Retrospectiva 2010.
Por Renato Vargens
2010 foi um ano de muitas atividades. Como trabalhei este ano, ufa! Escrevi mais de 400 textos, os quais foram publicados no meu blog e em muitos outros mais. Publiquei dois livros ( Cristianismo ao gosto do freguês e Namoro.com) pela Scrittura Editora; contribui com a Editora Fiel escrevendo um capitulo ( A relevância das Escrituras para a igreja brasileira) do livro "A glória da graça de Deus". Preguei mais de 300 vezes no Brasil e no exterior o Evangelho da Salvação Eterna. Proclamei também a Palavra de Deus audaciosamente para pastores e lideres combatendo fervorosamente as mais diversas distorções teológicas do nosso tempo. Além disso, viajei duas vezes para o Peru e uma para o Haiti, onde ministrei o Evangelho a uma multidão de pessoas que em virtude do terremoto do dia 02/01 haviam perdido tudo aquilo que possuiam. 2010 também foi o ano em que concluí a plantação de mais uma igreja. A Igreja Cristã da Aliança do Rio do Ouro chegou ao final deste período independente e com todas as suas estuturas funcionando adequadamente. A Deus toda glória!
2010 também foi um ano onde atendi dezenas de gabinetes pastorais, visitei inúmeros enfermos, como também pela graça de Deus pude consolar àqueles que sofrem.
2010 foi um ano de perdas, onde amigos e parentes partiram para a glória. Também foi um ano de conquistas, onde pela graça de Deus pude fazer novos amigos, além é claro de reencontrar na estrada da vida velhos companheiros de fé e luta.
Sem sombra de dúvidas, 2010 foi um ano de vitórias e derrotas, de montes e vales, de choro e de risos!
Hoje, último dia do ano, prosto-me diante do trono da graça reconhecendo que nada daquilo que fiz possui mérito e glória em si mesmo. Tenho plena consciência de que existo para glorificar o Soberano Senhor e que a honra e o louvor por tudo aquilo que fazemos pertence exclusivamente a Ele.
Isto posto, encerro, publicando o último post do ano reproduzindo uma poesia escrita pelo meu amigo Ariovaldo Ramos que muito falou ao meu coração:
"Correndo passa ano, entra ano,
É sempre a mesma mirrada vida.
Mesma luta renhida, mesma lida.
Só sobe outro repetido pano.
É sempre o mesmo velho retrato.
Que se mostra, no repetido palco.
Haverá quem possa tentar salto?
Temos de caminhar, comer do prato?
Talvez, a nossa requentada peça
Tenha, perpetuamente, de ser essa:
Mas seja possível mudar o ator.
Talvez, nessa modorrenta mesmice,
Que já vige, desde a meninice,
A gente possa injetar amor!"
Naquele que vive e reina,
Renato Vargens
























