Por Renato Vargens
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Confesso que recebi com pesar e tristeza a noticia da morte deste rapaz. Tenho plena convicção que se Cristo tivesse entrado em sua vida, seu fim poderia ter sido bem diferente. Infelizmente André teve uma existência marcada pela prostituição onde a imoralidade sexual nitidamente apontava para a escravidão do pecado.
Caro leitor, como muito bem afirmou Hernandes Dias Lopes, o pecado é uma fraude. Promete prazer e paga com o desgosto. Faz propaganda de liberdade, mas escraviza. Levanta a bandeira da vida, mas seu salário é a morte. Tem um aroma sedutor, mas ao fim cheira a enxofre. Só os loucos zombam do pecado. O pecado é perverso. Ele é pior do que a pobreza, do que a solidão, do que a doença. Enfim, o pecado é pior do que a própria morte. Esses males todos não podem destruir sua alma nem afastar você de Deus, mas o pecado arruína seu corpo, sua alma e afasta você eternamente de Deus.
Pense nisso!
Renato Vargens
Pense nisso!
Renato Vargens
Esse rapaz deve ter tido uma vida muito difícil. A prostituição é uma moeda com duas faces muito simbólicas. De um lado, a vida dura dessas pessoas que se prostituem, de outro a vida dupla de alguns "cidadãos de bem", alguns pais de família com reputação irretocável, um nível social invejado por muitos, pessoas que nunca saíriam numa nota de jornal como as que anunciaram a morte André Luiz Ribeiro Albertini. Políticos, artistas, empresários, e quem sabe até líderes religiosos. Pessoas que seriam exaltadas em notas de jornais como exemplos a serem seguidos. Duas faces da mesma moeda. Realmente, só a misericórdia de Deus nesses momentos!!
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