A maravilhosa doutrina da eleição

Por Renato Vargens

O Principe dos Pregadores Charlles Haddon Spurgeon certa vez afrmou:

"Creio na doutrina da eleição, pois estou bem certo de que, se Deus não me tivesse escolhido, eu jamais iria escolhê-lo, e estou certo de que ele escolheu-me antes de eu nascer; de outro modo, ele nunca me teria escolhido". Já o reformador francês João Calvino costumava dizer que a base para a discriminação entre os homens é somente a vontade soberana de Deus; mas a base para a condenação dos réprobos é o pecado, somente o pecado.

Isto posto, quero convidá-lo a assistir abaixo esta bela mensagem de John Piper onde com propriedade ele trata da maravilhosa doutrina da eleição.

Renato Vargens

3 comentários:

Eu não consigo entender esse negócio de eleição. Piper usa Efésios 1.4:

"Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor;"

Quem é esse "nos"?? Não consigo ver aqui um grupo separado.

Hoje mesmo fiz um comentário sobre eleição, mais uma vez externando minha dúvida, foi no Blog Leitores da Bíblia, sobre João 5:25:
...
5:25 Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.

Já ouvi pregadores sustentando a eleição no fato de não termos escolhas por que estamos mortos por causa do pecado, mas esse versículo nãopode ser usado para provar que "e os que a ouvirem viverão"? Não dá impressão de que ouve quem quer?

Eu gostaria de ver com essa clareza do Piper.
É dúvida mesmo, estou sendo sincera.

13 de dezembro de 2010 20:16 comment-delete

A doutrina da eleição tem aspectos fáceis e difíceis de ser entendida. Mas temos que partir do fato de que (1)todos nós merecemos o inferno e a condenação por causa da nossa natureza pecaminosa e (2)a salvação pertence ao Senhor e cabe a Ele adminstrá-la.

Pensemos na nossa própria vida: se fôssemos deixados por nossa própria conta, será que nos voltaríamos a Deus para buscar a salvação de nossa alma? Se Ele Se mantivesse passivo na nossa salvação, será que O reconhecerìamos como nosso Senhor?

Spurgeon dizia que as pessoas quando oram são mais bíblicas do que quando estão com olhos abertos. Ninguém em sã consciência se aproxima de Deus agradecendo a si mesmo pela salvação. Quando oramos agradecendo a salvação, agradecemos a Ele por Ele ter nos salvado. Mas quando pregamos o evangelho dizemos que as pessoas têm que se decidir por Cristo, aceitá-lO e, pior, muitos ainda dizem que as pessoas têm liberdade para fazer isso.

Eu não consigo entender como a doutrina de eleição é deixada de lado pela maioria das pessoas. E assim, essas pessoas acabam valorizando uma suposta liberdade da vontade que a Bíblia diz que não existe para as pessoas.

Até mais, Marcos.

14 de dezembro de 2010 12:03 comment-delete

Essa nova doutrina da predestinação é sútil e utopia.

Se Deus te elegeu é porque de antemão conheceu e aceitou sua decisão por Ele. E a soberania de Deus em nada pode ser diminuída, nem mesmo o livre arbítrio que soberanamente criou em nós.

Deus sempre será soberano, não há nada que possamos fazer para diminuí-la. Nem mesmo Cristo humilhado na Cruz pela decisão do povo e o lavar das mãos de Pilatos diminuiu a soberania de Deus.

Bíblia fora do contexto é pretexto. Ore de olhos abertos.

16 de fevereiro de 2011 22:32 comment-delete