Representantes da ONG Rio de Paz estiveram na Escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, onde 12 crianças foram mortas por um atirador. Eles colocaram flores e cruzes junto às velas e cartazes que foram postos por colegas das vítimas.
Segundo o presidente da instituição, Antônio Carlos Costa, a maior preocupação não é tentar entrar na cabeça do assassino, mas investigar como as armas chegam às mãos das pessoas.
- Não é possível entrar na cabeça de um homicida, mas é possível rastrear as armas e munições que entram no nosso estado. Essas armas estão diretamente ligadas a esses episódios - disse Costa.
Doze cruzes foram colocadas no muro da escolas. São as mesmas que foram usadas em um ato no Aterro do Flamengo, em 2008, quando o estado do Rio atingiu o número de dois mil homicídios no ano.
Amigos, vizinhos e religiosos também estiveram na escola e oraram pelas vítimas. Doze vasos de flores simbolizaram as crianças mortas pelo atirador Wellington de Menezes Oliveira.






@pastorRenatoVargens,
ResponderExcluirNesse caso só o que resolve é muita oração, pois somente o poder e a misericórdia de Deus pode evitar esse tipo de tragédia.
O Jovem era um psicopata, ele iria matar de qualquer jeito, com arma, sem arma, ele estava disposto a isso, determinado.
O stress e a Depressão, imposta por uma sociedade, aos que não conseguem "vencer", onde só tem valor quem tem $$$, leva algumas pessoas ao suicidio e outras e demonstrarem seu lado mais horrendo, a falta de Cristo na vida das pessoas, contribue para esse clima.
Por isso o debate levantado pela imprensa sensacionalista é equivocado, atribuindo este horrendo episódio ao fato do não rastreamento das armas, isso é ridículo.
CAro pastor REnato:
ResponderExcluirComo explicar uma loucura dessas?
Ontem eu li um texto que me acalmou a alma, no blog da Fiel (http://blogfiel.com.br/2011/04/tudo-o-que-e-e.html). Mas ainda estou agitado em meu espírito com tudo isso...
Alan P. Rosa