A igreja brasileira e a idolatria a alguns dos seus pastores

Por Renato Vargens

O meu amigo Mário Freitas que é pastor e coordenador da Missão M.A.I.S numa linda pregação na Igreja Batista da Lagoinha afirmou que a igreja brasileira idolatra pastores e heróis. 

Pois é, infelizmente a Igreja brasileira é composta de gente que quando o seu pastor preferido não está no culto, vira as costas e volta pra casa. Outro dia eu soube de uma irmã que quando descobriu que o pastor titular da sua igreja não estaria no culto, afirmou que preferia ficar em casa do que ouvir o pastor auxiliar. 

Um pastor amigo, enquanto viajava em uma viagem missionária compartilhou comigo a sua decepção  com a  sua igreja local dizendo: "Renato, toda vez que eu viajo é um problema, parte dos membros desaparecem do culto."

Prezado amigo, confesso que fico assustado com a idolatria evangélica! Sinceramente diante do que vejo sou levado a crer que alguns dos evangélicos estão com o foco errado. Ora, vamos combinar uma coisa? Ninguém deveria ser mais importante do que o Senhor não é verdade? Todavia, parece que parte da Igreja Brasileira idolatra seus pastores.

Pois é, diante disto manifesto a minha preocupação com o rumo da igreja evangélica brasileira. Lamentavelmente parte dos evangélicos está acreditando num evangelho absolutamente diferente do pregado por Jesus e pelos apóstolos.

Para tristeza nossa,  alguns dos pastores tupiniquins  foram transformados em um tipo de bezerro de Ouro cuja idolatria é notória.

Diante do exposto, resta-nos chorar diante do Senhor pedindo a ele que nos perdoe os pecados e mude definitivamente os rumos da Igreja de Cristo

Pense nisso!

Renato Vargens

8 comentários:

Eu creio que a culpa em 99% das vezes é do Pastor que usa de apelo sentimental, choro e muita música. Hoje em dia muita gente usa de artimanhas para ganhar o povo e não prega a palavra da VERDADE que cura e liberta e que na maioria das vezes e por que não dizer sempre é contra nossa vontade.

1 de junho de 2013 02:05 comment-delete

tem um detalhe intereesante que notei no meio da igreja : variso pastores subistitutos ou seja varios pastores que ocupam o cargo de segundo numa igreja nao tem o menor prepraro sem falar que varios pastopres nao colocam segundos com capacidade pelo simples fato de terem medo de perder a igreja para o segundo , tem outro detalhe tambem o pastor de uma igreja ou pastoreia a igreja ou viaja nao existe esse negocio de pastor de igreja passar mais de 3 dias fora por semana da sua igreja ou e pastor ou e conferencista! nao existe esse negocio de ministerio pastoral terceirizado a unçao pastoral esta sobre o pastor se e que tem esta unçao

1 de junho de 2013 09:29 comment-delete

Além de concordar com o comentário do "Servos do Reino", acrescento que tem pastor que parece gostar muito de ser idolatrado, de ouvir o som do próprio nome, de ser considerado aquela pessoa na comunidade que é vista como o salvador da Pátria. Conheço alguns assim, que entraram no "ramo" para fazer carreira e ter prestígio. Por isso, o que esperar como resposta do povo evangélico brasileiro (que, historicamente supersticioso, prefere agarrar-se a gurus ao invés de Cristo), quando os próprios líderes alimentam a superstição e a idolatria?

1 de junho de 2013 09:55 comment-delete

Ha pastores que criam esse misticismo ao seu redor e ainda querem exibir-se a outros publicos em outros pulpitos, esses não devem reclamar se o povo agir assim.

1 de junho de 2013 10:12 comment-delete

Concordo plenamente com você. Sou contra essa idolatria a pastores, mas reclamam de uma imagem que eles mesmos ajudaram a construir. Eles mesmos são os responsáveis por essa imagem de "sumo sacerdote", e é irônico depois reclamarem. Não digo por esse Mário Freitas que não conheço, mas já ouvi vários reclamarem, e acredito, como você, que cerca de 99% usa desses subterfúgios, ou pelo menos consentem quando os membros o tratam como se ele fosse uma espécie de representante de Deus e não toda a igreja.

1 de junho de 2013 11:38 comment-delete

Eu compreendo que a igreja não deve agir assim, pois o que realmente importa e Deus e a mensagem salvadora de Jesus Cristo. No entanto, que um pastor que reconhece a necessidade do povo e tem certeza do o seu verdadeiro chamado ministerial ajuda e muito a manter as pessoas que buscam auxílio na casa de Deus. No entanto quero deixar uma questão: e quando o problema é o pastor que por palavras, atitudes, pregações toscas, profetadas e completa falta de tato, espanta as ovelhas dadas por Deus para que ele as conduzisse num caminho de redenção, misericórdia e graça. Nesta situação, o que devemos fazer: continuar firmes na comunhão da igreja ou procurar uma nova casa para receber tudo aquilo que Deus prometeu para os seus?

1 de junho de 2013 17:16 comment-delete

Muitos falam, mas bíblia nada...precisamos ter base bíblica p tudo...minha sugestão é sempre questionarmos porém termos base bíblica... Por conta disso, do eu acho, muitos esfriam.

14 de dezembro de 2015 16:42 comment-delete

Acho engraçado também quando pessoas procuram o pastor para se aconselharem ou pedir oração como se o pastor fosse o único capaz de fazer isto. Nada contra procuraram o pastor, mas tenho contra acharem que o pastor vai fazer isto melhor do que outras pessoas da igreja tão somente por ser pastor. Para mim, isto também é uma forma de idolatria.

29 de janeiro de 2016 10:58 comment-delete