quinta-feira, janeiro 03, 2013

Pelo Senhor e por Gideão!

Por Renato Vargens

Após a morte de Josué, Israel passou por aproximadamente  três séculos experimentando altos e baixos. As Escrituras afirmam que naquele tempo cada um fazia o que achava mais reto" (Juízes 17:6; 21:25). Durante esse período, o povo oscilava entre servir ao Deus de Moisés e aos deuses de Canaã. Segundo as Escrituras todas as vezes que um juiz se levantava, o povo buscava ao Senhor, no entanto, bastava com que o Juíz morresse, que a nação afastava-se do seu Libertador.  Como alerta ao povo rebelde, Deus permitia que um inimigo o oprimisse.  Quando o povo se arrependia e pedia libertação,  Deus mandava juízes para livrá-lo das mãos dos inimigos. 

Gideão foi um destes notáveis juízes que governaram Israel. As Escrituras afirmam que ele libertou o povo de Deus dos midianitas. Naquele tempo os midianitas oprimiam Israel roubando suas colheitas e  animais.  Certa ocasião este adversário deu com ímpeto contra o povo escolhido do Senhor matando em Tabor os irmãos de Gideão, contribuindo assim com a preparação do cenário onde ocorreu o seu chamamento. 

Após uma forte experiência espiritual, Deus ordenou a Gideão que derrubasse o altar de Baal e erguesse ali um altar dedicado a seu nome. Gideão orientado pelo Senhor separou 300 homens e surpreendeu os midianitas sob a escuridão da noite triunfando  sobre o exército  inimigo.

O Texto bíblico que  relata a saída do exército para a batalha aponta para o fato de que os que estavam com Gideão gritaram:  "À espada, pelo Senhor e por Gideão! " Juízes 7:20b

Pois é, repare que os valentes de Gideão  gritaram os nomes do Senhor e do seu líder apontando com isso para o fato de que além de comprometidos com Jeová, encontravam-se aliançados com Gideão.

Caro leitor, por acaso você já percebeu que ao contrário deste episódio muitos dos nossos "valentes" não estão comprometidos com os seus pastores? Na verdade, ouso afirmar que poucos são aqueles que encontram-se dispostos a lutarem as batalhas de seus líderes. Ora, uma igreja saudável cuida, ama e apóia o seu pastor. Um claro exemplo disso é a forma com que a Igreja que Charles Spurgeon pastoreava o tratava. O principe dos pregadores enfrentou enquanto pastor do Tabernáculo Metropolitano inúmeras lutas, todavia, a história relata que tanto o Corpo Diaconal quanto a Igreja estiveram ao lado do seu pastor até o fim de sua vida.

Prezado amigo, a luz deste texto pergunto: E você? tem sido um parceiro do seu pastor? Será que  está disposto a lutar com ele e por ele? E por fim responda sinceramente: "se você fosse pastor gostaria de ter uma pessoa igual a você como ovelha?

Valorize e lute com e pelo seu pastor, com certeza isso agradará ao Senhor.

Renato Vargens
Pastor Elias Alves disse...

Hombre, que edificante este texto... muito bom.

Abração, saudades.

Paulo Cerozino disse...

Graça e paz Pr. Renato!

Acompanho suas mensagens faz tempo e tenho sido edificado por elas. Agradeço a Deus por sua vida.

Quanto ao texto que escreveu:

Hoje falta "valentes" comprometidos com seus pastores porque está cada vez mais difícil pastores como Gideão e Charles Haddon Spurgeon.

Estamos vivendo dias de escassez de verdadeiros pastores. Quase não há referências.

Os valentes de Gideão eram comprometidos com o seu líder porque o seu líder era comprometido com Deus.

Sinceramente não sei onde as coisas vão chegar, porém creio que Deus está no controle (mesmo diante de tanta bagunça evangélica) e É soberano, e consigo descansar Nele.

Grande abraço,

Paulo Cerozino


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