Retrospectiva 2010.

Por Renato Vargens

2010 foi um ano de muitas atividades. Como trabalhei este ano, ufa! Escrevi mais de 400 textos, os quais foram publicados no meu blog e em muitos outros mais. Publiquei dois livros ( Cristianismo ao gosto do  freguês e Namoro.com) pela Scrittura Editora; contribui com a Editora Fiel escrevendo um capitulo ( A relevância das Escrituras para a igreja brasileira)  do livro "A glória da graça de Deus". Preguei mais de 300 vezes  no Brasil e no exterior o Evangelho da Salvação Eterna. Proclamei também a Palavra de Deus audaciosamente para pastores e lideres combatendo fervorosamente as mais diversas distorções teológicas do nosso tempo. Além  disso, viajei duas vezes para o Peru e uma  para o Haiti, onde ministrei o Evangelho a uma multidão de pessoas que em virtude do terremoto do dia 02/01 haviam perdido tudo aquilo que possuiam.

2010 também foi o ano em que concluí a plantação de mais uma igreja. A Igreja Cristã da Aliança do Rio do Ouro chegou ao final deste período independente e com todas as suas estuturas funcionando adequadamente. A Deus toda glória!

2010 também foi um ano onde atendi dezenas de gabinetes pastorais, visitei inúmeros enfermos, como também pela graça de Deus pude consolar àqueles que sofrem.  

2010 foi um ano de perdas, onde amigos e parentes partiram para a glória. Também foi um ano de conquistas, onde pela graça de Deus pude fazer novos amigos, além é claro de reencontrar na estrada da vida velhos companheiros de fé e luta.

Sem sombra de dúvidas, 2010 foi um ano de vitórias e derrotas, de montes e vales, de choro e de risos! 

Hoje, último dia do ano, prosto-me diante do trono da graça reconhecendo que nada daquilo que fiz possui mérito e glória em si mesmo. Tenho plena consciência de que existo para glorificar o Soberano Senhor e que a honra e o louvor por tudo aquilo que fazemos  pertence exclusivamente a Ele.

Isto posto, encerro, publicando o último post do ano reproduzindo uma poesia escrita pelo meu amigo Ariovaldo Ramos que muito falou ao meu coração:


"Correndo passa ano, entra ano,
É sempre a mesma mirrada vida.
Mesma luta renhida, mesma lida.
Só sobe outro repetido pano.

É sempre o mesmo velho retrato.
Que se mostra, no repetido palco.
Haverá quem possa tentar salto?
Temos de caminhar, comer do prato?

Talvez, a nossa requentada peça
Tenha, perpetuamente, de ser essa:
Mas seja possível mudar o ator.

Talvez, nessa modorrenta mesmice,
Que já vige, desde a meninice,
A gente possa injetar amor!"

Naquele que vive e reina,

Renato Vargens

Adivinhações e previsões para 2011.

Por Renato Vargens


Basta chegar o final do ano que os programas de rádio e televisão ficam abarrotados de videntes, cartomantes e adivinhadores,  que com a mesma ladainha de sempre fazem  previsões quanto ao novo ano que se aproxima.

Pois é, confesso que nunca vi nenhum destes adivinhos preverem especificamente alguma coisa relacionado a alguém famoso dando nomes aos bois. Na verdade, o que estes enroladores fazem é profetizar coisas óbvias como “um cantor famoso morrerá”,  A cidade de São Paulo sofrerá com as chuvas, “o Brasil vai ter um ano difícil, mas vai melhorar e blá, blá, blá.
 
Nesta perspectiva os adivinhadores profissionais chovem no molhado fazendo profecias obvias  do tipo:

1) Haverá um escândalo em Brasília relacionado a corrupção. Um politico de renome será pego com a boca na botija recebendo propina.

2) Morrerá um ator famoso.

3) Acontecerá mais um desastre natural no Brasil. Enchentes e deslizamentos afetarão o Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

4) Um grande clube brasileiro será campeão do Brasil.

5) A dengue vitimará várias pessoas no Brasil.

6) Israel e Palestina continuarão brigando entre si.
 
7) Coréia do Sul e Coréia do Norte continuarão sendo inimigas.
8) A violência continuará amedrontando os cariocas.
 
9) Neste verão aparecerá no cenário da música mais uma revelação musical.
 
10) Rubinho Barrichelo não será campeão do mundo de fórmula 1.

Caro leitor, brincadeiras a parte, sou obrigado a confessar que me assusta o fato de que mesmo percebendo o embuste protagonizado pelos adivinhos profissionais, muita gente prefere o engano dos videntes a verdade. Além disso, vale a pena ressaltar que a  Bíblia proíbe a tentativa de adivinhação simplesmente porque  ela envolve o desejo ardente de obter conhecimento secreto daquilo Deus preferiu não revelar. "As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei." DT 29:29 

Ouso afirmar que esse desejo de obter conhecimento proibido tem suas raízes no primeiro pecado do homem. "Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal." (Gn 3:4-5 ) Satanás tentou Eva com um desejo de conhecer aquilo que Deus preferiu não revelar e assim transgrediu a fronteira entre o Criador e a criatura. Adão  e Eva sucumbiram a essa tentação trazendo sobre si bem como toda a  criação consequências terriveis. 

Prezado amigo, as Escrituras consideram a adivinhação um pecado grave “Porque a rebelião é como o pecado de adivinhação, e a obstinação é como a iniqüidade de idolatria"  E os que cometem tais pecados são indesculpáveis diante de Deus, a não ser que sejam encontrados por Cristo e libertos mediante o  sangue vertido a favor dos eleitos na cruz pelos eleitos.

Pense nisso!

Renato Vargens

Desejo a todos os meus amigos...

Uma palavra de ânimo e esperança aos que se encontram desanimados.

Por Renato Vargens
Nem sempre a vida nos reserva surpresas agradáveis. Na verdade, existem determinados momentos da existência que temos a impressão que os problemas que nos cercam são tão fortes, que não teremos força diante das tempestades que caem sobre nós. Em situações como estas, é comum acharmos que sucumbiremos diante das pressões, experimentando assim o fim dos nossos sonhos e ideais.


Pois é, por acaso você já se deu conta que mesmo que a noite seja densa, que o céu esteja nublado, ou ainda que esteja caindo copiosa chuva, o sol continua brilhando sobre a terra?

Há pouco tempo viajei da agradável cidade de Londrina em direção ao Rio de Janeiro. Naquela ocasião, saí bem cedo do hotel onde estava hospedado em direção ao aeroporto. Quando lá cheguei, fui surpreendido por um forte nevoeiro o qual impossibilitava a decolagem das aeronaves estacionadas no pátio do aeroporto. Entendendo que meu vôo possivelmente sofreria atrasos, pacientemente fiz o meu check in, dirigindo-me a seguir a sala de espera. Passados alguns instantes, o comandante do meu vôo recebeu autorização para decolar, rapidamente entrei no avião e em poucos minutos estávamos voando sobre os céus da agradável Londrina. De fato, os céus estavam cheios de nuvens as quais traziam uma impressão bucólica sobre a recém acordada cidade. No entanto, bastou que o avião ganhasse altura para que rapidamente ultrapassássemos o nevoeiro e vislumbrássemos o maravilhoso brilho do sol. Naquele instante o Espírito Santo me fez refletir sobre a vida, Isto porque, não são poucas as vezes que temos a impressão que as nuvens da existência prevaleceram sobre o brilho do sol da justiça. Infelizmente, são em situações como estas, que alguns são tentados a achar que Deus desapareceu definitivamente, deixando-os a mercê dos seus problemas, angustias e dilemas. A experiência pastoral me mostra que tais pessoas têm a triste percepção de que o problema vivido é tão grande, de que jamais poderão novamente enxergar o azul do céu.

Prezado leitor, quem sabe você esteja passando por situações onde a impressão que tem é de que nunca mais desfrutará de momentos alegres e felizes? É possível, que as nuvens da incerteza estejam assolando sua alma e coração, quem sabe, o medo não esteja chicoteando sua vida levando-o a um estado de nervos acima do comum. Quero incentivá-lo a nutrir o coração de esperança, bem como da certeza de que o Deus o qual servimos está acima de tudo e de todos, e que como o sol ele continua brilhando acima de nuvens e tempestades.

Como bem disse Fernandinho, ainda que a figueira não floresça, ainda que a videira nao dê o seu fruto, mesmo que não haja alimento no campos devemos alegrar no Senhor, mesmo porque, nevoeiros vem e vão, e  quando dissipados, podemos novamente enxergar o sol com todo seu brilho e fulgor.

Pense nisso!

Pr. Renato Vargens

Quem esta corja pensa que é?

Por Renato Vargens

Há pouco fiquei sabendo da história de um pastor que foi a um restaurante participar de uma reunião de ministros do evangelho. Como, ele não estava almoçando como os demais, um apóstolo lhe perguntou: "Por que você não está comendo? O pastor meio sem graça respondeu dizendo que estava em jejum. Para supresa dele, o tal apóstolo replicou dizendo:  - "eu sou apóstolo, eu te libero do seu Jejum!"

Caro leitor, que loucura é essa? O que essa corja pensa que é? Esses apóstolos se sentem acima do bem e do mal. Será que eles de fato pensam que possuem este poder todo?

Confesso que fico enojado com essa raça de gente podre que só pensa em dinheiro e que acha que pode mandar em Deus.

Sinceramente cansei!  Estou cansado deste plilantras fabricantes de falsas doutrinas e atos proféticos descabidos e burrificados.  Estou cansado das invencionices apostólicas. Já não aguento mais, ouvir tanta bobagem. Sinto-me perplexo com inúmeras aberrações! Não aguento mais ouvir a cada dia a noticia do surgimento de uma nova unção. Unção do touro selvagem, do riso, do leão, do urro, da águia e pasmem do macaco. Cansei de orações contrárias, de manipulações estapafurdias, de festas dos sinais, de troca de anjo da guarda, de arrebatamento ao 3º céu, de sal grosso pra espantar mal olhado, de pedrinha da prosperidade, de encostos, de maldições hereditárias, de vendas de amuletos e objetos que em nome de Deus prometem aos fieis o paraiso celeste na terra.

Ah! Estou cansado de escândalos, de falsos apóstolos, de Dom Quixotes esquizofênicos que lutam contra moinhos espirituais satanizando a vida e a existência

Pois é, isto posto, chego a conclusão que mais do que nunca necessitamos voltar as ESCRITURAS. O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro. Em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, mesmo porque agindo assim , desmascararemos esta corja de safados.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos conceda um 2011 diferente.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

Então é NATAL!

Nos últimos dias  igrejas em todo globo louvaram ao Senhor pela vinda do Messias. Sensibilizado pelo  encarnação do Filho de Deus, alem é claro de impactado pelas as Boas Novas do EVANGELHO, foi-me impossível não lembrar de uma poesia natalina composta por John Piper:

O sol tinha apenas começado a se por
e a face de José, cheia de pesar
apareceu outra vez. “nós encontraremos um lugar”,
disse Maria, cheia de esperança e de graça
“eu sei que iremos”, ela tocou em seu queixo
e sorriu bravamente, “quem necessita de uma hospedagem?

O céu é claro, os cobertores grossos
e mornos; há ainda uma luz boa para escolher
Um lugar entre as rochas que passamos
Deus é o primeiro, o melhor e último”.

Mais vezes do que ele preferiu pensar
A pobre fé de José começaria a afundar
e recolher-se na escuridão como um inimigo
até que o coração esperançoso de Maria incandescesse

Não era a noite que ele temia
nem caçar bestas (animais), nem combater ladrões
De fato, não era medo
que fazia as lágrimas caírem

“Está tudo bem, José, eu não me preocupo
Eu estou certa de que não será duro (difícil) encontrar”.

“meu Deus, você está grávida, mulher, olhe!
Que tipo do marido sempre examina
sua esposa dormindo entre as rochas?
Eu não sou um pastor com alguns rebanhos;
Eu sou um homem e você é minha esposa
com uma criança”.

Ela abraçou-o junto à vida
do seu ventre e não disse mais nada.

Mulher sábia, ela já tinha aprendido:
Às vezes você deixa um homem sozinho
para carregar sua carga de amor, e de gemido.
Ela manteria isso com ela o dia inteiro
e cada vez que viessem (as dores) ela oraria

“não ainda, oh Deus, não na estrada;
Seus ursos feitos a mão são mais pesados
do que ela possa suportar. Oh Rei, por favor espere;
Deixe por favor a criança, sua criança, vir mais tarde”.

Ela nunca incomodava José
Não enquanto eles iam para a cidade
Não enquanto o sol estivesse se pondo
Mas tão somente quando a busca terminou
Ele ajudou-a deitar-se entre galos
e galinhas. Ela sorriu, “Certamente é melhor do que rochas,
especialmente para um nascimento a essa hora da noite”.

“eu não estou bom para brincadeiras agora”.

"“Nem eu”. “Há quanto tempo você sabia disso?”

“Não fique com raiva agora, meu amor, vamos celebrar
o tempo e as maneiras (os meios) de Deus.
Lembre-se de que sua vara e seu cajado
São confortáveis, disse o pai Davi”

Ela se mexeu e rapidamente deu forma à sua cama.

“eu o ajudei a levar sua carga na luz do dia;
Por favor, José, carregue-me hoje à noite”.

“ eu arranjarei uma parteira aqui do lugar...”

“Não me deixe aqui sem sua face (sem que eu possa vê-lo).
Minha mãe mostrou-me o que fazer
E o que eu preciso agora mesmo é de você”

Entre as dores tentou encontrar-se
em paz e olhando fixamente para o céu
E pensar em como ela poderia estar preparada
E depois ela disse, “José, eu estou assustada"

E ele com olhar fixo e calmo
Recitava para ela o salmo do anjo

“ é o tiro do cajado de Jesse;
Será chamado o filho do Deus;
Seu reino nunca terá fim.
Não atenderá Deus ao seu nascimento?”

Mas a face de Maria permaneceu tão triste:
“as promessas são certas para ele.
Você sabe que eu nunca duvido da Palavra de Deus,
mas, José, eu nunca ouvi
a promessa para mim mesma, mas isto:
“Alguma espada e minha própria alma não faltará”

Outra vez seus olhos ficaram fixos,
refletindo a luz brilhante e a graça do céu

“nosso livro está cheio das promessas;
Recorde aquela que diz,
O Senhor não retém coisa boa nenhuma
daqueles que estão sob seu cuidado.
E; quando suas preocupações se multiplicarem
O consolo de Deus vem à noite.
E; um sólido amor circundou a garota
para quem Jehovah é sua pérola.
E; Deus é um a fortaleza para o fraco,
Quão felizes são aqueles que buscam a sua ajuda”.

Aos poucos as dores se retiravam
Ele lhe deu palavras alegres e verdadeiras.
Carregou Maria com a Palavra
e ela entregou o que ouviu:

O Sim de Deus (a confirmação de Deus) para cada promessa antiga
E com as mãos levantadas ambos
foram se completaram agora com a profecia distante:

“Sejam unicamente a Deus todos os elogios,
e deixa ao mundo uma luz de vela
para comemorar esta noite grandiosa”.

Caro amigo, Cristo é o nosso presente! Cristo é o motivo da nossa festa! Cristo é o motivo da nossa alegria! Cristo é o nosso Natal.

Minha oração é que neste dia onde as famílias se encontram em suas ceias natalinas haja no coração de cada um palavras de louvor àquele que por amor tornou-se um de nós.

Renato Vargens

E se Jesus não tivesse nascido?

Por Renato Vargens

Há alguns anos foi publicado um curioso cartão de Natal, com os dizeres:

 "E se Jesus não tivesse nascido?"

Um pastor adormeceu em seu escritório numa manhã de Natal e sonhou com um mundo para o qual Jesus nunca tinha vindo. Em seu sonho, viu-se andando pela casa: mas lá não havia presentes, nem árvore de Natal, nem guirlandas enfeitadas; e não havia Cristo para confortar, alegrar e salvar.

Andou pelas ruas, mas não havia igrejas com suas torres agudas apontando para o Céu. Voltou para casa e sentou-se na biblioteca, mas todos os livros sobre o Salvador tinham desaparecido.

Alguém bateu-lhe à porta, e um mensageiro pediu-lhe que fosse visitar sua pobre mãe à morte. Ele apressou-se a acompanhar o filho choroso; chegou àquela casa e disse:  "Eu tenho aqui alguma coisa que a confortará". Abriu a Bíblia, procurando alguma promessa bem conhecida, mas viu que ela terminava em Malaquias. E não havia evangelho, nem promessa de esperança. E ele só pode abaixar a cabeça e chorar com a enferma, em angústia e desespero.

Não muito depois, estava ao lado de seu esquife, dirigindo o ofício fúnebre, mas não havia mensagem de consolação, nem palavra de ressurreição gloriosa, nem céu aberto; mas somente "cinza a cinza e pó ao pó" e um longo e eterno adeus.

O pastor percebeu, afinal, que "ELE não tinha vindo". E rompeu em lágrimas e amargo pranto, em seu triste sonho. De repente, acordou ao som de um acorde. E um grande brado de júbilo saiu-lhe dos lábios, ao ouvir, em sua igreja ao lado, o coro a cantar:
 
"Ó vinde, fiéis, triunfantes, alegres,
 Sim, vinde a Belém, já movidos de amor.
Nasceu vosso Rei, o Cristo prometido!
Oh, vinde, adoremos ao nosso Senhor!"

Regozijemo-nos e alegremo-nos hoje, porque  "ELE VEIO"!
 
Caro amigo, Cristo é o motivo da nossa festa! Cristo é o motivo da nossa alegria! Cristo é o Sentido do Natal.
 
Minha oração é que neste dia onde as famílias se encontram em suas ceias natalinas haja no coração de cada um  palavras de louvor àquele que por amor tornou-se um de nós.

Feliz Natal!

Renato Vargens


Eu continuo acreditando na Igreja

Por Renato Vargens

Há pouco fiquei sabendo a história de um líder evangélico que afirmou ter vergonha da igreja e de que evita contar para as pessoas do seu convivio que é pastor.

Pois é, ao contrário deste irmão eu ainda continuo acreditando na igreja. Sim! Tenho uma imensa alegria em dizer que amo a igreja do meu Senhor.

Apesar das indiossincracias e incongruências da Igreja eu ainda creio nela.  Apesar dos pilantras deste tempo que comercializam a olhos vistos a fé, sinto-me honrado de ter sido vocacionado por Deus para o ministério pastoral. Apesar dos falsos apóstolos que comercializam a fé evangélica, eu continuo acreditando na igreja. 

Apesar dos adeptos da teologia da prosperidade possuirem um número incontável de simpatizantes, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar dos vendilhões do templo que vendem sementes e unções escalafobéticas, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar dos lobos travestidos de ovelhas que enganam multidões em nome de Cristo, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem abandonado as Escrituras trocando-as pela psicologia e psicanálise, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns  pastores terem abandonado as doutrinas da graça em detrimento ao evangelho da barganha e da troca, eu continuo acreditando na igreja. 

Apesar de alguns pastores terem judaizado a evangelho, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem "hierarquizado" o reino, criando oficios patriarcais eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores valorizarem muito mais os seus transloucados atos proféticos em detrimento a Palavra de Deus, Eu continuo acreditando na igreja.

Prezado amigo, a Igreja foi criada por Cristo. Ela é composta de gente falha, pecadora e cheia de limitações, todavia, continua sendo de Cristo.

Diante do exposto, afirmo sem titubeios que continuo crendo na Igreja do Deus vivo como a única coluna e baluarte da verdade.

Faço minhas as palavras do Credo Apostólico: “Eu creio na igreja, pura, santa e verdadeira”.

Soli Deo Gloria

Renato Vargens

Genial! O nascimento de Jesus, um cordel sobre o Natal


Por Renato Vargens

Lindo, Genial! O vídeo abaixo traz um dos meios mais bonitos, inteligentes e contextualizados de se falar a respeito do nascimento de Cristo. 

Vale a pena ver.

Renato Vargens

13º Encontro para a Consciência Cristã

O Encontro para a Consciencia Cristã acontece já há 12 anos em Campina Grande, na Paraíba. Em 2011, entre os dias 2 e 8 de março será realizada a décima terceira edição do evento, que faz parte do calendário turístico da cidade.

A Consciência Cristã é uma realização da Visão Nacional para a Consciência Cristã -VINACC.

Veja o vídeo abaixo e participe daquele que com certeza é o maior evento do gênero da América Latina.

Com certeza valerá a pena!

Renato Vargens


tá fazendo biquinho tá?

Por Renato Vargens
 
Por acaso você já reparou a existência de inúmeras pessoas que nunca estão satisfeitas com nada, e que em virtude disto reclamam de tudo? Pois é, infelizmente tais pessoas apesar de estarem empregadas, gozarem de boa saúde, além de possuírem uma bonita família, estão sempre mal-humoradas destilando amargura em seus relacionamentos afetivos e familiares.

Pessoas com este tipo de comportamento não conseguem enxergar nas adversidades, oportunidades significativas para o amadurecimento pessoal. Antes pelo contrário, mediante o aparecimento de conflitos e problemas comportam-se pessimamente reclamando da vida, dos amigos, do trabalho, da igreja e de tantas outras coisas mais.

Ora, ninguém gosta de ficar ao lado da mulher murmuradora, nem tampouco daquele que vê defeito em tudo. Os murmuradores profissionais atraem para si, sentimentos adversos daqueles que com ele se relaciona, levando-os a impressão de que estão sozinhos e isolados neste “mundo cruel”. Junta-se a isso o fato de que alguns destes, são assombrados por fantasmas inexistentes os quais os levam a uma vida esquizofrênica e adoecida.

Caro leitor, de que forma você tem lidado com a vida? Há pouco ouvi uma história interessantíssima que dizia:

“Uma senhora partiu de uma estação de trem com uma sacola contendo sementes. E aos poucos, no trajeto de sua viagem, ela jogava um pouquinho em cada ponto. Intrigado um jovem resolveu perguntar por que ela ficava jogando algo no chão durante a viagem. E ela gentilmente respondeu: "olha meu jovem, eu tenho que fazer esse trajeto duas vezes por ano. E eu sempre achei a paisagem desse lugar muito feia, sem vida, seca, sem brilho algum. Então resolvi comprar um punhado de sementes, e aproveito minha viagem para semear sementes de flores ao invés de ficar reclamando da feiúra do lugar. Você está vendo aquelas violetas? Plantei-as no ano passado. E aquelas roseiras? Elas foram semeadas há dois anos... "

Interessante não é verdade? Esta senhora poderia fazer a viagem reclamando de quão feia era a paisagem, no entanto, ela preferiu semear flores. E você, o que tem semeado? Queixumes ou esperança?

Será você um crente bicudo, ou alguém que através de atos de fé e confiança semeia coisas boas em suas relações?

Pense nisso!
 
Renato Vargens

O Segredo da felicidade.

Por Renato Vargens

Em um mundo materialista como o nosso onde o sucesso é medido pelo dinheiro que se tem no bolso ou pelas “bênçãos” relacionadas à prosperidade, não é “politicamente correto” experimentar dores e perdas. Na verdade, o cristianismo vivido por alguns não admite sequer sofrimentos.

Nesta manhã, em meu momento devocional lembrei-me de um hino evangélico comumente cantado em milhares de nossos templos por esse “brasilzão” de me Deus:

“Se paz a mais doce me deres gozar,
Se dor a mais forte sofrer,
Oh, seja o que for, Tu me fazes saber
Que feliz com Jesus sempre sou!
Sou feliz com Jesus,
Sou feliz com Jesus, meu Senhor!
Embora me assalte o cruel Satanás,
E ataque com vis tentações;
Oh! Certo eu estou, apesar de aflições,
Que feliz eu serei com Jesus!
Meu triste pecado, por meu Salvador
Foi pago de um modo cabal!
Valeu-me Senhor, oh, mercê sem igual!
Sou feliz, graças dou a Jesus!
A vinda eu anseio do meu Salvador,
Em breve virá me levar
Ao céu, onde eu vou para sempre morar
Com remidos na luz do Senhor!”


Este hino foi escrito por Horatio G. Spafford (1828-1888).

Meses antes do grande incêndio que atingiu a cidade de Chicago, em 1871, Horatio tinha feito pesados investimentos financeiros em uma área que foi totalmente destruída pelo fogo. Não bastasse esse terrível abalo financeiro, Spafford passou por uma dolorosa perda de um filho. Esta morte trouxe grande sofrimento para toda a família. O piedoso advogado, procurando um tempo de refrigério e descanso, resolveu viajar com a esposa e as 4 filhas para a Europa, onde se encontraria com Moody e Sankey em uma cruzada evangelistica na Inglaterra, em 1873.

Em novembro daquele ano, devido a inesperados compromissos de negócios, Spafford precisou permanecer em Chicago; mas ele enviou sua esposa e as suas 4 filhas conforme já estava programado no navio S.S. Ville du Havre. Sua expectativa era seguir viagem dias depois. No dia 22 de novembro de 1873, o navio sofreu um acidente e naufragou em 12 minutos. Dias depois, os sobreviventes finalmente chegaram em Cardiff, no Pais de Galles, e a senhora Spafford mandou um telegrama ao seu marido:“SALVA, PORÉM SÓ”. As 4 filhas morreram naquele naufrágio. Imediatamente após receber o telegrama da esposa, Spafford tomou um navio e foi ao encontro de sua esposa. Próximo ao local do acidente, Spafford profundamente comovido e sustentado pelo Deus que inspira canções” nas noites escuras, começou a escrever : Se paz a mais doce me deres gozar..."

Relato emocionante não é verdade? Sem sombra de dúvidas a felicidade do ponto de vista cristão não está relacionado aos bens ou ao dinheiro que possuimos. Segundo a Bíblia a felicidade se deve ao fato único de que Cristo nos amou morrendo em nosso lugar dando-nos vida eterna. Como é bom saber que o Deus a qual servimos reina soberanamente e que apesar de tudo Ele dever ser louvado. Sem sombra de dúvidas Cristo é o segredo da felicidade!

Bendito seja o seu nome pelo séculos dos séculos, amém.

Soli Deo gloria!

Renato Vargens

Jesus e o apedrejamento de mulheres adúlteras

Por Renato Vargens

O vídeo abaixo apresenta um dos mais terríveis métodos de execução da Pena de Morte que existem: o APEDREJAMENTO. Conforme o locutor, a vítima é amarrada à uma estaca ou enterrada até a linha da cintura e são escolhidas pedras de tamanho regular. (Não muito grandes que possam matar a executada de uma só vez e nem muito pequenas.) A primeira pedra é atirada pelo Juiz, seguido dos demais membros do Tribunal e finalmente, pelo público em geral; aliás, a presença de um grande público faz parte da punição. A vítima tem uma morte lenta devido ao politraumatismo. Esta pena é aplicada, dentre outros casos, às mulheres adúlteras.

Pois é, este tipo de assassinato me fez lembrar do dia em que o Senhor foi confrontado pelos fariseus em virtude de uma mulher surpreendida em adultério.

As Escrituras afirmam que os religiosos cheios de ódio no coração disseram:

“Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. Moisés, na Lei, mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?” Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. Como persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra”. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio do povo.  Então Jesus se levantou e disse: “Mulher, onde estão eles?” Ninguém te condenou?” Ela respondeu: “Ninguém, Senhor”. Então Jesus lhe disse: “Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais”. (Jo 8:1-11)


Caro leitor, nosso Senhor diferentemente dos fariseus se contrapôs aos "amantes da religião" amando aquela mulher. Para Jesus, o mais importante não era  a exposição do pecado e sim o pecador.

Bem, antes que alguém me acuse de licenciosidade, deixe-me afirmar uma coisa:  Deus não é , não foi e nunca será conivente com o pecado, nem tampouco faz , fez ou fará vista grossa as iniquidades dos homens.  Deus odeia veementemente o pecado, entretanto, por sua infinita graça Ele ama o pecador e  mediante esta dimensão de amor,  Ele outorgou perdão e libertação mediante Jesus Cristo aos que por Ele foram eleitos, livrando-os  da escravidão e do dominio do pecado.

Louvado seja o nome de Jesus, nosso Senhor!

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

Aprendendo a descansar no Senhor em meio as tempestades.

Por Renato Vargens

Por acaso você já percebeu que a vida às vezes nos reserva tempestades sombrias? Já se deu conta que a existência humana se dá sobre montes e vales, e que muitas das vezes enfrentamos forças invisíveis que nos tentam fazer desistir de nossos sonhos e ideais?

Infelizmente não são poucas as vezes que titubeamos diante das pressões. Isto porque, o inimigo de nossas almas, tenta semear em nossos corações sementes de incerteza e incredulidade. Todavia, são em momentos como estes que necessitamos nutrir os nossos corações da convicção de que ainda que não pareça, Cristo continua firme guiando nossos barcos.

Essa afirmação me faz lembrar de uma canção bem antiga cantada em nossas igrejas:

“ Mestre, o mar se revolta
E as ondas nos dão pavor!
O céu se reveste de trevas,
Não temos um Salvador!
Não se te dá que morramos?
Podes assim dormir?
Se a cada momento nos vemos
Já prestes a submergir?
As ondas atendem ao meu mandar,
Sossegai!
Seja o encapelado mar,
A ira dos, homens o gênio do mal;
Tais águas não podem a nau tragar,
Que leva o Senhor, Rei dos céus e mar!
Pois todos ouvem o meu mandar:
Sossegai! Sossegai!
Convosco estou para vos salvar;
Sossegai!
Mestre, tão grande tristeza
Me quer hoje consumir!
Na dor que perturba minha alma
Te imploro: “Vem me acudir!”
De ondas do mal que me encobrem,
Quem me virá valer?
Não tardes, não tardes, bom Mestre,
Estou quase a perecer!
Mestre chegou a bonança;
Em paz vejo o céu e o mar!
O meu coração goza a calma
Que não poderá findar.
Firme ao teu lado, ó Mestre,
Dono da terra e céu,
Eu hei de chegar, bem seguro,
Ao porto, destino meu." 


A autora, deste lindo hino nasceu em 16 de setembro de 1831. A tuberculose ceifou a vida dos seus pais e deixou-a órfã em tenra idade. Mary Ann Baker morava em Chicago com a irmã e o irmão. Esse, um moço de excepcionais qualidades de caráter, começou a sofrer efeitos desta terrível doença. Das suas escassas economias, as duas irmãs conseguiram recursos para que ele viajasse à Flórida, na esperança de que no clima mais ameno começasse a melhorar. Não lhes foi possível acompanhá-lo. "Tudo em vão. Em poucas semanas o mal se agravou e o rapaz faleceu, longe do aconchego da família. "Não havia dinheiro para as irmãs irem ao seu enterro, nem para transportarem o seu corpo para Chicago. Mary escreveu sobre esta experiência assoladora:

"Embora nosso choro não fosse 'como outros que não têm esperança' e embora tivesse crido em Cristo desde menina e desejasse sempre viver uma vida consagrada e obediente, tornei-me terrivelmente rebelde a esse desígnio da divina providência. Disse no meu coração que Deus não me amava, nem aos meus. Mas a própria voz do meu Mestre veio acalmar a tempestade no meu coração rebelde e me trouxe a calma de uma fé mais profunda e uma confiança mais perfeita."

Foi logo depois desta marcante experiência que o Dr. Horatio Palmer solicitou a Mary Ann o preparo de um grupo de hinos sobre os assuntos das lições da Escola Bíblica da sua igreja Batista. "Um dos temas era Cristo Acalmando a Tempestade. Esta lição expressou tão vividamente a minha experiência, que este hino foi o resultado."

Caro leitor, ao longo dos anos tenho aprendido que o Deus o qual servimos é livre para nos ensinar aquilo que quer e do modo que quiser. No processo pedagógico de Deus torna-se necessário com que algumas vezes enfrentemos tempestades, até porque são através delas que aprendemos que jamais devemos desistir, antes pelo contrário, devemos depositar aos pés daquele que tudo pode nossas inquietações e ansiedades na certeza de que no tempo certo ele exercerá sua providência.


Portanto lembre-se: Deus está no controle da sua vida, nada absolutamente nada foge ao seu domínio, ele é Senhor e Soberano sobre tudo e todos.

Não desista, antes pelo contrário, nutra o seu coração de fé na certeza de que aquele que começou a boa obra em sua vida, o fará no final de tudo mais do que vencedor.

Soli Deo Gloria, 


Renato Vargens

Socorro! Sou solteira e tenho medo de ficar para titia!

Por Renato Vargens
 
No Brasil existem mais mulheres do que homens. No censo de 2007 o IBGE constatou que para cada 100 mulheres existem 99,6 homens. Entre os evangélicos, apesar de não possuir dados concretos que possam confirmar as minhas suspeitas acredito que existam muito mais mulheres em nossas igrejas do que homens, o que se pode nitidamente perceber em nossos cultos onde a esmagadora maioria dos frequentadores é do sexo feminino.
 
Pois é, do Oiapoque ao Chuí é comum encontrarmos nas igrejas evangélicas moças cristãs, comprometidas com Deus, bonitas, inteligentes, bem sucedidas profissionalmente, independentes, com 30 ou mais de 30 anos e… SOLTEIRAS.
 
Isso não seria um problema se não fosse cada vez mais latente, nessas mulheres, a necessidade de se ter ao lado um companheiro, alguém com quem dividir a vida e as suas conquistas, ter filhos e constituir uma família. Essa necessidade é extremamente natural e com o passar dos anos a idade começa a se tornar um peso, deixando a necessidade ainda maior.
 
Para piorar a situação a pressão que a sociedade faz para que a mulher case é quase desumana. Devido a isso,  não são poucas aquelas que vivem um  verdadeiro "inferno" existencial.
 
No meu livro "Namoro.com" conto a história de uma moça de 25 anos de idade que por se sentir velha estava completamente desesperada para casar. Segundo ela, o tempo havia passado deixando-a para titia. Ora, vamos combinar uma coisa? Ficado para titia com 25 anos é uma verdadeira sandice não é verdade?
 
Prezado leitor, Salomão em sua sabedoria afirmou com toda propriedade que existe um tempo determinado para todas as coisas. Existe tempo de abraçar e tempo para deixar de abraçar. Em outras palavras, ele está a nos dizer de que existem momentos da vida em que a solidão torna-se necessária.
 
Diante do exposto gostaria de aconselhar as moças a não se exasperarem, mas a confiar no Senhor e esperar o tempo e a pessoa certa para entrar no casamento. Agindo assim e não cedendo as pressões da sociedade com certeza experimentarão  momentos ricos e abençoadores na presença do Senhor. 
 
Pense nisso!
 
Renato Vargens

A maravilhosa doutrina da eleição

Por Renato Vargens

O Principe dos Pregadores Charlles Haddon Spurgeon certa vez afrmou:

"Creio na doutrina da eleição, pois estou bem certo de que, se Deus não me tivesse escolhido, eu jamais iria escolhê-lo, e estou certo de que ele escolheu-me antes de eu nascer; de outro modo, ele nunca me teria escolhido". Já o reformador francês João Calvino costumava dizer que a base para a discriminação entre os homens é somente a vontade soberana de Deus; mas a base para a condenação dos réprobos é o pecado, somente o pecado.

Isto posto, quero convidá-lo a assistir abaixo esta bela mensagem de John Piper onde com propriedade ele trata da maravilhosa doutrina da eleição.

Renato Vargens

Socorro! Meu marido é um grosso!

Por Renato Vargens
Volta e meia ouvimos algumas mulheres dizendo:

"Meu marido é  grosso e insensível. Quando pergunto alguma coisa a ele, dependendo do seu humor ele me responde com uma requintada "patada". Sinceramente, estou decepcionada e frustrada com o rumo que meu casamento tomou.  Puxa vida, quando nos conhecemos, ele era doce, amável e  romântico, costumava  me presentear, vivia me alogiando e dizia que eu era tudo em sua vida. Se não bastasse isso  ele era um homem temente e fiel a Deus. Hoje, ele não vai mais à igreja, me chama de burra e diz que eu não sirvo para nada. As vezes acho que eu me casei com um monstro insensível."

Pois é, lamentavelmente não são poucas as mulheres que reclamam da mudança comportamental de seus maridos. Infelizmente, não poucos aqueles que por fatores variados metamorfosearam radicalmente a forma de lidar com aquela que por razões óbvias deveria ser tratada com amor, dignidade, carinho e respeito.

Caro leitor, as Escrituras nos ensinam que o marido deve amar esposa como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.” Em Outras Palavras isto significa dizer que o padrão comportamental do homem deve ser o estabelecido por Cristo. Ora,  a  palavra usada para caracterizar o papel do marido é amor. E vamos combinar um coisa? O amor não se exaspera, não se conduz inconvenientemente, não se ufana, não visa seus próprios interesses, nem tampouco é grosso e mal-educado.

Prezada irmã, quem sabe você esteja passando por momentos onde o desânimo e o abatimento esteja tomando conta do seu coração. Quero incentiva-la a nutrir a alma da certeza de que o Senhor nosso Deus ouve as nossas orações e clamores e que no tempo certo Ele poderá conforme sua Soberana vontade mudar a história de sua vida e familia.

Isto posto, quero desafiá-la a entregar suas preocupações e tensões ao Senhor na certeza de que Ele tem cuidado de cada um de nós.

Pense nisso,

Renato Vargens

Respostas àqueles que não gostam do Natal.

Por Renato Vargens
Concordo plenamente com o meu amigo Ezequias Marins quando afirma que  muitos dos argumentos utilizados por  pastores e teólogos no combate ao Natal, se fundamentam num frio puritanismo (que procura ser mais rigoroso do que o mais rigoroso dos verdadeiros puritanos) ou num neo-pentecostalismo gedozista,  que defende o banimento das celebrações natalinas firmados no entendimento de que árvores de Natal, guirlandas, pisca-piscas, e demais enfeites são na verdade evocações de divindades pagãs.

Caro leitor, Celebrar o Natal é celebrar a encarnação.  Celebrar o Natal é entender que Deus soletrou à si mesmo numa linguagem que o ser humano possa entender”. É entender que por amor aos eleitos Ele se tornou um de nós.   “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade” (João 1:14a).

Como bem afirmou o meu amigo Luiz Wesley Natal tem a ver com a própria personagem da auto-soletração de Deus a nós: Jesus Cristo (João 14:9). Ele é Deus com face humana tangível (II Coríntios 4:6), com jeito de falar — sem tradução e sem sotaque! — a língua da gente. É encarnação às últimas conseqüências (Filipenses 2:8), é identificação radical (Filipenses 2:6), é o Eu Sou que “colou”, que se aderiu à realidade humana (Filipenses 2:7). Encarnação é a maneira pela qual Deus dá um jeito de nascer na forma humana (João 1:14), numa verdadeira reentrada no mundo que já era Seu (João 1:11), mas sem se tornar ordinário (Isaías 53:9b, I Pedro 2:22).

Isto posto fico a pensar se Cristo não tivesse nascido, o que seria de nós? 

Há alguns anos foi publicado um curioso cartão de Natal, com os dizeres:

 "Se Cristo não tivesse nascido."

Um pastor adormeceu em seu escritório numa manhã de Natal e sonhou com um mundo para o qual Jesus nunca tinha vindo. Em seu sonho, viu-se andando pela casa: mas lá não havia presentes, nem árvore de Natal, nem guirlandas enfeitadas; e não havia Cristo para confortar, alegrar e salvar.

Andou pelas ruas, mas não havia igrejas com suas torres agudas apontando para o Céu. Voltou para casa e sentou-se na biblioteca, mas todos os livros sobre o Salvador tinham desaparecido.

Alguém bateu-lhe à porta, e um mensageiro pediu-lhe que fosse visitar sua pobre mãe à morte. Ele apressou-se a acompanhar o filho choroso; chegou àquela casa e disse:  "Eu tenho aqui alguma coisa que a confortará". Abriu a Bíblia, procurando alguma promessa bem conhecida, mas viu que ela terminava em Malaquias. E não havia evangelho, nem promessa de esperança. E ele só pode abaixar a cabeça e chorar com a enferma, em angústia e desespero.

Não muito depois, estava ao lado de seu esquife, dirigindo o ofício fúnebre, mas não havia mensagem de consolação, nem palavra de ressurreição gloriosa, nem céu aberto; mas somente "cinza a cinza e pó ao pó" e um longo e eterno adeus.

O pastor percebeu, afinal, que "ELE não tinha vindo". E rompeu em lágrimas e amargo pranto, em seu triste sonho. De repente, acordou ao som de um acorde. E um grande brado de júbilo saiu-lhe dos lábios, ao ouvir, em sua igreja ao lado, o coro a cantar:
 
"Ó vinde, fiéis, triunfantes, alegres,
 Sim, vinde a Belém, já movidos de amor.
Nasceu vosso Rei, o Cristo prometido!
Oh, vinde, adoremos ao nosso Senhor!"


Regozijemo-nos e alegremo-nos hoje, porque  "ELE VEIO"! 
Aleluia!  Cristo é o motivo da nossa festa! Cristo é o motivo da nossa alegria! Cristo é o Sentido do Natal.
 
Pense nisso!

Renato Vargens

Carta de um diabo velho a seu sobrinho sobre o Natal.

Por Renato Vargens

C.S.Lewis escreveu um livro cujo titulo é "Cartas, do Coisa-ruim", onde de forma inteligente e brilhante  narra diálogos fictícios entre um experiente "diabão"  e o seu sobrinho. No livro, um astuto demônio instrui e aconselha a um capeta menos maduro as melhores maneiras de desviar os crentes de Cristo. O livro é um clássico da literatura evangélica mundial e vale a pena ser lido por todos aqueles que amam a Deus.

Pois é, se  C.S. Lewis estivesse vivo e se disposse a usar da pena para escrever mais um capitulo do seu maravilhoso livro, talvez ele escrevesse o seguinte a respeito do Natal:

"Caro sobrinho, aproveitando este período do ano quando todos se envolvem na comemoração do Natal, diga a eles que esta festa me pertence. Faça-os acreditar que esta data deve ser esquecida simplesmente pelo fato de que ela é de origem pagã. Instigue aos pastores legalistas a odiarem ao Natal. Faça-os mais místicos, superticiosos e completamente certos de que comemorar o NATAL é dar legalidade, bem como permitir a ação direta do nosso exército de maldade sobre a igreja.  Ouso afirmar que quanto menos eles lembrarem da vinda do nosso inimigo, melhor. Assim poderemos disseminar os valores e conceitos do nosso pai infernal.

Prezado sobrinho, um outro e eficaz conselho é levar os crentes a se individarem e gastarem tudo quanto puderem com presentes e almoços de confraternização. Eles precisam ser convencidos que necessitam de celulares novos, de eletrodomésticos novos, de motos e carros novos. Leve-os ao individamento total, comprometa os seus salários em leasings, financimentos e CDCs. Ensine-os de forma efusiva a acreditarem que o consumismo não é pecado, faça-os gastar tudo o que tem, a ponto de que não lhe sobre dinheiro para acudir o necessitado como também investir no Reino do inimigo.

Diga a eles que o egoísmo não é pecado e que o mais importante  é aproveitar a vida.  Não os deixe se importarem com  outras pessoas, e nem os deixe perceber isso como egoísmo. 

Seu tio, Diabão." 

Caro leitor, ao contrário do que muitos desejam afirmar, o Natal é um Presente de Deus à Humanidade. E este presente tem um nome: Seu nome é Jesus. Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Santo de Deus, Cordeiro de Deus, Autor da Vida, Senhor Deus, Todo-Poderoso, Leão da Tribo de Judá, Autor e Consumador da Fé, Advogado, o Caminho, Sol Nascente, Senhor de Todos, Eu Sou, Filho de Deus, Pastor e Bisopo das Almas, Messias, a Verdade, Salvador, Pedra Angular, Rei dos reis, Reto Juiz, Luz do Mundo, Cabeça da Igreja, Estrela da Manhã, Sol da Justiça, Senhor Jesus Cristo, Supremo Pastor, Ressurreição e Vida, Plena Salvação, Guia, O Alfa e o Omega!


Renato Vargens

Pastores que odeiam o Natal.

Por Renato Vargens
 
Alguns pastores têm afirmado que o natal é uma festa pagã, e em virtude desta crença tem extrapolado o limite da autoridade cristã proibindo os membros de suas igrejas de celebrarem a data que lembra o nascimento de Cristo. Para estes, o simples fato de os cristãos armarem em suas casas uma árvore de natal, abre “legalidade” para a ação do diabo. Tais pastores , fundamentados numa espiritualidade despótica proíbem de púlpito a armação de árvores, as reuniões familiares do dia 24 de dezembro, além de qualquer confraternização que envolva troca de presentes.

Para piorar a situação os generais da fé ensinam que o cristão que não atende as demandas pastorais encontra-se em rebeldia contra autoridade constituída e que a conseqüência da desobediência é o juízo divino.

Caro leitor, o pastor não possui autoridade para legislar naquilo que a Bíblia não legisla, além do mais, ninguém pode interferir na liberdade cristã. Ora, determinar que o crente está proibido de possuir uma árvore de natal em casa, ou ouvir música natalina, é arbitrário e extrapola os pressupostos de autoridade bíblica. Além disso, afirmar que o cristão que monta uma árvore de natal dá legalidade ao diabo, é usar de subterfúgios escusos e anticristãos cuja configuração determina no mínimo abuso de poder.

Ora,  como escrevi anteriormente o Natal nos oferece uma excelente oportunidade de evangelização.  O Natal é um Presente de Deus à Humanidade. E este presente tem um nome: Seu nome é Jesus. Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Santo de Deus, Cordeiro de Deus, Autor da Vida, Senhor Deus, Todo-Poderoso, Leão da Tribo de Judá, Autor e Consumador da Fé, Advogado, o Caminho, Sol Nascente, Senhor de Todos, Eu Sou, Filho de Deus, Pastor e Bisopo das Almas, Messias, a Verdade, Salvador, Pedra Angular, Rei dos reis, Reto Juiz, Luz do Mundo, Cabeça da Igreja, Estrela da Manhã, Sol da Justiça, Senhor Jesus Cristo, Supremo Pastor, Ressurreição e Vida, Plena Salvação, Guia, O Alfa e o Omega!
 
Pense nisso!
 
Renato Vargens

Anúncio moderno do nascimento de Jesus.



Por mais que os fariseus modernos tentem satanizar o Natal, não possuo a menor dúvida de que não existe momento melhor para anunciar que o Verbo virou gente e andou entre nós. Veja abaixo um líndo e criativo video que proclama de forma emocionante de que um Menino nos nasceu, um Filho se nos Deus e o governo está sobre os seus ombros, Cristo o Rei dos reis.

Renato Vargens

Por acaso o Natal é uma festa cristã?


Por Renato Vargens
Como muitas vezes acontece, a Igreja Evangélica Brasileira polemiza sobre assuntos dos mais diversos. Na verdade, têm sido assim no decorrer recente de sua história. Ultimamente, têm-se falado demasiadamente sobre o natal, sua história e implicações. Como era de se esperar, opiniões diferentes surgiram quanto ao assunto. Existem aqueles que não vêem nenhum problema quanto à celebração da data, e outros que radicalizaram abdicando de toda e qualquer celebração relacionada ao tema em questão.

Antes de qualquer coisa , por favor façamos algumas considerações:

o Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja. Os primeiros indícios da festa provêm do Egito. Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal”. Foi no século V que a Igreja Católica determinou que o nascimento de Jesus Cristo fosse celebrado no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, isto porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo. Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com benevolência uma desculpa para continuar a celebra-la em grandes alterações no espírito e na forma.

Ontem e Hoje:

A conclusão que chegamos é que o natal surgiu com a finalidade de substituir as práticas idólatras e pagãs que influenciava sociedade da época. Hoje como no passado à humanidade continua fazendo desta festa pretexto pra bebedeiras, danças e orgias. Se não bastasse isso, todos sabemos que milhões de pais em todo o mundo (Muitos destes cristãos) levam seus filhos pequenos a acreditarem em Papai Noel, dizendo-lhes que foi o bochechudo velhinho que lhes trouxe um presente. Ora, a figura do papai Noel tem origem nos países nórdicos, referindo-se a um senhor idoso, denominado Klaus, que saía distribuindo presentes a todos quanto podia. Infelizmente, numa sociedade materialista e consumista, o tal Papai Noel é mais desejado do que Jesus de Nazaré, afinal de contas, ele é o bom velhinho que satisfaz os luxos e desejos de todos quanto lhes escrevem missivas recheadas de vaidades e cobiças. Se não bastasse, junta-se a isso a centralidade em muitos lares cristãos de uma Árvore recheada de bolinhas coloridas.

O espírito consumista e mercantilista do natal, bem como a ênfase na árvore e no papai Noel, se contrapõe a mensagem do evangelho que anuncia que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho pra morrer por nós. Aliás, esta é a grande nova! Deus enviou seu filho em forma de Gente! Sem sombra de dúvidas, sou absolutamente contra, duendes, Papai Noel e outras coisas mais que incentivam este “espírito mercantilista natalino”. No entanto, acredito que antes de qualquer posição, decisão ou dogmatização, quanto ao que fazer “do e no natal” devemos responder sinceramente pelo menos três indagações:

1. Será que existe alguma festividade ou festa no mundo que tenha o poder de convergir tanta gente em torno da família, do lar como o natal?

2. Em virtude do grande poder e influência que o natal exerce na sociedade ocidental será que não deveríamos aproveitar a oportunidade e anunciar a todos quanto pudermos que um “menino nos nasceu e um filho se nos deu”?

3. Seria inteligente de nossa parte desconsiderarmos o natal extinguindo-o definitivamente do “nosso” calendário em virtude do“espírito mercantilista natalino” que impera na nossa sociedade?

Outras considerações:

Apesar de não observarmos textos bíblicos que incentivem a celebração do natal, é absolutamente perceptível em diversas passagens a importância e relevância do nascimento e encarnação do Filho de Deus. As escrituras, narram com efusão o nascimento do Messias. Se não bastasse isso, sem a sua vinda, não nos seria possível experimentarmos da salvação eterna e da vida vindoura. Portanto, comemorar o natal, (ainda que saibamos que o Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro) significa em outras palavras relembrar a toda a humanidade que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, pra que todo aquele que nele cresse não perecesse mais tivesse vida eterna.

Isto nos leva a seguinte conclusão:

1. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de evangelização. Em todos os registros históricos percebemos de forma impressionante o quanto os irmãos primitivos eram apaixonados, entusiastas e extremamente corajosos na proclamação do evangelho. Estes homens e mulheres de Deus eram movidos por um desejo incontrolável de pregar as Boas Novas. Eram pessoas provenientes de classes, níveis e posições sociais das mais diversas: artesãos, sacerdotes, empresários, escravos, gente sofisticada bem como pessoas simples e iletradas. Entretanto, ainda que diferentes, todos tinham em comum o sentimento de “urgência” em anunciar a Cristo. Vale a pena ressaltar que Jesus comumente usou as festas judaicas como meio de evangelização. Os 04 evangelhos, nos mostram o Senhor pregando e ensinando coisas concernentes ao reino de Deus a um número considerável de pessoas em situações onde a nação celebrava alguma festividade. Na verdade, ele aproveitava os festejos públicos pra anunciar as boas novas da salvação eterna. Ora, tanto nosso Senhor quanto à igreja do primeiro século tinham como missão prioritária à evangelização. Portanto, acredito que o natal seja uma excelente ocasião pra anunciar a cristo aos nossos familiares e amigos. Isto afirmo, porque geralmente é no natal onde a maioria das famílias se reúnem. O natal nos propicia uma grande oportunidade de proclamarmos com intrepidez a cristo. Junta-se a isso, que o período de fim de ano é um momento de reflexão e avaliação pra muitos. E como é de se esperar, em um mundo onde a sociedade é cada vez mais competitiva e egoísta, a grande maioria, sofre com as dores e marcas deste mundo caído e mau. É comum nesta época o cidadão chegar a conclusão de que o ano não foi tão bom assim. A conseqüência disto é a impressão na psique do individuo de sentimentos tais como frustração, depressão, angústia e ansiedade.E é claro que tais sentimentos contribuem consideravelmente a uma abertura maior a mensagem do evangelho.

Abertura pro Sagrado

Um outro fator preponderante que corrobora pra evangelização é significativa abertura ao sagrado e ao sobrenatural que a geração do século XXI experimenta. No inicio do século XX, acreditava-se que quanto mais o mundo absorvesse ciência menor seria o papel da religião. De lá pra cá a tecnologia moderna se tornou parte essencial do cotidiano da maioria dos habitantes do planeta e permitiu que até os mais pobres tivessem um grau de informação inimaginável 100 anos atrás. Apesar de todas essas mudanças, no inicio do século XXI o mundo continua inesperadamente místico. O fenômeno é global e no Brasil atinge patamares impressionantes.

A Revista Veja encomendou uma pesquisa ao Instituto Vox Populi, perguntando as pessoas se elas acreditavam em Deus. A maioria absoluta ou seja, 99% dos brasileiros responderam que acreditavam. Sem dúvida, o momento é impar na história, até porque, com exceção de alguns períodos da história mundial o mundo nunca esteve tão aberto ao sagrado como agora. Diante disto, será que o natal não representa uma excelente oportunidade de evangelização?

2. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de reconciliação e perdão.Você já se deu conta que a ambiência do natal proporciona uma abertura maior à reconciliação e perdão? Repare quantas famílias se recompõem, quantos lares são reconstruídos, quantos pais se convertem aos filhos e quantos filhos se convertem aos pais. Será que a celebração do natal não abre espaço nos corações pra reconciliação e perdão? Ora, O senhor Jesus é aquele que tem o poder de construir pontes de misericórdia bem como de destruir as cercas da indiferença e inimizade.

3. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de sermos solidários em uma terra de solitários.Por acaso você já percebeu que no natal as pessoas estão mais abertas a desenvolver laços de fraternidade e compaixão com o seu próximo? Tenho para mim que o natal pode nos auxiliar a lembrarmos que a vida deve ser menos solitária e mais solidária. Isto afirmo porque o natal nos aponta o desprendimento de Deus em dar o seu filho por amor a cada de um nós. O Nosso Deus se doou, se sacrificou e amou pensando exclusivamente no nosso bem estar e salvação eterna. Você já se deu conta que o natal é uma excelente oportunidade pra nos aproximarmos daqueles que ninguém se aproxima além de exercermos solidariedade com aqueles que precisam de amor e compaixão?

Conclusão

Sem qualquer sombra de dúvida devemos repulsar tudo aquilo que seja reflexo deste “espírito mercantilista natalino”. Duendes, Papai Noel, devem estar bem longe da nossa prática cristã. Entretanto, acredito que como portadores da Verdade Eterna, devemos aproveitar toda e qualquer oportunidade pra semear na terra árida dos corações a semente da esperança. Jesus é esta semente! Ele é a vida eterna! O Filho de Deus, que nasceu, morreu e ressuscitou por cada um de nós. A missão de pregar o Evangelho nos foi dada, e com certeza, cada um de nós deve fazer do natal uma estratégia de proclamação e evangelização.

Celebremos irmãos e anunciemos que o Salvador nasceu e vive pelos séculos dos séculos amém.

Soli Deo Gloria

Renato Vargens

O Menino Pastor e o livro "NAMORO.COM"

A única solução para a violência do Rio de Janeiro

Por Renato Vargens 
O Rio de Janeiro tem sido foco da atenção de todo Brasil em virtude da guerra travada no complexo de favelas do Alemão.

Lamentavelmente a fama dos bandidos cariocas é a pior possível. Os relatos publicados pela imprensa são de assustar os mais frios dos homens. Infelizmente as histórias de traficantes  que decapitaram seus inimigos se multiplicam aos borbotões.  Junta-se a isso o fato de que a cada semana ouvimos casos de chacinas onde crianças barbaramente são assassinadas, isso sem  falar nos crimes descabidos e hediondos que diariamente ocorrem nos sinais de trânsito, onde cidadãos de bem pagam com a própria vida o descaso do Estado.

Caro leitor, o estado  de depravação e pecaminosidade desta gente é absolutamente desesperador. Na minha perspectiva, pessoas como estas,  são irrecuperáveis! Por mais que o Estado queira, não lhe é possível regenerar pessoas deste nipe, mesmo porque, Individuos assim, chafurdam "alegramente" no pecado escravizados a um comportamento recheado de iniquidades cujo principal prazer é a morbidez.

Isto posto, acredito que a única maneira de um bandido experimentar uma definitiva recuperação seja através da ação do Espirito de Deus. Ora, Somento o Espírito Santo tem poder para regenerar o homem. Somente o Espírito de Deus tem condições de metamorfosear a natureza humana.

Prezado amigo, a regeneração é um ato exclusivo de Deus, como também  uma demonstração maravilhosa de Sua onipotência.  Mediante a pessoa e agência do Espírito Santo, Deus regenera ou dá o novo nascimento àqueles que estão mortos em seus delitos e pecados. Este novo nascimento é operado no pecador pela obra onipotente do Espírito de santidade. Este é um ato divino e onipotente; portanto, segue-se que o próprio pecador não pode fazer absolutamente nada para assistir em sua produção. A regeneração da alma é exclusivamente a obra de Deus. Ela não é de forma alguma atribuível ao desejo ou esforço do seres humanos caídos, pecadores e espiritualmente mortos (João 3:5-8; Efésios 2:8-10; Colossenses 2:13)

Regeneração não é uma mudança de mente ou propósito fabricado pelo  pecador ou por métodos educativos do Estado.  Regeneração é a criação de um novo coração ou de uma nova vida interior através do Espirito Santo.

Diante disto, ouso afirmar que a solução para o Rio de Janeiro encontra-se no Evangelho da Salvação Eterna. Sim! Eu Creio nisso! Creio no poder do Evangelho! Creio na eficácia da Cruz de Cristo, creio na ação do Espirito Santo, creio no arrependimento de pecados, creio na transformação do pecador.

O reformador francês João Calvino acreditava que devemos fazer uso total das oportunidades que Deus dá para evangelizar. "Quando uma oportunidade para edificação se apresenta, devemos perceber que uma porta foi aberta para nós pela mão de Deus a fim de que possamos introduzir Cristo naquele lugar e não devemos nos recusar a aceitar o generoso convite que Deus nos faz."

A luz desta afirmação acredito que mais do que nunca cai sobre nós a responsabilidade de pregar e anunciar Cristo. É tempo de pregarmos o arrependimento de pecados e a fé em Cristo para a Salvação do homem.

Cristo, somente Cristo, pode converter o coração de pecadores em santos, somente o Espirito Santo tem poder para transformar  bandidos em homens de Deus.

Pense nisso!

Renato Vargens