Convite para o lançamento do livro: "Namoro.com"



Scrittura Editora  tem a grata satisfação de convidá-lo Para o lançamento do novo livro do 
Pr. Renato Vargens

"NAMORO.COM" 
Um Guia prática para um namoro cristão saudável. 

Que acontecerá no sábado, 04 de dezembro às 20:00 h , no  templo da Igreja Cristã da Aliança de Pendotiba, situado a Estrada Washington Luiz, 383 - Pendotiba - Niterói RJ


Por favor confirme sua presença através do email: evelyn.secretaria@gmail.com

Sobre o recente protesto contra a Universidade Presbiteriana Mackenzie


Em protesto ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), publicado desde 2007 no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie contra o PL 122/2006 (conhecido como “lei anti-homofobia”), um grupo de ativistas organizou uma manifestação no dia 24 de novembro de 2010, por volta das 18h, em frente à universidade. Com previsão de mais de três mil participantes, o evento contou somente com cerca de 400, que se postaram diante dos portões da instituição, na Rua Itambé. Em seguida, o grupo deslocou-se do Mackenzie para a Avenida Paulista com um número já bastante reduzido, conforme anunciado por diversos veículos de comunicação como a Globo News, a Folha de São Paulo, a CET, o site da UOL e dezenas de outros sites informativos. Na universidade, as aulas transcorreram normalmente.

A oposição da IPB ao projeto de lei se baseia não só no senso comum e em análises jurídicas especializadas (que consideraram o projeto “inconstitucional”), mas sobretudo nos princípios cristãos que norteiam tanto a denominação quanto o Mackenzie. Não há novidade nisso: quando se matriculam na instituição, os alunos assinam o contrato de serviços educacionais, em que há uma cláusula explicando esse caráter confessional. Isso não significa perseguição a quem não subscreve essas bases cristãs, muito pelo contrário: não há registro na história da universidade de casos de discriminação de qualquer tipo, seja contra alunos homossexuais, seja contra alunos que professam outras religiões, ou nenhuma. Todos têm acesso aos mesmos benefícios, como bolsas de estudo.

No entanto, desde o momento em que a publicação do texto da IPB no site do Mackenzie foi “descoberta” pelos ativistas neste ano, a igreja, a universidade e a pessoa de seu Chanceler têm sido duramente atacados e acusados de “homofobia”. Filmados em vídeo, os manifestantes pediam a demissão do Chanceler, cuja foto foi estampada em diversos sites homossexuais acompanhada de palavras de ódio. A virulência que caracterizou essas expressões de indignação, mesmo antes da aprovação do projeto, confirma o quanto é perigoso que a sociedade se veja refém de uma minoria militante, que procura impor seus pontos de vista por meio de pressão e difamação, não admitindo que pessoas, igrejas e organizações cristãs simplesmente afirmem ser a conduta homossexual um pecado.

Para detalhar melhor sua postura bíblica — que se fundamenta no amor, não no separatismo, e prega o respeito a todos —, cristãos que partilham da mesma visão sobre o homossexualismo se uniram para elaborar o manifesto “Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa”. O texto foi reproduzido em cerca de oito mil sites cristãos e conservadores, recebendo mais de 36 mil citações na internet. Traduzido para idiomas como alemão, espanhol, francês, holandês e inglês, foi postado em sites de diversos países estrangeiros, como Estados Unidos, França, Alemanha e Portugal. Centenas de manifestações de solidariedade à postura do Mackenzie foram veiculadas em diversos meios, inclusive no conhecido blog de Reinaldo Azevedo (articulista da revista Veja), um dos comentaristas políticos mais lidos e respeitados do país. Respondendo às acusações de “homofobia” com argumentos sólidos e bíblicos, os cristãos creem que sua postura contribuiu para que a manifestação de repúdio ao documento da IPB tenha recebido tão pouca adesão do público.

Nós, cristãos, estamos alegres e gratos por todo o apoio recebido e pelas orações do povo de Deus em favor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e de seu Chanceler, o Rev. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Instamos o povo de Deus a que se una também em súplicas e intercessões para que o Deus todo-poderoso derrame seu Espírito Santo sobre a igreja evangélica neste país. Necessitamos com urgência de um avivamento, de forma que o Cristo crucificado seja exaltado, os crentes sejam santificados, a Escritura Sagrada seja pregada com liberdade, pecadores se convertam e nosso país seja transformado, para a glória do Deus trino da graça.

Este pronunciamento é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.  Para ampla divulgação.

Uma pequena explicação do porque da violência no Rio de Janeiro

Por Renato Vargens 
Os acontecimentos dos últimos dias no Rio de Janeiro, onde bandidos fortemente armados incendiaram aproximadamente 100 veículos, além de promoverem pânico em diversas áreas da região metropolitana do Rio de Janeiro  são o  claro desdobramento de uma das mais bem-sucedidas políticas de segurança pública já adotadas no País - a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em 12 morros e favelas que estavam sob controle do narcotráfico.

Pois é, ao estabelecer as UPPs, o governo estadual não se limitou somente a promover operações policiais em zonas de conflitos, onde por décadas o poder público esteve ausente. Na verdade,  o que o Estado fez  foi por em prática o que era recomendado pelos especialistas em segurança pública,  instalando postos de saúde e escolas nesses locais, além de contingentes policiais permanentes articulados com líderes comunitários. Desse modo, toda vez que uma nova UPP era instalada, o crime organizado perdia o controle sobre uma "área liberada".

Desde que essa política foi adotada, há dois anos, o crime organizado vem sendo expulso de morros e favelas que antes controlava pela intimidação e pela violência. A violência dos últimos dias - com um saldo de mais de 35 mortos - foi mais uma tentativa de represália dos bandidos.

Caro leitor, a estratégia da bandidagem não é nova. Sempre que se sentiram acuadas pelas autoridades de segurança pública, os marginais afrontaram o poder do Estado  através de ataques orquestrados, com  vistas a aterrorizar a população. 

Caro leitor, sem sombra de dúvidas o momento é nevralgico e absolutamente inquietante.

Isto posto, gostaria de convocar a Igreja de Jesus a clamar ao Senhor rogando que definitivamente  liberte a cidade do Rio de Janeiro do caos institucionalizado pelos bandidos!

Que Deus tenha misericórdia desta cidade que outrora já foi maravilhosa!

Renato Vargens

Rio de Paz faz proposta de mediação do conflito

O  Rio de Paz fez uma proposta de mediação de conflito ao governo do estado, nesta sexta-feira. O movimento divulgou comunicado às autoridades públicas do Rio sugerindo que seja feita uma proposta de rendição dos traficantes do Complexo do Alemão. A idéia é dar um prazo para os criminosos deporem as armas e se entregarem.

Veja abaixo a proposta  do Rio de Paz que foi assinada pelo Presidente da ONG, Antônio Carlos Costa.

"1. O possível efeito emocional e dissuasório da ação inédita, realizada no dia de ontem, pelas forças policiais em parceria com a Marinha brasileira, sobre a vida dos membros da facção criminosa que atua naquela localidade.

2. A preservação de centenas de vidas, uma vez que, a probabilidade de banho de sangue é concreta, caso haja resistência por parte dos narcotraficantes. O Rio de Paz quer evitar, entre outras coisas, cenas de pais e mães carregando no colo corpo ensangüentado de filho morto.

3. O aspecto moral da questão. Oferecer-lhes a proposta de rendição, que preservaria vidas humanas, é atitude que melhor se harmoniza ao espírito que deve reger as relações humanas no Estado Democrático de Direito.

O Rio de Paz ressalta o êxito das decisões tomadas pela Poder Público, após a crise que se estabeleceu no campo da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro: A Vila Cruzeiro foi retomada sem derramamento de sangue; o extenuante trabalho das nossas polícias na tentativa de restabelecer a ordem pública; a conjugação de esforços com as forças armadas brasileiras; e o compromisso com a transparência, com todas as autoridades da área de segurança, colocando-se à disposição dos meios de comunicação para que a sociedade receba esclarecimento.

O Rio de Paz entende que, em momento tão crucial da história da nossa cidade, a população deve estar ao lado do seus governantes, para que seja debelado o problema histórico e crônico do terror impingido pelas facções criminosas. Não é momento para divisões. A vitória do Estado é a vitória de toda uma sociedade, que está farta da barbárie e de enterrar seus mortos".

Tropa de Elite 3 - Uma história real.

Por Renato Vargens
O sucesso do filme Tropa de Elite 2, contribuiu em muito para a construção de uma melhor imagem da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Soma-se a isso o fato de que em virtude da guerra contra o tráfico,  o BOPE, (Batalhão de Operações Especiais)  desempenhou no dia de ontem de forma inteligente e brilhante a retomada de um conjunto de favelas (Complexo do Alemão) que a muito estava nas mãos da bandidadem. De fato , foi impressionante assistir pela televisão, centenas de marginais fugindo desesperadamente do  poder beligerante do Estado.

Pois é, diante disto, tanto cariocas como  fluminenses, que  por um longo e tenebroso inverno tem sofrido em virtude da truculência da bandidagem, elegeram os soldados do BOPE, como os heróis do Brasil.

Hoje, os jornais, as rádios, a internet e  a televisão, bem como toda sociedade civil aplaudiram de pé as ações efetivas e decisivas da policia no Complexo do Alemão.

Caro leitor, acredito que o fato da policia carioca ter resgatado de forma mágica o apoio da população, aponta exclusivamente para o surgimento de um novo "caso de amor" entre o cidadão e a polícia. Entretanto, apesar dos avanços do Rio, é importante que o  carioca compreenda que muita coisa ainda precisa ser feito, e que se não houver vontade politica por parte dos governantes, lamentavelmente ainda experimentaremos dias dificeis.

Isto posto, afirmo sem titubeios que nem só de heróis vivem os homens. O problema da violência no Rio de Janeiro não se resolverá somente com incursões cinematográficas do BOPE nas favelas. Ações práticas e emergenciais precisam ser tomadas, a polícia necessita ser melhor remunerada, o efetivo policial precisa ser capacitado e treinado, a educação precisa ser priorizada, políticas públicas saudáveis, não assistencialistas precisam ser aplicadas, além do estabelecimento de uma parceria sólida entre sociedade civil, governo e policia militar.

Cidadão carioca e fluminense, o problema da violência é de TODOS, a violência atinge a TODOS, e sem a participação e engajamento de TODOS, estaremos fadados ao caos e a dor.

Chorando e orando pelo Rio,

Renato Vargens

Razões porque as pessoas não vão a Igreja.

Por Renato Vargens

Prezado amigo, como já afirmei inúmeras vezes tenho plena convicção que a Igreja foi criada por Cristo. Tudo bem que ela é composta de gente falha, pecadora e cheia de limitações, todavia, apesar das imperfeições humanas ela continua sendo de Cristo.

Alguém já disse que Igreja é como a Arca de Noé, lá dentro o cheiro pode até ser insuportável, no entanto, é bem melhor estar dentro dela do que fora e baluarte da verdade. 

Isto posto, deixe as desculpas de lado e volte a se relacionar em comunhão com os irmãos na igreja, mesmo porque é em um relacionamente de koinonia, união  e amizade que o Senhor ordena a sua benção.

Renato Vargens

Veja o vídeo: Bope e Marinha fazem megaoperação com blindados no Rio

Equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope)  fazem uma megaoperação na região das favelas na Penha, subúrbio do Rio no final da manhã desta quinta-feira (25). Seis veículos blindados da Marinha e dois caminhões  deixaram há pouco o quartel de fuzileiros navais, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.


A expectativa é que os policiais se dirijam par a Vila Cruzeiro, onde bandidos armados se concentram. O comboio da polícia,  com mais de dez veículos do Bope, chegou à região hoje cedo. O clima é de tensão na região.

Mais cedo, quatro homens em duas motocicletas tentaram utilizar um caminhão de lixo para bloquear a passagem na Rua Tenente Luís Dorneles, na entrada do Grotão, na Vila Cruzeiro. Segundo a Comlurb, os bandidos teriam ordenado que o motorista permanecesse no local bloqueando o acesso à comunidade. Ainda de acordo com a empresa, depois de dar a ordem, eles teriam deixado o local e o motorista ligou o caminhão e fugiu.


Fonte: Rede Globo de Televisão

O Rio de Janeiro precisa das nossas orações.

A Revista Veja publicou em seu site que a Polícia do Rio de Janeiro captou ligações entre membros do Comando Vermelho e do ADA. O  Governo admite que existe possibilidade de acordo entre os criminosos de facções rivais que estariam unidos para promover um mega-ataque no próximo sábado, dia 27.

Os planos dos criminosos foram descobertos pelos serviços de inteligência da Secretaria de Segurança do Rio por meio da interceptação de conversas entre os traficantes. De acordo com o jornal, os diálogos revelam planos de ataques contra as sedes dos governos estadual e municipal, além do lançamento de explosivos em áreas de grande circulação, como pontos e ônibus e shopping centers na zona sul. Os bandidos estaria planejando até mesmo ações contra familiares do governador Sérgio Cabral.

Em entrevista na tarde de terça-feira, o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, admitiu que há indícios de que membros do Comando Vermelho, cuja principal área de atuação é o Complexo do Alemão, e da facção criminosa Amigo dos Amigos (ADA), que chefia o tráfico na Rocinha, estariam unidos com o objetivo de desestabilizar a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no estado.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, a polícia investiga informações de que 100 homens do Comando Vermelho estejam na Rocinha com o objetivo de dificultar uma possível ação do Bope na favela para a implantação de uma UPP. Os traficantes já teriam estocados pneus para serem incendiados e dificultar a visibilidade dos policiais.

Segundo a Folha de S. Paulo, no final de semana, um grupo de criminosos da Rocinha teria pernoitado no Alemão para negociar com Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, e Fabiano Atanazio da Silva, o FB, chefes do tráfico na favela e na Vila Cruzeiro uma ação conjunta para desafiar o governo. “O serviço de análise da Subsecretaria de Inteligência detectou que está havendo esse tipo de união de duas facções. Isso não quer dizer que o crime seja organizado, pois facção criminosa não é organizada”, disse Beltrame na terça-feira.

Novos ataques foram registrados entre a noite de terça e a madrugada de quarta-feira. Criminosos incendiaram veículos e atacaram pelo menos uma base da Polícia Militar. Os ataques ocorreram na capital, na região metropolitana e na Baxada Fuminense. Até as 3h30, a polícia havia contabilizado nove veículos incendiados.

Caro leitor, diante do exposto gostaria de convocar a Igreja de Jesus a clamar ao Senhor rogando que livre a cidade do Ro de Janeiro do caos institucionalizado pelos bandidos. Lamentavelmente, a impressão que temos é que estamos vivendo em um estado de guerra é que o Estado de Direito está sendo severamente ameaçado pela bárbarie. Além disso, é absolutamente necessário que a sociedade civil apoie INTEGRALMENTE o governo do Estado, colaborando com o Governador e a Polícia na luta hercúlea contra a violência.

Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós!

Renato Vargens

Socorro, Meu filho deixou a igreja



Por que os jovens e adolescentes saem da igreja? Seria culpa dos pais? Seria influência da faculdade? Seria alguma falha da própria igreja? Ou seria um abandono do próprio Deus?

Esse livro visa apresentar respostas plausíveis a essas questões, trazendo esperança ao coração de pais e mães do Brasil, os quais lutam pelo retorno de seus filhos à caminhada da fé. Com base na Bíblia, no cotidiano e em suas experiências pessoais, o autor busca imprimir a verdade de que Deus é o maior interessado pela conversão de nossos filhos.

Mário Freitas é pastor, conferencista e missiólogo. Foi missionário na China, e atualmente coordena projetos de missão integral no Haiti. É diretor da MAIS - Missão em Apoio à Igreja Sofredora. É casado e tem uma filha.

O que fizeram do Rio de Janeiro?

Por Renato Vargens

“Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil, cidade maravilhosa, coração do meu Brasil”. Assim começa a famoso samba composto por André Filho em 1935, em homenagem ao Rio de Janeiro. Na verdade, o Rio de Janeiro é cantado em prosa e em versos por inúmeros poetas de todo Brasil. A cidade que está encravada entre a montanha e o mar, é seguramente o ponto do território nacional mais conhecido em todo o mundo.

O Rio de lindas músicas, do samba, de praias belíssimas, do futebol e do meu Fluminense, é também infelizmente a cidade do caos e da violência. Isto porque, a cada dia, noticias de dor e morte chegam aos nossos ouvidos fazendo-nos questionar o porque de tanta maldade. O diário americano 'The Washington Post' publicou em sua edição do dia 16 de abril de 2007, uma grande reportagem sobre a violência no Rio de Janeiro, na qual afirma que o número de mortes de jovens nas favelas da cidade “ultrapassam de longe o de muitas zonas de guerra”.

Caro leitor será que a cidade maravilhosa cheia de encantos mil transformou-se na cidade do purgatório e do caos? Até quando famílias inteiras chorarão desesperadas a perda de seus filhos e pais? Ouso afirmar que o cenário atual do Rio é desolador e que nós cidadãos de bem, precisamos veementemente conscientizar o carioca da necessidade de despertar-se da letargia que o tem feito acostumar-se a desordem e a violência.

Não quero um Rio cujo comando seja um comando submundo oficial, nem tampouco um rio de submundo bandidaço, Quero de volta o Rio de Jobim, de Vinicius e de tantos outros poetas que cantaram a beleza do seu relevo bem como a alegria de seu povo.

Quero um Rio de festa, de alegria, de solidariedade, de harmonia.

Quero um Rio de Janeiro a dezembro, quero um Rio seguro, quero um Rio de Paz, alegria e esperança!


Renato Vargens

A onda de violência no Rio de Janeiro

Por Renato Vargens

Ontem ao sair de casa para a igreja, um dos porteiros do meu prédio me disse: - "pastor, não sei aonde vamos parar, acabou de acontecer mais um assalto a pedestre na rua. É bom ficar atento!"

Pois é, definitivamente a região metropolitana do Rio de Janeiro está mergulhada em violência. Um exemplo claro disso é a  onda de ataques violentos que a cidade está passando nestes dias.

A coisa está tão feia que os Portais de grandes redes de comunicação como a BBC (Reino Unido), Los Angeles Times e Washington Post (Estados Unidos),Clarín (Argentina), e Correio da Manhã (Portugal) destacaram a ação da polícia em tentar  conter os ataques.

A britânica BBC destacou que mais de mil agentes da polícia foram colocados para atuar na "batalha" contra as gangues. O portal também afirmou que a pacificação na cidade é um dos objetivos da sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.Os americanos Washington Post e Los Angeles Times anunciaram o reforço policial no Rio. Os sites afirmaram que o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, assegurou a executivos da Fifa que o Brasil está preparado para sediar os eventos esportivos dos próximos anos em "paz e tranquilidade".O português Correio da Manhã abriu a matéria com um pedido de ajuda do governador carioca, Sérgio Cabral, a Barreto. Para o portal, "o ministro ofereceu bem mais que o que o governador pediu", ao reforçar não apenas o contingente de policiais rodoviários, mas também colocar tropas da Força Nacional de Segurança Pública e disponibilizar vagas em prisões federais espalhadas pelo País. O Argentino Clarín elaborou uma galeria de 11 fotos sobre os estragos que os ataques causaram na cidade. Nelas, há imagens de batalhões de polícia baleados, vidros quebrados pelas balas e policiais armados andando pelas ruas.

A onda de ataques teve início na tarde de domingo, dia 21, quando seis homens armados com fuzis abordaram três veículos por volta das 13h na Linha Vermelha, na altura da rodovia Washington Luis. Eles assaltaram os donos dos veículos e incendiaram dois destes carros, abandonando o terceiro. Enquanto fugia, o grupo atacou um carro oficial do Comando da Aeronáutica (Comaer) que andava em velocidade reduzida devido a uma pane mecânica. A quadrilha chegou a arremessar uma granada contra o utilitário Doblò. O ocupante do veículo, o sargento da Aeronáutica Renato Fernandes da Silva, conseguiu escapar ileso. Ainda no domingo, em arrastão na Via Dutra, uma quadrilha armada bloqueou um trecho da pista sentido São Paulo, na altura de Pavuna, e roubaram um Kia Cerato e um Prisma. Na ação, uma das vítimas, identificada como Guilherme Feitosa da Silva, 26 anos, foi baleado na cabeça e levado em estado grave para o Hospital Getúlio Vargas.

Na manhã de segunda-feira, cinco bandidos armados atacaram motoristas no Trevo das Margaridas, próximo à avenida Brasil, em Irajá, também na zona norte. Os criminosos roubaram e incendiaram três veículos - uma van de passageiros que fazia o trajeto de Belford Roxo para o Centro, um Monza e um Uno. Também na segunda pela manhã, criminosos armados com fuzis atiraram em uma cabine da PM na rua Monsenhor Félix, em frente ao Cemitério de Irajá. A PM acredita que o incidente tenha sido provocado pelos mesmos bandidos que queimaram os carros no Trevo das Margaridas. À noite, criminosos atearam fogo em outros dois veículos na rodovia Presidente Dutra, sentido Capital, na altura da Pavuna. Na zona norte, uma cabine da Polícia Militar (PM) foi metralhada próximo ao shopping Nova América, em Del Castilho.

Já na manhã desta terça-feira, dois homens foram mortos a tiros em um Honda Civic na rodovia Washington Luís, altura do km 122. A PM diz que não há relação entre este crime e os ataques anteriores.

Caro leitor, estou cansado de tanta violência! Estou cansado de todos os dias ouvir notícias de chacinas, assaltos, assassinatos e crimes bárbaros. Estou cansado das desculpas do Estado, da falta de politicas públicas, das desculpas descabidas dos que governam. Estou cansado do blá-blá-blá social das ONG´S, do "Emblomation" estatal, das mentiras contadas, das lágrimas derramadas pelos pobres, da corrupção nacional.

Chega! Basta! Sinceramente se o Senhor nosso Deus não intervir no Rio de Janeiro não sei o que será do nosso povo.

Isto posto, conclamo a todos a rogarem ao Senhor que intervenha poderosamente em nossa cidade, porque caso contrário, experimentaremos dias de tragédia, luto e dor.

Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós!

Renato Vargens

Cristãos assassinados por amarem a Cristo.

Por Renato Vargens

Todos os anos milhares de cristãos são mortos por sua fé. A missão Portas Abertas tem relatado inúmeros casos onde crentes em Jesus são brutalmente assassinados. Um exemplo disto é o caso de Dois irmãos que foram mortos a tiros no norte do Iraque na segunda-feira, dia 22. Trata-se do último de uma série de crimes contra essa minoria religiosa no país.

Os irmãos Saad e Raad Hannah estavam trabalhando na loja de produtos automobilísticos deles, em Mossul, quando homens armados chegaram a atiraram neles, fugindo em seguida, segundo a polícia.

Um funcionário de um hospital de Mossul confirmou as mortes. As fontes pediram anonimato, pois não estavam autorizadas a falar com a imprensa. Vários cristãos estão deixando o Iraque, em meio ao temor por causa de uma série de ataques contra pessoas dessa religião.

Caro leitor, mais de 250 milhões de cristãos no mundo sofrem algum tipo de perseguição. Segundo a missão Portas Abertas a Coréia do Norte ocupa a primeira posição na classificação mundial de países por perseguição ao Cristianismo. O levantamento, organizado todos os anos pela Missão, é um referencial da liberdade religiosa no mundo e revela os Estados onde a Igreja sofre as piores restrições. Pela sétima vez consecutiva, o regime comunista do país asiático aparece como o maior opressor, seguido pelo reino muçulmano da Arábia Saudita e pelo Irã, cujo regime islâmico completa três décadas este ano.

A fé fundada por Maomé também é a religião oficial no Afeganistão, na Somália e nas Ilhas Maldivas, nações que ocupam a quarta, quinta e sexta posições, respectivamente. O Afeganistão subiu na lista este ano, como resultado do aumento da pressão por parte do movimento talibã ano passado. Embora tenha sido derrubado do poder pelas forças militares dos Estados Unidos em 2002, o grupo ainda é muito influente no país e extremamente violento em relação à Igreja Cristã. O Iêmen, também muçulmano, ocupa a sétima posição e o Laos, no Sudeste Asiático, permanece como o oitavo colocado da lista.

Dois novos países aparecem entre os dez primeiros: Somália e Eritréia. Na Somália, o número de incidentes contra cristãos aumentou dramaticamente em 2008, com relatos de pelo menos dez assassinatos, o que explica sua subida do 12º lugar para o quinto neste ano. Na Eritréia, não houve grandes mudanças na falta de liberdade religiosa para os cristãos, mas o deslocamento de outros países fez com que ela figurasse entre os dez piores. Já na comunista China, cujo governo ainda fecha igrejas, prenda e moleste fisicamente muitos cristãos, não houve relatos de crentes mortos por causa de sua fé.

O Butão, pequeno país budista da Ásia, deixou de integrar a relação dos dez primeiros porque adotou uma Constituição mais abrangente em termos religiosos. Em compensação, em 2008, a situação da liberdade religiosa para os cristãos piorou sensivelmente no Paquistão, Iraque, Mauritânia, Argélia, Nigéria (Norte), Indonésia, Bangladesh e Cazaquistão. A Índia, embora se denomine a maior democracia do mundo, assistiu a episódios de estrema violência contra os cristãos ano passado. Mais de mil deles foram massacrados por grupos radicais hindus no Estado de Orissa. Em muitas das nações listadas, o evangelismo é proibido por lei e muçulmanos que deixam a fé de Maomé para aderir ao Cristianismo podem até ser condenados à morte.

Diante disto, cabe a nós orarmos a Deus rogando misericórdia sobre milhões de irmãos que por causa de Cristo e so Evangelho sofrem todo tipo de perseguição.

Renato Vargens


Universidade Mackenzie: Em defesa da liberdade de expressão Religiosa.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007  e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

UNIVERSITÄT MACKENZIE: IN VERTEIDIGUNG DER RELIGIÖSEN MEINUNGSFREIHEIT

In Brasilien wurde  ein Gesetzentwurf (PL 122/2006) zur „Bekämpfung der Homophobie“ vorgelegt.

Der Entwurf bezeichnet als Straftat “jede einschüchternde oder erniedrigende Handlung (...) ethischer, philosophischer oder psychologischer Art“ gegenüber Homosexuellen und ihrer Lebensweise.

Aufgrund dieses Gesetzentwurfes, eröffneten  homosexuelle Aktivisten in Brasilien aktiven Widerstand gegen christliche Psychologen, die  eine Therapiemöglichkeit für Homosexuelle anbieten, die ihre Homosexualität  ablegen möchten  (wie im Fall der Diplom-Psychologin Rozangela Justino),  sowie gegen Pfarrer, die öffentlich den Gläubigen empfehlen, die homosexuelle Orientierung abzulehnen (wie im Fall des lutherischen Pfarrers Ademir Kreutzfeld).

Im Jahr 2007 äußerten die evangelischen Christen und Christen anderer Richtungen die Einschätzung, dass sich künftig strafbar mache, wer Homosexualität öffentlich als Sünde bezeichne, falls dieses Gesetz in Kraft trete. Dies sei mit der in der brasilianischen Verfassung verankerten Freiheit der religiösen Meinungsäußerung nicht vereinbar.

So veröffentlichte die Universidade Presbiteriana Mackenzie auf ihrer Internetseite Teile einer Stellungnahme der Presbyterianischen Kirche Brasiliens zu diesem Thema. Die hundertjährige Hochschule mit mehr als 45 Tausend Studenten steht in Trägerschaft der presbyterianischen Kirche Brasiliens. 


Verantwortlich für das Posting zeichnete Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes, der Vertreter des Trägers an der Universität.

Seit einiger Zeit bezichtigen die Schwulenbewegungen - mit breiter Unterstützung der Medien - den Text und die Einrichtung der Homophobie. Dabei wird fälschlicherweise die Meinung vertreten, dass es das Anliegen der Hochschule sei, das Recht auf homophobes Verhalten zu fördern.

In verschiedenen Internetauftritten der homosexuellen Gemeinde findet sich  nun das  Foto von Rev. Lopes, begleitet von Hassreden und üblen Kommentaren gegen ihn, gegen evangelische Christen und die Bibel.

Angesichts dieser Entwicklungen beschlossen evangelische brasilianische Christen die gemeinsame Herausgabe des folgenden Manifests:

Wir, Angehörige verschiedener christlicher Denominationen in Brasilien, bekunden unsere Solidarität mit der Presbyterianischen Kirche, mit der Universität Mackenzie und mit ihrem Vertreter des Trägers.

Wir sind gegen die undifferenzierte Verwendungdes Ausdruckes “Homophobie”. Dieser Ausdruck wird im Zusammenhang mit Mördern, Aggressoren und Verächtern von Homosexuellen, ebenso verwendet wie im Zusammenhang mit christlichen Leitern, die aufgrund der Heiligen Schrift Homosexualität als Sünde bezeichnen.

Unser Recht auf Gewissens- und Ausdrucksfreiheit darf uns nicht vorenthalten und mit der Anwendung von Gewalt verwechselt werden.

Wir vertreten die Auffassung, dass die Nennung von Sünde ein wichtiger Bestandteil der Verkündigung des Evangeliums Jesu Christi ist, um die Menschen zur freiwilligen Umkehr aufzurufen Keinerlei Hass darf sich in die Verkündigung der Liebe und der Gnade Gottes drängen.

Als Christen befolgen wir das biblische Gebot, allen Menschen das Evangelium des Heils anzubieten.

Jesus Christus starb um Menschen mit Gott zu versöhnen.

Wir glauben gemäss der Heiligen Schrift dass “alle gesündigt haben und der Herrlichkeit Gottes ermangeln“ (Römer 3.23).

Wir alle sind Sünder.

Eine Trennung zwischen “Sündern“ und „Nicht-Sündern“ existiert nicht.

Die Bibel enthält lange Listen, die Sünden aufzeigen, und lässt uns wissen, dass ohne Gottes Vergebung der Mensch bereits verloren und verdammt ist.

Wir wissen, dass “Unzucht, Verdorbenheit und Ausschweifung; Götzenanbetung und magische Praktiken, Feindschaft, Streit und Rivalität, Wutausbrüche, Intrigen, Uneinigkeit und Spaltungen, Neid, Trunk und Fresssucht und noch vieles dergleichen“ Sünde ist (Galaterbrief 5,19-20).

Entsprechend ihrer überlieferten und geschichtlichen Auslegung bezeichnen die jüdisch-christlichen Schriften homosexuelles Verhalten als Sünde, wie die  biblischen Texte  Leviticus 18,22, 1. Korinther 6,9-10, Römer 1,18-32 u.a. darlegen.

Wenn wir die Umkehr und die Bekehrung der Verlorenen wollen, müssen wir auch die Sünde der praktizierten Homosexualität benennen.

Wir wünschen nicht die Änderung des Verhaltens durch die Kraft des Gesetzes,  sondern durch die Bekehrung des Herzens.

Die Bekehrung des Herzens geschieht nicht durch äusseren Druck, sondern durch das gnädige und überzeugende Handeln des Heiligen Geistes Gottes, welcher, wie der Herr Jesus Christus lehrte, „den Menschen zeigen wird, was Sünde, was Gerechtigkeit und was Gericht ist (Johannes-Evangelium 16,8).

Wir möchten uns vergewissern, dass die eventuelle Einführung sogenannter Anti-Homophobie-Gesetze uns nicht daran hindern wird, in aller Freiheit diese Einladung des Evangeliums an alle zu richten, eine Einladung, die auch abgelehnt werden kann.

Wir sind gegen jede Art von Gesetz, die das homosexuelle Verhalten verbietet. So sind wir auch gegen jedes Gesetz, das die Gewissensfreiheit, ein wertvolles Gut der gesamten brasilianischen Gesellschaft, einschränken sollte.

Die Bundesverfassung (Artikel 5) versichert uns, dass wir alle vor dem Gesetz gleich sind. Sie sieht vor, dass die Gewissens- und Glaubensfreiheit unantastbar sind und dass niemandem aufgrund  religiösen Glaubens oder aufgrund  philosophischer oder politischer Überzeugung  Rechte vorenthalten  werden.

Wir sind ebenfalls gegen jede äussere Gewalt - Einschüchterung, Bedrohung, Aggression in Wort und Tat, die auf Veränderung der Einstellungen abzielen. 

Die Kriminalisierung einer Meinung akzeptieren wir nicht als Instrument sozialer Veränderungen. Sie wäre verfassungswidrig und würde nicht wünschenswerte und endlose Kettenreaktionen von Gewaltherrschaft auslösen, würde die Grundlagen der Demokratie verletzen.

Die Toleranz ist ein für alle verbindliches Prinzip.

Wir versuchen nicht homosexuelles Verhalten unter Anwendung von Zwangsmaßnahmen zu unterdrücken und erwarten,  dass diese Massnahmen ebensowenig dazu eingesetzt werden, unsere Verkündigung unseres Glaubens zu unterdrücken.

Wir wollen, dass unsere Freiheit, die Umkehr zu und die Vergebung von Gott öffentlich zu verkündigen, erhalten bleibt.

Wir wollen, dass unser Recht erhalten bleibt, konfessionelle Ausbildungsstätten zu gründen, welche die christliche Weltanschauung vertreten. Wir wollen, dass den Religionsgemeinschaften die Freiheit garantiert wird, sich zu allen gesellschaftlich relevanten Themen zu äußern.


Daher erklären wir unsere vollständige Unterstützung für die Verlautbarung der Presbyterianischen Kirche von Brasilien, wie sie auf der Internetseite der Universidade Presbiteriana Mackenzie   wiedergegeben wurde.

Homosexuelle Aktivisten, welche die Haltung der Universidade Presbiteriana Mackenzie kriminalisieren wollen, müssen sich darauf einstellen, damit die Presbyterianische Kirche von Brasilien, die evangelischen Kirchen des gesamten Landes, die Katholische Kirche und die Jüdische Gemeinde von Brasilien anzugreifen sowie, in letzter Konsequenz, die jüdisch-christlichen Schriften zu zensieren. Einzelpersonen, Religionsgemeinschaften und Institutionen haben die gesetzliche Zusicherung, ihr Bekenntnis und ihre Gewissensüberzeugungen, die sie dem Wort Gottes unterstellen, zum Ausdruck bringen zu dürfen. Wir positionieren uns mit aller Entschlossenheit, damit uns diese Freiheit nicht genommen wird.

UNIVERSITÉ MACKENZIE EN DÉFENSE DE LA LIBERTÉ D’EXPRESSION RELIGIEUSE

Au Brésil il y a depuis 2006 un projet de loi (PLC 122/2006) pour “combattre l’homophobie”. Ce projet considère comme criminelle n’importe quelle action “d’ordre moral, éthique, philosophique ou psychologique qui [...] intimide ou embarrasse” les homosexuels. Même si la loi n’est pas encore approuvée, les activistes homosexuels brésiliens ont déjà commencé des actions d’opposition à des psychologues chrétiens (comme Rozangela Justino) qui offrent un traitement à ceux qui veulent abandonner leur comportement homosexuel et à des pasteurs (comme le luthérien Ademir Kreutzfeld) qui ont conseillé aux fidèles de ne pas promouvoir l’homosexualité. En 2006, les chrétiens de plusieurs églises ont considéré que, si cette loi est approuvée, ils seront punis pour avoir traité l’homosexualité comme un péché. Cela est contraire à la liberté d’expression religieuse prévue dans la Constitution brésilienne. Alors, l’Université Presbytérienne Mackenzie, une institution centenaire qui compte plus de 45.000 étudiants et 1900 professeurs dans ses locaux, et qui est associée à vie à l’Église Presbytérienne du Brésil, a publié dans son site internet une partie d’un document qui exprime la position de cette église sur le sujet. Ce document portait la signature du chanceller de l’université, Rd Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Depuis quelques jours, ce document et l’institution qui le véhicule sont accusés d’homophobie par les activistes homosexuels, une accusation soutenue et reproduite par la majorité des médias, qui interprète à tort le document comme une revendication du “droit à l'homophobie”. La photo de Rd Lopes figure maintenant dans plusieurs sites homosexuels sur internet, accompagnée de discours haineux et de commentaires démoralisants sur lui, sur les chrétiens et sur la Bible.

Devant cette situation, nous, chrétiens du Brésil, demandons vos prières et votre appui pour la diffusion de notre manifeste dont les termes exacts sont :

Nous, chrétiens de dénominations diverses, prêtons notre solidarité à l’Église Presbytérienne, à l’Université Mackenzie et à son chancelier. Nous protestons contre l’usage indistinct du mot “homophobie”, qui met des assassins d’homosexuels sur le même plan que des dirigeants chrétiens qui, se fondant sur les Écritures Saintes, considèrent l’homosexualité comme un péché. Or, notre liberté de conscience et d’expression ne peut pas nous être niée, ni confondue avec des actes violents contre les homosexuels. Pour nous, la mention aux péchés pour appeler les hommes à un repentir volontaire est partie indissociable de l’annonce de l’Évangile de Jésus-Christ. Il n’y a aucun type de discours incitant à la haine qui puisse se fonder sur la prêche de l’amour et de la grâce de Dieu.

La Bible commande à tous les chrétiens d’offrir l’Évangile du salut à tous les hommes. Jésus-Christ est mort pour sauver et réconcilier l’être humain avec Dieu. Nous croyons, selon les Écritures, que “tous ont péché et sont privés de la gloire de Dieu” (Romains 3.23). Nous sommes tous des pêcheurs; il n’y a pas de division entre pêcheurs et non pêcheurs. La Bible présente de longues listes de péchés et informe que, sans le pardon de Dieu, l’homme est perdu et condamné. Nous savons que ce sont des péchés : “l’impudicité, l’impureté, la dissolution, l’idolâtrie, la magie, les inimitiés, les querelles, les jalousies, les animosités, les disputes, les divisions, les sectes, l’envie, l’ivrognerie, les excès de table” (Galates 5.19). Dans leur interprétation traditionnelle et historique, les Écritures judéo-chrétiennes décrivent l’acte homosexuel comme un péché, comme le démontrent les extraits de Lévítique 18.22, 1Corinthiens 6.9-10, Romains 1.18-32, entre autres. Si nous voulons le repentir et la conversion de l’homme perdu, nous devons nommer la pratique homosexuelle comme les autres. Ce n’est pas le changement de comportement forcé par la loi que nous voulons, mais la conversion du coeur, à travers l’action gracieuse et persuasive du Saint Esprit, qui convainc le monde “en ce qui concerne le péché, la justice, et le jugement” (Jean 16.8), selon Jésus-Christ.

Nous voulons donc être sûrs que l’éventuelle approbation de lois appelées anti-homophobie ne nous empêchera pas d’étendre librement à tous cette invitation, une invitation qui peut aussi librement être refusée. Nous ne sommes pour aucun type de loi qui interdise le comportement homosexuel ; ainsi, nous nous opposons à toute loi qui menace un principe cher à notre pays : la liberté de conscience. La Constitution fédérale (article 5) affirme que “tous sont égaux devant la loi”, que “la liberté de conscience et de croyance est inviolable” et que “personne ne sera privé de droits pour croyance religieuse ou conviction philosophique ou politique”. Nous nous opposons à toute force extérieure – intimidation, menaces, agressions verbales et physiques – qui vise à des changements de mentalités. Nous n’acceptons pas que la criminalisation de l’opinion soit un instrument valide pour les transformations sociales, puisque c’est inconstitutionnel et puisque cela créé des autoritarismes, blessant les bases mêmes de la démocratie. La “tolérance” doit être un principe commun à tous. Si nous ne cherchons pas à reprimer l’acte homosexuel par des actions de contrainte, nous ne voulons pas que ces mêmes actions soient utilisées pour nous faire taire. Nous voulons maintenir notre liberté d’annoncer le repentir et le pardon de Dieu publiquement. Nous voulons soutenir notre droit d’ouvrir des institutions d’enseignement qui soient confessionnelles, réflétant la vision chrétienne du monde. Nous voulons garantir que la communauté religieuse puisse s’exprimer sur tous les sujets importants pour la société.

Nous manifestons ainsi notre appui à la prise de position de l’Église Presbytérienne du Brésil et à la publication de son document dans le site de l’Université Presbytérienne Mackenzie. Si les activistes homosexuels prétendent criminaliser les positions de l’Université, ils doivent aussi se préparer pour attaquer l’Église Presbytérienne du Brésil, les églises protestantes et évangéliques du pays entier, l’Église Catholique, la Congrégation Judaïque du Brésil et, à la fin, censurer les Écritures mêmes. Des individus, des groupes religieux et des institutions ont le droit garanti par la loi d’exprimer leur confessionnalité et leur conscience soumises à la Parole de Dieu. Nous nous unissons fermement pour que cette liberté ne nous soit pas arrachée.
 
"Ce manifeste a été écrit collectivement pour représenter la pensée chrétienne du Brésil. Pour diffusion immédiate."

UNIVERSIDAD DE MACKENZIE: EN DEFENSA DE LA LIBERTAD DE EXPRESIÓN RELIGIOSA

Fue lanzado un proyecto de ley en Brasil (PL 122/2006) con el objetivo de “combatir la homofobia”. El proyecto caracteriza como crimen “cualquier acción (…) intimidatoria o vejatoria, de orden moral, ético, filosófico o psicológico” que involucre al homosexualismo. Con base en este proyecto, activistas homosexuales de Brasil iniciaron oposición activa a psicólogos cristianos que ofrecen tratamiento para quien desee dejar la homosexualidad (como Rozangela Justino) y a pastores que aconsejen públicamente a sus fieles a rechazar la orientación homosexual (como el Reverendo Luterano Ademir Kreutzfeld). En 2007, los evangélicos y cristianos en general consideraron que, en caso de que la ley viniera a ser aprobada, serían castigados por tratar públicamente el homosexualismo como pecado, lo que contaría la libertad de expresión religiosa prevista en la Constitución Brasilera. Así, la Universidad Presbiteriana Mackenzie, institución centenaria de enseñanza superior (universitaria), con más de 45 mil alumnos, que tiene como socia vitalicia la Iglesia Presbiteriana del Brasil, publicó en su web parte de un posicionamiento tomado por la denominación de la Iglesia Presbiteriana de Brasil acerca del tema, esa publicación tuvo la firma de su canciller, Rev. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Recientemente, el texto y la institución vienen siendo acusados de homofobia por los movimientos gay, con amplío apoyo de los medios. La posición es destorcida y presentada como si hubiese una “pretensión al derecho de ser homofóbico”. La foto del Rev. Augustus está siendo mostrada en varias web gay en internet, acompañadas de palabras de odio y comentarios desmoralizadores dirigidos a él, a los evangélicos y a la Biblia.

Por tanto, nosotros, los evangélicos brasileros, suplicamos las oraciones y apoyo de los cristianos de otros países, al mismo tiempo que decidimos emitir el siguiente manifiesto, del cual pedimos amplia divulgación:

Nosotros, de varias denominaciones cristianas, venimos a dar solidaridad a la iglesia Presbiteriana, a la Mackenzie y a su canciller. Nosotros nos levantamos contra el uso indiscriminado del término “homofobia”, que pretende aplicase tanto a los asesinos, agresores y discriminadores de los homosexuales como a líderes religiosos cristianos que, a la luz de la Escritura Sagrada, consideran la homosexualidad un pecado. Ahora, nuestra libertad de consciencia y de expresión no nos puede ser negada, ni confundida con violencia. Consideramos que mencionar pecados para llamar a los hombres a un arrepentimiento voluntario es parte integral del anuncio del Evangelio de Jesucristo. Ningún discurso de odio puede pisotear la predicación del amor y de la gracia de Dios.

Como cristianos, tenemos el mandato bíblico de ofrecer el Evangelio de la salvación a todas las personas. Jesucristo murió para salvar y reconciliar al ser humano con Dios. Creemos, de acuerdo con las Escrituras, que “todos pecaron y están destituidos de la gloria de Dios” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nosotros. No existe una división entre “pecadores” y “no-pecadores”. La Biblia presenta largas listas de pecado e informa que sin el perdón de Dios el hombre está perdido y condenado. Sabemos que son pecado: “inmoralidades sexuales, hacen cosas impuras y viciosas,adoran ídolos y practican la brujería. Mantienen odios, discordias y celos. Se enojan fácilmente, causan rivalidades, divisiones y partidismos. Son envidiosos, borrachos, glotones” (Gálatas 5.19). En su interpretación tradicional e histórica, las Escrituras judeo-cristianas tratan la conducta homosexual como un pecado, como demuestran los textos de Levíticos 18.22; 1 Corintios 6.9-10; Romanos 1.18-32, entre otros. Si queremos el arrepentimiento y la conversión del perdido, necesitamos nombrar también ese pecado. No deseamos cambio de comportamiento por fuerza de ley, pero sí, la conversión de corazón. Y la conversión de corazón no es presión externa, sino por la acción graciosa y persuasiva del Espíritu Santo de Dios, que, como enseñó el Señor Jesucristo, convence “de pecado, de justicia y de juicio” (Juan 16.8).

Queremos así asegurarnos que la eventual aprobación de leyes llamadasanti-homofobia no nos impedirá extender esa invitación libremente a todos, una invitación que también puede ser rechazada. No estamos a favor de ningún tipo de ley que prohíba la conducta homosexual; de la misma forma, somos contrarios a cualquier ley que atente contra el principio claro a la sociedad brasilera: la libertad de consciencia. La Constitución Federal (artículo 5°) asegura que “todos son iguales delante de la ley”, “estipula ser inviolable la libertad de consciencia y de creencia” y “estipula que nadie será privado de derechos por motivo de creencia religiosa o de convicción filosófica o política”. También nos oponemos a cualquier fuerza exterior –intimidación, amenazas, agresiones verbales y físicas- con miras al cambio de mentalidad. No aceptamos que la criminalización de la opinión sea un instrumento válido para transformaciones sociales, pues, además de inconstitucional, fomenta una indeseable onda de autoritarismo, hiriendo las bases de la democracia. Así como no buscamos reprimir la conducta homosexual por esos medios coercitivos, no queremos que los mismos medios sean utilizados para que dejemos de predicar lo que creemos. Queremos mantener nuestra libertad de anunciar el arrepentimiento y el perdón de Dios públicamente. Queremos sustentar nuestro derecho de abrir instituciones de enseñanza confesional, que reflejan la cosmovisión cristiana. Queremos garantizar que la comunidad religiosa pueda expresarse sobre todos los asuntos importantes para la sociedad.

Manifestamos, por tanto, nuestro total apoyo al pronunciamiento de la Iglesia Presbiteriana de Brasil reproducido en la web de la Universidad Presbiteriana Mackenzie. Si activistas homosexuales pretenden criminalizar la postura de la Universidad Presbiteriana Mackenzie, deben prepararse para confrontar igualmente a la Iglesia Presbiteriana del Brasil, a las iglesias evangélicas de todo el país, y a la Iglesia Católica Apostólica Romana, a la Congregación Judía del Brasil y, en última instancia, censurar las propias Escrituras judeo-cristianas. Individuos, grupos religiosos e instituciones tienen el derecho garantizado por ley de expresar su confesionalidad y su consciencia sujetas a la Palabra de Dios. Nos paramos firmemente para que esa libertad no nos sea quitada.

Este manifiesto es una creación colectiva con miras a representar el pensamiento cristiano brasilero. Para amplia divulgación.

MACKENZIE UNIVERSITY: IN DEFENSE OF FREEDOM OF RELIGIOUS EXPRESSION

In Brazil, a bill (PL 122/2006) has been proposed in order to pass a law with the objective of “combating homophobia.” The project characterizes as a crime “any intimidating or vexing action, of moral, ethical, philosophical or psychological nature” that involves homosexuality. Based on this project, homosexual activists in Brazil initiated active opposition to Christian psychologists who offer treatment for those who wish to leave homosexuality (as with Rozangela Justino) and to pastors (such as Lutheran Rev. Ademir Kreutzfeld) who have publicly counseled their flock to avoid homosexual lifestyle. In 2007, evangelicals and Christians in general believed that if the law should be approved, they would be punished for publicly treating homosexuality as sin, which would be contrary to the freedom of religious expression granted by the Brazilian Constitution, Thus, Mackenzie Presbyterian University in São Paulo, a centenary institution of higher learning, with a body of 45,000 students and 1900 professors, whose lifelong associate is the Presbyterian Church of Brazil (IPB), published a portion of the position taken by the denomination on this matter on its site. This post was signed by its Chancellor, Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Recently, this text and the institution have come to be accused of being homophobic by gay organizations, with ample support of the media. Its position has been distorted and presented as if it is “intentionally promoting the right to be homophobic.” Rev. Augustus Nicodemus’ photo is being shown on various gay sites on the Internet, accompanied by words of hate and insulting comments directed at him, evangelicals and the Bible.

Therefore, we, as evangelical Christians in Brazil, seek the prayers and support of fellow believers in other countries. We have also decided to issue the following manifesto, for which we seek widespread circulation:

MACKENZIE UNIVERSITY: IN DEFENSE OF FREEDOM OF RELIGIOUS EXPRESSION

Mackenzie Presbyterian University (Universidade Presbiteriana Mackenzie) has recently come under attack for an allegedly “homophobic” text that has been on its site since 2007. We, from several Christian denominations, wish to express our solidarity with this institution. We rise up against the indiscriminate use of the term “homophobia,” that is being applied not only to murderers, assailants and discriminators of homosexual persons, but also to Christian religious leaders who, according to the light of Holy Scripture, consider homosexuality a sin. After all, our freedom of conscience and expression may not be denied us, nor may it be confounded with violence. We believe that mentioning sins in order to call people to voluntary repentance is an integral part of announcing the Gospel of Jesus Christ. No declaration of hate may be based on the preaching of the love and of the grace of God.

As Christians, we have the biblical mandate to offer the Gospel of salvation to all people. Jesus Christ died to save and reconcile human beings with God. We believe, according to the Scriptures, that “all have sinned and fall short of the glory of God” (Romans 3:23). We are sinners, every one of us. There is no division between “sinners” and “non-sinners.” The Bible presents us with long lists of sins and informs us that, without God’s forgiveness, human beings are lost and condemned. We know that the following are sins: “sexual immorality, impurity and debauchery; idolatry and witchcraft, hatred, discord, jealousy, fits of rage, selfish ambition, dissensions, factions and envy; murders, drunkenness, orgies, and the like” (Galatians 5:19). In their traditional and historical interpretation, the Judeo-Christian Scriptures deal with homosexual conduct as sin, as can be shown by texts like Leviticus 18:22, 1 Corinthians 6:9-10, Romans 1:18-32, as well as others. If we desire the repentance and the conversion of the lost, we must also name this sin. We do not desire legally-enforced changes in behavior but, rather, conversion of the heart. And conversion of the heart does not occur because of external pressure, but by the gracious and persuasive act of the Holy Spirit of God who, as Jesus Christ taught, convicts of “sin, righteousness and judgment” (John 16:8).

We therefore wish to certify that the eventual approval of so-called anti-homophobia laws will not hinder us from extending this invitation freely to all, an invitation that may also be refused. We are not in favor of any kind of law that forbids homosexual conduct; in the same manner, we are contrary to any law that goes against a principle that is very dear to Brazilian society: freedom of conscience. The Federal Constitution (Article 5) guarantees that “all are equal before the law,” stipulates that “liberty of conscience and of belief are inviolable,” and specifies that “no one may be denied rights by reason of religious belief or due to philosophical or political convictions.” We are also opposed to any external force – intimidation, threats, verbal or physical aggression – that is intended to change a person’s mind-set. We do not accept that the criminalization of opinions be a valid instrument for social transformation because, besides being unconstitutional, this foments an undesirable wave of authoritarianism, undermining the foundations of democracy. In the same way that we do not seek to repress homosexual conduct with coercive measures, we do not want these same means to be used to make us stop preaching what we believe. We want to maintain our freedom to announce repentance and God’s forgiveness publicly. We want to maintain our right to open confessional educational institutions that reflect our Christian worldview. We want to guarantee that our religious community may express itself about all matters that are important to society.

We, therefore, manifest our full support for the pronouncement by the Presbyterian Church of Brazil, published in 2007 and partially reproduced, also in 2007, on the site of the Mackenzie Presbyterian University, by its chancellor, Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. If homosexual activists intend to criminalize the posture of the Mackenzie Presbyterian University, they should also prepare to equally face the Presbyterian Church of Brazil, all of the country’s evangelical churches, the Roman Catholic Church, the Jewish Congregation of Brazil and, in the last instance, to censure the Judeo-Christian Scriptures themselves. Our law guarantees that individuals, religious groups and institutions have the right to express their confessional position and conscience in subjection to the Word of God. We take this firm stand so that this freedom may not be taken away from us. 

This manifesto is a collective production with a view to representing Brazilian Christian thought. For immediate release.

Uma breve reflexão sobre a perseguição aos evangélicos no Brasil


Por Renato Vargens

As primeiras informações que retratam de forma efetiva a perseguição religiosa no Brasil se remota a 1557, quando os huguenotes (calvinistas franceses) chegaram ao Rio de Janeiro  com o propósito de ajudar a estabelecer um refúgio para os calvinistas perseguidos na França.

Em 10 de março de 1557, os protestantes franceses celebraram o primeiro culto evangélico do Brasil e no dia 21 de março celebraram a primeira Santa Ceia. Todavia, pouco tempo depois Villegaignon entrou em conflito com as calvinistas acerca dos sacramentos e os expulsou da pequena ilha em que se encontravam.  Alguns meses depois, os colonos reformados embarcaram de volta para a França. Quando o navio ameaçou naufragar por excesso de passageiros e por ter pouca comida, cinco deles resolveram  regressar.  Esses cinco se sacrificaram em favor dos seus irmãos na fé. Assim que chegaram em terra foram presos: Jean du Bordel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon, André Lafon e Jacques le Balleur. Pressionados por Villegaignon, foram obrigados a professar por escrito sua fé, no prazo de doze horas, respondendo uma série de perguntas que lhes foram entregues. Eles assim o fizeram, e escreveram a primeira confissão de fé na América, sabendo que com ela estavam assinando a própria sentença de morte. Essa maravilhosa declaração de fé é conhecida como a "Confissão de Fé da Guanabara" (1558). Em seguida, os três primeiros foram mortos e Lafon, o único alfaiate da colônia, teve a vida poupada. Os mártires do evangelho foram enforcados e seus corpos atirados de um despenhadeiro. Balleur fugiu para São Vicente, SP, foi preso e levado para Salvador (1559-67), sendo mais tarde enforcado no Rio de Janeiro, quando os últimos franceses foram expulsos.

Quase 100 anos depois, os holandeses criaram a Companhia das Índias Ocidentais com o objetivo de conquistar e colonizar territórios da Espanha nas Américas, especialmente uma rica região açucareira: o nordeste do Brasil. Em 1624, os holandeses tomaram Salvador, a capital do Brasil, mas foram expulsos no ano seguinte. Finalmente, em 1630 eles tomaram Recife e Olinda e depois boa parte do Nordeste.  Neste periodo João Maurício de Nassau-Siegen, que governou esta região entre 1637 a 1644,  concedeu uma boa medida de liberdade religiosa aos residentes católicos e judeus.  Sob os holandeses, a Igreja Reformada era oficial. Foram criadas vinte e duas igrejas locais e congregações, dois presbitérios (Pernambuco e Paraíba) e até mesmo um sínodo, o Sínodo do Brasil (1642-1646). Mais de cinquenta pastores ou "predicantes" serviram essas comunidades. A Igreja Reformada realizou uma admirável obra missionária junto aos indígenas. Além de pregação, ensino e beneficência, foi preparado um catecismo na língua nativa. Outros projetos incluíam a tradução da Bíblia e a futura ordenação de pastores indígenas. Em 1654, após quase dez anos de luta, os holandeses foram expulsos, transferindo-se para o Caribe. Os judeus que os acompanhavam foram para Nova Amsterdã, a futura Nova York.

 Desde então, não se sabe de relatos de cultos protestantes no Brasil. No entanto,  com a chegada da família real a terras tupiniquins e com a abertura dos portos  as nações amigas,  as confissões protestantes começaram paulatinamente a chegar ao país. Os Anglicanos chegaram em 1811, os luteranos em 1824, os Congregacionais em 1855, os presbiterianos em 1859, e  os batistas em 1871. Todavia, em virtude da constituição de 1824 outorgada por D. Pedro I, que afirmava ser o catolicismo romano a religião oficial do Brasil, os protestantes não possuiam direito a cultos públicos em lingua portuguêsa, além é claro de não terem permitidos a construção de templos com aparência religiosa.

Já no governo de  Dom Pedro II , (mesmo o imperador possuindo uma grande simpatia pelos protestantes), não era nada fácil afirmar publicamente a fé nos pressupostos cristãos, mesmo porque, a religião oficial do Estado imprimia  forte perseguição religiosa aos evangélicos.

Com a Proclamação da República, o Estado Brasileiro deixou oficialmente de ser Católico Romano permitindo assim com que os protestantes tivessem direito a culto. Todavia, como não poderia deixar de ser, a maioria da população ainda desenvolvia um significativo preconceito para com aqueles que se diziam cristãos protestantes. A consequência direta disso foi a  aniquilação de  inúmeras templos evangélicos, que de forma covarde foram  destruidos pelo fogo. Dentre estes, encontra-se a 1ª  Igreja Batista de Niterói, que em 14 de abril de 1901, teve  seus móveis, púlpito, pertences e diversos utensílios queimados em plena rua, além de sua sede destruída.

Durante a primeira metade do século XX, os crentes em Jesus foram estigmatizados e denominados pelo clero romano como hereges sofrendo por conseguinte ofensas morais, onde atributos pejorativos lhes eram destinados. Junta-se a isso, o fato de que muitos por causa da sua  crença sofreram no corpo agressões físicas por não professarem a fé dos sacerdotes romanos. Na segunda metade do século XX a perseguição se deu de forma velada mediante os meios de comunicação que a todo custo vendiam a sociedade brasileira a imagem de uma igreja burra, ignorante e manipuladora da fé alheia.

Caro leitor, a constituição de 1988 nos garante liberdade de fé e religião.  O artigo 5º da Carta Magna diz que ´"É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias." Todavia, os cristãos evangélicos correm o risco de sofrerem novas perseguições substanciais em virtude do projeto de lei 122 que tramita na Congresso Nacional que se aprovado irá criminalizar àqueles que  manifestam suas opiniões religiosas contrárias ao casamento gay.

Vale a pena ressaltar que a fé protestante não defende a homofobia. Na verdade, nós cristãos-evangélicos somos contrários a todo tipo de violência física condenando veementemente aqueles que atentam contra a vida de quem quer que seja. Todavia, acreditamos também que possuímos o direito irrevogável e constitucional de expor publicamente nossa fé conforme claramente afirma a nossa carta magna.

Isto posto, oro ao Senhor nosso Deus que estenda a mão sobre o Brasil livrando a sociedade brasileira de uma lei que sem sombra de dúvida promoverá mais uma severa perseguição religiosa no Brasil.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

"NAMORO.COM"



 Esse livro é uma gota no oceano, mas uma válida tentativa de trazer um alerta coerente acerca do problema. É um manual para pais de adolescentes e jovens. E um livro de cabeceira para aqueles jovens e adolescentes que, por amarem Jesus, querem caminhar de forma plena, santa e de boa consciência no que tange à vida amorosa. Mais do que a teoria e o conhecimento bíblico, Renato é pai de uma família apaixonada por Deus e pelas Escrituras. Vive uma vida conjugal sólida, e criou filhos que hoje, como ele, tem caráter cristão e veia missionária. Tudo isso o credencia a escrever o presente livro. A glória é de Deus.

Assim, prezado leitor, você está em boas mãos. Que os pais que tiverem acesso a este material saibam lidar com veemência e graça entre seus filhos, no que tange à sua sexualidade e vida relacional. Quanto aos jovens e adolescentes, que essa leitura seja uma porta para uma vida nova. Que os projetos de Deus para você se cumpram a partir desse poderoso instrumento que tem nas mãos.


(Extraído do prefácio)
Pr. Mário Freitas
Diretor da M.A.I.S ( Missão de Apoio a Igreja Sofredora)

A Rainha Vitória e o Rei dos reis.

Por Renato Vargens
Conta-se que ao subir ao trono da Inglaterra,  a rainha Vitória , como era de costume dos reis britânicos,  foi assistir a apresentação de "O Messias."  de Haendel.  Na ocasião,  ela havia sido instruída de como deveria se comportar e que em hipótese alguma deveria se levantar quando os demais presentes se levantassem ao ser cantado o "Coro Aleluia."

Conta a história que quando aquele coro magnífico estava sendo entoado e os cantores estavam bradando "Aleluia! Aleluia! Aleluia! pois o Senhor Onipotente reina," ela se manteve sentada com grande dificuldade. Ela teve grande desejo de levantar-se, apesar dos costumes dos reis e rainhas. Porém, quando os cantores chegaram à parte em que proclamam com grande entusiasmo "Rei dos reis" ela se levantou e manteve sua cabeça curvada como se tomasse sua própria coroa e a depositasse aos pés do Senhor.

Caro leitor, ninguém na história está acima de Jesus Cristo. Ele é o Senhor, o Rei dos reis, o Soberano das nações, o Único e Poderoso Deus! Tudo foi feito por Ele, para Ele e sem Ele nada do que foi feito se fez!

Os agnósticos e os ateus encontraram falhas no comportamento dos cristãos, mas jamais puderam notar qualquer erro na pessoa de Jesus Cristo. Eles viram erros em cristãos, mas nunca em Cristo. Jesus de Nazaré transcende métodos, idéias e seguidores. Ele perma­nece no centro da História. Em qualquer lugar, os homens têm de se curvar diante da Sua superioridade.

A Ele honra, a glória para sempre, amém!

Renato Vargens