quinta-feira, agosto 14, 2014

A morte de Eduardo Campos a morbidez de alguns e o esfriamento do amor

Por Renato Vargens

O país ontem recebeu chocado a notícia da morte do candidato a presidência da República Eduardo Campos.

Pois é, apesar da tragédia houveram alguns que emitiram afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais, como por exemplo, pessoas pedindo para que, no lugar de Campos,  estivesse Aécio ou Dilma,  ou até mesmo colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente. Se não bastasse isso, um pastor, emitiu uma grotesca opinião dizendo que a morte bateu na porta errada. (veja aqui).

Caro leitor, eu não votei em Dilma, no PT e nem o farei esse ano, agora, desejar a morte dela e de outros é de um absurdo inimaginável.

Diante das declarações do pastor (pastor?) e de inúmeros outros que brincaram com a morte de Campos me fizeram lembrar de Jesus que disse que por se multiplicar a iniquidade o amor esfriaria (Mateus 24.12). Ora, a relação que Jesus apresenta entre a multiplicação do pecado e o esfriamento do amor é absolutamente verdadeira. Na medida em que cresce o pecado em suas mais variadas formas, da corrupção ao crescimento da miséria social, da pornografia a todas as formas de banalização sexual, da violência nos lares a violência urbana, no individualismo exacerbado ao comportamento hedonista, esfria-se o amor genuíno e sincero no ser humano. 

Verdadeiramente vivemos dias dificeis!

Renato Vargens

Renata Eufrásio disse...

Ótimo post, palavras sábias! Deus abençoe...

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