segunda-feira, setembro 10, 2012

Esposas que desrespeitam seus maridos

Por Renato Vargens

Lamentavelmente não são poucas as esposas que desrespeitam seus maridos. Volta e meia eu vejo algumas mulheres chamando seus esposos de traste, peste, ou coisa pior.  Se não bastasse isso, existe um número incontável de esposas que desenvolvem o péssimo hábito de falar mal de seus cônjuges para as suas amigas. 

Outro dia eu presenciei uma jovem senhora denegrindo publicamente a imagem de seu esposo chamando-o de irresponsável e infantil. Ao final de sua fala, ela soltou uma sonora gargalhada levando as suas amigas a  também rirem copiosamente.

Caro leitor, mulheres que agem desta forma pecam contra Deus e contra a família. Quando uma esposa fala impropérios sobre seus cônjuges elas afrontam os ensinamentos das Escrituras Sagradas. Ora, por mais que as esposas tenham razão em reclamar do comportamento ou atitude de seus maridos, elas não possuem o direito de desrespeitá-los ou humilhá-los publicamente.  A Bíblia nos ensina que a mulher sábia edifica a sua casa e que a tola a derruba com suas próprias mãos. (Provérbios 14:01)

Prezado amigo, por acaso você já se deu conta que não são poucas as mulheres que destroem seus casamentos simplesmente pelo fato de não conseguirem controlar a língua? 

Pois é, há pouco li uma definição sobre a palavra ‘esposa’ em inglês (Wife) a qual compartilho abaixo:

"Wife tem origem na palavra tecelã (Weaver). Ela é aquela que tece o lar dentro do desenho e beleza que deve ser. Todos o novelos devem se complementar e depender uns nos outros para expressar a vontade da tecelã. Um lar tecido por uma esposa cristã expressará a graça e a beleza que revela a obra do Espírito Santo no dia a dia. Será bem claramente refletida na vida dos filhos e do marido. “Levantam-se seus filhos, e lhe chamam bem-aventurada, como também seu marido, que a louva, dizendo: Muitas mulheres têm procedido virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas.” (Provérbios 31:29)

Isto posto e a luz desta afirmação penso que toda mulher deveria avaliar de que maneira tem tratado o seu marido.

Pense nisso,

Renato Vargens

***Lucy*** disse...

A Paz de Cristo,
Pr. Renato

Eu como serva de Deus e adjuntora fiel, fui chamada para desempenhar tal papel que muito me honra, pois ser esposa e auxiliadora idônea aos olhos de muitas feministas de plantão, e porque não dizer diante até mesmo de algumas irmãs mais moderninhas, está fora de moda, elas entendem como humilhação. Exerço a função de intercessora, orando diariamente pela vida do meu marido (trabalho, ministério, etc...)
Nos dias atuais estão querendo mudar o que está escrito a respeito da submissão e obediência.
Mas o que diz as Escrituras é:
EU O SENHOR, NÃO MUDO!
E a ordem foi para que fôssemos auxiliadoras, amigas, companheiras, intercessoras... e agindo dessa forma seremos usadas pelo Altíssimo para edificação de nosso lar.

Posso afirmar que vivo feliz no meu matrimônio, amo e respeito o meu marido, e sou SUBMISSA SIM!
Para honra e glória do Senhor JESUS.

Em Cristo,

***Lucy***

Joab Barros disse...

Post corajoso para os dias atuais.

Joab Barros

Sâmia Cavalcante Souza Siqueira disse...

Vejo muito essas situações que o senhor descreveu, pastor. Fico até constrangida, às vezes. Tenho uma conhecida que toda vez que discute com o marido(por motivos banais, como a quebra de um pen drive por exemplo)diz que ele não precisa ficar com ela, que a porta é a serventia da casa. Além disso, todas as vezes que converso com ela, a mesma só enxerga os defeitos dele, não consegue falar nada de bom...eu vejo que ninguém é perfeito, mas ao menos eu vejo o esforço dele, por que ele trabalha em escala de horário no aeroporto e mesmo assim faz de tudo para estar próximo à família. O
ultimo episódio foi agora no 7 de setembro em que ela foi marchar (ela faz parte de uma ONG contra a vontade do marido) e deixou os 3 filhos aqui em casa; o marido dela chegou depois, do trabalho. O problema é que as 3 crianças estavam doentes, com uma virose, vomitando muito...eu vi a agonia do pai, mas não podia falar nada para ele por que fiquei (ficamos eu e meu marido) com medo de ele ficar com mais raiva dela.

Como a irmã postou acima, tenho prazer em ser submissa ao meu esposo, auxiliando-o, orando por ele, cuidando de nossa casa e das nossas filhas. Eu tomei uma decisão que ainda é vista como loucura por muitas "amigas", pois deixei de trabalhar para me dedicar exclusivamente à família. Tinha um bom cargo e ganhava bem, mas não tinha paz em casa, meu marido estava frustrado e pior, queríamos outro bebê e eu simplesmente não conseguia engravidar por puro estresse! Depois que deixei o emprego em 5 meses engravidei - hoje estou com 6 meses de gravidez, Graças a Deus!

Thais Martins disse...

Lucy, querida, está de parabéns! Ainda não me casei e penso da mesma forma. Escrevi, inclusive, um artigo sobre o assunto. Acho que ser submissa não nos torna menores e menos valorosas em nada. Glória a Deus por ainda existirem mulheres como você!

Rubens Morais disse...

O movimento FEMINISTA rebaixou as mulheres, em especial as esposas. Se, alguma mulher pensa que está ganhando espaço com essa falácia de "igualdade", eu quero deixar bem claro que há um ledo engano nesse pensamento e nesse princípio. Ser esposa, ser a rainha do lar, é muito mais honroso do que ser a maior autoridade deste pais. Uma dupla, canta muito melhor, quando há uma primeira e uma segunda voz. Fora isso, não é uma dupla, é carreira solo. E, casamento "carreira solo", simplesmente não existe. Uma esposa inflexível é como um animal xucro, precisa de muito tempo para entender que a regra da SUBMISSÃO não é humana, é Divina. A grande dificuldade dos casais repousa exatamente nesse ponto: a família esqueceu que o SACERDÓCIO é do marido. Isso proporciona ao esposo uma responsabilidade inimaginável; e, a ele, é devido todo o respeito que sua função, outorgada por Deus, merece.

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