei, antigo aio dos homens

2. a "obra de Cristo" nao é a obra de Cristo, visto como as igrejas precisam se manter por essa doutrina humana, logo, nao haveriam templos nem mega igrejas com esquemas piramidais, tipo a do Mala, etc. Sem a mensalidade o clube fali, por isso falam tanto que voce tem q dar dinheiro na igreja e tao pouco que tem q ajudar os pobres, sua familia, outros irmaos em necessidade, etc, pois o importante eh o caixa da igreja

3. o Senhor nao cuida da sua igreja, da sua obra e nem da expansao do evangelho, visto que sem a doutrina do dizimo no novo testamento, a obra fali de vez. Tadinho do nosso Senhor, vamos dar uma força ensinando uma pratica da Lei, extinta na Cruz!!!!

Creio que nao precisamos dessa doutrina HUMANA na igreja. Creio que os cristaos tem modelos no NT muito mais excelentes que uma doutrina da Lei, pessimamente adaptada a nossa realidade, pra fazer tudo que o Senhor nos mandou, que é cuidar uns dos outros, ajudar os menos favorecidos, espalhar a Justiça, e pregar o Evangelho.

Repito, TEMOS DOUTRINAS E CONSELHOS APOSTOLICOS MELHORES QUE ESSA MENSALIDADE IMPOSTA! Igreja nao é CLUBE!

http://malaquias3dez.blogspot.com.br/2011/03/resumo-explicativo-do-dizimo.html

É muito cansativo ver a falta de coragem de voces. Me da cansaço!
Nao espero, de coracao, que mudem. Que o Senhor nos Ajude!

21 de julho de 2015 20:32 comment-delete

acho interessante demais esse debate INTERESSANTE também que alguns que são contra o dizimo USAM texto fora do contexto (cada um contribua segundo propôs no coração ) ? se lessem os versículos anteriores veriam claramente que ali trata-se da coleta em favor dos santos necessitados e não a oferta para dizimo para a igreja ! como e fácil citar versículos fora do contexto olhando so uma parte dele

22 de julho de 2015 06:40 comment-delete

DEPENDE se esse dinheiro , que às vêzes não é pouco , for para ajudar os necessitados, na manutenção do templo , pagto de despesas(luz, àguae tc..) caridades , etcc... tudo bem! Mas se for tudo , ou a boa parte para o bolso do pastor da igreja , aí eu creio que é anti-bíblico!!!

23 de julho de 2015 22:01 comment-delete

Venho acompanhando essa questão que envolve os dizimos nas igrejas ja à algum tempo, e apos ja ter lido muitos incontaveis comentarios em debates de pessoas nos forums e assistido varios videos na net, posso concluir que, as pessoas que defendem que a coleta de dizimos nos dias de hoje é correta estão completamente erradas em relação ao que diz às escrituras, e ja diz o ditado popular, "o pior cego é aquele que não quer enchergar". ja os que são contra a coleta de dizimos estão totalmente embasados em textos biblicos que revelam de forma bem clara que tal doutrina não tem nenhum fundamento que a respalde, particularmente, não tenho absolutamente nada com a sua vida e com o seu dinheiro e o que voce vai fazer ou deixar de fazer com ele, se voce da o dizimo por que entende que precisa ajudar a sua igreja a pagar a luz o aluguel, agua, o salario do pastor em fim, é um direito seu, porem o que não só eu, mais, acredito que pelo menos 99% das pessoas que não concordam com essa pratica são contra, é quanto ao terrorismo que os lideres fazem quanto a isto, dizendo que quem não da o dizimo é ladrão, vai pro inferno, esta roubando a Deus e etc...se voce quer continuar no engano, é contigo, eu ate te entendo pois durante anos eu entendia assim tambem, mais depois de ouvir e ver alguns aterrorizando as pessoas nas igrejas sobre, ser ladrão, roubar, e outras coisa mais, decidi estudar mais afundo o assunto, e ai pude compreender com clareza a verdade que até então para mim estava oculta, e é como li em algum lugar, acho que aqui mesmo, sera necessario um milagre gigantesco para as pessoas compreenderem e aceitarem a realidade, é mais ou menos quanto aos catolicos e maria, voce explica, explica, mostra na biblia, a pessoa le, mais se nega a aceitar, é como as escamas que cobriam os olhos de Saulo a caminho de damasco,,não vou me estender mais, quero encerrar te sugerindo que, seja sincero consigo mesmo, faça um estudo aprofundado sobre o assunto, faça como os crentes de bereia, não fique somente com aquilo que voce ouve domingo na igreja, não seja massa de manobra, estude, pesquise varias fontes, estude o livro de Malaquias desde o capitulo 1, não só o 3 como é de costume lerem nas igrejas na hora que pedem o dizimo, e tenho certeza que tudo ira se esclarecer para voces, fikem na Paz.

15 de setembro de 2015 00:15 comment-delete

O melhor texto sobre este assunto é do irmão Tulio Neto Costa Leite
Um texto bíblico ,sob a cosmovisão reformada,de bom sendo e sobretudo imparcial:

http://www.monergismo.com/textos/dizimos_ofertas/o-dizimo_tulio.pdf


Dizer que o dizimo é NEOTESTAMENTÁRIO e cabível nas cartas apostólicas com relação a área financeira da igreja é enganoso ,NADA nos remete a isso..Não adianta querer enfiar goela abaixo isso..

Isso contudo não nos EXIME da RESPONSABILIDADE de DAR PARA a Igreja e auxiliar os necessitados JAMAIS!!!

Nem o Augustus Nicodemus afirma que o dizimo é neotestamentário e declara que não existe menção no NT para tal...
Mas amplamente está simplicito que devemos DAR,diz ele.
Eu o citei pq é um homem respeitado..Mas se ele não pensasse assim ,temos a bíblia em mãos para examina-la e não aceitar mais "indulgencias" de nenhuma forma !

Ruth Rossini

22 de outubro de 2015 15:04 comment-delete

O PASTOR que não consegue seguir com a OBRA DE DEUS em sua igreja, sem A PRATICA DO DÍZIMO. Só tem uma resposta. A IGREJA que ele pastoreia, não é PLANO DE DEUS, e não é da sua vontade DEUS, pois se fosse de fato uma CASA DE ORAÇÃO como diz DEUS em sua PALAVRA, DEUS SUPRIRIA de todas as NECESSIDADES pelas OFERTAS DE AMOR das OVELHAS DO SENHOR. Alguém DUVIDA disso? Hoje igrejas são abertas aos montões, a cada esquina abre-se uma, mais a FINALIDADE é a SALVAÇÃO, a finalidade é o LUCRO FÁCIL.Meu email. alonsocarrera@hotmail.com

25 de fevereiro de 2016 14:23 comment-delete

Podemos comprovar que o dízimo era alimentos e era dado somente à tribo de Levi e repassados para os órfãos e para as viúvas nas seguintes passagens:
E eis que agora eu trouxe as primícias dos frutos da terra que tu, ó Yahu (Senhor), me deste. Então as porás perante o Yahu (Senhor) teu ULHIM (deus), e te inclinarás perante o Yahu (Senhor) teu ULHIM (deus),
11 E te alegrarás por todo o bem que o Yahu (Senhor) teu ULHIM (deus) te tem dado a ti e à tua casa, tu e o levita, e o estrangeiro que está no meio de ti.
12 Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita no ano terceiro, que é o ano dos dízimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem;
13 E dirás perante o Yahu (Senhor) teu ULHIM (deus): Tirei da minha casa as coisas consagradas e as dei também ao levita, e ao estrangeiro, e ao órfão e à viúva, conforme a todos os teus mandamentos que me tens ordenado; não transgredi os teus mandamentos, nem deles me esqueci; Deuteronômio 26:10-13
“Eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo seu ministério que exercem, o ministério da tenda da congregação”. Números 18:21.
“Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecem ao Yahu (Senhor) em ofertas alçadas, tenho dado por herança aos levitas: porquanto eu lhes disse: no meio dos filhos de Israel nenhuma herança herdarão”. Números 18:24.
“Também falarás ao levita, e dir-lhe-ás: quando receberdes os dízimo dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado em vossa herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao Yahu (Senhor): o dízimo dos dízimos”. Números 18:26.
Se ULHIM (deus) deu os dízimos somente aos levitas, com qual autoridade tem um pastor hoje de pegar os dízimos das pessoas se eles não são descendentes de Levi?
Hoje, porém, não existe mais esse sacerdócio sendo substituído pelo sacerdócio perfeito e eterno de Yahushua (jesus):
“Mas, vindo MASHIACH (Cristo), o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação”. Hebreus 9:11
E também: “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz mudança da lei”. Hebreus 7:12.
Portanto, se o sacerdócio levítico teve fim com a vinda de nosso Salvador Yahushua (jesus) e se só os levitas deveriam receber os dízimos, com qual direito os pastores tem de pegar os dízimos ? Nenhum!
Qualquer pessoa que fizesse alguma coisa que era da obrigação dos levitas (sacerdotes) eram punidos gravemente e muitos até morriam! Já dá pra se ter uma idéia do que pode acontecer com os pastores de hoje que recebem os dízimos, pois eles não são sacerdotes levitas e por isso não tem o direito de receber o dízimo:
Uma passagem do novo testamento comprova que só os Levitas podiam receber o dízimo:
Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.
5 E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Hebreus 7:5.
Hoje os falsos pastores e pastores ignorantes pedem dízimo do bruto, coisa impossível do povo dar, pois, além de serem tributados na fonte, tem ainda imposto de renda e muitos outros impostos (os quais deveriam voltar com benefícios para ele e não voltam) que deixa sua renda muito inferior ao lucro bruto. Tirando-se 10% a pessoa fica com quase nada, um salário insuficiente. Seria justo ULHIM (deus) permitir isso sendo que ele é o ULHIM (deus) da justiça?
Veja mais em Analisando a escritura sagrada
http://www.analizandoaescritura.epizy.com/dizimo-no-novo-testamento-a-verdade/

16 de maio de 2016 17:39 comment-delete

A prática pastoral de alguns anos demonstra infelizmente que aqueles que se levantam contra o dízimo são os que menos contribuem na igreja.Sob o escudo do "contribua segundo propôs no coração " muitos não contribuem com nada. Normal, o profeta já nos advertiu que o coração humano é enganoso.

21 de dezembro de 2016 11:57 comment-delete

(Parte 1) Sabemos que a lei cerimonial e os sacrifícios foram abolidos (Ef2:15) (Cl2:14) (Hb7:18-19) (Gl5:3-4) Os mandamentos morais e os vários preceitos de Deus do A.T foram adotados e mantidos no N.T. e estão em vigor. O dízimo pertence a Deus é uma mensagem profética e um preceito oral e moral (Gn26:5) (Gn14:18-20) (Hb7:8) (Ml3:8-10) (2Pe2:17) (Ap11:13) O mandamento do sábado não consta no N.T. como mandamento(Mc2:27) (Jo5:18) (Rm14:5-6) A justiça , misericórdia , fé e o dízimo são preceitos confirmados no Ministério de Jesus.(Lc3:23) (Mt23:23) Assim como a prática da caridade também é um preceito de Deus confirmado no ministério de Jesus(Mt6:3-4) (Tg2:15-17) (Dt10:18) O evangelho de Mateus Provavelmente foi escrito depois da morte de Jesus (31 d.C.) entre os anos 50-65 d.C. Portanto dentro da nova aliança. A pratica da caridade e ajuda ao próximo entre os "santos" e a quem necessitasse era normal nessa época 41 d.C. até porque no MUNDO TODO houve 13 anos de grande fome em escala mundial(At11:28-30) O imperador Cláudio governou de 24 de janeiro de 41 d.C. até a sua morte em 54 d.C , por isso no livro de Atos é dado tanto ênfase nessa época aos necessitados. Vc obedece o está Escrito do A.T. que também consta no N.T. ? (At23:5) (Rm1:17) (Rm2:24) (Rm3:4) (Rm3:10) (Rm4:17) (1Co9:9-10) (2Co8:15) (1Tm5:18-19) (1Pe1:16) “Porque eu, o Senhor, não mudo” (Ml3:6) (Tg1:17) Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação, e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o Senhor. Uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco.(Nm 15:15-16) Deus é Deus apenas dos judeus? Ora, não é Ele igualmente Deus de todos os povos? Evidente que sim, dos gentios também,(Rm3:29) Deus não faz acepção de pessoas;(At10:34) (Dt1:17) Rm2:11) E não somente por aquela nação, mas também para congregar em um só povo os filhos de Deus que andam espalhados pelo mundo.(Jo11:52) Em outras palavras, não são os filhos naturais que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados como descendentes de Abraão.(Rm9:8) “Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil (1000) gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos;”.(Dt7:9)

15 de fevereiro de 2017 12:30 comment-delete

(Parte 2) Mas a misericórdia do Senhor é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos;Sobre aqueles que guardam a sua aliança, e sobre os que se lembram dos seus mandamentos para os cumprir.(Sl103:17-18) Porquanto, nisto consiste o amor a Deus: em que pratiquemos os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são penosos. (1Jo5:3) Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.(Jo14:23-24)Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.(Ap14:12) “Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus’”. (Mt4:4) A profecia não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis.(1Cor14:22) Portanto, amados, se o nosso coração não nos condena, temos coragem diante de Deus;e recebemos dele tudo o que rogamos, porque obedecemos aos seus mandamentos e fazemos o que lhe agrada.(1Jo3:21-22) Sendo assim, amados, estando bem informados, guardaivos para que não sejais conduzidos pelo erro e sedução dos que não têm princípios morais, vindo a perder a vossa segurança e cair.(2Pe2:17)Porquanto tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar(cristãos), de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo provenientes das Escrituras, mantenhamos firme a nossa esperança. (Rm15:4) Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.(2Tm3:16-17)No N.T. não existe manifestações contraria ao dízimo. O dízimo é uma medida de cálculo. A prática do dízimo em dinheiro também não é pecado.

15 de fevereiro de 2017 12:31 comment-delete

Se fosse sobre salvação por fé em Jesus unicamente, o post teria 2 ou 3 comentários. Como é sobre dízimos e ofertas e porq somos mesquinhos e avarentos, lemos todos esses comentários "bíblicos".
Estou esperando alguém q não é dizimista, provar realmente em valores, que dá mais pra Jesus do q 10% do q ganha. Para os q dão menos, temos um texto: o de Atos 4, final do capítulo. O exemplo de Barnabé doando 100% é meu desafio e, é claro, a doação do Pai em dar o seu melhor: Seu único filho pra me salvar. Esse mimimi de q dízimo é do AT, não cola mais para aqueles q querem ver a obra da salvação ir adiante.

3 de maio de 2017 15:06 comment-delete