sexta-feira, dezembro 11, 2009

O presidente e o palavrão

Por Renato Vargens

Quando criança se minha mãe me pegasse falando um palavrão ela imediatamente me mandava lavar a boca com sabão.

Pois é, o presidente Lula disse nesta quinta-feira que nenhum governo investiu tanto em saneamento básico quanto o dele. Durante a cerimônia de assinatura de contratos do programa Minha Casa, Minha Vida no Maranhão, Lula chegou a usar um palavrão para dizer que quer tirar o povo da pobreza.

" Eu quero é saber se o povo está na m...e eu quero tirar o povo da m... em que ele se encontra. Esse é o dado concreto - Eu não quero saber se o João Castelo é do PSDB. Se o outro é do PFL. Eu não quero saber se é do PT. Eu quero é saber se o povo está na m... e eu quero tirar o povo da m... em que ele se encontra."

Pois é, eis que surge retumbante o nosso presidente falando mais uma das suas bobagens. Se não bastasse o duro que o brasileiro dá para sobreviver ele precisa ouvir arbitrariedades como essa.

Sinceramente este país me desanima! Estou cansado da politicagem tupiniquim, do fisiologismo reinante na politica brasileira, dos mensalões, mensalinhos e dos safados que escondem dinheiro na cueca, na meia, nas bolsas! Estou cansado das taxas tributárias elevadas, dos impostos arbitrários, da falência da saúde, da falta de educação do brasileiro.

Dias dificeis os nossos! Estou cansando de tanta... Bom, deixa isso pra lá! É melhor tocar a vida!

Maranata!

Renato Vargens
Daniel Duarte disse...

Tb estou cansado. Mas me recordo muito bem que já foi pior, meu pai que o diga! Abraços!

Esaú Mendes disse...

Olá Renato, tudo bem?

Conheci seu blog hoje e gostei muito do conteúdo aqui postado. Neste texto, em especial, ratifico junto com você o que nele está escrito. Inclusive, tomei a liberdade de postá-lo em meu blog. Um grande abraço e parabéns.

Esaú Mendes
http://esaumendes.blogspot.com

Gilbert Raposo disse...

Fui criado em frequentar bares,ambientes de muito palavrão, mas graças a DEUS, nunca fui adepto de tal palavreado, detesto palavrão, sempre gostei de conversar com gente que me ajuda-se evoluir, perdoemos o presidente, lembremos de sua origem, até que fez bastante coisa, vejo tanta gente Phd, Bacharel, doutores, onde a boca parece latrina, um um rapaz falou um palavrão dentro da igreja eu o chamei no canto e perguntei-lhe se sabia o significado do que falara, e por ignorancia ele usava o termo, mas depois de exclarecido parou, então sejamos em alguns momentos flexiveis, e auxiliemos, quem puder mande seus pensamentos ao presidente, quem sabe ele melhora e acata a ajuda, auxiliemos sempre.
Gilbert Raposo, um aprendiz em Cristo Jesus.

Regina Farias disse...

Pastor,

Gosto de ler seus textos, pois eles têm sido um estímulo sadio para minha mente, daí vir com certa frequência aqui se bem que nem sempre comente.

Porém, com todo respeito pelo jeito de ser de cada um, e até gosto disso por nos instigar a pensar e rever conceitos, eu queria dizer que particularmente não me escandalizo com palavrão, embora também me orgulhe de ter nascido em ambiente assim quando a minha mãe dava era um safanão na boca, pois esse era o seu estilo sumário de "limpar a boca".(Meu pai então, nem sonhava que algum filho o dissesse, senão Deus do céu, do jeito que ele era rígido!)

Por outro lado, é claro que mesmo com esses princípios básicos que nos norteiam pela vida inteira, ainda pesa/influencia também uma série de situações como novos ambientes e costumes para que a pessoa desenvolva um linguajar assim... um tanto ácido.

Imagine quem foi criado como quem planta batata, como diz aqui no NE.

E quando a pessoa não abre mão de sua autenticidade nem de sua espontaneidade, geralmente vem a chocar mesmo o seu interlocutor.

Associe-se a isso uma carga de indignação e temos o famoso palavrão tão detestável por alguns.

Veja bem, não estou relativizando nem defendendo ninguém, só colocando meu ponto de vista em cima de algo mais amplo, mais global.

Digo isso, porque (em menos de 24 horas e isso me fez tirar da gaveta um texto antigo, adaptando-o) o que eu já li por aí de adjetivo infame dirigido ao presidente torna-se muito mais grave e lamentável do que uma simples expressão (considerada chula) proferida em determinada circunstância.

Aí alguém pode questionar ser a pessoa em questão uma pessoa pública, uma autoridade, etc., e ter que se controlar e manter a linha. E a gente sabe lá quanto ele já não aprendeu acerca desse tal "auto-controle"? (Eita agora não sei se tem hífen rss)

Com todo respeito e admiração que tenho pelo senhor que tratou de forma séria - como sempre - é como eu vejo.

Abs...

R.

Carlos Gomes disse...

Não estou aqui pra defender ninguém, mas pelo menos ele foi sinceiro e verdadeiro. Tem muita gente, principalmente político, e até alguns "crentes", falando bonitinho, discurso e estereótipo de crente, porém fazendo coisas feias...Prefiro a sinceridade que a falsa moralidade.

Paulo de Tarso disse...

A paz do senhor, ótimo blog e muito edificante párabéns, queria fazer parceria de banner com seu blog visite o meu blog se gostar deixe um recado, comfirmando.

http://ochamadoeoide.blogspot.com

Weslei Rocha disse...

Brilhante comentário Regina Farias.

Leonardo Gonçalves disse...

Renato,

Meu pastor, o senhor não entendeu o discurso! O Lula disse que quer incluir os pobres como CIDADÕES (uy!) brasileiros (1.08).

Ah, que saudade da dona Malba, professora de língua portuguesa lá no Clóvis Salgado!

Também tô cansado dessa m... Bom, melhor deixar pra lá, rs...

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