terça-feira, julho 21, 2009

Esquisitices da música gospel - parte II

Adoração extravagante.
Por Renato Vargens
O louvor da sua igreja é extravagante? Não? Então você está fora do mover de Deus. É exatamente isso que algumas pessoas têm dito àqueles que não aderiram a um dos mais novos métodos de adoração.
No Brasil, os representantes mais conhecidos deste estilo de louvor congregacional são Davi Silva, Mike Shea, Ludmila Ferber, David Quinlan e Ministério Diante do Trono. Em linhas gerais, essa tendência afirma a necessidade de uma adoração sincera, abundante, espontânea, totalmente guiada pelo Espírito de Deus. Para estes a palavra “extravagante” fala da atitude do adorador, a qual deve sobrepujar os padrões formais e expressar sua adoração em termos de liberdade e espontaneidade. Nesta perspectiva, o verdadeiro adorador voa como águia, ruge como leão, salta como coelho, canta de costas para o público, além de rolar pelo chão quando tocado por Deus. Para os adoradores extravagantes o que vale é romper com os paradigmas religiosos, manifestando através do louvor congregacional uma adoração desprovida de frieza espiritual. Segundo estes, tudo é válido desde o riso incontido ao choro histérico por parte dos adoradores.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Em nenhum momento as Escrituras Sagradas nos ensinam a cantar extravagantemente. O Novo Testamento não nos concede respaldo teológico para que entoemos cânticos cuja inspiração é de cunho delirante. Ora, vale a pena ressaltar que o nosso louvor ainda que emocionado deve ser absolutamente racional.
Ah! Que saudade do louvor onde Cristo era o foco da adoração. Ah! Que saudade do tempo em que se cantava e entoava cânticos por missão! Lembro-me de momento maravilhosos onde a igreja prostrava-se em adoração ao Senhor cantando a Deus com coração contrito e quebrantado.

Prezado amigo, diante de tanta extravagância alguma precisa ser feita, os valores do reino de Deus precisam ser resgatados, e o evangelho de Cristo vivenciado.
Amados, mais do que nunca é imprescindível que reflitamos a luz da história sobre o significado e importância da Reforma. Acredito piamente que os conceitos pregados pelos reformadores precisam ser resgatados e proclamados a quantos pudermos, até porque, somente agindo desta forma poderemos sair deste momento preocupante e patológico da igreja evangélica brasileira.

Uma nova reforma Já!

Renato Vargens
Blog Gomes dos Santos disse...

O grande problema do ser humano é encontrar o equilibrio e eu creio que é isto que Deus quer de nós.
Para mim, não é agradavel uma equipe de música que durante o periodo de louvor, somente canta o tempo todo, muitas vezes de maneira fria sem nenhuma ministração. E o contrario também é ruim, ministros de louvor falando demais, deixando as pessoas em pé por muito tempo (isso cansa), e introduzem no culto a Deus essas coisas estranhas que o pastor Renato listou aqui. Uma coisa que aprendi também: ministro de louvor não é pastor para ficar pregando durante o periodo de louvor e nem o pastor é ministro de louvor (com RARÍSSIMAS EXCEÇÕES)alguns pastores ao tentarem fazer isso beiram o ridículo. Cada um na sua função.

Anônimo disse...

Pastor Renato

Por acaso foi feliz coincidência voce ter focado o nome de Davi Silva. Ouvi há dias uma canção dele chamada "Maior Prazer" em que a letra até é bem bonita pois o refrão diz "É meu maior prazer
Te adorar Senhor
Prostrado aos teus pés
Canto uma nova canção e adoro a ti;
Levanto as minhas mãos
Te dou o meu coração
Quando tua glória eu vir,
Quero então dizer:
Eis-me aqui Senhor".

Acontece que quando ele acaba de cantar (a canção cantada dura cerca de 3 minutos e alguns segundos) ele chora durante 13 minutos com qualquer musica de fundo, apenas se ouve de vez em quando um ligeiro tocar do teclado. Quer dizer que a canção tem um tempo total de 16 minutos em que a maior percentagem é o choro. Para quê chorar durante esse tempo todo para as pessoas ouvirem? Posso estar errado, mas procurar a emoção pela emoção de que vale? Longe de mim julgar os outros, mas achei estranho. Sou tão abençoado pela canção (a melodia é belíssima) durante 3 minutos. O resto... dispensei!

João Gomes

Anônimo disse...

Amém!!! Que o Senhor incline os Seus ouvidos ao nosso clamor.Que o povo abandonem o louvor de auto-ajuda e voltem a louvar a Deus.Não suporto mais ouvir " Sabor de mel","Restitui"," corinhos de fogo"," reteté".E o povo se comportando como meninos na fé.É o sinal que precisavamos,a grande apostasia,Jesus está mais próximo.Maranata.

Dougllas knnor disse...

sera que a frase da biblica “Portanto, façam tudo com decência e ordem” (I Co. 14: 40).

foi esquecido esse verciculo?

marcia disse...

Pr Renato,
Eu nao vejo nenhum problema em ser extravagante, o negocio e vc ser extravagante na Igreja e do lado de fora ficar somente no VAGANTE.. Pois e.. nao concordo com esses moveres de animais, nao tem nada haver.. Sabemos que o Espirito de Deus habita no meio dos louvores, e onde Ele esta ha liberdade.. Mas a liberdade e a d'ELE nao e? entao, Eu tenho saudades dos tempos em que o louvores nos faziam chorar por sentir a presenca de Deus com as cancoes lindas e etc..Realmente "nos" evangelicos temos adaptado ao estilo mantra nas nossas Igrejas, e guando protestamos "somos" apedrejados.. Pra mim a melhor extravaganca experiementada e guando todos os dias eu chego diante de Deus com ofertas de gratidao louvor e adoracao, e sozinha aqui na minha sala tenho experiencias divinas com o nosso Deus!! Isso sim tem feito a diferenca na minha vida, pois em 17 anos de convertida, nunca havia experimentado o quanto e bom vc ter tempo a sos com Deus, e e claro que incluo a intercessao pelos amigos, familiares e etc.. Hj eu penso que se a Igreja experimentasse isso e entendesse que o culto nao e pra estar ali adorando a Deus mais sim pra congregar e aprender mais da palavra de Deus, nao inventariamos tanta moda...o nosso louvor extravagante deve ser diario, dentro das nossas casas sem causar nenhum escandalo..
Marcia Lombardi

Anônimo disse...

Sinceramente o que eu me levo a pensar sobre estas encenações....?
Essa gente toma coisita....

Erivelton disse...

Olá Renato, depois de ler sua matéria fico, bastente impresionado, com sua parcialidade e falta de ética em criticar de maneira tão grossa e ironica, igrejas, e levitas que tem modificado de maneira tão forte a vida de muitas pessoas pelo Brasil a fora. O grande problema no meu ponto de vista é quando o homem que colocar o Senhor dentro de uma caixa que ele mesmo delimitou o tamanho, falo isso com propriedade, pois fiz faculdade de teologia em uma universidade de uma igreja histórica, e vi e convivi, com muitos homens que pensavam como o senhor, tinham uma retorica muito "bonitinha", mas as mão eram totalmente vazias de frutos para o Senhor, pois enquanto o Senhor gasta seu "precioso" tempo pensando como atacar pessoas e igrejas que crêm no mesmo Jesus que o você, eles estão ai fora ganhado vida para o Senhor. Peço que tenha mais respeito ao fazer suas críticas ao movimento neopetencostal.
Erivelton Andrade

Renato Vargens disse...

Prezado João,

Por que ele não se ateve a letra? Porque tanto tempo chorando? 13 minutos?

Confesso que não entendo!

Renato Vargens

augusto elias disse...

A oração tem uma importância fundamental para todos que buscam o Deus do Altíssimo.O louvor(música) também tem a sua iportância.Tanto um como o outro são canais para estarmos sintonizados com Cristo Jesus.Irmãos,já observei pregações do pastor Renato sobre a questão da oração.Deus se alegra com os verdadeiros adoradores,pois o louvor,que no tocante digo a música,é uma forma de estarmos orando,porquanto,ressalto o equilíbrio mencionado pelo BLOG GOMES DOS SANTOS.

Sapão - André Luís Oliveira disse...

João e Renato,

confesso que não curto muito as apresentações do David Quinlan porque as músicas são extensas e cansam realmente, além de que não me sinto à vontade por não estar no mesmo "clima" que os demais. Nem por isso desprezo o trabalho dele ou afirmo que as músicas não deveriam ter mais de 3 minutos.
Corremos sério risco de colocar Deus e o Espírito Santo numa caixa segundo os nossos conceitos ao passo que onde há o Espírito de Deus há liberdade, respeitando o culto racional (e pra mim as músicas do David são racionais). Aliás, não vejo nada de "extravagante" nos grupos que você citou.
Quanto ao fato do valor cobrado pelos grupos, creio ser necessária uma análise mais detalhada dos motivos, pois corremos o risco de julgarmos por aparência, o que está errado. Agora, se uma igreja paga 20000 pra um grupo cantar mas falta 2000 para comprar cestas básicas, realmente há falha na administração e nas prioridades.

Sapão - André Luís Oliveira disse...

João e Renato,

confesso que não curto muito as apresentações do David Quinlan porque as músicas são extensas e cansam realmente, além de que não me sinto à vontade por não estar no mesmo "clima" que os demais. Nem por isso desprezo o trabalho dele ou afirmo que as músicas não deveriam ter mais de 3 minutos.
Corremos sério risco de colocar Deus e o Espírito Santo numa caixa segundo os nossos conceitos ao passo que onde há o Espírito de Deus há liberdade, respeitando o culto racional (e pra mim as músicas do David são racionais). Aliás, não vejo nada de "extravagante" nos grupos que você citou.
Quanto ao fato do valor cobrado pelos grupos, creio ser necessária uma análise mais detalhada dos motivos, pois corremos o risco de julgarmos por aparência, o que está errado. Agora, se uma igreja paga 20000 pra um grupo cantar mas falta 2000 para comprar cestas básicas, realmente há falha na administração e nas prioridades.

Anônimo disse...

Cara concordo com vc,mas acho que não seria um esquisitice no momento de louvor algum adorador ser tocado pelo espírito santo e isso levar alguma manifestação.
Deus não nos envergonha mas o agir dele em nossas vidas pode ser através do espírito santo!
Existem esquisitices realmente mas neste caso não vejo!

Re Brait disse...

PERFEITO!!!

Sinto-me incomodada quando me olham e eu estou adorando ao Senhor quietinha no meu canto. Parece que me julgam com o olhar, 'vc está em pecado'. rs.

Se somos livres, podemos adorar ao Senhor da maneira que quisermos não é mesmo?

Muitas vezes não é unção, e sim emoção...

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