quarta-feira, agosto 22, 2012

União afetiva entre três pessoas é oficializada em escritura pública

Por Renato Vargens

Verdadeiramente   chegamos ao   fundo do poço!

O Correio Brasiliense publicou a notícia  da  união  afetiva entre três pessoas, Veja a matéria abaixo:

Um cartório no interior de São Paulo divulgou nesta semana uma Escritura Pública de União Poliafetiva, caso considerado inédito no país. Um homem e duas mulheres da cidade de Tupã, que não tiveram a identidade divulgada pelo cartório, já viviam uma união estável e decidiram declarar oficialmente a vida a três.De acordo com a tabeliã que registrou a escritura, Cláudia do Nascimento Domingues, a declaração pública foi uma forma de garantir os direitos de família entre eles. “A lei não permite casamentos poligâmicos, mas neste caso, nenhum deles é casado e os três vivem juntos por vontade própria. Há, portanto, uma união estável, um contrato, onde se estabelecem regras, formas de dividir funções e colaborações para a estrutura familiar”, esclarece.

A união poliafetiva é mais uma das muitas formas atuais de família, explica a vice-presidente Instituto Brasileiro de Direito da Família (Ibdfam), Maria Berenice Dias. “O novo conceito de família é mais flexível, não há a necessidade de casamento”.

Com a união oficializada, os três passam a ter direitos, principalmente no caso de separação. “Se tivessem filhos, eles poderiam combinar que todos seriam responsáveis pelos custos da criação. Em uma situação de doença, eles poderiam se visitar e se apresentar como membros da mesma família e, em caso de separação, facilita a organização da divisão de bens e patrimônios”, esclarece Domingues.

Nota do BLOG:

Infelizmente os padrões de moralidade parecem não mais existir, até porque, a forma de se medir felicidade e sucesso diferente daquela encontrada na Palavra de Deus. Na verdade, o objetivo prioritário do ser humano não é a glorificação do nome do Senhor e sim a busca desenfreada pela satisfação pessoal, ainda que para isso seja necessário desconstruir conceitos e valores jogando-os definitivamente na lata do lixo.

Como já escrevi anteriormente fomos chamados pelo Senhor a vivermos de modo absolutamente diferente dos que compõem esta geração. Compromisso com a moral, decência e santidade devem fazer parte da vida daqueles que nasceram de novo, levando-nos a exalar sobre os que se encontram em estado de putrefação espiritual o bom perfume de Cristo. Junta-se a isso o fato de que mais do nunca necessitamos anunciar a todos quanto pudermos as conseqüências funestas do pecado, como também mostrar a essa geração que a libertação de uma vida promiscua e adoecida encontra-se em Cristo Jesus!

Pense nisso!

Renato Vargens

PREGAI O EVANGELHO disse...

Misericórdia Senhor!
O fim chegou já................

Beth disse...

Eles moram na mesma casa, é isso? Essa relação não é ao estilo da poligamia de alguns países do oriente médio (aonde o homem tem mais de uma mulher)?

Daladier Lima disse...

Prezado Pr. Vargens, sem dúvida poligamia. Mas no estado de coisas em que vivemos são válidas todas as formas de amor. Que Deus nos ajude a atravessar tão difícil hora!

Abraços!

Cristiano Silva disse...

Poligamia para mim é diferente entre "união afetiva ENTRE as 3 pessoas". Acho que o cenário aqui seria bem diferente.

José Guilherme disse...

Caro Pastor,se a poligamia é uma amoralidade,como explicar o fato do povo de Israel ter sido polígamo por tantos anos ?

Afinal,Abraaão,Davi,Salomão e diversos personagens da Bíblia não tiveram uma só mulher.

Inaldo disse...

Temos que entender que o fato de Abraão, Davi, Salomão e outros personagens da Bíblias viverem a poligamia, isso não quer dizer que é certo. Há assuntos na Bíblia que não são doutrinas, mas sim exemplos de o que não se deve fazer (e.g., a poligamia desses personagens).

HermannVargens disse...

Quais são as objeções bíblicas a prática da poligamia?

Thiago disse...

Inaldo, se a poligamia do Antigo Testamento era um modelo a não ser seguido, como você explica o fato de Deus ter dado mandamentos acerca disso?

"Se um homem tiver DUAS mulheres, uma a quem ama e outra a quem aborrece, e uma e outra lhe derem filhos, e o primogênito for da aborrecida, no dia em que fizer herdar a seus filhos aquilo que possuir, não poderá dar a primogenitura ao filho da amada, preferindo-o ao filho da aborrecida, que é o primogênito." (Dt 21.15,16)

Se a poligamia era um pecado, ele deveria ter sido combatido pelos profetas ao invés de ser dado uma legislação acerca desta união. Não é, no mínimo, de se admirar o fato de não haver NENHUMA restrição à esse ato em todo Antigo Testamento?

E agora?

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