quinta-feira, maio 12, 2016

Uma resposta de Natã, Elias e João Batista sobre o "deboísmo" evangélico e "não julgueis"


Volta e meia alguém publica nas Redes Sociais: "Não julgueis para que não sejais julgados." ou ainda, "você não pode julgar seu irmão", ou até mesmo, "quem somos nós para julgar alguém, ou se você julga seu irmão, você está pecando, até porque, dizem eles, todos nós somos pecadores, e portanto não temos o direito de julgar ninguém.

Pois é, contrapondo-se aos adeptos do "Não julgueis" e do "deboísmo",gostaria de lhes lembrar de pelo menos três exemplos bíblicos de irmãos que confrontaram os erros e pecados cometidos por alguém:

1-) Natã que confrontou Davi em seu pecado de assassinato e adultério (2 Samuel 12:1 - 7); 

2-) Elias que confrontou a Acabe em virtude da vinha de Nabote ( I Reis 21:1-7); 

3-) João Batista que confrontou Herodes em virtude do seu adultério com Herodias (Mateus 14:1-12)

Já pensaram se esses irmãos fossem politicamente corretos?

Pense nisso!

Renato Vargens
João Emiliano Martins Neto disse...

Esse negócio de "deboísmo" com esse símbolo tragicômico do bicho-preguiça e preguiça ou acídia é pecado grave (vício capital) para nós católicos e também essa bobagem de não se julgar e quem hipócrita ou burro como ele só, diz para não se julgar evidentemente que já está emitindo um juízo, porque se não for um deboísta emaconhado como é caso senão de todos, mas da maioria, é alguém hipócrita ou burro mesmo.

O "deboísmo" é a ideologia mais apropriada desses nossos tempos que precedem a liberação das drogas no Brasil.

Diego Barbosa disse...

Caro Renato, acho que não entendi bem o texto, creio que julgar uma pessoa é diferente de exortar.

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