segunda-feira, agosto 01, 2011

Os falsos profetas e os falsos ensinos sobre o divorcio e casamento

Por Renato Vargens

Ultimamente tem se multiplicado na igreja evangélica brasileira alguns ensinos esquisitissímos sobre o casamento. Nesta perspectiva, os  profetas da volatilidade tem ensinado que o matrimônio  é dissolúvel e que basta o amor esfriar ou acabar para que o casamento também termine. Junta-se a isso o fato de que estes profeteiros, relativizaram os valores matrimoniais, ensinando aos seus seguidores um novo caminho, cujo destino final é a destruição da família.

Lamentavelmente para esta gente o casamento não é uma instituição divina, e que devido a isto, pode e deve ser dissolvido sem o menor problema, necessitando somente, o esfriamento do amor.

Em nome de uma espiritualidade liberal e de uma fé cínica, os mestres da dissensão familiar estabeleceram doutrinas espúrias onde o que importa é ser feliz, ainda que com isso tenha que se jogar no lixo sonhos, cônjuges e filhos.

Pois é, há pouco ouvi dois destes ensinos  diabólicos os quais compartilho abaixo:

Um rapaz afirmou publicamente e de forma contundente que biblicamente tinha respaldo para se divorciar da sua esposa, isto pelo fato, de que Deus não havia aprovado seu casamento. Segundo ele, o seu  matrimônio foi um grande equivoco. Na sua perspectiva ele desobedeceu a Deus casando com a mulher errada, o que em outras palavras aponta para o fato de que Deus não os ajuntou, podendo neste caso, divorciar-se dela.

Um outro moço, pai de dois filhos, também fundamentado em falsas premissas, abandonou o caminho das Escrituras, optando pelo divorcio simplesmente por ter descoberto um novo caminho onde o que vale é amar. Nesta perspectiva, se divorciou, se auto-proclamou casado, além é claro de dizer aos quatro ventos, que o  compromisso de Deus é com a nossa felicidade e não com a família.

Caro leitor, infelizmente não são poucos aqueles que se tem deixado levar por falsas doutrinas. O casamento ao contrário daquilo que alguns afirmam, é indissolúvel, sendo o rompimento destes permitido por Deus somente em casos de adultério, abandono do lar ou violência doméstica. Diante desta perspectiva afirmo ser completamente antibíblicas as afirmações de que a ausência de amor, a falta de tesão, ou até mesmo a incompatibilidade de gênios, sejam motivos suficientes para o término do casamento.

Isto posto, não tenho a menor dúvida de que precisamos urgentemente regressar ao Caminho, abandonando no tempo e no espaço os desvios com cara de caminho, mesmo porque, somente regressando as  Escrituras e fazendo dela nossa única e exclusiva regra de fé e conseguiremos superar esse momento nevralgico da Igreja brasileira.

"Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais." Ml 2:16

Que Deus tenha misericórdia da sua igreja,

Renato Vargens
Priscila disse...

Olá! Sei que a bíblia ensina que o divórcio só é permitido em algumas situações (adultério, morte do cônjuge) e que o Senhor deseja que vivamos em família, sem separações. Mas se o outro não está disposto a mudar, te trata mal e não se deixa ser moldado por Deus, por mais que você se esforce pra conviver bem com a pessoa, não acredito que seja a vontade de Deus que estes vivam o resto de suas vidas infelizes. Porque quem teme a Deus, faz de tudo para viver em harmonia, mas nem sempre a outra pessoa colabora pra isso. Conheço, por exemplo, uma mulher que apanha do marido bêbado constantemente, além do mesmo dormir fora de casa e não contribuir em nada para o sustento do lar, e ela não se separa dele, mas sinceramente, tenho muita dó, se isso fosse comigo, eu não me submeteria a isso, sinceramente. O que a bíblia fala sobre isso? gostaria de saber. Obrigada!

Anônimo disse...

Pastor, bom dia. NO site do Defessadoevangelho.com, do Pr Paulo Junior tem uma pregação muito profunda a respeito do Divórcio e novo casamento. Acho que seria de bom conteúdo acrescentar nessa postagem que tb é muito sensata. Lá ele explica o que ninguém nunca explicou e diz aos Crentes. "Ou é assim ou vc está pecando". E não lhe falta fundamento bíblico para tanto. Dê uma olhada. O Vídeo está com o nome "divorcio e novo casamento" do Pr. Paulo Jr. de Franca, da Ig. Aliança do CAlvário. Tem no Youtube.
Abs.

@walterkano

Suzana Fonseca - Betim/MG disse...

É impressão minha ou quando, em seu último parágrafo, diz "que precisamos urgentemente regressar ao Caminho (com C maiúsculo), abandonando no tempo e no espaço os desvios com cara de caminho (com c minúsculo)" está fazendo uma alusão e, embutida nela, uma crítica ao Caminho da Graça?

Renato Vargens disse...

Priscila,

A Violência doméstica é um grave problema em nossa sociedade, e infelizmente nossas igrejas estão repletas de mulheres que apanham de seus maridos. Não são poucas aquelas que vivem uma vida de horrores, sofrendo as agruras de uma relação despótica, ditatorial e abrutalhada. Como todos sabemos, muitas destas mulheres continuam se sujeitando a este tipo de relacionamento, fundamentado na premissa de que Deus odeia o divórcio (o que é verdade), e com isso acentuando distúrbios psicológicos, neurológicos e físicos em sua própria vida e filhos.

Sem a menor sombra de dúvidas o divórcio não é uma instituição divina e sim humana, até porque, ele brota de corações caídos e distantes de Deus. Além disso, é indispensável que também entendamos que existe um enorme abismo entre lutar por um casamento combalido a permanecer numa relação onde a esposa é constantemente violentada fisicamente.

O Apostolo Paulo em I Co 15:10 afirma que o cônjuge cristão PODE se divorciar deste que o seu marido incrédulo abandone o lar. Isto posto, acredito piamente que maridos que batem em suas esposas, há muito abandonaram seus lares, dando as suas mulheres condições de não somente se divorciarem como também a de contraírem novas núpcias.

O fato de alguns destes afirmarem ser cristãos, não os torna efetivamente crentes, até porque, os que agridem suas esposas, legitimam de que na verdade nunca conheceram a Cristo.

A violência contra a mulher é uma agressão ao Criador e em hipótese alguma as mulheres devem se sujeitar a qualquer tipo de agressão, denunciando o agressor às autoridades competentes a fim de que o sofrimento imposto pela violência cesse definitivamente em sua casa. Além disso, deve levar suas queixas, lamúrias, angústias e sofrimentos ao justo JUIZ, que com certeza no tempo certo lhes fará justiça.

Abraços,

Pr. Renato Vargens

Renato Vargens disse...

Suzana,

Lamentavelmente os ensinos do Caio Fábio há muito deixaram de ser cristãos. Descordo de boa parte ensinos pregados no Caminho da Graça no que tange ao casamento e Família.

Pr. Renato Vargens

Iara do Jaguarema disse...

Quando leio que "Deus nos deu o ministério da reconciliação... e pôs em nós a palavra da reconciliação" (IICo5.18 e 19) é para que, mesmo que os motivos citados para dissolução do casamento aconteçam, nos esforcemos para ajudar o casal na reconciliação. Jesus veio reconciliar o mundo com Deus. Nós como seus servos devemos fazer o mesmo. A igreja deve ser exemplo, deve ser imaculada. Como falar sobre matrimônio como instituição divina se apoiarmos o divórcio??? Mesmo na única hipótese (em caso de adultério) eu lembro que quando dados a prostituição com outros deuses, Deus nos deu uma nova chance, nos perdôou!!! (Oséias, Jr3, entre outros textos que não tenho lembrança agora) Enfim, tenho acompanhado a reconciliação de um casal, entre si e com Deus, e tenho visto um grande agir de Deus!!! Deus não está na separação de casais!!! Isso não vem dele!!! E a coisa mais fácil que tem é aplicarmos a palavra de Deus a nosso bel prazer, para justificar nossas atitudes, sejam quais forem!!! Devemos seguir o que a Bíblia diz e não o contrário!!! Que Deus tenha misericórdia!!!

Anônimo disse...

Uma dúvida que eu tenho: Você falou que o divórcio é permitido em casos de adultério, violência doméstica e abandono do lar, mas nesse caso os indivíduos apenas não convivem mais um com o outro e não tem liberdade para casar-se novamente apenas quando o outro morrer certo?

Renato Vargens disse...

Anônimo,

Por favor leia o comentário que fiz sobre a pergunta da Priscila.

Abraços,

Renato Vargens

Anônimo disse...

Pastor Renato,

Sugiro um artigo baseado(bilblicamente) na possibilidade ou não do "novo casamento" !!!!

Obrigada.

ELiana

Josué de Oliveira disse...

Tudo bem. Eu entendo que os motivos de divórcio tenham se tornado mais e mais efêmeros na sociedade atual, e que o divórcio nunca fez parte do projeto inicial de Deus. E entendo também que há formas de se salvar um casamento em frangalhos, maneiras de se obter ajuda, grupos de ajuda, terapeutas, muitos inclusive cristãos, que tem como ministério proporcionar ajuda a homens e mulheres que passam por dificuldades na vida a dois. Mas há que se considerada a possibilidade de certos casamentos terem sido erros desde o início. Corações e mentes se enganam, se precipitam, e pode ocorrer uma tomada de decisão em direção ao casamento que não deveria ser tomada. O que fazer nesses casos? Há casais que indubitavelmente se amam, mas tem enormes problemas de convivência (ou ao menos passam por fases dificílimas). Nesses casos, em havendo amor, a ajuda do Espírito Santo e o apoio de outros irmãos ajudam na restauração do casal. Mas, novamente: e quando a união foi um erro desde o começo? E quando duas pessoas NÃO DEVERIAM se casar e assim fazem, como proceder? Permanecer no matrimônio simplesmente porque tiveram contato sexual? Uma cerimônia religiosa tem realmente tanta autoridade assim, para fazer com que duas pessoas estejam pregadas uma a outra para sempre MESMO SE não devessem ter se juntado para início de conversa? Fico muito perplexo e triste com notícias de divórcio dentro da igreja, mas conheço casos de pessoas divorciadas que encontram felicidade em outros companheiros(as) após um casamento desfeito, inclusive servindo em ministério de pastoreio para os quais evidentemente foram chamados (a evidência é maneira piedosa e dedicada com que o próprio exercício do ministério é encarado e vivido). Minha perplexidade e tristeza diz muito mais respeito a capacidade humana de cometer erros e decidir erradamente do que à quebra do matrimônio em si. Errando ou acertando na escolha de um divórcio, a experiência nunca é agradável, machuca pessoas, traumatiza-as - mas tenho consciência de que Deus é plenamente capaz de curar e apontar o caminho do cônjuge correto. Se existe um erro humano na raiz de tudo - o casamento em si -, é certo continuar nesse erro, sendo tão repreensível assim interromper um casamento que não deveria ter ocorrido?
Enfim, escrevi demais, rs. São duvidas muito fortes que tenho, talvez algumas das mais fortes.
Paz.

MACLima disse...

Renato, como analisar 1 Coríntios 7:10-11 a partir do que você entende por correto sobre o matrimônio?

Grande abraço! Teus artigos contribuem muito para que haja reflexão!

Marco.

Esdras Neemias dos Santos disse...

Bom questionamento irmão.Escrevi um pouco sobre o assunto também.
http://ubeblog.ning.com/forum/topics/nao-removeis-os-marcos-antigos

Paz,

Esdras

Renato disse...

Renato Vargens... ah Renato Vargens! Se o divórcio fosse um absurdo total, o Senhor Jesus nem o cogitaria... Se Paulo, não nós meros Renatos, mas o apóstolo Paulo diz que sem amor nada se aproveitará, então pra você só no casamento que se aproveita? O que dizer então das igrejas que induzem os jovens, como eu fui, a se casarem cedo na igreja para não ficarem supostamente "abrasados"? E se eles casarem sem amor, quem se responsabilizará pela infelicidade deles? Se vc se divorciar um dia, queira Deus que não, vc mudará seu discurso.

Fernanda disse...

Excelentes palavras, Pr. Renato. Conheço inúmeros casamentos que começam muito errado mas que os cônjuges (muitas vezes apenas um deles) acreditaram no poder transformador da Graça de Deus e tiveram suas vidas e seu casamento transformados.

Janise, Com ou Sem Crise disse...

Nem sempre o que deveria ser simples de fato o é.
Se "sim" e "não" fosse só "sim" e "não" facilitaria tudo, mas a gente coloca no meio todas as nossas desculpas e jeitinho pra ver se encontra uma brecha pra fazer o que é bom, e nem sempre o que é bom é o certo.

Johnnÿ Sleazer disse...

Pra alguns comentários aki:

Já ouviram falar de tatuagem? Pois é, depois q vc faz uma, NUNCA MAIS consegue apagá-la, mesmo q faça cirurgia à laser, vc ainda fica com cicatrizes. A mesma coisa é casar. Creio da seguinte forma: Casou apressadamente, sem verificar se era a vontade de Deus? SE VIREM! Aprendam a amar como Cristo manda e pronto. Muito nego vem com essa desculpinha q "ah, me forçaram a casar pq eu 'avancei o sinal'". Pois é nego, avançou PQ QUIS, agora aguente e arque com as consequências. Seja HOMEM e não um cabra safado.

Desculpem-me se me excedi, mas é isso ai.

Marcellocristao disse...

De tudo que se possa citar sobre casamento,(salvo alguns casos que aqui foram expostos,como violência doméstica, os quais admito não ter competência bíblica para debater)digo apenas o seguinte: se por todos os motivos abomináveis, e pode me acreditar, eles existem, Cristo resolvesse desistir da sua Noiva, suja e cheia de pecado, a próprio Universo e a existência sucumbiriam!

A questão aqui não é necessariamente o divorcio, mas é querer tornar qualquer razão insignificante, motivo para desistir do casamento(base primordial de uma família) e se separar; no mundo de hoje, infelizmente, as relações matrimoniais não são interpretadas como a união "até que a morte os separe", aos poucos as pessoas estão sendo tendenciosamente condicionadas a acreditar que o casamento é apenas uma união de interesses baseadas nas aparências e na atracão física, e no momento em que isto "acaba" elas estão "livres" para se separarem e contraírem novas relações, isto é na mídia, na vida de celebridades...

Em fim, tornasse cultura e lamentavelmente a igreja, tem absorvido estes costumes e vem gradativamente tentando adaptar as Santas Escrituras e estas "tendências" buscando se livrar da responsabilidade diante de Deus.

Não foi a toa que logo após os discípulos de Cristo, ao observarem Ele mencionando em que casos Moisés havia permitido dar carta de divórcio dizendo "por causa da dureza do vosso coração, ele vos deixou escrito este mandamento;"(Mc10.5) foram lhe perguntar de novo a respeito e ele lhes disse:"Quem repudiar sua mulher, e casar com outra comete adultério contra aquela. e, se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério."(Mc10.12).

O repudio pode se dar de várias formas, como a própria violência contra a mulher em casa, mas estes são casos específicos, em que as autoridades é que devem agir, no entanto, hoje, qualquer motivo é "motivo" para querer ir embora de casa, e é isso que a Igreja deve avaliar.

Que Deus nos dê sabedoria para ,guiados por Ele, tomarmos as decisões corretas nos momentos oportunos.

Fernanda disse...

Eu me divorciei antes de conhecer Jesus. A história do meu casamento é um tanto longa e não cabe aqui, mas depois que aprendi a Palavra sei que não tenho brechas para um novo casamento. Creio nisso sim. Sei tb que gosto muito de Caio Fábio, mas ele expôs a sua esposa como adúltera qdo dela se separou, pois ele melhor do que muitos é conhecedor da Palavra. E qdo se casou com outra, tb divorciada (não sei se já o era ou se tornou para se unir a ele)e alega que qdo se casou pela 1ª vez era muito moço e foi quase como um pai para a mulher, sem sentir o amor sexual, embora tenha gerado filhos, eu sinceramente sinto um desconforto muito grande sobre tudo isso. Não estou querendo julgar, mas pensar biblicamente sobre o assunto. Dizer tb que qdo um homem trata sua mulher com agressividade e maus-tratos já é considerado como tendo abandonado o lar é uma "forçação de barra", meu amigo. Se ela se queixar às autoridades e o tal marido for penalizado a sair de casa ou for preso, aí sim, ele saiu de casa, ainda que não por vontade própria. Mas ela não tem direito a novo casamento, pq o único motivo citado na Bíblia seria a morte do cônjuge, senão há adultério.
No mundo não é assim, claro. Mas nós não somos do mundo. Sei que muita gente vai me considerar farisaica, mas pra mim os ensinamentos bíblicos superam leis, modismos e permissões humanas. Eu quero viver de acordo com o que Jesus ensinou, mais nada. Já bastam os pecados enormes que cometi em toda a minha vida, antes de Jesus. Se eu peco ainda? Claro! Mas não quero pecar de modo que não possa mais pedir perdão, pq consumei um fato e quero levá-lo adiante, mesmo sabendo que Deus o abomina.

Joao Vitor disse...

Fernanda, discordo totalmente de vc. Se eu, como marido, agredir minha esposa serei preso enquadrado na lei Maria da Penha. Logo, abandonarei meu lar. A agressão ao conjuge é um início de abandono de lar. A consequencia disso dependerá do outro denunciar ou não.
Quanto ao novo casamento, eu entendo que aquele que agrediu não poderá casar novamente, mas aquele que foi agredido estará livre para casar novamente, afinal este não foi o provocador desta separação. (obviamente que nem tudo é tão simplificado como coloquei).

Que Deus tenha misericórdia de nós!

Henri disse...

Bom dia!
Que a Graça do nosso Deus nos alcanse, apesar de a dificultarmos tanto.
" O meu povo perece porque lhes falta o entendimento"
E como alguém consegue imaginar que poderá conseguir entendimento sem ler e meditar na Bíblia? Desprezando a Palavra de Deus, despreza-se Deus!
E a Bíblia que é a Palavra de Deus nos mostra "Buscai primeior o Reino de Deus e todas as coisas vos serão acrescentadas." Não se conseguirá nada invertendo as ordens das coisas como muitíssimos estão fazendo ao buscar primeiro todas as coisas...
Falta conhecimento da Palavra e consequente prática daquilo que agrada a Deus. Tentar agradar a Deus sem saber o que LHE agrada é jogar com a sorte diante da possibilidade imensa em desagradar.
Os parâmetros estão na Bíblia. Procurar contextualizar para agradar trará consequentemente a relativização e o abandono daquilo que não serivirá mais pra nada, passando a agir conforme se considerar melhor. Multidões que estão nas igrejas agem assim!
Afirmo, pelo que tenho lido, que divórcio perante Deus não existe. Se alguém acredita em divórcio, acredita também em duendes, papai noel, mula sem cabeça, etc...
Deixo esse endereço onde escrevo sobre divórcio, e caso o pastor Renato Vargens queira autorizar sua divulgação, os seus leitores poderão conferir. http://henripib.blogspot.com/2008/03/par-ou-impar.html
Deus nos abençoe e oriente!
Dc. Henri - Membro da Comunhão Batista Clássica.

Josué de Oliveira disse...

"Casou apressadamente, sem verificar se era a vontade de Deus? SE VIREM!"

Seu comentário é inteiramente contraditório. Se um casal se uniu contra a vontade de Deus (leia-se: não era isso que Deus queria para eles), ao continuar casados não estaria eles pecando? Afinal, foi contra a vontade de Deus. Esse é o problema com pensamentos estanques e inflexíveis como esse. "Se virem" não soa apenas insensível - como se os sentimentos humanos não importassem, como se fossem mero capricho e como se as pessoas não tivessem direito a segundas chances e a voltarem atrás -, mas imensamente ignorante.

E desculpe se também me excedi, mas não tem como ficar calado com esse tipo de retórica.

Silvio Barbosa disse...

Bom dia,

Nessa discussão existem algumas premissas erradas e muito perigosas.

1. O amor não é um sentimento e sim uma decisão. Que decide amar pode tanto amar a pessoa que mais tem afinidade, quanto o seu inimigo. Amor independe de ter ou não um bom relacionamento. Quando Paulo fala em 1 Co 13 sobre a não validades de alguns atos sem amor, seu incentivo é para que amem e não para que parem com as boas obras que faziam.

2. A vontade de Deus para nossas vidas é dinâmica: Deus não queria que Adão pecasse, mas uma vez que pecou a vontade de Deus passa a ser a reconciliação. Assim sendo, se um um homem e uma mulher casam-se e prometem estar juntos até que a morte os separe, mesmo que não fosse realmente a melhor opção antes do casamento, a partir do casamento torna-se a única. Há aqui a necessidade de o casal praticar o amor mútuo e construirem um relação duradoura. lembre-se que quando Jesus proibiu o divorcio havia muitos casamentos arranjados, onde a vontade era não estar casado, mas Jesus não abriu brechas para estes casos.

3. A alegria humana independe do casamento. Um homem e uma mulher podem ser felizes sem casar. O divórcio não é da vontade de Deus, mas se, por dureza de coração, ocorrer, a opção é o celibato, não o novo casamento. repito: não é preciso casar para ser feliz.

4. Jesus nos disse para dar a outra face. Em casos de violência física, entendo que muitas pessoas não consigam mais ficar juntas, mas creio que o amor incondicional e a oração perseverante podem transformar a pior realidade de qualquer casamento. É uma questão de fé.

5. os discipulos também perghuntaram, após os ensinos de Jesus, se não era então melhor ficar solteiro. E Jesus reforçou sua crença na incapacidade humana e no poder de Deus. Deus é a esperança para um casamento ruim, mas é necessário amor incondicional e fé em Deus. Não basta crer nas escrituras, mas precisamos crer também no poder de Deus.

Em Cristo

Silvio Barbosa

Anônimo disse...

Olá a todos!
Li a grande maioria dos comentários, e entendo a opinião de cada um. O casamento é uma opção dificil que muda toda a nossa vida. Porém, Jesus disse "... Deus permitiu que despedisse sua mulher por causa da dureza de vossos corações, mas no principio não foi assim..." Ou seja, Jesus não endossou o divocio nem nos casos relatados na lei de Moisés. Por que? Porque nós temos um Deus maravilhoso que pode transformar qualquer situação!
Gostaria, então, de deixar meu testemunho:
Eu vivia um casamento frio, jé sem intimidade e constantes crises. Em março, Alda foi acometida de uma grave depressão e sindrome do Panico, de maneira que, ficou sem todos os movimentos dependendo de mim até para suas necessidades mais básicas, o 1º mês foi terrível! Pouco a pouco ela foi melhorando, foi se reconciliando com Deus, fomos nos reaproximando, passamos a realizar o culto doméstico juntos, não perdi nenhuma consulta dela, nos aproximamos dos irmãos e da Igreja, abrimos nossas portas para os irmãos, nos dias 16 e 17 de Julho participamos do nosso 1º encontro de casais, foi uma grande luta, mas também uma grande benção! No dia 18 no culto de encerramento pudemos testemunhar tudo o que nosso Maravilhoso Deus operou em nossas vidas e ouvir o testemunho de outros 34 casais. Domingo tivemos o 1º almoço de confraternização que foi em nossa casa, uma benção! ontem, para a glória de Nosso Deus! Alda se reencontrou pela 1ª vez com seus alunos foi maravilhoso! dia 31 de outubro sua licença médica termina e creio que ela vai voltar a sua vida normal! Por que estou relatando tudo isso? Porque o Deus que prometeu é fiel para cumprir! Eu sei que Deus ressussitou meu casamento através dessa tribulação! Que, no tempo de Deus geraremos filhos! Que todas as promessas de Deus vão se cumprir porque o casamento, a família são um projeto do coração de Deus! Por mais que haja luta, Vale a pena lutar! Pois em Cristo Jesus somos mais do que vencedores!
Um abraço a todos dos irmãos Nei Junior e Alda!

Anônimo disse...

Jesus é o Caminho com "C" maiúsculo, e Ele diz que os adúlteros já estão julgados segundo as escrituras. Então cabe aqueles que quiserem entrar no Reino dos Céus obedecê-lo, caso contrário serão condenados eternamente. Estas palavras são fortes, mas é uma realidade que não podemos ignorar. Portanto como servos que somos, cheguemos a Ele com "E" maiúsculo e com coração quebrantado, e respeitemos seus mandamentos a respeito do santo matrimonio. Adalberto

Anônimo disse...

Prezado irmão, parabéns pelo texto.

Em nossa cidade enfrentamos um problema talvez não tão comum. Há uma determinada igreja, famosa e popular, que ensina que "apenas o que vale diante de Deus é o primeiro casamento".

Esta afirmação, que aparenta ser inocente, leva ao ensino desta determinada igreja de que, uma vez que a pessoa tenha sido casada no passado e se divorciado, ainda que o casamento/divórcio tenha ocorrido quando a pessoa não era convertida, ela não deve se casar de novo, e não apenas isto: deve procurar seu ex-conjuge e tentar a reconciliação.

Por exemplo: um rapaz se converte com sua esposa nesta igreja, juntamente com seus dois filhos. Depois de um tempo, a liderança desta igreja descobre que o mesmo fora casado antes de se converter (estando agora com sua 2a esposa), tendo o divórcio acontecido a 15 anos atrás. Pois bem, este rapaz será orientado por estes líderes a abandonar a sua atual esposa, e tentar a reconciliação com a primeira (ainda que esta já esteja também casada!), e caso ela, a primeira, não consinta (o que é provável), ele também deve se separar da segunda e permanecer solteiro.

Concluindo: não sei o que é pior!!

Acredito que o cristianismo bíblico deve buscar lidar com essas questões sobre a ótima da seriedade mas também da graça, considerando o casamento indissolúvel sim, mas tendo também misericória pelas pessoas envolvidas em processos tão dolorosos que ocorreram pré-conversão.

Enfim, verdade com amor e amor com verdade, sem tirar nenhum dos dois.

Creio que a maior parte dos problemas nas igrejas atuais se deve ao "excesso de amor sem verdade" (que vira leniência e permissividade para tudo) e o "excesso de verdade sem amor" (que vira tradicionalismo, brutalidade e manipulação das pessoas).

Permanecerei anônimo para que ninguém tente inferir qual a tal cidade e a tal igreja, mas pode me chamar de Silva rs.

Grande abraço!

Edison Fernando disse...

Para simplificar, digo o seguinte:
A preocupação da Palavra — note, não falo de textos — é com a injustiça! E é injustiça tudo aquilo que não é justo. Ora, essa obviedade se aplicaria a tudo, menos ao casamento? Não creio!
Assim como não é justo se “divorciar por qualquer motivo” — conforme faziam muitos em Israel, inclusive nos dias de Jesus —, também não é justo carregar um casamento maligno e doente, apenas porque o(a) parceiro(a), não cria a “margem legal” para a separação, enquanto oprime o outro o dia todo. Consciência é o que falta! Quem tem consciência conhece os limites!
Quem não tem consciência vive da Lei, que foi dada para regulamentar a falta de consciência. Jesus não “puxou” este assunto. E quando falou, foi dentro de um contexto: a briga judaica entre as teses dos rabinos Shamai e Hillel. Quando encontrou a mulher que adulterara, mandou-a de volta à vida com a mensagem de que a vida não passava por aquele caminho que quase lhe gerara a morte. Quando encontrou a Samaritana, que já havia tido cinco maridos oficiais, e agora estava tendo um “caso”, mandou chamar o marido. Foi ela quem puxou o assunto da legalidade do vínculo, tão acostumada que estava a ser culpada por tantos “casamentos”. Paulo disse que cada um deve andar conforme foi chamado. Ora, esse princípio se aplica a tudo. Se você é um escravo, mas creu, ande em Cristo. Se puder quebrar as correntes, quebre-as. Escravidão não é aquilo para o que fomos chamados. Há casamentos que são usinas de aflições e doenças. Qual é a vontade de Deus? Deixar que o menino fique no buraco porque a lei o determina – afinal, trata-se do “sábado do casamento”?
E o que você acha da mulher rixosa? Meu Deus! Quem puder ficar livre dela, que fique o quanto antes; ou então, que se console com uma goteira na cabeça, ou que faça amor com um espinheiro.
O tema na verdade é: a necessidade de se ter Consciência. E digo: sinto total paz pra dizer o que digo. Poderia ser levado deste assento de computador para a eternidade sem temor quanto ao que escrevo aqui, pra você e pra todos. Mas repito: Digno de honra é o casamento, e o leito sem mácula!
Afinal, Deus julgará os adúlteros.
Mas, não nos esqueçamos: o Deus que julgará os adúlteros é o Deus de Oséias; o mesmo que mandou que ele se casasse com uma adúltera contumaz.
O oposto também é verdadeiro. Ou seja: há muito adultério acontecendo em casamentos onde nunca houve um “caso de adultério”.
Adultério acontece no coração. E os adúlteros sabem que são adúlteros quando o são.
E digo mais: O adúltero não é um ser apaixonado.
O adúltero, para Deus, é um profissional da sedução, e que vive de arrancar o seu prazer da traição que pratica, sempre buscando perverter aquilo que Deus criou para ser santo: a intimidade de um homem e uma mulher. Por isso é que muitos homens da Bíblia tiveram mais de uma esposa e não eram adúlteros. Davi, por exemplo, se tornou um adúltero quando foi buscar, por pura cobiça e lascívia, a mulher do outro.
E mais: o fez como quem come uma fruta gostosa, pois não havia ali nem um sentimento, mas apenas poder em seu exercício de posse.

E lembre-se: Davi adulterou com Bate-seba e continuou com ela, fazendo-se marido dela. E pior: Salomão foi quem deu seqüência messiânica ao prosseguimento da descendência de Davi, e ele próprio era filho da união que começou com um ato de adultério. Donde se depreende o quê? Depreende-se que o Deus que perdoa pecados perdoa também o adultério. Mas isso nunca deve se instalar como uma certeza profissional na alma humana. Afinal, de Deus não se zomba! Ele conhece o coração!
A Paz a todos!

Anônimo disse...

Li todos os comentários sobre o assunto "DIVÓRCIO". Todos haveremos de concordar que o dilema "DIVÓRCIO" não é teoria ou não está no campo das teorias, especulação ou suposições, é "FATO" conhecido, presenciado, sentido, visto, tangível, (até jesus teve conhecimento do problema).
Esgotar sobre este assunto é quase impossível para o homem de conhecimento limitado que é. De quase todos que se manifestaram (com algumas exceções),os vejo dando sua pequena parcela de ajuda para o emblemático. É que nenhum de nós nascemos com tudo, e conseguimos ver todas as linhas do problema. O que eu não vejo, já meu irmão o ver, o que ele não ver, talvez eu possa ver,e, assim, sempre dependeremos uns dos outros nas formações de idéias para um senso comum. Eu diria que não tudo, mas, uma boa parcela de ajuda e esclarecimento para a questão está nos comentários, cabe você juntá-los e extrair (filtrando) é possível você fazer isso? mas não se esqueça de ler, reler, ler novamente, estudar sobre o assunto na bíblia, orar a Deus pedindo discernimento, ler bons livros sobre o assunto, cada caso é um caso (para ser avaliado), nem todo assunto hodierno a bíblia explica nos pormenores, contudo, há na bíblia o essencial para o homem se salvar (Deus sabe o porque de não relatar tudo na bíblia), porém, mesmo nos casos difíceis, Deus mandou o Espirito Santo. Podemos contar com ELE (o Espirito Santo). Este assunto é tão vasto que não existe nenhum livro que trate do mesmo e esgote o assunto.
Não sou pessimista sobre o mesmo. Há saída, há escape, há solução. Como em todos os casos da vida, convém pegar causas assim com amor, sinceridade, consciência, flexibilidade, brandura, compaixão, imparcialidade, graça(principalmente a graça divina)etc...
Alguém com muita propriedade, falando sobre o assunto, disse: "Deus deixou uma válvula de escape, senão, do contrário, seríamos forçados a acreditar que
"Ele" não poder prever os acontecimentos sociais do futuro". Há também, na bíblia, a doutrina da "SOBERANIA" divina, é importante atentar para isto. A soberania de Deus na bíblia não anula sua justiça e retidão não. Ex: Se Ele resolver querer tirar você desse calabouço que porventura esteja passando, Ele o fará sem precisar dar satisfação a quem quer que seja (mesmo que seja o emblemático de que estamos tratando). Calma! espere em Deus, confie em Deus.
Resolvi não fazer um comentário meu sobre o assunto. Se o fizesse, seria apenas um somatório a mais do que já foi exposto. Poderei fazê-lo depois. Não quero que meus comentários seja muito cansativo para os leitores. Certo é, que: Quanto mais comentários variáveis possíveis, melhor será para se extrair um denominador comum á luz da bíblia. Deus espera de nós que sejamos expertos, estudiosos, que façamos análises, conclusões, indagações, etc...
Vou parar por aqui tá! Abraços a todos!
Em cristo, Gideao

El Misionero Matsuura Junichiro disse...

Divórcio não é solução, é problema. E problema sério.
Se for para se divorciar, e muito melhor não casar.
Na dúvida, nem namore. Quanto mais casar.
É melhor terminar um namoro do que termina um casamento. A dor é bem menor.

Não toque nos "ungidos de Gezuis", você pode se contaminar.
Em vez disso, ENFIE A BORDOADA NELES!!!!

Falar bordoada pode, né, Pastor Renato????

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ministério pastoral

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