quarta-feira, junho 05, 2013

O governo brasileiro e o incentivo a prostituição

Por Renato Vargens

O Ministério da Saúde lançou uma campanha nas redes sociais para reduzir o estigma em torno da prostituição que deve causar discussão. (veja aqui

Pois é, uma das peças diz: "Eu sou feliz sendo prostituta" e tem profissionais do sexo como protagonistas. A iniciativa surge após uma série de outras polêmicas envolvendo campanhas de saúde na gestão Dilma Rousseff.

Composto por vídeos e banners, o material é fruto da oficina de profissionais do sexo realizada em março em João Pessoa, que tem como mote "Sem vergonha de usar camisinha". Nas peças, mensagens contra o preconceito, sobre o desejo de ser respeitada e a necessidade de prevenção contra DST-aids.

Feita para marcar o Dia Internacional das Prostitutas, 2 de junho, a campanha - que retrata positivamente a profissão - foi bem recebida por feministas e grupos que trabalham com prevenção.

Caro leitor, que absurdo é esse? Que governo é esse? Que país é esse? Que loucura é essa? Ora, sinceramente só me faltava isso, o Estado afirmar que alguém que "vende" o corpo é feliz. 

Prezado amigo considero absurda a afirmação de que alguém consegue ser feliz numa vida de prostituição. Ora, vamos combinar uma coisa? Por acaso uma mulher pode alegrar-se em fazer sexo com vários homens?    Será que existe alguém que diga em sã consciência que é feliz por ter vários parceiros sexuais e que se alegra em ser usada e descartada na lata do lixo como objeto de consumo? Ora, isso é um verdadeiro absurdo! Gente não foi feita para ser usada, gente foi feita para brilhar, para resplandecer a glória de Deus e para viver em harmonia e plenitude consigo mesma e com todos aqueles que ela se relacionam. Se não bastasse isso, o governo do PT, entrelinhas, incentiva a um número incontável de moças e rapazes a  acreditarem que a prostituição pode fazer alguém feliz. 

Isto posto, chego a triste conclusão que infelizmente estamos vivendo em um país submerso em pecado e que despreza os padrões de moral, decência e dignidade. 

Diante disso, afirmo sem titubeios que como cristãos não devemos nos curvar diante da promiscuidade que tem destruído parte da sociedade brasileira, antes pelo contrário, como discípulos do Senhor, somos chamados a denunciar comportamentos antagônicos aos valores defendidos pelas Escrituras, além é claro de  anunciarmos a esta geração, Cristo, o qual é único capaz de satisfazer o vazio da alma humana proporcionando a todo aquele que nele crê a verdadeira felicidade.

Pense nisso,

Renato Vargens
KILDARE PEREIRA disse...

O PT favorece a prostituição : é um fato. As atividades das empresas pornográficas, anúncios de oferta sexual (os quais aliciam e induzem à prostituição ; há até menores infiltrados ) veiculados nos classificados de jornais e o funcionamento de casas de prostituição comprovam a veracidade. Filmes pornográficos incentivam anomalias sexuais, a prostituição ( o mais grave : inicia-se na menoridade )e o homossexualismo; contribuem com o turismo sexual e o tráfico de mulheres; e alimentam os hediondos crimes de pedofilia e estupro ( o mais grave : executam). A própria ONU declarou que a prostituição é indigna para a mulher e incompatível com os direitos humanos. Portanto, as atividades das empresas pornográficas constituem, não liberdade de expressão, mas crime, pois, exploram, violentam e submetem a mulher à humilhação. Infelizmente, nós não podemos importar políticos. Cristina Kirchner, por exemplo, proibiu anúncios de oferta sexual nos jornais argentinos. Aqui, a esmagadora maioria das autoridades não tem moral., a minoria, coragem para fazer valer o Art. 230 do Código Penal ; " Tirar proveito da prostituição alheia, participando diretamente de seus lucros ou fazendo-se sustentar, no todo ou em parte, por quem a exerça ". Eu duvido que alguma autoridade gostaria que a sua filha fosse uma "profissional do sexo " ( se dissesse que sim, não mereceria nem o título de pai ), mas a dos outros pode? Deveriam ler os argumentos " Dez razões para a prostituição não ser legalizada, por Janice Raymond e " Pornografia como teoria, estupro como prática ".

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