segunda-feira, março 19, 2012

Gretchen e a geração que relativizou o casamento.

Por Renato Vargens

O Estadão publicou que a cantora Gretchen casou pela décima sexta vez.

A cantora e dançarina Gretchen, de 52 anos, se casou novamente. Ao ser questionada sobre o seu mais novo matrimônio Gretchen declarou que “foi amor à primeira vista”.

Pois é, confesso que fico abismado como os casamentos foram relativizados em nosso país.  É assustador saber que homens e mulheres desfazem de seus vínculos matrimoniais com tanta facilidade.

A revista Isto é há pouco publicou a prática de um novo comportamento social. Segundo o periódico nacional alguns casais ao chegarem à conclusão de que o casamento acabou, em vez de chorarem em virtude do fracasso e da dor da separação, optam por reunirem os amigos e familiares celebrando o descasamento. Para estes, a “festa” se dá com direito a música, bebidas, quitutes e presença de muitos daqueles que estiveram na festa de casamento. A novidade, que faz sucesso nos Estados Unidos, onde existe até uma empresa especializada em mini-caixões para alianças, começa a conquistar os (ex) casais brasileiros. E chega com direito a lembrancinhas, docinhos bem-separados (em vez dos bem-casados), noivos personalizados guerreando no topo dos bolos e o que mais a indústria especializada inventar.

Caro leitor aonde vamos parar? Que mundo é esse? O que aconteceu com os valores da moralidade? Ora, noticias como estas nos mostram que o Brasil e o mundo estão passando por um período tenebroso na história da humanidade, onde nitidamente se percebe total inversão nos valores da sociedade. Como já dizia o profeta Isaías, o bem é considerado mal e o mal bem; a luz é vista como escuridão, e a escuridão como luz. Infelizmente, a cada novo dia, o que era certo parece tornar-se errado e o errado parece tornar-se certo. Sem sombra de dúvidas, comportamentos como os relatados pela revista afrontam o Criador. Ora, é inadmissível considerarmos festas como estas eventos normais. Tenho plena convicção que como crentes em Jesus não nos é possível celebrarmos a dor, o fracasso e as marcas dolorosas do divórcio. Antes pelo contrário, temos por dever protestar veementemente diante deste nocivo comportamento da sociedade brasileira. Além disso, cabe a nós chorarmos diante do Senhor, pedindo perdão pelos pecados de uma nação que teima em desrespeitar ao seu Criador.

Deus tenha misericórdia deste país.

Renato Vargens
Silas Roberto Nogueira disse...

Renato, como sempre o artigo é oportuno. Interessante que certa vez assisti uma entrevista em que certo cantor romântico que coleciona ex esposas disse que se casava porque naquele momento estava amando, mas depois o amor passava e aí o jeito era separar. Um comediante da velha guarda que também coleciona ex esposas disse numa entrevista que casou tantas vezes justamente porque acreditava no casamento! Infelizmente é assim que alguns veem o casamento - algo transitório. Mas a Bíblia não apresenta o casamento desta maneira.
Silas Roberto Nogueira

Anônimo disse...

Lamentável tudo isso! Estamos desesperados por um genuíno avivamento Senhor!
''Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada.'' SL 119.126

Ass: Bruno Leonardo/João Pessoa-PB

José Francisco da Silva disse...

Pastor Renato, recentemente em sua matéria "A apostasia e neopentecostalização das Igrejas históricas", deixei claro que me uno aos que lamentam, sofrem e choram por causa de tais acontecimentos mas que, no entanto, entendo que a situação não está fora do controle de Deus e que tudo quanto está acontecendo, é assim porque as Escrituras dizem que assim iria acontecer.
Essa inversão de valores que vemos hoje, inclusive quanto ao casamento, com certeza dá-se pelo esfriamento do amor causado pelo aumento da iniquidade conforme Jesus falou em Mateus 24:12.
Infelizmente este mal tem crescido em grande escala também entre nós e nós mesmos temos nos esquecido de que é uma ordem de Deus que amemos nossas mulheres. Recentemente ouvi uma pregação gravada do Rev. Augustus Nicodemus, quando disse que "Deus não mandou os namorados amarem suas namoradas nem os noivos amarem suas noivas, mas mandou os maridos amarem sua mulheres"... aludindo ao fato de que aquele amor de namorado e noivo é um amor "paixão" - sexual - e que o verdadeiro amor será cultivado depois, com o tempo, crescendo dia a dia. Portanto - disse ele - "não existe esse negócio de "não amo mais". O marido tem o dever de amar a mulher e se não sabe amar, tem que pedir a Deus para aprender... aprender a amar a sua mulher como Jesus amou a sua igreja. É importante lembrar que quando Ele nos amou, nós ainda não O amávamos; mas mesmo assim Ele nos amou!
Pregar a Verdade e orar, é o que podemos fazer.

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