"Apóstolas. É bíblico isso?
Por Renato Vargens
Uma das grandes aberrações teológicas dos nossos dias são as "apóstolas."
Sinceramente esses caras não tem mais o que inventar. Se não bastasse a forçação de barra em ressuscitar o ministério apostólico, esses profeteiros, criaram o ministério da "apóstola".
Sinceramente esses caras não tem mais o que inventar. Se não bastasse a forçação de barra em ressuscitar o ministério apostólico, esses profeteiros, criaram o ministério da "apóstola". Pois é, infelizmente a cada dia surge um louco com loucura nova. Dentre as "apóstolas" modernas gostaria pelo menos de destacar duas destas: Valnice Milhomens, aquela mesmo que marcou a volta de Cristo para um sábado de 2007 e Neuza Itioka, a profetiza dos maniqueístas esquizofrênicos.
Caro leitor, confesso que tem que ter estômago para ouvir os ensinamentos destas duas profeteiras, isto sem falar que não existe fundamento e base bíblica para a ordenação de pastoras, muito menos de apóstolas.
Ora, os que advogam a causa de que as mulheres podem ser ordenadas ao ministério pastoral, usam do texto da carta de Paulo aos Romanos onde afirmam que a saudação feita pelo Apóstolo a Igreja de Roma incluia uma mulher de nome Júnias.
Visando esclarecer de forma clara e prática o sentido verdadeiro de Rm 16:07, reproduzo abaixo a opinião do Rev. Augusto Nicodemos sobre o tema:
1. Júnias é masculino ou feminino?
A variante melhor atestada, segundo o texto grego da UBS, 4a. edição (e de Nestle-Aland, 27a. edição), é Iounia=n , acusativo de Júnia, masculino (atestada pelos manuscritos ) A B* C D* F G P, embora sem acentos). A variante (Júlia) é fracamente atestada, aparecendo apenas no p46 e em algumas versões antigas.
Numa pesquisa feita por computador nos escritos gregos existentes desde a época de Homero (século 9 A.C.) até o século 5 D.C. foram achadas apenas três ocorrências do nome Júnias, além de Romanos 16.7. Plutarco cita uma irmã de Brutus, chamada Júnias; Epifânio, o bispo de Salamina em Chipre, menciona Júnias de Romanos 16.7 como sendo um homem que veio a ocupar o bispado de Apaméia da Síria; e João Crisóstomo se refere a Júnias de Romanos 16.7 como sendo uma irmã notável até mesmo aos olhos dos apóstolos.
Os resultados são inconclusivos. Parece evidente que Júnias era nome tanto de homem quanto de mulher no período neo-testamentário. O problema é que não sabemos em que gênero Paulo o usou em Romanos 16.7. Isto explica o surgimento de variantes divergindo na acentuação, e o surgimento da variante , que é claramente uma tentativa de resolver a ambigüidade.
Se tivermos de tomar uma decisão, devemos dar mais peso à palavra de Epifânio, pois ele sabe mais sobre Júnias do que Crisóstomo, já que informa que Júnias se tornou bispo de Apaméia. Concorda com isto o testemunho de Orígenes (morto em 252 d.C.), que num comentário em latim à carta aos Romanos se refere a Júnias no masculino.
Nomes gregos masculinos terminando em -aj não são incomuns, mesmo no Novo Testamento: André (Andre/aj, Mt 10.2), Elias (Eli/aj, Mt 11.14) e Zacarias (Zaxari/aj, Lc 1.5). Para alguns comentaristas, Júnias é a abreviação de Junianius, um nome masculino — mas não há evidências claras disto. A conclusão é que não podemos saber com certeza se Júnias era uma mulher — mais provavelmente era um homem. É por isto que a maioria das traduções modernas, onde possível, traduzem Júnias como masculino (e não Júnia, feminino).
2. Era Júnias um(a) apóstolo(a)?
Mais uma vez perguntamos, é possível termos uma resposta definida para a pergunta "era Júnias um(a) apóstolo(a)?" Gramaticalmente, a expressão "os quais são notáveis entre os apóstolos" (oi(/tine/j ei)sin e)pi/shmoi e)n toi=j a)posto/loij) tanto pode indicar que Andrônico e Júnias eram apóstolos, quanto que eram tidos em alta conta pelos apóstolos existentes. E mesmo que aceitemos que eram apóstolos, ainda resta o fato de que a palavra apóstolo no Novo Testamento é usada, não somente para os Doze, para Paulo, e para algumas pessoas associadas a ele, como Barnabé, Silas e Timóteo (cf. At 14.14; 1 Ts 2.6), mas para mensageiros e enviados (este é o sentido primário de a)po/stoloj) de igrejas locais, como Epafrodito (Fp 2.25) e uns irmãos mencionados em 2 Coríntios 8.23. Estes não parecem exercer governo ou autoridade sobre as igrejas locais, eram simplesmente enviados por elas. Portanto, se Andrônico e Júnias eram apóstolos, deveriam pertencer a este tipo de mensageiros das igrejas locais, com um ministério itinerante. Estes "apóstolos" não tinham autoridade de governo em igrejas locais; antes, eram enviados por elas para desempenhar diferentes funções como representantes ou emissários.
Em última análise, só podemos afirmar com certeza, a partir de Romanos 16.7, que, quem quer que tenha sido, Júnias era uma pessoa tida em alta conta por Paulo, e que ajudou o apóstolo em seu ministério. Não se pode afirmar com segurança que era uma mulher, nem que era uma "apóstola", e muito menos uma como os Doze ou Paulo.
A passagem, portanto, não serve como evidência bíblica para a ordenação feminina no período apostólico. E essa conclusão está em harmonia com o fato de que Jesus não escolheu mulheres para serem apóstolos. Não há nenhuma referência indisputável a uma "apóstola" no Novo Testamento.
Pense nisso!
Numa pesquisa feita por computador nos escritos gregos existentes desde a época de Homero (século 9 A.C.) até o século 5 D.C. foram achadas apenas três ocorrências do nome Júnias, além de Romanos 16.7. Plutarco cita uma irmã de Brutus, chamada Júnias; Epifânio, o bispo de Salamina em Chipre, menciona Júnias de Romanos 16.7 como sendo um homem que veio a ocupar o bispado de Apaméia da Síria; e João Crisóstomo se refere a Júnias de Romanos 16.7 como sendo uma irmã notável até mesmo aos olhos dos apóstolos.
Os resultados são inconclusivos. Parece evidente que Júnias era nome tanto de homem quanto de mulher no período neo-testamentário. O problema é que não sabemos em que gênero Paulo o usou em Romanos 16.7. Isto explica o surgimento de variantes divergindo na acentuação, e o surgimento da variante , que é claramente uma tentativa de resolver a ambigüidade.
Se tivermos de tomar uma decisão, devemos dar mais peso à palavra de Epifânio, pois ele sabe mais sobre Júnias do que Crisóstomo, já que informa que Júnias se tornou bispo de Apaméia. Concorda com isto o testemunho de Orígenes (morto em 252 d.C.), que num comentário em latim à carta aos Romanos se refere a Júnias no masculino.
Nomes gregos masculinos terminando em -aj não são incomuns, mesmo no Novo Testamento: André (Andre/aj, Mt 10.2), Elias (Eli/aj, Mt 11.14) e Zacarias (Zaxari/aj, Lc 1.5). Para alguns comentaristas, Júnias é a abreviação de Junianius, um nome masculino — mas não há evidências claras disto. A conclusão é que não podemos saber com certeza se Júnias era uma mulher — mais provavelmente era um homem. É por isto que a maioria das traduções modernas, onde possível, traduzem Júnias como masculino (e não Júnia, feminino).
2. Era Júnias um(a) apóstolo(a)?
Mais uma vez perguntamos, é possível termos uma resposta definida para a pergunta "era Júnias um(a) apóstolo(a)?" Gramaticalmente, a expressão "os quais são notáveis entre os apóstolos" (oi(/tine/j ei)sin e)pi/shmoi e)n toi=j a)posto/loij) tanto pode indicar que Andrônico e Júnias eram apóstolos, quanto que eram tidos em alta conta pelos apóstolos existentes. E mesmo que aceitemos que eram apóstolos, ainda resta o fato de que a palavra apóstolo no Novo Testamento é usada, não somente para os Doze, para Paulo, e para algumas pessoas associadas a ele, como Barnabé, Silas e Timóteo (cf. At 14.14; 1 Ts 2.6), mas para mensageiros e enviados (este é o sentido primário de a)po/stoloj) de igrejas locais, como Epafrodito (Fp 2.25) e uns irmãos mencionados em 2 Coríntios 8.23. Estes não parecem exercer governo ou autoridade sobre as igrejas locais, eram simplesmente enviados por elas. Portanto, se Andrônico e Júnias eram apóstolos, deveriam pertencer a este tipo de mensageiros das igrejas locais, com um ministério itinerante. Estes "apóstolos" não tinham autoridade de governo em igrejas locais; antes, eram enviados por elas para desempenhar diferentes funções como representantes ou emissários.
Em última análise, só podemos afirmar com certeza, a partir de Romanos 16.7, que, quem quer que tenha sido, Júnias era uma pessoa tida em alta conta por Paulo, e que ajudou o apóstolo em seu ministério. Não se pode afirmar com segurança que era uma mulher, nem que era uma "apóstola", e muito menos uma como os Doze ou Paulo.
A passagem, portanto, não serve como evidência bíblica para a ordenação feminina no período apostólico. E essa conclusão está em harmonia com o fato de que Jesus não escolheu mulheres para serem apóstolos. Não há nenhuma referência indisputável a uma "apóstola" no Novo Testamento.
Pense nisso!
Renato Vargens







E convenhamos também que não tiveram mais que 13 apóstolos, já que Paulo era "somente" considerado o apóstolo dos gentios, mas jamais empossado oficialmente como apóstolo por Jesus (pelo menos pelo o que eu entendi da história dele em Atos dos Apóstolos)...
Mary Shultze
Vc tem todo direito de discordar. Agora, porque não se identifica? Falta coragem?
Renato Vargens
Abraços
Jose Miguel
http://oficinasteológicas.blogspot.com
a) Ap 2.2 - a igreja de Pérgamo pôs à prova gente que se dizia apóstolo e os achou mentirosos. Diz o irmão Nee que, se o ministério apostólico tivesse cessado, não haveria sentido em "pôr à prova" essa gente - qualquer um que se dissesse apóstolo seria, automaticamente, falso.
b) At 14.14 - Barnabé também era chamado de apóstolo, e não estava entre os 12 (sem falar de Paulo). Isso não indicaria que outras pessoas poderiam ter tal ministério?
W. Nee defende que os 12 apóstolos tiveram lugar especial na economia divina, lugar inclusive reconhecido na futura Nova Jerusalém, mas que Deus se utiliza de servos seus hoje, com ministério apostólico - não no sentido de supervisores das igrejas (como o fazem os neopentecostais) mas como desbravadores de campos, enfim, missionários, tal como o foram Barnabé e Paulo.
O que o irmão diria? Cito os argumentos pois são os mais interessantes que vi quanto a isso, não o faço meramente à procura de polêmicas, mas gostaria de ouvi-lo quanto a isso.
O ministério apostólico cessou em João. E lembre-se o Apocalipse foi escrito por João.
As Escrituras Sagradas são claras em afirmar que algumas marcas deveriam caracterizar efetivamente o ministério apostólico, senão vejamos:
1. O apóstolo teria que ser testemunha do Senhor ressurreto.
Em Atos vemos os apóstolos reunidos no cenáculo conversando sobre quem substituiria a Judas. No cap. 1:21-22 lemos: “É necessário pois, que, dos homens que nos acompanham todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós , começando no batismo de João, até ao dia em que dentre vós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição”. Paulo diz que viu Jesus ressurreto: “Não sou, porventura livre? Não sou apóstolo? Não vi a Jesus, Nosso Senhor?” (I Co 9:1).
2. O apóstolo tinha de ter um chamado especial da parte de Cristo para exercer este ministério.
3. O apóstolo era alguém a quem foi dada autoridade para operar milagres. Isso fica bem claro em II Co 12:12 - “Pois as credenciais do meu apostolado foram manifestados no meio de vós com toda a persistência, por sinais prodígios e poderes miraculosos”. Era como se ele dissesse: “Como vocês podem questionar meu ofício de apóstolo se as minhas credenciais foram apresentadas claramente entre vós”. Sinais, milagres e prodígios maravilhosos.
4. O apóstolo tinha autoridade para ensinar e definir a doutrina firmando as pessoas na verdade.
5. Os apóstolos tiveram autoridade para estabelecer a ordem nas igrejas. Nomeavam os presbíteros, decidiam questões disciplinares e questões doutrinárias, e falavam com autoridade do próprio Jesus: “... mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”(Jô 14:26).
A luz destas afirmações para, pense e responda sinceramente: Será que diante destas prerrogativas os famosos apóstolos brasileiros podem de fato reivindicar o título de apóstolo de Cristo? Por acaso algum deles viu o Senhor ressurreto? Foram eles comissionados por Cristo a exercerem o ministério apostólico? Quantos dos apóstolos brasileiros ressuscitaram mortos? E suas doutrinas? Possuem elas autoridade para se contraporem aos ensinamentos bíblicos?
Pois é, infelizmente os "apóstolos" tupiniquins não possuem respostas a estas perguntas, o que corrobora com o posicionamento da ortodoxia evangélica que acredita que o ministério apostólico cessou com a morte dos apóstolos no primeiro século. Sem a menor sombra de dúvidas considero a utilização do título "apóstolo" por parte dos pastores brasileiros como uma apropriação indevida de um ministério que não existe mais.
Abraços,
Renato Vargens
A paz do Senhor
Ir Cícero
(92) 8401-8087/ ciceroferreira@hotmail.com
O Ministério apostólico cessou após a morte de João. Leia o comentário que acabei de fazer no blog.
abraços,
Renato Vargens
Abraços Simone
Agradeço sua resposta. Também sou contra esta idéia de existir apóstolos hoje em dia. Especialmente, quando vejo o tipo de ensino que flui dos lábios destes pseudo-apóstolos.
É lamentável ver que os mesmos perdem tanto tempo com asneiras, invencionices e deturpações.
No mais, um abração. Quando vier por Manaus, me avise. Será um prazer tê-lo em nossa congregação para ministrar a Palavra aos jovens.
Seu servo,
Ir Cícero
A paz do Senhor!
É vergonhosos para a igreja, esta situação caótica na legalização de apóstolos e apóstolas.
A arrogância destes pseudos apóstolos e apóstolas, é um argumento que provoca desgosto aos que possuem a certeza, desta improvisação cenográfica, para se destacarem dos demais pastores.
Há alguns anos anuncio, que viriam tempos em que as mulheres se transfigurariam em: pastoras, bispas e apóstolas.
Sorriam na minha face e diziam que estava sonhando.
Hoje, verifico que não sonhava e sim, contemplava a desgraça que chegou. E de mansinho!
O pior está por vir, após esta enchurrada de pastoras, bispas e apóstolas.
Quem viver verá!
O Senhor seja contigo e por favor, (risos), não aceite pastora no seu ministério, com certeza, ela irá querer ser apóstola em pouco tempo.
O menor de todos.
Obrigado pelos seus sempre gentis comentários.
A Igreja Cristã da Aliança é de cunho reformada e como tal na ordena pastoras.
Abraços,
Renato Vargens
Até mais, Marcos.
"Precisamos analisar brevemente várias outras mudanças textuais semelhantes. Uma delas ocorre em uma passagem [...], Romanos 16, na qual Paulo fala de uma mulher, Júnia, e de um home, que deveria ser seu marido, Andrônico, aos quais o apóstolo se refere como 'apóstolos eminentes' (v 7). Trata-se de um versículo significativo, porque esse é o único lugar no Novo Testamento no qual uma mulher é citada como apóstola. Os intérpretes ficaram tão impressionados com esse trecho que muitos deles passaram a sustentar a impossibilidade de ele significar o que dizia, para, desse modo, poder traduzir o versículo como se ele não se referisswe a uma mulher chamada Júnia, mas a um homem chamado Júnias, que, juntamente com seu companheiro, Andrônico, era elogiado como apóstolo. O problema com essa tradução é que, enquanto Júnia era um nome feminino muito comum, não há indício no mundo antigo de 'Júnias' como nome masculino. Paulo está se referindo a uma mulher chamada Júnia, mesmo que alguns tradutores bíblicos modernos [...] continuem a se referir a essa apóstola como se ela fosse um homem chamado Júnias. [*]
[nota *] A mais recente e completa discussão é feita por: EPP, Eldon Jay. 'Text-critical, exegetical, and sociocultural factors affecting the Junia/Junias variation in Rom 16:7' In: DENAUX, A. New Testament textual criticism and exegesis. Leuven: Leuven University Press, 2002. p. 227-292."
"Alguns copistas também devem ter tido dificuldade em atribuir apostolicidade a essa mulher desconhecida e, por isso, fizeram uma sutil mudança no texto para evitar o problema. Em alguns de nossos manuscritos, em vez de dizer "Saudai Andrônico e Júnia, meus parentes e companheiros de prisão, eminentes apóstolos", o texto é mudado para se tornar mais fácil de traduzir: "Saudai Andrônico e Júnia, meus parentes; saudai também meus companheiros de prisão, apóstolos eminentes." Com essa mudança textual, ninguém precisa mais se preocupar com o fato de uma mulher ser citada em meio ao grupo apostólico de homens!
Que Deus abençõe a todos
Gilbert Raposo, um aprendiz em Cristo Jesus.
Eu sou favorável ao ministério feminino. Seguindo uma linha de raciocínio diferente, escrevi a uns 4 anos em um outro blog que eu tinha, o seguinte texto http://www.blogdokimos.com/a-apostola-junia
Mas, eu quero indicar um trabalho denso sobre a questão. Vejam aqui http://pt.scribd.com/doc/4772423/MULHERES-NO-MINISTERIO
Sinceramente, ainda não li nada tão bem trabalhado.
Abraços!
QUANTA BABOSEIRA.
NÓS AQUI COMO IGREJA, ANDANDO COMO O POVO MAIS DESUNIDO DO MUNDO.
ATÉ OS GAY ESTÃO MAIS UNIDOS E FAZENDO UM BARULHÃO, ENQUANTO HOMENS DE DEUS PEDRENDO TEMPO DISCUTINDO SOBRE O APOSTOLADO. VEJO VOCES TODOS COMO OS ACUSADORES DE NOSSOS IRMÃOS AJUDANDO O INIMIGO DE NOSSAS ALMAS. APOC 12:10 OU VOCE ESTÁ NA POSIÇÃO DO ACUSADOR OU DE UM INTERCESSOR. COMO JESUS O CRISTO QUE ESTÁ ASSENTADO À DIREITA DE DEUS INTERCEDENDO POR MIM E POR TI TAMBEM.
AMADOS PENSE NISSO, EM TODA ESSA CONVERSA, QUANTAS ALMAS VOCE ESTÁ LEVANDO PARA TER UM ENCONTRO COM JESUS? VIGIE AMADOS, VIGIE MESMO.
QUANDO A TROMBETA SOAR. UMMMMMMMM. SEI NÃO VIu?
SOU DAQUI DE SALVADOR, IGREJA BATISTA MAANAIM. ENGENHO VELHO DE BROTAS.
Pr CARLOS ALBERTO, INDICADO PARA O APOSTOLADO, (Abrindo igrejas em toda a bahia.) se quiserem pode nos ajudar. www.ministeriomaanaim.com.br
Shalom
Como disse Maquiavél, os líderes devem aparentar, pois a grande maioria vê e poucos são os que percebem. Você é dos que percebem e, infelizmente, os que veem não o compreendem.
independentemente de poder ou não ordenar mulheres, estes líderes são apenas ditadores sedentos de poder, por isso vão atribuindo títulos a si mesmos.
Daqui a pouco teremos um vice-deus!
Acho extremamente relevante a abordagem feita pelo Pr. Renato. Muitas vezes, esquecemo-nos de que devemos ser fiéis naquilo que as pessoas, mesmo cristãs, consideram de menor valor. Esquecemo-nos de que quem não é fiel no pouco não o será no muito. A Bíblia, e não me interessa a opinião de ninguém (mesmo daqueles que são nomeados ou se autonomeiam "apóstolos" hoje), é o elemento regulador dos verdadeiros cristãos e, portanto, da verdadeira igreja. Se ela não estabelece o ministério pastoral feminino, não tem essa da igreja estabelecer. Não somos católicos, que creem que quando a Bíblia cala, a igreja fala. Cremos, sim, que quando a Bíblia cala, a igreja cala. Quando a Bíblia fala, a igreja fala. E mais: se outros são considerados mais unidos, filiem-se a eles.
Já a questão de "apóstolos" em nossos dias, é questionável não somente a instituição de mulheres apóstolas, mas também a de homens, uma vez que estes rogam pra si a autoridade interpletativa das escrituras.
Eu nao entendi, porque o livro de Atos nao tem um fim. Entao se o livro de Atos nao tem final, e porque talvez ia existir mais apostolos, nao?
Desculpa minha estupida pergunta... rsrs.